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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Desconfinamento arriscado!

Amanhã aplicar-se-á a terceira fase do desconfinamento. Pelo que li não será igual para todos concelhos o que para mim faz todo o sentido.

Talvez assim as pessoas percebam quão prejudicam a economia quando saem à rua só porque "jánãoaguentomais".

O futuro estã ainda muito incerto e não obstante a vacinação, ninguém sabe em bom rigor, por quanto tempo permanece a vacina no corpo das pessoas.

Sinto também que a comunidade médica nacional e internacional anda aos papéis na busca de origens, curas, vacinas e efeitos secundários apresentados pelos infectados.

Pelo que me foi dado perceber cada doente infectado fica com mazelas diferentes. Uns nos pulmões, outros no estômago e outros até ao nível neurológico, já para não falar da mobilidade reduzida derivada muitas vezes do internamento hospitalar. No meu caso assumo que como pouco já que não tenho apetite, durmo ainda menos que antigamente e essencialmente o meu corpo reage de forma diferente de outrora. Todavia nem consigo explicar com assertividade esta mutação, todavia sinto-a.

Portanto amanhã desconfina-se para daqui a um mês voltar-se a confinar...

Teimam ou apostam?

Ainda as vacinas...

Se há algo nesta pandemia que não me deixa descansado é esta estória da vacinação. Por aquilo que vou lendo e ouvindo na rádio ou por vezes nalguma televisão que esteja ligada cá em casa, é que ninguém tem a certeza de que a vacina será o melhor antídoto.

Conheço até um médico que foi vacinado e que me disse que, exceptuando ele, todos os colegas que foram vacinados com ele tiveram grandes reacções.

Sendo assim, será mesmo necessário vacinar, por exemplo, idosos que não saem de casa?. Passo a dar um exemplo: o meu pai tem 88 anos e foi chamado pelo Centro de Saúde para fazer a primeira vacina. O mesmo se irá passar com a minha mãe que tem 82 anos, já que irá no mesmo dia mas uma hora mais tarde.

É que bem vistas as coisas o meu pai raramente sai de casa. Isto é... sai para ir à horta e regressa. Depois nos supermercados é sempre o primeiro cliente a entrar e até hoje, que eu saiba, escapou à infecção.

Neste sentido sinto que os lares mereceriam uma maior intervenção e cuidado na vacinação.

Diz-me quem conheces…

... dir-te-ei quando serás vacinado!

Este rectângulo não é um país, nem uma nação, nem sequer um reino… é uma espécie de terra de todos.

Nomeadamente daqueles que podem inserir a mão num pote de mel. De certeza que vêm repletos do doce néctar. Assim se passa neste pedaço de terra à beira-mar plantado onde quem pode manda e quem não pode aguenta.

Com a pandemia o escrutínio sobre as figuras públicas, sejam elas políticas ou meras gestoras, é cada vez maior. Depois os jornais, telejornais e outras plataformas andam tão atentas que não se pode dar um traque… pois toda a gente escutará!

Mas faz sentido! Não se pode pedir a um povo para se confinar e depois cada um aproveitar do seu lugar para retirar dividendos.

Vêm aí os alemães, médicos e enfermeiros. Mas seria bom que os avisassem de que estamos num país mui diferente da Alemanha, onde a nossa desorganização é muito organizada! De outra forma os técnicos de saúde importados irão arriscar-se a ter muitos problemas logísticos para os quais nunca estudaram. Nem se prepararam!

Algumas considerações...

Acho estranho que venham profissionais de saúde para Portugal, quando há portugueses naquela área a sairem do país!

Admira-me que as sucessões de casos de vacinações indevidas surjam a toda a hora e não oiço uma palavra do PM nem do PR;

Parece que os deputados têm mais direitos que a maioria dos portugueses;

Desde sábado passado, data em que soubemos que havia infectados em casa, o meu telmóvel não pára de tocar: autoridade sanitária concelhia, comissão de saúde, delegado de saúde, um sem número de meninas a dizer que vão enviar um inquérito. Tanta gente supostamente preocupada connosco e ninguém nos diz se deveremos ou não repetir os testes;

A burocracia lusa a ganhar aos médicos e enfermeiros.

Provavelmente seria necessário importar mais gestores da Alemanha e menos médicos!

 

Vacinas: as picas de um estranho negócio!

