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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Otorrinolaringologia? Check!

Após muito pensar decidi (sinceramente não decidi nada, fui empurrado!) deixar-me ser observado por médicos de diversas especialidades.

Iniciei com ortopedia, cujo médico me mandou fazer exames que entretanto já me sujeitei, mas falta a consulta final.

Depois passei para o meu otorrino. Mais exames e testes, Também já realizados.

Seguiu-se a consulta de gastro e mais uma bateria de exames e análises requeridas. Que se realizarão somente em Setembro e alguns só em Novembro.

Entretanto já marquei Urologista para Setembro assim como Oftalmologia para o mesmo mês.

Finalmente só tenho conclusões de Otorrinolaringologia. Ontem o médico comunicou-me que estou mais surdo, algo que já sabia! Do ouvido direito então não oiço nada. Do esquerdo tenho um defice nos sons agudos mais ou menos na zona onde se instala a voz humana. O que equivale dizer que não oiço a voz da minha mulher. O que por vezes nem é nada mau!

Portanto: Otorrinolaringologia? Check.

Eu e os Jogos Olímpicos!

Sempre fui um apaixonado pelos Jogos Olímpicos. Desde que me lembro ou melhor desde que houve televisão em casa dos meus pais que dedicava todo o tempo a ver uma série de modalidades desportivas.

Vi Mark Spitz ganhar medalhas de oiro em natação, umas atrás das outras, pulverizando muitos recordes nos JO de Munique. Lembro-me de Nadia Comaneci em Montreal e como aquela figurinha tão frágil arrancava pontos perfeitos e recordo com tristeza o segundo lugar de Carlos Lopes nos 10 mil metros, batido na recta final por um Finlandês de nome Lass Viren.

Depois vibrei novamente com Carlos Lopes nos JO de Los Angeles ao vencer a Maratona, geralmente a última prova da certame. Não esqueço também Carl Lewisb e as medalhas que ganhou nas especialidades de atletismo.

Em 1988 passei a noite acordado para ver a campeoníssima Rosa Mota vencer outrossim a Maratona feminina nos JO de Seul, Uma prova que foi comentada por um antigo campeão dde lançamento do disco... José Galvão.

Lembro-me das vitórias de Fernanda Ribeiro em Atlanta e de Nelson Évora no triplo salto nos JO de Pequim...

Pois... mas desta vez em Tóquio não vi nem a cerimónia de abertura nem tenho dado grande atenção ao que no país do Sol Nascente tem acontecido.

Estranho como quase de um dia para o outro tudo mudou na minha vida e os JO deixaram de ser prioridade.

Mas tenho pena!

 

Diga 36!

É somente um número...

Todavia há um significado breve, muito breve... É que neste dia de Julho há precisamente 36 anos, casávamos.

Um casal jovem, inexperiente e sem graveto! Mas corajoso...

Não viajei para nenhuma ilha paradisíaca em lua-de-mel, também não tinha carro e todo o dinheiro que recebi da boda serviu para pagar uns sofás, que ainda hoje existem...

Há 36 anos foi assim a nossa festa... Perto de 300 pessoas como convidados (as famílias eram grandes), muita comida, muita diversão e um dia que passou a correr...

Como todos estes anos.

Deste dia sairam dois filhos e. para já, uma neta, que é a nova luz que ilumina o nosso caminho. 

De mãos dados embarcamos para o dia de amanhã. Até que Deus queira!

Azar, sorte e bom-senso!

Há quem considere o azar e quiçá ao invés a sorte como factores em que uma data de seres maléficos - no caso do azar - e benéficos - na questão da sorte - se junta para engendrarem algo contra ou a favor de alguém. Uns até dizem que é uma questão de alinhamento dos astros.
Não sei se deverei, aqui e agora, dizer a verdade ou deixá-los pacificamente na ignorância...
Passado este introito meio louco para não dizer parvo, esclareço que a minha visão de sorte e azar não se prende com forças exteriores, mas tão-somente com bom-senso ou a falta dele. Por exemplo se alguém tiver um acidente de carro por andar acima do limite de velocidade aquele não teve azar, pois faltou-lhe o tal discernimento para perceber o perigo que corria.
Da mesma forma e usando um pouco de “futebolês” digo que a sorte dá muito trabalho. A sorte é demasiadas vezes associada ao jogo. Mas poderia ser ligada à própria vida que nos vai escorrendo pelas mãos.
Bom quero com tudo isto dizer que sorte e azar podem ser faces de uma mesma moeda, que todos os dias, quase sem sabermos, atiramos ao ar no intuito curioso e estranho de a esse gesto estar ligado o nosso destino, quando no fundo seremos cada um de nós, na nossa pobre existência, os únicos responsáveis pela forma como a moeda cairá!

