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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

A prova!

Por cauda deste postal achei por bem comprovar o que disse naquele texto. Do meu trabalho a casa medeiam pouco mais de uma dúzia de quilómetros.

Só que a manifestação desta tarde em Lisboa obrigou a que muitos condutores procurassem vias alternativas para chegarem a casa. Donde resulta que o trânsito ficou completamente caótico.

Então reparem no que indicava o mostrador do meu carro uma hora depois de ter saído do parque de estacionamento,

mostrador.jpgCom sessenta e um minutos de viagem tinha andado... 7 quilómetros. À média louca de... 6 km por hora.

Depois as coisas andaram melhor, mas quando cheguei a casa o mostrador apresentava os seguintes dados:

mostrador_1.jpg

PS - E não estava a chover.

 

 

Mistura explosiva e um polícia

Ontem foi dia de greve no Metro de Lisboa na parte da manhã. Se somarmos a isto a chuva dá obviamente uma mistura explosiva. Especialmente no trânsito.

De tal forma que eram 9 horas da manhã e no meio da Avenida da República a sinfonia de buzinas incomadavam quem passava e por ali trabalha.

Como é hábito e natural nas nossas estradas ninguém espera que do outro lado do cruzamento esteja desimpedido para passar. Atravessam-se cortanto a estrada dos que vêm das avenidas perpendiculares.

Portanto confusão instalada criando situações demoradas e quiça perigosas para quem passa. O costume nas urbes!

Agora o que mais me espantou foi um polícia a pouco mais de dez metros do cruzamento não tomar nenhuma atitude para desconjestionar o trânsito.

Por ali andou como se nada fosse com ele.

Saudades de Agosto!

Ah pois é... já tenho saudades dos dias iniciais de Agosto, quando ia trabalhar e tinha pouco trânsito na estrada. Bastavam 30 minutos para fazer o caminho. Nas calmas!

Pois é... mas chegou Setembro, com ele o fim de férias e o regresso às aulas o que leva muita gente para a estrada. Quase dobro o tempo para chegar agora ao emprego, mesmo saindo mais cedo de casa.

Muitos automobilistas, muitos peões, pouco civismo e quantas vezes... os acidentes a acontecerem.

Depois há ainda quem diga: Tive azar!

Azar terei eu se levar com eles...

Saber andar em “duas rodas”

Desde há uns anos nasceu na capital a moda de se usar um motociclo para se descolar. A questão não é uso deste meio de transporte, mas tão-somente a forma quase abusadora como os motociclistas usam a estrada.

Não sei qual o artigo do Código da estrada que permite que os utilizadores de veículos de duas rodas tenham mais direitos que os automobilistas. Desconheço totalmente… Mas a verdade é que já tirei a carta de Condução há mais de 35 anos e desde aquele ano até agora, pode ter havido alguma alteração. Ou não?

Falo disto porque esta manhã assisti a um acidente de motorizada que poderia ter sido muito bem evitado pelo condutor do motociclo.

Passo então a explicar…

Uma das artérias com mais movimento da cidade tem três vias em cada sentido sendo que uma delas, a da direita, está destinada somente aos transportes públicos (táxis incluídos)! Hoje logo pela manhã quando entrei na minha via percebi que bem atrás de mim vinha uma ambulância com sinal sonoro de urgência. Como àquela hora o transito (ainda) fluía com alguma normalidade a ambulância escolheu a faixa da esquerda para poder avançar.

Entretanto pela direita avançava um motociclista pela via do “bus” como se fizesse uma corrida com o transporte urgente. Só que mais à frente estava um autocarro parado a tomar passageiros.

Face ao momento o condutor da motorizada decidiu encostar à esquerda e tentar passar entre duas viaturas. Mas havia a ambulância e os outros carros desviavam-se para que aquela passasse. Resultado: de um momento para o outro o motociclista viu-se entalado entre dois carros e só por muuuuuuuuuuuuuuuuito pouco não foi atropelado pelas viaturas envolvidas.

Ora bem, este foi um infeliz exemplo, mas tenho assistido a demasiados acidentes com veículos de duas rodas (eu próprio já fui abalroado por um), o que me leva a pensar que seria importante duas coisas:

- ensinar os mais novos a comportarem-se futuramente na estrada, como condutores e como peões;

- relembrar os mais velhos que para se ser respeitado é necessário primeiramente respeitar ou outros.

O perigo ronda por aí!

