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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Escapadinha ou rapidinha?

Há quem utilize a escapadinha para fugir por uns dias de Lisboa ou dos centros urbanos. Como gosto de ser imitador também parti ontem às 19 e 34 muito perto de Lisboa e cheguei a uma aldeia no sopé da serra da Gardunha eram 22 e 23.

Conforme se pode comprovar com o computador de bordo do carro.

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Estava um calor daqueles e com a casa fechada há meses era quase insuportável dormir dentro de casa. Todavia após janelas e portas abertas o ar da noite refrescou o suficiente. E lá fui para "vale de lencóis".

Acordei cedo e às oite da manhã já estava a caminho das fazendas. Depois de uma volta regressei para o carro conduzindo uma viatura que trabalha a gamboas, um novo combustível muito doce.

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Ainda antes do almoço fui a outro naco de terra constatar as oliveiras e respectiva azeitona. Ao invés do que julgava encontrei algumas oliveiras bem carregadas

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Entretanto a Mãe natureza também nos mostra abguenação à vida... Como esta oliveira que só tem um ramo verde e ainda assim está carregada.

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Após o almoço e mais umas voltas necessárias regressei a Lisboa... ou perto, onde às 19 horas e 22 minutos, isto é quase 24 horas depois.

Fica então a questão: terá sido uma escapadinha ou uma rapidinha?

Dois dias pelo sul! - parte 4

(Parte 3)

Novamente na estrada. 

O dia começa a aquecer de forma exponencial. A estrada regional não tem grande movimento e talvez por isso devorei o caminho entre Alcoutim e Mértola, cerca de 40 quilómetros, em velocidade moderada.

Após a ponte sobre a ribeira de Oeiras,

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subi para a bela vila de Mértola.

Uma vila que se perde no tempo e nas diferentes influências recebidas pelos povos que  por ali passaram e ficaram.

O castelo domina a vila que conjugada com o rio Guadiana nos apresenta uma paisagem sui-generis

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Dentro das grossas muralhas podemos imaginar as batalhas ali travadas.

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A seus pés cresce uma vila alva e simples como são naturamente as suas gentes.

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Uma vila onde ainda visitei a sua igreja que já fora uma mesquita.

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Ao meio-dia nesta vila do Alentejo profundo os termómetros marcavam 38 graus com a normal tendência para subir.

Uma vila que vi um pouco a correr mas que visitarei futuramente com mais tempo. E com mais fresquidão.

Parti em busca do almoço. Encontrei na povoação de Corvos um restaurante que me serviu um cozido de grão simplesmente divinal.

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O calor alentejajo acabou por me fazer parar numa praia fluvial nas Minas de S. Domingos. Um sítio curioso e relativamente frequentado mesmo neste dia de extremo calor.

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Após um par de horas a banhos temperados parti finalmente para Serpa e depois para casa onde cheguei ao fim do dia feliz e recheado de lindas imagens e momentos fantásticos.

Absolutamente imperdíveis.

Dois dias pelo sul! - parte 3

(Parte 2)

Acordei cedo já que queria aproveitar o dia o mais possível. Arrumei a mala, fiz ckeckout e parti para a vila para uma visita.

O dia nascera claro e não obstante a hora quase madrugadora, previa-se um dia muito quente.

Parei o carro bem perto do centro e fui tomar o pequeno almoço. Uma sandes mista e galão e que vieram assim:

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Quase um almoço...

Após o café foi o momento de visitar finalmente Alcoutim donde se destaca o seu castelo altaneiro degladiando-se com o castelo castelhano pela melhor paisagem.

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No interior alguns vestígios do que terá sido o castelo.DSC_0345.JPG

As ruas da vila floridas e alvas anunciam que o Alentejo está ali quase ao lado,

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O Guadiana separa sw forma natural um casamento entre duas povoações de países diferentes, mas que se estimam e se compreendem, desde que o negócio de contrabando animava e sustentava as famílias, enquanto enganavam a polícia fronteiriça de ambos os lados, aqui muito bem representada.

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(Parte 4)

Dois dias pelo sul! - parte 2

(Parte 1)

Após um longuíssimo almoço em Vila do Bispo, parti com destino a Alcoutim.

Apanhei a estrada 125, mas rapidamente me arrependi da escolha, tal o trânsito que apanhei. Ainda assim passei por dentro de Lagos da qual fiquei com boa impressão e obviamente com vontade de regressar mais para a Primavera.