Viver em paz!

Hoje em conversa com alguém próximo dizia que a palavra ódio não existe no meu léxico. Todavia faltou acrescentar que também não existe na minha vida.

No entanto sei que nem todas as pessoas vivem deste forma assumindo, algumas delas, bravatas ou demandas sem qualquer nexo.

Os brasileiros têm uma filosofia em que "dão um boi para não entrar numa guerra e uma boiada para não sair dela". Não sei se corresponde à verdade, mas verdadeira ou não, entendo perfeitamente a ideia.

Já eu dou tudo e mais alguma coisa para me manter em paz... comigo mesmo. Poderão chamar-me de cobarde ou simplesmente que serei um medricas, mas tal não me afecta já que vivo em primeiro comigo e depois com os outros.

A minha paz interior não advém de leituras em grossos compêndios, mas tão-somente de uma real experiência de vida que os meus mais de sessenta anos de idade me proporcionaram.

Por tudo isto a tal palavra ódio não tem para mim qualquer significado e nem a uso amiúde. Porque gosto de dormir sossegado.

E acordar feliz!

Ler os sinais!

O título deste postal poderá sugerir algo diferente daquilo que pretendo. Cabe-me assim desfiar a minha ideia para que não existam dúvidas.

Quando tomamos consciência real do nosso corpo fisico. a primeira coisa que começamos a conhecer é a forma como aquele reage, por exemplo, a alguns alimentos ingeridos. Depois há o calor estival, o frio invernoso, a Primavera a semear alergias e cada um reage de forma assaz diferente.

Conforme envelhecemos, melhor vamos conhecendo a nossa estrutura óssea que carrega os orgãos e a carne com a qual conseguimos andar. É no instante seguinte em que o nosso corpo envia o primeiro sinal para o exterior que devemos acordar para outra realidade e perceber o que aquele nos pretende dizer. Ou melhor... avisar.

Por isso nunca devemos menosprezar uma dor, um vómito, uma tontura ou uma simples má-disposição. Todos estes sintomas podem ser meras reacções momentâneas ou os primeiros avisos de que algo em nós não está bem.

Saber ler estes sinais pode ser a diferença entre a descoberta de algo a tempo de ser tratado ou o adiamento para algo irreversível.

Há quem não ligue a estes avisos e depois quando tudo se transforma para o pior, acabam por assumir:

- Faz tempo que não me sentia bem!

O pior é que na maioria dos casos poderá ser tarde demais! 

Que tal pensarmos nisto!

Num ápice tudo muda!

A vida é uma enorme professora que constantemente nos dá inúmeras lições. Na verdade não temos nada como garantido a não ser o nosso passado e um dia a negra!

Tudo o resto não passará de vontades e desejos.

Há que reconhecer que de um momento para o outro tudo tudo pode mudar. O que agora parecia firme passa a frágil e este a firme. A pandemia tem sido, para todos, um enorme exemplo disto.

Hoje um familiar muito próximo sentiu-se mal e teve de ser internado de urgência. Não se sabe o que teve, talvez durante a noite se saiba alguma coisa.

Ainda antes de tudo acontecer almoçámos, conversámos e rimos juntos. Aliás como diariamente o fazemos!

Porém de um momento para o outro tudo mudou. Para pior...

Como escrevi no início... a vida é uma enorme professora! Mas há quem julgue que está acima dela.

Tontos!

A minha memória e a da Jacinta!

Sempre me senti dono de uma memória, diria que de elefante! Mas reconheço que cada vez mais aquela é mais selectiva, já que neste momento só me recordo das coisas boas.
Não imagino se é o meu subconsciente a mandar na memória, se é a idade ou unicamente a vontade que tenho de me lembrar de momentos que me fizeram feliz.