Será mais ou menos assumido que o maior dos problemas das urbes se prende com o imenso trânsito que nelas circula. Por muito que se tente inventar soluções no sentido de melhorar a circulação, aquelas nunca serão totalmente eficazes. Há naturalmente condicionantes que ninguém controla e que podem desajustar toda uma logística previamente pensada e posta em prática: um pneu furado, um ligeiro toque entre dois carros, uma obra na estrada não prevista, podem ser suficientes para desconfigurar o fluxo de trânsito.

Estamos no Verão. Um Estio estranho, temeroso e pouco apelativo à praia. Mas ainda assim percebe-se no menor movimento de viaturas que há muita gente de férias.

E é aqui que tudo de mau começa. É que por esta altura saltam para a rua a maioria dos “condutores de Domingo” com a mania que sabem conduzir e, pior que tudo, com a estúpida ideia de que são os únicos na estrada que sabem conduzir.

Não respeitam sinais horizontais atravessando traços contínuos, passam pela direita para logo no carro da frente se encostarem à esquerda, não usam os piscas, andam a morrer quando podiam andar mais depressa e andam depressa quando deviam andar devagar. Enfim um mundo paralelo nas cidades.

São por assim dizer, nesta altura do ano, um risco imenso para os restantes automobilistas. Sem terem consciência do mal que fazem!

Começou o bom tempo

Não, não estou a falar do tempo metereológico, nem do tempo que é dinheiro e muitas vezes se esbanja.

Estou a falar do bom tempo para andar na cidade de carro já que as férias parecem ter iniciado.

A verdade é que o caminho que normalmente demoro 40 minutos a fazer, entre a minha casa e o estacionamento no centro de Lisboa, agora faço-o em quase metade dos minutos.

Todos os dias somos três quando não quatro para Lisboa. E a volta é enorme para chegar a todos os locais onde vou deixando cada pessoa.

Mas desde agora até finais de Setembro a cidade vai estar mais liberta de carros.

Para se encher exclusivamente de excursões de turistas!

As senhoras e o trânsito!

Tenho a sensação de que esta ideia já não é genuína aqui neste blogue. Mas nunca é demais falar disto...

Cada vez se torna mais perigoso conduzir. Especialmente nas grandes urbes.

Nas ruas das nossas cidades evoluem gente que nunca, repito nunca, deviam ter permissão de conduzir. Porque acham que só eles têm direitos e os deveres serão para os outros.

Todavia o mais curioso é que ao invés do que seria de supor são, neste momento, as senhoras as mais stressadas no trânsito. Aquilo é um constante barafustar, agitar de mãos e braços, estranhamente acompanhados de uma linguagem tão obscena quão imprópria.

Eu sei que os tempos são outros. Mas estes maus exemplos que diariamente vamos constatando são o reflexo natural de uma sociedade cada vez mais desagregada e egoísta.

E não há multas suficientes para curarem estas maleitas.

Fim de semana

Estou em fim de semana. Naturalmente.

Portanto nada melhor que iniciar estes dias com uma fila extensa para atravessar a Ponte 25 de Abril.

Tudo por causa de um acidente que se deu do outro lado da ponte.

Bom fim de semana... com muuuuuuuuito trânsito.

Artistas do volante ou... desembaraçados?

A estrada está repleta de artistas do volante. Então na cidade... ui!

Para alguns condutores não há sinais luminosos (só quando está verde para o lado deles), não há passadeiras e muito menos sinais verticais ou horizontais para respeitar. Só eles têm direitos...

Um destes dias uma colega dizia-me que o marido fazia sempre o caminho pela faixa do lado esquerdo e depois na altura certa enfiava-se à direita, desrespeitando desse modo todos os outros que estão horas na fila. Terminou  dizendo que o seu marido era muito desembaraçado.

Pode ser que um dia a polícia o embarace! O problema é nunca encontramos um polícia quando ele faz falta.

Adoraria a cidade assim... sempre!

Lisboa por estes dias de festas é uma cidade transitável. O movimento é reduzido, os transeuntes que se atiram para a estrada são em menor número, os táxistas conseguem até ser simpáticos e até dão passagem num cruzamento.

Fica então a pergunta: porque não somos assim durante todo o ano?

Se não posso nem devo pedir que haja menos carros nas estradas, já que há mais gente a trabalhar após as curtas férias, pelo menos podiam todos portar-se como se fosse sempre a época de Natal.

Provavelmente a sinistralidade diminuiria, tal como o desgaste dos carros e dos condutores citadinos.

Fica a ideia. E um desejo!

 

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