Eis-me então na Via do Infante transformada numa A qualquer coisa para haver cobrança de portagens e saí em Tavira em busca dos doces regionais do Algarve. Há uns anos largos, aquando das minhas férias em Manta Rota, fui à cidade do ciclismo comprar uns doces fantásticos. Portanto tentei repetir a graça, que após muita volta consegui fazê-lo com exito.

Voltei à auto-estrada até encontrar o desvio para Alcoutim. A temperatura externa do carro começava a subir de forma muito gradual. Começara no Barlavento com 26 graus e agora já acusava 35 graus. Eram 7 da tarde!

Chego a Alcoutim já um pouco tarde. Faço o respectico check-in no hotel e parto em seguida para o centro da vila.

O nosso léxico é rico, mas dificilmente encontrarei palavras suficientes para descrever a vila que encontrei... De mãos dados com a povoação espanhola Sanlúcar do Guadiana e tendo o rio somente a separá-las, Alcoutim é assim uma espécie de Hallstatt austríaca.

 

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O jantar foi numa esplanada no centro da vila. Eram 21 horas e algures vi a temperatura de 38 graus... Irrespirável!

Quando a noite caiu totalmente a outra margem, isto é Espanha, via-se assim.

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Dois dias pelo sul!

Parti muito cedo de casa. O destino primeiro seria Sagres e a sua fortaleza que era uma ideia e um desejo muito antigo. Depois o Cabo de S. Vicente para terminar o dia em Alcoutim onde pernoitaria.

Quase dois dias para fazer 851 quilómetros. Que se fez muito bem não obstante o calor tórrido que apanhei.

A espectativa por Sagres e o seu promontório era grande. E não fiquei nada desiludido, bem pelo contrário. O local é diferente do que já vi, mas reconheço que aquele lugar está carregado de história de Portugal. Sente-se...

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Fortaleza de Sagres

Ao longe o Cabo de S. Vivente com o seu farol parecia chamar por mim...

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Porém da parte de dentro das muralhas da Fortaleza descobre-se um Mundo diferente não somente lá dentro, mas também circundante. As rochas características,

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as gaivotas atentas,

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as praias (agora) quase desertas

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o mar verde e cristalino.

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Após um passeio longo e demorado seguiu-se o Cabo de S. Vicente. Outro sítio bem bonito e onde começa a bela costa vicentina.

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(Parte 2)

Regresso!

Após dois longos dias a viajar pelo Algarve e Alentejo profundo eis-me novamente em casa.

Oitocentos e cinquenta e um quilómetros percorridos. Muita estrada é certo, mas muita coisa vista.

E outra a ficar guardada para um dia mais tarde...

Algarve e Alentejo... Duas províncias de belezas fantásticas.

Que guardo no coração e na memória com muito carinho.

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Nove ilhas, nove encantos!

Comecei a visitar as ilhas açorianas em 2004. Desde esse ano já lá fui pelo menos cinco vezes.

Com a viagem deste ano acabei por conhecer as 9 ilhas. Todas elas bonitas, fantásticas, todas diferentes.

Contudo sinto que não ficarei por aqui. Tenho a ideia de que para o ano lá terei de regressar. Mas para a próxima gostaria de fazer uma visita às baleias. Ideia antiga minha!

No entanto hoje venho aqui escolher um ex-libris para cada ilha. Ou melhor dizendo aquilo que não se deve perder em cada pedaço daquelas terras rodeadas por mar.

Iniciemos então por ordem alfabética:

Ilha do Corvo – Caldeirão;

Ilha do Faial – Porto da Horta;

Ilha das Flores – Poço da Ribeira do Ferreiro;

Ilha Graciosa – Furna do Enxofre;

Ilha do Pico – Vinhas;

Ilha de S. Jorge – Caldeira de Santo Cristo;

Ilha de S. Miguel – Lagoas;

Ilha de Santa Maria – Floresta de cliptmérias;

Ilha Terceira – Cidade de Angra.

 

Agora é só escolher!

As melhores férias!

Nota:

Entre as longas férias na Nazaré ou a primeira viagem de avião com os meus filhos até ao arquipélago da Madeira, passando por outras viagens (Itália, Áustria, Inglaterra, França…) teria muito por onde escolher. No entanto fica este registo que foi para mim demasiado marcante.