Outra das características da minha memória é a estranha tendência para decorar números. Sejam eles de telefone, números de contribuinte ou números de matrículas dos carros.

Mas na minha longa caminhada da vida acabei por encontrar alguém bem pior (ou será melhor???) que eu. A Jacinta (nome fictício) tinha uma cabeça para memorizar numeros... fantástica. Quando eu estava no activo e sempre que pedia uma intervenção externa no computador de alguém, tinha que indicar o número de património do equipamento, que era geralmente constituído por uma série de 10  algarismos. Pois é, agora calculem que cada utilizador tinha a seu cargo um equipamento, mais um monitor, em alguns casos impressoras locais, já para não falar de ratos ergonómicos e outros periféricos. Portanto muito material...

Se multiplicarmos por cada empregado departamental era uma lista longuíssima de números.

A Jacinta tinha as funções similares às minhas, todavia no seu departamento, que era o maior da empresa com centenas de utilizadores. A verdade é que ela sabia de cor os números de todos os equipamentos... Fossem estes de um director ou de um contínuo.

Mas a estória mais curiosa aconteceu comigo mesmo, quando certo dia deixei o carro na garagem da empresa com as janelas abertas. A meio da manhã a segurança da empresa enviou um mail para todo o edifíco a comunicar que havia uma viatura com a matrícula x com os vidros abertos. Acto contínuo e depois de ler a mensagem telefona a Jacinta para a segurança e diz que o carro é do José, isto é, meu!

Portanto era sobejamente conhecida esta característica da Jacinta, que originou até apostas, tendo ela ganho todas!

Gente curiosa... é o minímo que se pode dizer.

Não se aceita a resposta... NÂO!

Tenho quase a certeza que as operadoras de telemóveis e televisão serão as empresas mais enganadoras dos seus clientes. Quiçá a par com as companhias de seguros.
Um destes dias a minha mãe foi abordada por uma dessas empresas para renovar o seu contrato. Ligaram para o telemóvel e desfiaram um rosário de prendas e serviços, canais e telefones por uma quantia irrisória.

Ao que a minha mãe respondeu:

- Eu NÂO quero nada disso. só pretendo manter os mesmos canais. Até porque só vejo normalmente um canal.

Lá disse o canal preferido, mas o operador manteve o discurso das enormes ofertas e a minha mãe manteve o dela de NÂO querer nada a mais do que já tinha.

Certo é que a palavra NÂO para as operadoras de televisão e seus colaboradores deve estar omisso no seu léxico. E deste modo colocaram um SIM.

Vai daí a minha mãe recebeu uma carta da operadora com cartões para colocar no telemóvel, algo que recusara.

Agora vai ter de ir à cidade, ao balcão da operadora entregar os ditos cartões e requerer o seu antigo contrato, que foi o que sempre desejou. Nem mais nem menos.

Este caso verdadeiro é o espelho real da forma como as empresas de telecomunicações trabalham. Mal...

A verdade é que a minha mãe vai tentar, a bem, resolver o problema que ela não criou, mas as empresas que assim operam - à revelia dos seus clientes - deveriam ser severamente multadas ou mesmo proibidas de exercer a actividade. Não se pode enganar as pessoas... Ponto!

Aproveitam-se de gente incauta, inculta ou idosa para abicharem mais uns milhões. Por seu lado a ANACOM também demora a dar provimento às reclamações, tal é o número de queixas, o que joga sempre a favor das operadoras.

Falta neste negócio verdadeira e feroz concorrência. Daquela que beneficia os utilizadores e não os prejudica!

E uma justiça célere que ajude os consumidores.

O tempo passa tão depressa!

Cada vez tenho mais consciência que o tempo corre a uma velocidade quase supersónica. Ainda mal começou o ano e já estamos no Verão com férias à porta.

Ora bem... um destes dias a minha nora perguntou-me se ainda tinha ferramentas para as crianças brincarem na praia: pás, baldes, ancinhos, formas.

Após uma breve busca eis que retiro dos arrumos um saco de plástico recheado de ferramentas de plástico. Mas antes de as entregar à minha neta lavei-as e limpei-as.

brinquedos_praia.jpg

O mais engraçado é que me lembro perfeitamente dos meus filhos se divertirem com estes brinquedos.

Parece que foi ontem e já passaram uma trintena de anos!

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