Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Uma ida ao futebol... sem graça!

Quem passa por este espaço sabe que sou do Sporting Clube de Portugal e gosto muito de ir ao futebol. Ora hoje foi um desses dias de..."bola"!

Mas ao invés de outras vezes desta vez fui sozinho. Levei o carro até ao local onde o costumo deixar e após um pedaço a fazer tempo (o frio de fim de tarde também não ajudou a sair mais cedo do conforto da viatura!!!) pus-me a caminho. 

Sentei-me no meu costumado e reservado lugar e senti-me quase despido por ter ninguém ao meu lado! Ninguém dos que comigo costumam a ir ao estádio (o meu filho mais velho, o meu sobrinho e um amigo deste), apareceram. Mas também já sabia que iria ser assim, porque nenhum deles havia comprado a entrada para todos os jogos.

Mas repito senti falta dessas companhias. Podemos não ter as mesmas ideias para o nosso clube ou sobre as diferentes equipas, todavia ir à bola sozinho é algo que quero evitar a todo o custo, Senti-me despido, nu, desamparado.

E o resultado até foi muito bom. mas ir "à bola" sem a minha malta, não tem gracinha nenhuma.

Crónica de um "Dia de Jogo"

Fazia tempo que não ia ao futebol sozinho! Ui já nem me recordo há quantos anos... Porém hoje teve de ser.

Aquando na renovação do meu lugar no estádio do Sporting, ainda antes de principiar a época, poderia ter escolhido não ir ver a Liga dos Campeões. Mas mas a LC merece um olhar sempre mais atento e os jogos são sempre diferentes (tenham como exemplo o Sporting-Manchester City do ano passado).

Só que os meus colegas de bancada este alho encolheram-se e ficaram a ver no estádio "Sofá"! 

Sai de casa pouco depois das seis da tarde e levei o carro até à estação de Metro. Aqui comprei bilhetes e lá fui naquele transporte que usei diariamente enquanto trabalhador no activo. Saí no Marquês, mudei de linha e eis-me então eenvolvido numa multidão de verde vestida.

Até chegar à estação do Campo Grande o comboio subterrâneo foi enchendo, enchendo, enchendo. Olhei em meu redor e percebi o interesse de alguém naquelas mensagens que outrém que estava bem sentada enviava via telemóvel. Depois um outro casal que falava sobre uma nova casa. Não percebi se era dela ou dele. Entalada entre mimn e um jovem de mochila uma jovem de auscultadores sem fios nos ouvidos ia trauteando algo que escutava.

Tantos pequenos Mundos em meu redor!!

Chegado ao Campo Grande as portas abriram-se e vomitaram centenas de adeptos de t-shirts, cachecóis e demais apetrechos próprios para um jogo de futebol.

Saí da estação normalmente e fui procurar a entrada devida para o meu costumado lugar.

Decorreu o jogo, o Sporting ganhou, não obstante muitos impropérios ao meu redor e as minhas unhas roídas. Mss geralmente será sempre assim.

Encerrada a contenda regressei a casa. Se para o Estádio levei o cachecol guardado e t-shirt tapada, não fosse o Diabo tecê-las, especialmente na viagemn antes de chegar ao Marquês, agora regressei a casa todo equipado e sem qualquer problema com a minha verde indumentária.

Desta vez o Metro estava menos cheio. Provavelmente alguns adeptos ficaram nas roulottes a comemorar!

Fizeram bem!

Da cor da esperança!

Principiar um blogue novo faz-me recordar aqueles tempo em que abria um caderno novo para escrever o primeiro sumário na escola. Só que há entre ambos duas enormíssimas diferenças. A primeira é que já decorreu mais de meio século e a segunda é que cada postal que escrevo é uma folha sempre limpa. Já o caderno...

Isto tudo para comunicar que ontem, dia de Santiago e de um Troféu leonino, acordou para o Mundo um novo blogue. Criado por dois amigos sportinguistas o novel pedaço de vida blogosférica chama-se "É Dia De Jogo".

A razão do nome está explicada no primeiro postal, assinado pelos dois autores de origem.

Ali falaremos (leiam escreveremos, faxavor!) sobre o Sporting sem censura, tabús e demais proibições. Desde, obviamente, que a educação se mantenha ao nível da urbanidade. pois tudo o que ultrapasse esse linha não será aceitável.

Portanto se é adepto do Sporting ou mesmo não sendo, passe por lá, sente-se, leia as novidades e opiniões, beba um copo e comente se achar que somos merecedores disso.

A gente lê-se por aí!

Já tinha saudades...

Sem blogue sportinguista onde possa perorar sobre o meu clube de coração venho para aqui esgalhar umas linhas sobre a nova época que, como sempre, inicia-se com uma polémica em redor de um jogador que foi fundamental no bi-campeonato.

Para já vi na televisão o primeiro jogo deste Sporting versão 2025/26 e que resultou numa derrota contra a equipa escocesa do Celtic, também ela campeã no seu país e que coincidentemente também equipa de verde e branco. Portanto hoje a vitória seria certa para os de verde, ganhasse quem ganhasse.

