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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

De novo na cidade!

Cheguei há pouco da aldeia onde durante 15 longuíssimos dias andei à azeitona conforme fui por aqui dando conta,

Agora é tempo de tentar repousar dos dias de chuva e mau tempo, das correrias para levar a azeitona para um lugar seco de forma a ser escolhida, das enormes queimas de lenha após a poda das oliveiras.

Quem vive permanentemente na cidade dá pouco valor ao que lhe cai no prato. As batatas, as couves, o peixe e até os temperos trazem consigo muito, mas muito trabalho que alguns citadinos nãpo conseguem avaliar.

Este tempo de Outono a requerer geropiga e castanhas trás também esta azáfama anual.

As minhas mãos vêm carregadas de feridas, calos, negras de trabalhos.

A alma ao invés vem vazia de dramas e tragédias... Tudo ficou por lá... nalguma folha de oliveira ou em algum bago de azeitona.

PS - lamento não ter escrito outras coisas, de não ter comentado mais, mas o tempo não ajudou e em alguns locais a net foi uma raridade.

A gente lê-se por aí!

Azeitona - campanha de 2019

Inicia-se amanhã, para mim e para os meus, a nova campanha de apanha da azeitona. Um ritual que todos os anos se repete e que este ano começou mais cedo já que o meu pai no cimo dos seus 87 anos já apanhou alguns quilos.

Começarei como sempre pelo Ribatejo alto, de terrenos ásperos e de muita pedra, mas de oliveiras sãs e amigas.

20191026_124528.jpg

Pelo menos até dia 10 de Novembro provavelmente pouco escreverei para além destes postais temáticos.

Para quem por aí fica desejo-vos uns óptimos dias.

Fiquem bem!

Uma boda molhada!

Ontem, como já aqui havia referido, foi um dia diferente, dedicado essencialmente ao casamento do meu sobrinho que ajudei a criar.

Acrescento que se um dia Deus viesse ter comigo e me obrigasse a escolher entre levar um dos meus sobrinhos ou um dos meus filhos, assumo que não saberia qual deles escolher.

Portante o dia de ontem começou muito cedo, perto das seis da manhã, para só terminar bem perto da meia noite. E isto porque a minha constipação era tão grande que só me senti bem quando cheguei a casa e me deitei.

Mas tirando a minha maleita, até que foi um dia muito engraçado. Nem mesmo a chuva, que durante algumas alturas caíu com muuuuuuuuuuuuuuuuita intensidade, estragou fosse o que fosse.

Muita gente, essencialmente juventude, família próxima, amigos e boa comida foram ingredientes suficientes para um dia especial e muito bem passado.

Os noivos fizeram do seu casamento uma festa bonita onde se divertiram e fizeram divertir os convidados com muitas e diferentes iniciativas.

Como diria um cantor brasileiro sobejamente conhecido: foi bonita a festa, pá!

Hoje foi um dia bom!

Geralmente os meus dias são sempre bons.

Basta eu acordar e já começa bem. Depois tudo o resto que vem por acréscimo é só para somar alegrias. Mas isto sou eu que desde há uns anos percebi que a vida é algo para ser vivida sem medos, tabus ou outras areias na nossa engrenagem interior.

Só que, e parafraseando uma célebre frase, há uns dias melhores que outros.

Ou seja... à hora do almoço fui ao meu antigo local de trabalho e enquanto aguardava cá fora por um colega para lhe entregar uns documentos fui interpelado por antigos colegas que saíam, naquela altura, para almoçar.

A recepção com que me brindaram foi tão amigável que fiquei deveras emocionado. É que bem vistas as coisas já saira dali há mais de dois anos... E como diz o povo: longe da vista longe do coração.

Todavia fiquei muito feliz por perceber que não fui esquecido e que ainda, ao que parece, fiz muita falta.

Mas de insubstituíveis está o cemitério cheio.

Sempre a somar!

Hoje o meu pai faz 87 anos. Bonita idade, não é?

Não imagino se alguma vez lá chegarei àquele patamar. E da forma como ainda está.

Se já tem alguns normais lapsos de memória, se as forças já não são as de antigamente (também normalíssimo), ainda assim é uma pessoa independente que gosta de ler o seu jornal (imaginam qual é, não imaginam?), beber o seu café e... conduzir.

O meu pai foi sempre para mim um óptimo exemplo como ser humano. Aprendi com ele muito do que sou hoje, essencialmente através do exemplo que foi demonstrando.

Velho lobo do mar, adora falar desse tempo ido, onde partilhava mar e mais mar com outros marinheiros.

Correu meio Mundo, viveu África (porque África é assim... para ser vivida), atravessou o Atlântico, viu ruínas da Segunda Guerra Mundial. E regressou sempre!

