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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

No país da D. Cristina!

Ando sinceramente preocupado com este país. Não é bem bem com o país verdadeiramente dito, mas mais com o seu povo.

Um destes dias isto estoira e depois não há ninguém que segure esta gente.

Fazendo uma pequena resenha:

  • Na Alemanha condenaram um corruptor, em Portugal não há corrompidos no caso dos submarinos;
  • Os Bancos da nossa tristeza (BPP, BPN, BES, BANIF) cairam com estrondo;
  • Incêndios no centro do país em 2017 e no Algarve em 2018 deixaram rasto de destruição e morte;
  • Derrocada de uma estrada entre pedreiras no Alentejo matou 5 pessoas;
  • José Sócrates, Ricardo Salgado, Duarte Lima continuam em liberdade;
  • Diversos deputados fazem-se passar por outros na Assembleia da República;
  • Um vereador do BE entrou no negócio imobiliário;
  • O genro de um lider partidário recebe principescamente para mudar meia dúzia de lâmpadas de rua;
  • A CGD fia e confia nuns clientes pouco sérios;
  • Os enfermeiro gritam por melhores ordenados e os doentes à espera;
  • Os professoras querem os 9 anos a quem têm direito;
  • As mulheres morrem às mãos de energúmenos, vítimas de violência doméstica e a culpa é da Bíblia.

Enquanto tudo isto se passou (e passa!) impunemente neste rectângulo e antes que alguém se revolte eis que nasce o programa da Cristina Ferreira, telefona-lhe o Marcelo e a malta fica entretida.

Coitada da apresentadora que até nem tem culpa nenhuma neste cartório e leva sempre por tabela.

Desculpe D. Cristina!

Um dia realmente triste!

Há dias assim, tristes e sombrios como uma noite de tempestade.

Pela primeira vez em quase sessenta anos que levo de vida vi o meu pai numa cama de hospital. Foi internado hoje para ser sujeito a uma cirurgia ao coração, amanhã. Todavia os examos preliminares davam um elevado grau de anemia que irá impossibilitar a cirurgia.

O foco recai agora em descobrir as razões de tamanha anemia.

Quando às nove da noite o deixei naquela cama de hospital senti-me tão triste, mas tão triste como faz tempo que não me sentia. 

Mas amanhã será um novo para ser vivido na sua plenituide.

Não sei se ria... se chore!

Uma carta registada oriunda da PSP nunca é bom sinal. Foi o que me aconteceu esta semana. Após alguns desencontros com a dita eis que finalmente tenho a missiva: uma multa. Tal como calculava...

Pronto... faz parte da vida normal de um condutor ser por vezes brindado com uma oferta desta estirpe.

Estava tudo correcto: o meu carro na respectiva fotografia, a indicação da velocidade a que dirigia, as horas do evento e a data. De nada duvidei porque não há uma falha na coisa.

Assim o valor a pagar é de 60 euros. Coisa razoável digo eu. E sem mais penas (os tais dos pontos...).

Porém o melhor conto-vos agora... Fui multado por excesso de velocidade porque conduzia a mais de... 2 quilómetros do que me era permitido. Digo bem 2 quilómetros por hora.

Deste modo não sei se hei-de rir do ridículo da situação, se chore com a forma como um condutor é tratado. Com tanta mão de obra livre e tanta mata por amanhar nada melhor que gastá-la a emitir multas por excesso de velocidade de 2 quilómetros. Faz todo o sentido!

Ah e tal a lei manda... Pois é bem verdade e é por isso que nada mais tenho a dizer sobre este assunto!

multa.jpg

 

A alegria da tristeza

Nota de abertura

Ela escreveu este texto. Eu naturalmente comentei e lancei-lhe um desafio. Que a simpática Mula aceitou. 

 

Então é assim:

O título supra parece um paradoxo, mas não é! E explico já porquê...

Quem me conhece sabe que dificilmente me vêem triste. Até já falei disso num texto anterior. Dizem que é de uma substância chamada serotonina. Que seja!