 

Lembro-me como se fosse hoje: 6 de Setembro de 1980. Naquele sábado embarquei para França… sozinho. Mas com alguns parcos francos franceses no bolso.

Foi um mês em terras gauleses quase sempre sozinho. Desses dias bons guardo tanta coisa: aquela noite em Montmartre, na Place du Tertre onde comprei um quadro que ainda hoje existe ou o livro “Les Fleurs du Mal” de Baudelaire comprado num alfarrabista no Quartier Latin.

Ou a singela recordação daquele sorriso que uma jovem francesa no comboio para Versailles, linda como jamais eu vira uma mulher, me brindou. E um rubor estampado na minha face…

 

Resposta a este desafio da Ana!

Mil quilómetros... #8

... em três ilhas!

Quilómetro anterior

Regresso

Aproximava-se o fim das férias.
Talvez por isso deixei a visita à cidade de Ponta Delgada para aquela manhã.

Como católico e sempre que vou a alguma ilha dos Açores gosto de assistir a uma missa. Como durante os últimos dias não tivera essa oportunidade espreitei a hipótese de na capital açoriana poder assistir a uma.

Descobri que no Convento de Nossa Senhora da Esperança, onde reside permanentemente a imagem sagrada do Senhor Santo Cristo dos Milagres haveria eucaristia às 8 da manhã. Assim à hora aprazada lá estava eu para assistir. Uma missa rápida, mas repleta de sentido e com a igreja, por sinal muito bonita, cheia.

Já na rua falaram-me da "roda"... Um local onde numa janela colocamos algum dinheiro, damos um toque na madeira, esta roda para logo a seguir ela voltar a rodar com singelas oferendas. Todavia antes escutei uma voz perguntando de dentro:

- Bom dia, há crianças?

- Sim uma neta... - respondi.

- Ai que bom! - escutei.

Surgiram então uma série de artefactos, mas do qual destaco este que ofereci à minha neta de seis meses.

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Não é o valor da peça em si, mas tão-somente o gesto que as freiras daquele convento tiveram para comigo.

Já em passeio pelas ruas de Ponta Delgada percebi como esta pandemia influenciou esta cidade. Foi enorme a diferença entre este ano de 2020 e o 2005, ano em que aqui estive pela última vez. Desta vez lojas fechadas, ruas quase desertas, negócios parados. Um (quase) deserto!

Até as portas da cidade parecem ter perdido a graça,

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mesmo num raro dia de muita luz.

O carro entretanto ficara estacionado perto da praça de S. Francisco donde se destaca para além da igreja de S. José,

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esta espécie centenária com muitos prumos a amparar as pernadas. Li algures que esta árvore é um metrosídero... Mas sem certezas!

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Estava então na hora de fazer uma última visita. Os célebres viveiros de ananazes.

Peguei no GPS e andei às voltas até que finalmente encontrei uma plantação de ananazes. Ao invés do que acontecera da primeira vez que estivera em Ponta Delgada e devido ao covi19 não pude entrar nos inúmeros pavilhões, onde se pode observar da evolução deste fruto tão característico dos Açores e único no Mundo, já que, pela explicação dada por uma jovem trabalhadora da plantação, o ananás só se dá em viveiros e nunca ao ar livre como acontece com o primo abacaxi.

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Adorei esta visita e tive até direito à prova do licor de ananás. Delicioso!

De repente percebi que o tempo nestes passeios voa. Dei então conta que se aproximava a hora de definitivamente rumar ao aeroporto para entregar o carro alugado, fazer check-in e entregar a mala de porão.

Lá parti, enchi o depósito, cheguei ao aeroporto, entreguei o carro e esperei que o blcão abrisse para dar início à viagem de regresso.

Mais uma vez constatei a tristeza destes dias ao ver um aeroporto completamente às moscas!

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É bizarramente assustador!

Nota final

Já foi em casa com papéis na mão que descobri que havia feito mais de 1000 quilómetros de carro calcorreando somente três ilhas e que acabou por titular este breves relatos.

Com esta viagem termino a minha saga açoriana, isto é, já conheço as nove ilhas que fazem parte do arquipélago. Espero regressar para o ano que vem a algumas delas, nomeadamente Flores e Corvo. E quiçá tentar fazer uma viagem em busca de baleias.

