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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Quatro dias depois!

Foram quatro longos dias fora da cidade quase sem telemóvel e acesso à internet muito limitado. Como também não vi televisão...

Resultado: tudo o que aconteceu neste país e arredores passou-me olimpicamente ao lado.

Entretanto aproveitei no Sábado à noite para participar na procissão das Velas em Fátima. Um momento de fé que me encheu de alegria.

Um fim de semana prolongado com muitos quilómetros percorridos e demasiadas horas de trabalho.

 

Hoje é o dia D. Dela!

Há quem não goste de celebrar o seu aniversário. Está no seu direito.

Todavia há quem goste de acrescentar mais uma vela ao seu bolo da vida.

E é hoje esse dia.

Alguém que me diz muito. Que me acompanha há mais de trinta anos.

Que me chateia, aborrece, critica, mas ao mesmo tempo sei que posso contar com ela.

E por vezes esta certeza é o que me basta. Outras nem tanto!

Onsisto. Hoje é o teu dia.

Diverte-te.

Ahhhh! Falta uma coisa... Parabéns!

 

Leituras saborosas

Gosto muito de ler. E leio quase tudo.

Todavia e ao invés de muitos leitores obsessivos, leio muito devagar. Mesmo muito devagar.

Deste modo um livro pode demorar longas semanas a ser lido, dependendo obviamente do número de páginas. Daqueles recolho frases, ando para trás, paro para pensar no significado de uma frase, assumo dúvidas.

Usando um breve paralelismo com a gastronomia diria que ler um livro assemelha-se, em (quase) tudo, a degustar uma bela refeição ou a beber um espirituoso vinho.

Pode parecer estranho esta comparação, mas ler e comer são, por assim dizer, dois dos bons prazeres que a vida me vai brindando..

Sim ou não à eutanásia?

Revi hoje, mas na televisão este filme

Não irei falar novamente dele, apenas relembrar o tema central: eutanásia.

Mais uma vez assumo que devemos viver e morrer com dignidade devida. Não obstante ser católico reconheço que a eutanásia, em alguns casos, trata-se de uma benção. Não religiosa obviamente, mas ainda assim uma benção.

Na minha vida já vi muita coisa e olhar para um ser humano preso a uma cama e ou ligado a uma máquina até que a morte seja natural parece-me de alguma violência, especialmente para a família mais próxima e amigos  que diariamente têm de lidar com a situação.

Ora se ainda por cima for vontade do próprio o suícidio assistido...

Sei que o tema é controverso e anda actualmente nas bocas do mundo político, mas sería deveras importante que a sociedade civil desse a sua opinião, quiçá através de um referendo nacional.

Fica aqui a minha modesta sugestão.

Trinta e um!

Nunca percebi este número associado a algo menos simpático.

"Foi um 31 que ele arranjou!"

Mas hoje este número tem outro sentido. Para melhor!

Há trinta e um anos era Domingo de Páscoa.

Há trinta e um anos fui pai pela primeira vez.

Há trinta e um anos a minha vida alterou-se radicalmente..

Obrigado M. por seres quem és. Pelo apoio. pela ternura, pelo carinho, até pelos momentos menos bons.

Aprendi contigo a ser outra pessoa e a dar valor a coisas que antigamente não apreciava.

Que a vida te sorria sempre.

Viver a vida!

A história correu mundo. Especialmente no mundo blogosférico.

Não há quem não goste da Joana. E do Vasco, E da Alice. E da Julieta. E das crónicas de um quotidiano de alguém que desejava ser um avião...

A vida escreve-se muitas vezes por caminhos invíos. Mas faz parte!

Todavia sob o telheiro do Quiosque vivem-se agora momentos de alegria e felicidade.

Daqui deste pedaço humilde e singelo, desejo que a luz ilumine sempre o caminho desta (boa) família.

 

 

 

Na loja do senhor A.

Aproxima-se o fim-de-semana. E como qualquer dos meus fins-de-semana anteriores este também não vai servir para descansar.

Manias...

Assim já me estou a preparar para cavar a terra, enterrar o lixo durante meses colocado num compostor, para finalmente poder plantar os tomateiros (já com atraso, eu sei!), pimenteiros, curgetes e mais algum cebolo.

Ora, todas estas plantas são compradas na loja do senhor A. Um homem sui generis. Baixo, robusto, de lustrosa calvície tem uma linguagem muito própria roçando muitas vezes o vernáculo. Esteja quem estiver na loja, o A. despeja o que sente com a mesma facilidade que faz as contas às plantas que cada um compra.

Uma das suas características é o seu asco aos nossos políticos. Destes tem a pior opinião possível e fala deles com azedume.

