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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Um nome é para sempre!

Correm de vez em quando por aí umas teorias associadas aos nomes das pessoas. Como fosse o mero nome próprio a definir a maneira de ser de alguém. No entanto esta teoria é defendida por muita gente que acha que todos os “Jaquins” deste país são de uma maneira, enquanto os “Almerindos” serão duma completamente diferente. Já para não falar dos “Horácios” que também têm uma maneira de estar muito própria.

Em tempos num outro blogue que tenho, alguém comentou que teria de conversar comigo por causa dos nomes que eu atribuía às minhas personagens. Pois bem, essa conversa nunca existiu, mas percebi a intenção…

Quando a felicidade de ser mãe entra no ventre de uma mulher, o que logo se pretende saber é o género da criança. A sabedoria popular usava para isso uma agulha com uma linha, as fases da Lua e até nalguns casos um ninho de cabelo no filho mais velho. Coisas antigas e sem qualquer sentido.

Hoje há formas rápidas e mais assertivas e desde muito cedo um médico percebe qual o género que está para nascer. Todavia há pais, que mesmo com esta informação, demoram em decidir qual será o nome da criança.

Ora bem… cá pela família há uma menina para nascer. Breve. O irmão antes de ser V. definitivo foi durante muito tempo o Jasmim! Hoje a pequenina terá outro nome, mas eu continuo a chamar-lhe Josefina.

Um nome não é mais que uma identificação de uma pessoa. Pode-se usar um para homenagear alguém da família mais antigo ou simplesmente porque se gosta daquele epiteto.

O que realmente me custa perceber é porque os pais não pensam no que um simples nome pode ser no futuro dos filhos. Chamar ao filho Círilo ou Lúcio parece querer que o descendente passe parte da sua vida num psiquiatra ou psicólogo vítima de bullying.

Quando fui pai escolhi para cada um dos meus rapazes um simples nome próprio. Pequeno e fácil de dizer. E ainda hoje eles me agradecem por isso.

Portanto pessoal que querem ter filhos… não pespeguem dez nomes próprios e 50 apelidos nos vossos filhos. Usem nomes normais e simples. E o mínimo de apelidos de família.

Os Elisiários e os Adail deste país agradecem!

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