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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Mui ínfima crónica de uma viagem! #5

Estou a escrever este postal na sala de espera da Aerogare de Santa Cruz das Flores. Chegámos às 10 da manhã porque ainda haveria que fazer o "check-in" (gostaria que houvesse uma palavra portuguesa para esta expressão) e entregar a viatura.

Pesadas as malas e transferidas algumas coisas de umas para as outras, devido ao peso, eis-me ora na sala de embarque após ter passado o controlo de segurança.

Obrigaram-me a tirar o cinto das calças arriscando a ver coisas que não deveriam... Obrigaram-me a desmontar a máquina fotográfica e a retirar o portátil da mala. Maior rigor que no aeroporto de Lisboa.

O tempo está bom, diria mesmo que bom demais.

Agora só em Ponta Delgada voltarei à escrita.

Mui ínfima crónica de uma viagem! #4

Hoje foi o último dia de passeio na bela Ilha das Flores que terá mais para a frente direiro a crónicas mais desenvolvidas e certamente assaz detalhadas.

Este Domingo iniciou-se com uma procissão que levou as Coroas do Divino Espirito Santo do Império a este orago consagrado até à igrela Matriz.

Segui atrás da procissão, mas acabei por não ir à missa pois teria de contar que não estava sozinho. Depois seguimos para a Fazenda onde visitei um parque com muitos animais, certamente muito didático e que mereceu uma atenção cuidada.

Já se fazia tarde para chegar a tempo às Lages onde almocei sumpipamente um boca-negra que se assemelha ao nosso canteril, mas achei-o inferior.

Faltava o resto da volta à ilha: Lagedo, Mosteiro, Rocha dos Bordões e finalmente o Miradouro do Portal.

 

Terminei à noite com uma Massa Sovada!

Amanhã estarei de regresso a Lisboa!

Há vencedores ou será vencedoras?

O passatempo que organizei assim em cima do joelho teve vencedores ou melhor vencedoras!

Foram as minhas boas e mui estimadas amigas MJP, Di e Maribel que acertaram com o destino para onde estou neste momento a voar.

Exactamente para os Açores e para a Ilha das Flores com uma brevíssima passagem pela Terceira. A ver se encontro alguém da família do hiper-mega-ilustre conhecido Elizário!

É verdade que o texto original do desafio tinha uma rasteira... Aquela do estrangeiro! Eheheheheh! Mas isto sem estas nuances traiçoeiras não teria qualquer piada!

Entretanto já li que vai chover por lá... Não importa... já tenho saudades de uma boa chuvada!

Como se costuma dizer vou ali e já volto. Mas levo ferramenta a preceito para trabalhar... a escrita!

A gente lê-se por aí!

Adivinhem para onde irei...

Quinta-feira que vem irei de viagem! Desde 2021 que não saio de Portugal Continental. Mas este ano os astros (e os filhos e sobrinhos!!!) alinharam e juntaram-se para brindaram quatro velhotes com um passeio.

Deste modo lanço aos meus leitores um desafio que consiste em tentarem adivinhar para onde irei proximamente. O desafio termina na manhã de quinta-feira, após a minha partida.

Não vale dizer que vou para o estrangeiro… há que ser um bocadinho mais específico. As respostas só serão naturalmente validadas e respondidas após a minha chegada ao destino.

A quem acertar terei um singelo brinde do local para onde viajarei, para oferecer! Nada demais apenas uma recordação desta singela brincadeira!

Vá lá tentam então acertar!

A gente lê-se por aí!

A cidade nunca dorme!

Cantou Liza Minelli num filme de Martin Scorcese, mas foi superiormente imortalizada por Frank Sinatra uma canção sobre a cidade que "nunca dorme" e que se chama Nova York!

Este "nunca dorme" sempre alertou em mim uma certa consciência de que as grandes cidades são locais de vida... permanente.

Esta madrugada tive de levar um dos meus filhos ao Aeroporto. O vôo era muito cedo e vai daí saímos de casa pelas quatro e meia da manhã. Àquela hora o movimento na estrada era diminuto, mas conquanto me fui aproximando da capital aquele foi crescendo.

Quando cheguei ao Aeroporto a fauna de carros e pessoas era tanta, que quase se assemelhava a uma hora diurna. Viaturas, pessoas tudo numa amálgama que me fez lembrar a tal letra da música de John Kandar, sobre a cidade dos Estados Unidos.

Há diversas zonas de Lisboa que parecem nunca dormir. O aeroporto parece uma delas.

Espectativas... goradas!

Na passada sexta feira quatro alminhas partiram dos arredores de Lisboa para a Beira Baixa. A viagem correu lindamente com direito a um pôr-de-sol fantástico.

Regressava-se à aldeia após mais de um mês de obras. Cozinha nova, casa de banho moderna, uma despensa mais funcional, em resumo melhorias que tornaram a casa mais apetecível de se viver.

Espectativas em alta para tomar consciência do aspecto da casa após as obras.

Cheguei já quase noite, descarreguei a carrinha e quando entrei em casa gostei do que vi. Uma cozinha moderna e funcional.

'Bora experimentar os equipamentos, pensei eu já que eram quase todos novos.

O gás que antigamente estava dentro de casa estava agora fora sendo mais seguro. Portanto liguei a bilha e aguardei pacientemente que o fogão acendesse, Ao fim de uns bons minutos fez-se luz e eis que a chama nos bicos acenderam.