Ainda não percebi bem o que se tem passado com as vacinas. Li que um Presidente de Câmara chegou-se à frente para a vacina antes dos prioritários e pouco mais. Também já ouvi falar em demissões, acidentes de viação com perda de vacinas... isto é um ror de acontecimentos à boa moda lusa.

Todos neste país acham que têm mais direitos que os outros para serem vacinados o que se deduz que há gente que sente que é mais importante que o vizinho, independentemente do que cada um faça da vida!

Entretanto a União Europeia mantém um braço de ferro com uma das empresas fornecedoras da vacina. Sinceramente já esperava isto. Com tantas doses a serem necessárias não estava a ver a tal empresa disponibilizar o número suficiente de vacinas em tempo útil.

Demandas, bravatas, litígios, desacordos, guerrilhas palacianas tudo junto não dará uma melhor vacina, mas um conflito de impensáveis contornos e do qual as populações irão ser as principais vítimas.

Como li hoje: se a vacina fosse mesmo, mas mesmo eficaz todos os ricos do mundo já a haviam tomado. Assim está-se a usar a população para testes em massa e gratuitos... ou quase!

Teimas!

- Eu levo...

- Não senhor eu é que levo!

- Isso é que era bom, eu é que levo.

- Eu, eu, eu, eu, eu...

- Teimoso já disse que sou eu.

- Não és nada... sou eu!

- Eu!

- EU!

- ...

- ...

- Desculpem não quero interromper, mas é só para avisar que o prazo das vacinas já passou, não vão servir a ninguém! Podem ir embora!

Uma vacina para mim, uma vacina para ti!...

Vinte e dois milhões de doses foi quanto Portugal encomendou para vacinar os portugueses. Pelo menos foi o que li... algures.

Sinceramente parece-me demasiado.

É certo que a vacina terá de ser tomada por duas vezes com uma diferença de 21 dias, mas ainda assim tantos milhões de doses... surge-me como um valor algo exagerado.

Se não vejamos: iniciada a vacinação os surtos terão tendência para serem cada vez menores. Portanto haverá menos gente infectada nas ruas.

O que equivale dizer que muitos que poderiam ser eventuais vítimas deixarão de o ser porque simplesmente o virus já não se propaga. Então porque serão necessárias tantas doses?

Também não fiquei esclarecido em quanto tempo deverá ser feita a administração das vacinas à população. Pela minha parte dispenso. Entreguem a minha a alguém que necessite mais que eu...

É que detesto usar recursos do Estado em demasia!

Vacinar pela internet

As novas tecnologias tão em voga trazem-nos, para além de alguma facilitação das nossas vidas, acessos permanentes e à distância de um toque a um manancial de informação que era impensável há trinta anos.

A internet é actualmente a forma mais rápida e (in)fiel de obtermos o conhecimento sobre qualquer assunto. Há, no entanto, um paradoxo nisto tudo e que se prende com a interpretação que se dão aos dados obtidos. Muito ao encontro daquela já gasta teoria da garrafa meia cheia ou meia vazia. Dependendo de quem a vê!

Abordo este assunto porque um destes dias dei por mim a escutar uma senhora que assumia a não vacinação da filha porque lera na Internet que aquela terapia preventiva teria evidentes e óbvios efeitos secundários e face ao que lera preferia tratá-la com outras opções que lhe pareciam menos violentas e agressivas.

Compreendo que caberá aos pais decidirem o que creem que será melhor para os seus filhos. Só que muitas vezes as premissas, onde assentam as ditas opções, poderão não ser as mais fiáveis. Já pensaram nisso?

Todavia a escolha daquela mãe não influencia somente a sua filha, mas um conjunto de outras pessoas que convivem diariamente com a criança. Não sei se os portugueses gostarão de andar na rua quando sabem que há pessoas infectadas com qualquer vírus e que ao não desejarem serem tratados de forma tradicional, podem colocar em causa a saúde pública.

Regressando aos dados disponibilizados pela internet seria de todo aconselhável a quem lê a informação dos efeitos secundários, lesse outrossim os factores positivos e pesasse convenientemente e a fundo a sua decisão.

Ora é certo que muitas das nossas decisões têm consequências que por vezes culminam em algo menos agradável à nossa própria vontade. Mas faz parte da vida ou melhor… é o verdadeiro mistério da vida.

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