A equipa leonina entrou em campo com menos tempo de preparação que o Celtic, mas durante a primeira parte mostrou alguma competência faltando obviamente algumas rotinas, tendo em conta a ausência de um verdadeiro ponta de lança ora em parte incerta.

Chegado o intervalo com um empate sem golos foi a altura do treinador leonico principiar a fazer substituições. Que sinceramente não corrreram muito bem, exceptuando talvez um jogador oriundo da Georgia fazendo a sua estreia perante muito publico e que tem um nome impronunciável.

Uma grande penalidade e uma bola corrida foram suficientes para o Celtic de Glasgow levar de vencida um Sporting amorfo, a ter que repensar a sua forma de jogar. Daí haver a pré-época.

Regressaram, portanto, as minhas emoções clubísticas, para dia 31 também neste estádio voltar a ver o Sporting a lutar, de forma oficial, pelo seu primeiro troféu.

Mas para as vozes críticas que começarão a zombar deste Sporting, continuo a assumir que não gosto nada de ser o campeão da pré-temporada.

Prefiro ser campeão em Maio!

A história fará justiça!

Hoje é para mim um dia triste, não que tenha partido alguém próximo, mas porque o que escrevi aqui há dias efectivou-se.

No dia seguinte à comemoração dos 119 anos do Sporting, encerra o blogue “Sporting-És a nossa fé”. Um espaço único e de enormíssimo fervor clubístico na blogosfera desta plataforma SAPO.

Porém o que mais me entristece não é só o espaço encerrar, mas não haver da parte do Sporting Clube de Portugal ou de alguns dos seus dirigentes um simples obrigado ou outro agradecimento qualquer por aquele pedaço de história do clube que nunca se apagará.

Ali se debateram ideias, filosofias, táticas, jogadores e até presidentes. Falou-se de tudo um pouco ou se calhar até muito. Sem receios, sem tabús e sem censura. Porque o bem do Sporting esteve, está e estará sempre primeiro.

Estranho, por isso mesmo, o mutismo por parte de uma direcção do clube, quiçá temendo que quaisquer palavras deles sejam mal interpretadas pelos escribas daquele espaço. Creio que é precisamente o contrário e quando reescreverem a história do Sporting envolvendo estes 20/30 anos mais recentes, jamais poderão olvidar, com a devida justiça, o fórum qualitativo que foi o “És a nossa fé”.

Esforço, dedicação, devoção e glória” foi tudo o que ali sempre se encontrou.

Hoje é para mim um dia triste!

Mais um que encerra portas!

Regresso hoje a um tema por aqui repetido e que se prende com esta forma de comunicar a que communte chamamos de blogosfera.

Não direi diariamente, mas conheço algumas pessoas que pura e simplesmente desisitiram de escrever nesta plataforma. As razões para tal marasmo ou desistência podem ser e serão certamente diferentes de pessoa para pessoa. No entanto sinto alguma, para não dizer muita, tristeza nesta constatação.

Há formas mais rápidas e mais assertivas de comunicar e dar-mo-nos a conhecer, mas diria que a genuidade que por aqui se encontra não será fácil de encontrar nesses locais.

Regresso a este tema porque um dos blogues com mais visualizações, com mais comentários e que estava todos os dias na ribalta deste sapal irá brevemente encerrar portas. Mais um! As razões para tal decisão foi-me explicada pelo fundador, mas delas guardo obviamente reserva.

Nesse espaço estive quase do princípio, já que ele nasceu a 1 de Janeiro de 2012 e eu principiei a escrever nele a 17 de Julho desse mesmo ano. Para mim serão quase 13 anos de muitas alegrias, algumas tristezas, centenas de postais e milhares de comentários.

A vida é assim mesmo... feita de ciclos e este irá fechar brevemente.

O blogue em causa chama-se "Sporting - És a nossa fé"!

Ao seu fundador, amigo de longuíssima data, e seus escribas desejo o melhor que a vida tiver para lhes oferecer!

Bem hajam!

A gente lê-se por aí!

Apaixonante doença!

Reconheço que o meu Sportinguismo é uma doença. Nãos sei se grave, mas mortal talvez, já que morro de amores por este clube.

Já escrevi que ser adepto é uma coisa, assim, inexplicável. Porque este e não aquele clube.

A minha primeira razão é familiar: pai, padrinho, tios, primos... todos do Sporting. Portanto só poderia ser deste enorme clube. A segunda é que para se ser do Sporting são necessários determinados valores que outros clubes não gostam de exibir.

Hoje estive em Alvalade onde o Sporting carimbou o seu bicampeonato. Mas não fui ao Marquês porque amanhã é dia de eleições e eu preciso de estar fresco para perceber em quem irei votar.

Dito isto... gosto desta alegria, deste sentimento de euforia que eu tento controlar. Mas a doença está cá... 