O que conta é que em quase tudo que faço, digo ou escrevo, tento sempre colocar uma pitada de humor qual Vatel da vida. Todavia nem sempre a minha alegria e fulgor exterior reflecte o que sinto por dentro. Por vezes um mar revolto de sentimentos controversos, a degladiarem-se por tomarem conta das minhas decisões, obrigam-me a serenar e a tudo relativisar.

É nestas alturas que saltitam as seguintes conclusões: se estou aborrecido com esta situação é porque estou vivo, porque ainda tenho discernimento suficiente para tentar decidir, seja bem ou mal. Quantos haverá que desejariam ter dúvidas, aborrecimentos mais que não fosse para se mostrarem que estão realmente bem vivos?

Assente nestes pressupostos acabo por olhar o horizonte com outros olhos e reconheço: tenho a alegria exterior de poder estar triste interiormente.

Desabafos agridoces

Hoje foi um daqueles dias tristes. Como aquelas tardes plúmbeas e chuvosas que raramente temos aqui pela cidade. Envelheço por fora e por dentro. Sinto que a minha fisionomia ainda jovial, como muitos dizem, não tem correspondência ao que sinto interiormente.

Morou cá dentro, durante todo o dia, uma mágoa que nem sei descrever. Uma vontade de sair, de partir para parte incerta ou desaparecer simplesmente sem deixar rasto.

Não fosse a G. que através de mensagens foi dando algum incentivo, creio mesmo que o dia teria sido ainda mais penoso. Fui conversando com neste ou aquele colega, ouvindo umas larachas com pouca piada, tentando embrenhar-me no trabalho de forma a que o tempo passasse mais depressa.

De vez em quando tenho estes abatimentos... A serotonina que aqui tinha falado há uns tempos parece ter-se esgotado.

Hoje não vivi a vida. Tal como disse uma vez Amália Rodrigues foi a vida que me viveu.

Mas amanhã será outro dia... Logo saberei se Deus me quer cá!

Onrigado uma vez mais G.

Adeus Bijou!

Há um ditado na sabedoria popular que diz: "Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos animais!"

E a Bijou era o exemplo perfeito do que diz o pópulo.

Quando nasceu, lembro-me bem, a minha mãe levava-a no bolso de uma bata, tão pequenina que era. No entanto mesmo crescendo era ainda assim uma espécie de miniatura.

Mas esperta, esperta! E conhecia-me a quilómetros.

Contava a minha mãe que ainda não tinha chegado ao cruzamento que acede à aldeia e já ela andava atarantada a correr de um lado para o outro. Nunca percebi como sabia que eu estava para chegar.

Era a verdadeira companhia e companheira da minha mãe. Nem imagino as vezes que esta lhe confidenciou as amarguras. Duas idosas que se entendiam perfeitamente.

A Bijou morreu hoje atropelada por um carro.

Não sei se há céu para os animais, mas estou certo que se houver ela estará lá, a correr atrás de um brinquedo que tanto gostava.

 

BIJOU.jpg

 

Esta era a sua pose favorita à beira da lareira quente e acolhedora!

 

 

 

Não quero escrever o resultado...

Antes do Euro 2012 começar recebi no meu mail um ficheiro contendo datas, horas, locais dos jogos do Euro e obviamente um espaço para colocar os resultados que as diversas selecções iam obtendo.

 

Andava realmente muito contente em preencher os espaços com as vitórias da nossa selecção.

 

Hoje porém, senti-me triste e quase estive para não completar o quadro…

 

Uma selecção que partiu de Portugal feita em fanicos após empate e derrota com equipas de valia inferior, jamais teria a veleidade de chegar onde chegou.

 

Porém Paulo Bento, também ele gigante, colocou a nossa selecção muito mais longe do que alguns poderiam imaginar (eu incluído!).

 

Parabéns a todos os jogadores, treinadores e dirigentes. Não ganhámos nenhum troféu, é verdade.

 

Mas ganhámos uma equipa.

 

… Acabei por não preencher o espaço com o resultado do Portugal-Espanha. Ficará para sempre em branco!

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