Passei para a prova seguinte que era o esquentador. Pois... as coisas aqui não correram bem e acabei por ir para a cama... sem tomar aquele duche!

Bom veio-se a descobrir no sábado que o esquentador teria uma avaria, já que sendo daqueles inteligentes é a água que faz acender o piloto que por sua vez activa os queimadores.

Resultado um fim de semana a lavar-me "à gato" com água frigidíssima! Um tormento. Para ajudar os quartos também conservavam uma temperatura óptima... para um esquimó!

Entretantro regressámos hoje à cidade e após um banho demorado... já consegui aquecer os pés!

Pôr-do-sol beirão!

Eram perto das 18 horas quando entrei da estrada regional que liga a Nacional à aldeia beirã, onde parte da família tem raízes. Nesse caminho atravessamos uma barragem através duma ponte.

A hora já tardia, a água mansa, as nuvens ao longe criaram um momento propício para esta foto de um pôr-de-sol na Beira Baixa.

por_do_sol_beirao.jpg 

Pena não ter presente a minha boa máquina fotográfica e apenas o telemóvel!

Só por esta beleza já valeu a viagem, mesmo que por aqui esteja muuuuuuuito frio.

A gente lê-se por aí!

Viajar até Bragança

Neste fim de semana que entra amanhã, vou até ao distrito de Bragança passar uns dias. Parece que vou ter sorte... Vou nada, estava a brincar, pois já li que vai chover muito e as temperaturas vão descer... Mas somos corajosos!

Seja como for quero visitar a capital de distrito mais a Norte de Portugal e algumas das aldeias mais conhecidas em seu redor como serão Montezinho, Quintanilha ou Rio de Onor.

Quero também visitar Mirandela e Macedo de Cavaleiros e quiçá, se tiver algum tempo, Vila Real. Podem ser muitas coisa para três dias, mas como não gosto de dormir há que levantar cedo. Ganham-se logo umas boas horas.

Entretanto se alguém souber de outras aldeias a merecerem atenção agradeço que botem nos comentários.

A gente lê-se por aí!

Tolerância zero!

Ouvi que hoje as autoridades do trânsito tinha ordem de tolerância zero para o excesso de álcool e de velocidade.

Portanto um dia óptimo para andar na estrada, especialmente para quem, como eu, anda devagar e não bebe em dia de viagem.

Saí de casa, bem perto de Lisboa, pelas cinco horas da tarde com destino à aldeia beirã que viu nascer a minha mulher há mais de seis décadas. Levava muita coisa, acima de tudo dois conjuntos de portões em ferro para serem arranjados, após mais de 40 anos a servir diariamente a família.

No caminho combinei com o mestre do ferro entregar na sua oficina perto de Vale de Prazeres, os ditos portões. Como ainda parei para reabastecer de víveres para o fim de semana em Castelo Branco (adoro aquele hipermercado, com tão poucos clientes) já cheguei à aldeia do serralheiro bem de noite.

A carrinha trazia para além dos portões uns metros de mosaico, uma lata de tinta e mais uns tarecos.

Descarreguei o material, conversámos sobre o que era necessário fazer e regressei à estrada. O problema é que chegado perto da passagem de nível deparei com um agente de autoridade que me mandou parar.

- Boa noite, a sua carta e documentos da viatura, sff.

- Boa noite senhor agente, com certeza - respondi eu calmamente, já que quem não deve não teme.

Entreguei a documentação que conferiu. Depois pediu-me para sair e fez-me o teste do álcool. Soprei, soprei e finalmente:

- Já chega - disse o guarda.

A seguir diz-me:

- O senhor tem aqui um problema...

- Eu? Como pode ser possível... Não me diga que deu excesso de álccol?

- Não, nisso esteja descansado... está tudo bem. Deu apenas excesso de fome!

Apontamentos fotográficos e não só...

... de uma visita rápida à aldeia.

Ando há dias para escrever sobre a minha ida à aldeia beirã. Mas ou falta-me o tempo (outros desafios de "alevantam", eheheheh) ou os afazeres cá de casa com a neta a ser o centro do meu mundo obrigaram-me a adiar etse texto.

A ideia seria escrever as diversas sensações que tive ao percorrer uma série de lugares.  Entretanto desisti da ideia, todavia ficaram os registos fotográficos e em video.

Para mais tarde recordar...

Cheguei ás 10 da manhã e fui descarregar um depósito de 1000 litros vazio para ser cheio com água. A fazenda está quase toda delimitada por este pequeno ribeiro.

Encontrei-me com diversas pessoas com quem tive de ultimar alguns trabalhos. Ainda antes de almoçar fui a outra fazenda perceber como tinham decorridos os trabalhos.

Aqui tive um bonita surpresa porque andava lá a pastar um rebanho de ovelhas, a maioria muito simpática como se pode verificar nas fotos seguintes.

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Porém algumas mais curiosas aproximaram-se sem receio de mim. E eu fiz com que elas ficassem eternas...

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Após o almoço mais contactos e visitas aos terrenos onde captei isto,

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Acabei as visitas numa fazenda que gosto especialmente. Lá obtive estas fotos.

DSC_0405.JPG

20210308_170222.jpg

DSC_0408.JPG

onde esta charca quase vazia durante os últimos tempos está agora transbordar.

São quase seis da tarde e estou de regresso á capital.

Passo por uma das pontas da Barragem de Santa àgueda e filmei este fim de tarde beirão.

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