Logo pela manhã fui à loja buscar as plantas para dispor durante o fim-de-semana. A loja estava cheia a aguardei a minha vez. Quando me viu e conhecendo-me, apressou-se a despachar-me. Com ele tive então este diálogo:

- Bom dia amigo!

- Bom dia senhor A. Venho buscar a minha encomenda.

Na sua voz rouca indica:

- Vá ali ao fundo ter com o "jaquim"...

- Já agora só mais uma coisa que eu preciso...

- Diga.

- Tem sacos com estrume?

- Tenho sim senhor.

- É de quê?... De...

Nem me deixou acabar a pergunta:

- É m... de político. Da melhor. Vinda directamente da Assembleia de ladrões - disse a rir.

- Ó senhor A. isso não se diz. Então! Há lá gente séria, com toda a certeza... - tentei contrapor.

- Nenhum político português é sério... Se o fossem não estavam onde estão - continuou ele.

- Um saco é de que tamanho? - tentando desviar o sentido do diálogo.

- Quarenta litros e custa 3.90... Uma pechincha vindo donde vem. - insistiu.

Percebi que estava a perder uma batalha e portanto achei por bem calar-me, não fosse a conversa descambar por caminhos ínvios.

Paguei as plantas e saí.

Quanto ao estrume... ficou lá com ele.

Ainda o golo de CR7!

Certamente que se esgotaram todos os bons epítetos em todas as línguas e dialectos espalhados pelo Mundo e arredores, para classificar o golo de Ronaldo na passada noite, contra a Juventus de Turim.

Portanto não vale a pena acrescentar mais adjectivos ao que se viu no antigo ‎Estádio delle Alpi. Fiquemos assim por aqui.

Mas então que será que me leva e escrever sobre um menino que há alguns anos partiu da Madeira em busca de um sonho?

É costume dizer-se que os futebolistas são na generalidade pouco profissionais e que após a fama dormem demasiadas vezes sob esta. Todavia no caso de Ronaldo essa ideia não cola e já será muito difícil fabricar-se mais records para serem batidos por aquele atleta.

CR7 não é só um fenómeno futebolístico a nível mundial, mas um exemplo como atleta. Ele é bom no que faz porque se empenha hoje, como se empenhou ontem e há dez anos. E como se empenhará, certamente, amanhã.

É assente neste espírito de permanente entrega, que Cristiano constrói o seu sucesso que é de também, por arrastamento, de Portugal. Dificilmente num futuro mais recente ou mais longínquo teremos, neste país, alguém como este futebolista.

Indomável, constantemente insatisfeito o jogador do Real Madrid é a antítese do português, sempre mais atento com o que passa na casa do vizinho do que na sua própria casa e sempre muito mais preocupado em arranjar desculpas esfarrapadas para os desaires, do que fazer algo para ultrapassar os desafios.

Admiro por isso CR, não só pelo atleta que ainda é, mas acima de tudo pelo homem e profissional muito competente que ainda consegue ser.

Ele é um exemplo fantástico de como o sucesso dá muuuuuuuuuuuito trabalho.

 

Azar nos carros...

Já me habituei a não fazer grandes planos para o meu dia. E muito menos para a vida.

Hoje levantei-me deveras tarde (a chuva que caía não era ternamente convidativa a sair da cama), mas fui fazer as compras do costume ao sábado: pão, bolos e leite.

No entanto ao chegar a vinte metros de casa o meu carro parou. Percebi que era um problema de caixa de velocidades e ainda assim consegui levá-lo muito devagar até à porta. Activei a assistência em viagem e lá foi a viatura para a oficina, que estava obviamente fechada. Fica à porta... até segunda!

Recorri-me então dos meus filhos que se disponibilizaram para me ajudarem. E assim fizeram.

Não obstante a má sorte com o carro tenho a boa sorte de ter bons filhos.

Bom fim de semana.

 

Entre o Céu e a Terra

Estive logo de manhã para escrever sobre a morte do famoso matemático e físico. Mas depois vi tanta coisa escrita que desisti.

Sinceramente conheço pouco a obra deste génio ora desaparecido. Sei que concebeu umas ideias, algumas a colocar em dúvida as teorias de Einstein. Pouco mais...

No entanto foi ainda um exemplo de coragem e tenacidade numa altura em que qualquer dor é logo sinónimo de uma impensável enfermidade.

Ê neste sentido que olho para Stephen Hawking. Um homem que mostrou ao Mundo que as doenças não são impeditivas de se ser útil à sociedade.

Hoje andará a viajar entre o Céu e a Terra, procurando ainda as respostas às perguntas que tantas vezes terá formulado.

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