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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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O perigo passa-nos perto!

Desde o início que nunca fui muito apologista das trotinetas. Essencialmente por duas ordens de razão: a primeira pela sua proliferação na cidade e a forma como são largadas em qualquer lugar sem haver o mínimo cuidado de as arrumar nos lugares próprios, pondo em causa a passagem de invisuais, deficientes ou pessoas com mobilidade reduzida, nomeadamente as da terceira idade. Mas tendo em conta que quem usa estes veículos são maioritariamente jovens é óbvio que eles não se preocupam com os outros. Nunca foram educados para isso… Digo eu!

A segunda razão prende-se com a forma como as trotinetas são usadas… ou melhor… onde são usadas.

A CML preocupou-se em municiar e identificar por toda a cidade linhas de passagem para bicicletas. E faz todo o sentido desviando assim da estrada veículos que são mais vulneráveis aos acidentes.

Ora seria óptimo que os utilizadores de trotinetes usassem unicamente estes espaços para as suas deslocações e não ousassem sequer frequentar os passeios onde podem originar graves acidentes.

O Estado Português adora legislar. Em demasia… Mas no caso das trotinetes ainda não vi qualquer norma, diploma, decreto, portaria que obrigue os utentes destas transportes a terem um seguro, pelo menos de Responsabilidade Civil.

Não me preocupo se eles caírem e “esbardalharem” todos na chão. Preocupa-me isso sim com uma mãe que empurra o carrinho com a criança na calçada possa seja abalroada por um qualquer jovem “trotineteiro”. Ou um idoso caia empurrado por um destes… Ou qualquer um de nós…

Relembro aqui que fui uma vez multado por excesso de velocidade por conduzir 2 quilómetros a mais que o limite, mas esta gente atravessa a cidade numa velocidade estonteante sem que ninguém, repito ninguém, os obrigue a respeitar os outros.

Se algum dia eu for apanhado por esses tipos certamente que não o irei deixar escapar sem que assuma a responsabilidade. Irei até às últimas consequências...

Elas andam aí! Algumas...

Sou dos que consideram as trotinetas electricas como uma praga. Tal e qual um virus mau que se instala no corpo da gente.

Todavia o problema não é o equipamento em si, que por muito que se pense ou julgue não tem vida própria, mas unicamente os seus utilizadores.

A verdade é que as trotinetas atapetam em alguns locais todo um chão, inibindo os traseuntes de passarem e são por isso um verdadeiro transtorno.

Ainda por cima numa cidade, por exemplo, com tanto idoso como é Lisboa, parece-me pouco simpático alguém usar o equipamento e depois largá-lo no sítio mais incrível.

Numa rede social bem conhecida alguém criou uma página para mostrar os locais onde utilizadores depositam as ditas trotinetas.

Como se pode ver aqui.

 

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