Por tudo isto e por muuuuuuuuuuuuuuuuuuuito mais este texto é dedicado ao meu melhor amigo: o meu Pai.

Parabéns!

A gente vê-se por aí

Fim de semana louco!

Conhecem aquela célebre Lei de Murphy e que diz: "Qualquer coisa que possa ocorrer mal, ocorrerá mal, no pior momento possível"?

Pois essa lei aplicou-se ao meu fim de semana. Tantas foram as peripécias, tantos forma os eventos e alguns em catadupa que a determinada altura quase perdi o meu próprio controlo.

É certo que por vezes somos fracos e temos dificuldade em lidar com os desafios que nos aparecem pelo caminho. Sendo eu mais emoção que razão. ainda assim não é fácil eu perder as estribeiras, especialmente quando estou sozinho.

Mas desde um ligeiro acidente com a minha mulher a estragar o telemóvel tive diversas arrelias, especialmente comigo mesmo e por minha culpa.

Entretanto tudo passou e já estou em casa, na cidade, deixando a aldeia ao sabor de um calor estival.

Boa semana e a gente lê-se por aí!

Quando a dor... dói! #2

Desde quarta feira passada que fui acometido de uma dor no calcanhar que teima em não me abandonar. Como falei aqui. Consultado o médico na passada sexta feira, este dignosticou uma bursite. Algo que tem a ver com uma bolsa no tendão de aquiles.

Estes últimos dias têm sido um autêntico suplício.  A limitação  que estas dores me obrigam é quase humilhante. Sempre que entro num estabelecimento onde já sou cliente e me vêem a coxear vão lançado alguns palpites. Mas nenhum deles consegue acertar na maleita.

À base de muitos comprimidos vou conseguindo fazer a minha vida ou quase. Devagar, parando muitas vezes para repousar o pé e colocando muito gelo. Mas acima de tudo ninguém calcula as dores que tenho entre as tomas de comprimidos.

Agora nem sequer imagino o que não deverá ter sido o sofrimento de D. Fernando II Rei de Portugal, que parece ter falecido devido a uma profunda crise de gota.

Quando a dor... dói!

Desta vez tenho de morder a língua. E com força que é para nunca mais me esquecer! Mas vamos ao caso.

Ontem de manhã estava eu a vestir-me para ir trabalhar quando surgiu uma dor aguda num calcanhar. Estranhei a coisa até porque não me lembrava de ter batido em algum lugar. Temi que a dor fosse mais uma crise das minhas, já uma vez aqui referidas. Parece que é!

Durante todo o dia de ontem arrastei-me pelos caminhos da cidade sofrendo atrozmente com uma crise de gota que me atacou aquela zona do pé direito. A dor nestas maleitas é altamente limitadora de modo que o meu caminhar mais se assemelha ao andar de um idoso de provecta idade.

Hoje carreguei nos anti-inflamatórias e após um início de manhã pouco animador a verdade é que o resto do dia correu de forma razoável.

Ora tenho por hábito dizer, quando me refiro aos outros, que a dor é muitas vezes psicológica. E tenho-me gabado de aguentar dores sem grande alarido, mesmo em siêncio. Por tudo o que escrevi antes e por aquilo que aconteceu nos últimos dias é que mordo a língua.

Esta dor realmente... dói. E muito!

E não há psicologia que me ajude a aguentá-la. Somente comprimidos.

Há 20 anos!

Estava eu em Barcelona.

A cidade em festa por hoje ser o dia da Catalunha.

Não fui lá em turismo, mas unicamente a uma consulta de rotina pós-operatório. Todavia aproveitei para visitar a cidade condal. Sagrada Família, Parc Guel, Casa Milá, Ramblas, Montejuic, Fundação Miró, Bairro gótico… tudo visto nos dias que por ali estive.

Mas relembro esse dia essencialmente por ter sido sábado e a cidade estar completamente engalanada com as bandeiras da região. Por todo o lado havia festa: música, performers, artistas plásticos.

Para ajudar mais à festa, já de si enorme nesse sábado, havia futebol no estádio do Barcelona. Coincidentemente um dérbi catalão.

Mas a febre pelo futebol é tão grande que já bem perto da hora do jogo o metro citadino estava a abarrotar. Ainda por cima o meu hotel ficava nessa linha.

Dessa viagem subterrânea repleta maioritariamente de adeptos do “Barça” retendo as figuras de três idosos, duas senhoras e um cavalheiro, equipados a rigor com as cores “blaugrana”. Um exemplo de um enorme fervor clubístico,

Há vinte anos era um jovem a tentar recuperar de sete cirurgias a um só olho.

Mas fiquei sempre com a certeza de que Barcelona é uma cidade espectacular.

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