Se quiserem saber mais alguns pormenores sobre uma ida aos Açores estou sempre disponível seja por aqui como comentário, seja através domeu email.

Boas férias, boas viagens!

 

Mil quilómetros... #7

... em três ilhas!

Quilómetro anterior

A cor grená

Um dos maiores erros dos viajantes é pensarmos que já vimos tudo. E que não haverá nada para ver que seja melhor ou mais atraente.

Aconteceu-me neste dia 7 da minha estadia nos Açores. Saí com o intuito de ir à Caldeira Velha já que no dia anterior não tivera oportunidade. Todavia encontrei-a ainda fechada e como não estava disposto a esperar eis-me a caminho das Furnas. Um caminho bonito ladeado outrossim por hortenses sem, todavia, ter o esplendor dos caminhos à volta das Sete Cidades.

A determinada altura leio a indicação de Lagoa do Congro. Ora... toca a virar para lá convicto que seria dali a alguns quilómetros. Todavia a estrada parecia não terminar e a determinada altura apercebi-me que estava no encosta contrária à ilha mais perto de Vila Franca do Campo. 

Lá apareceu finalmente nova indicação, mas logo percebi que a estrada de alcatrão acabava ali. Bom sinal assumi eu já que poderia ser sinónimo de que a lagoa estaria perto. Mau cálculo, mas ainda bem.

Ao fim de mais de seiscentos metros encontro uma seta a direcionar-me para dentro de uma mata e de um caminho a descer. Aí vou eu sem medos à aventura. Penetro num bosque bonito com o arvoredo no seu habitat natural. Curvo-me perante árvores caídas,

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ou paro a escutar o som da natureza.

Quando ao fim de um quarto de hora sempre a descer deparo-me com esta beleza,

confirmando a ideia de que em S. Miguel há ainda muita coisa bonita para se ver!

Uma lagoa com peixes negros e quase mansos que surgiam quase à tona de água e onde as velhas árvores desejam descansar.

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A subida foi obviamente mais difícil que a descida, mas ainda assim fez-se sem grandes problemas. Cruzei-me no caminho ascendente com turistas todos eles portugueses que desciam em busca desta beleza.

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Já no carro regressei ao caminho para as Furnas. Quando cheguei aqui,

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já parte dos cozidos à portuguesa tinha saído das covas típicas onde cozem durante longas e lentas horas.

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Entretanto as caldeiras continuam em actividade e paira no ar um cheiro estranho a enxofre.

Há muito que o meio dia passou e a fome aperta. Portanto nada melhor que na Vila das Furnas comer um cozido como este.

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Sinceramente o meu cá em casa é muito melhor. Mais... gostaria de fazer um cozido naquelas caldeiras, mas com os ingredientes levados daqui.... Aí sim eu poderia com propriedade avaliar o cozido.

Regressei à Lagoa

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para finalmente dar conta de um parque que esteve encerrado até 2019. Reabriu agora após o desconfinamento e definitivamente foi um passeio único, imperdível e inesquecível!

Paredes meias com a Lagoa, o Parque Grená complementa na perfeição este local. Em cerca de cinco quilómetros a pé descobre-se uma imensidão de belezas naturais. O Parque está muito bem pensado e, acima de tudo, muito bem aproveitado já que utilizaram muitas das árvores caídas para construirem degraus ou algum corrimão em sítios mais perigosos.

Cascatas, pequenos ribeiros e lagos, arvoredo em profusão, uma natureza pura ali ao nosso dispor,

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Já para não falar da vista sobre a belíssima Lagoa das Furnas.

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O única problema é que a caminhada é lenta e sempre a subir para se chegar aos seus lugares mais bonitos. Mas vale mesmo a pena. Creio que será um futuro ex-libris da ilha!

A tarde veio mansa e serena pouco convidativa a mais uma volta. Todavia falta a zona norte da Ilha e os seus belos miradouros.

Fiz um desvio à Ribeira Quente onde há vinte anos um desmoramento de terras matou dezenas de pessoas. Depois foi o caminho para a Povoação e Nordeste.

Pela estrada muitos miradouros,

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alguns deles autênticas obras de arte em jardinagem.

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Cheguei finalmente à Ribeira Grande já noite para jantar...

... dois peixões acabadinhos de pescar!

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