E já disse a quem me escuta, quando morrer quero uma bandeira do Sporting por cima da urna. Daquelas grandes, enormes do tamanho da minha paixão por este clube!

A gente lê-se por aí!

A tarde/noite de todas as decisões

É hoje, é hoje, é hoje!

O momento de todas as decisões.

Poderá o Sporting ser campeão ou então morrer na praia!

No Marquês a festa poderá ser verde (assim espero e desejo), mas poderá ser vermelha!

Por todo o país milhões de ouvidos e olhos a tentarem perceber o que irá acontecer em Lisboa ou em Braga.

Uma tarde/noite de emoções à flor da pele.

O bater dos corações será muito mais forte.

As lágrimas finais mais doces ou mais amargas.

Tudo concentrado em duas longuíssimas horas.

Daqui a 24 horas poderei estar no Marquês... ou em casa!

Que os deuses da bola (se existirem realmente) entreguem o troféu a quem mais o mereceu!

Remato com esta questão: para que serve todo este sofrimento?

O amor clubístico (seja de que clube for!)

Tenho de admitir que esta coisa de se ser adepto de um clube desportivo, ainda por cima se envolver futebol, é de doidos. Completamente!

Ontem fui ao futebol já que o Sporting jogava em casa e eu tenho lá a minha cadeira reservada. Não sei porquê ia pouco confiante para o jogo e, como é mais ou menos sabido, tive razão nas minhas desconfianças.

O estádio estava cheio com 44666 espectadores. Uma multidão assaz ruidosa no melhor sentido da palavra.

Como disse uma vez Carlos Queirós o futebol não é uma ciência exacta! Exactamente, não é! Daí o Sporting, líder da liga portuguesa, aos 20 minutos de jogo encontrar-se a perder. Um escândalo, um horror, uma tragédia. Pois... tudo isso, mas o jogo só termina quando o juiz da partida assim o indica e até lá...

Quando na segunda parte aos 82 minutos, o Sporting empata, a esperança, quase a roçar a reserva, reancendeu. Perto de mim vi alguns adeptos, minutos antes, a abandonar os seus lugares estranhamente descrentes de uma reviravolta no resultado. Que aconteceu já nos descontos.

A vitória estava agora ali à mão de semear! O fim do jogo colocou mais de 40 mil em delírio. E só havíamos ganho um jogo e não o campeonato!

Agora quem não esteve presente no estádio não consegue entender o que foi aquele sentimento quando o jogador Eduardo Quaresma fez o segundo golo. Em breves segundos as vozes ficaram roucas de tão alto gritarem GOOOOOOOOOLO.  Os corações batiam acelerados e as lágrimas não foram só dos jogadores  de campo, mas também dos milhares de adeptos presentes.

Adeptos: gente de muitas origens, de muitas culturas, de muitas idades, de muitas profissões, de muitos extractos sociais. Mas todos, todos, todos (como disse Papa Francisco) imbuídos do mesmo amor pelo futebol fervorosamente plasmado num clube de futebol.

Muitos estudos tentam explicar este sentimento.

E nenhum deles a conseguir racionalmente desmistificar este fenómeno humano!

É dia de jogo!

Gosto muito de futebol e como toda a gente sabe sou adepto e sócio do Sporting Clube de Portugal.

Por isso sempre que posso vou ao estádio de Alvalade ver os jogos de futebol.

Aprecio aquela azáfama, ainda em casa, de escolher o equipamento que irei levar vestido tudo por culpa de ter muitas camisolas, casacos, t-shirt's, bonés e obviamente cachecóis. Se tivesse apenas um a escolha seria bem mais fácil!

Hoje regressei ao meu estádio para um serão de futebol. Emoções ao rubro, unhas roídas até ao sabugo e aquele palavrão lançado ao ar sem perceber porquê!

Depois os vizinhos da frente, de trás, do lado com quem vamos comentando as vicissitudes do jogo:

- Penalti! - grita um.

- Foi fora da grande área! - assume outro.

- Estas arbitragens são tão manhosas - acusa aqueloutro.

E é nesta troca de comentários, gritos e epitetos que vai decorrendo o jogo. No segundo seguinte é golo e a alegria é contangiante em todo o recinto. O curioso é que desde a pandemia deixou-se de dar abraços aos desconhecidos, ficamos por uns meros apertos de mãos.

No intervalo comentam-se as possíveis entradas e saídas de jogadores. Uns preferem o Jaquim, outros o Manel e há quem prefira o Jota. O treinador acabou por escolher o Tó. Ninguém percebe porquê!

- Ele é sabe como estarão os jogadores - diz alguém.

Todos aceitam!

Aproxima-se o fim da partida. O resultado é tangencial e o nervosismo sobe a níveis quase estratosféricos. Entretanto tudo serve para invectivar o árbitro:

- Acaba o jogo ó palhaço!

- Este gajo está feito...

- Sacrista de juiz. Percebe tanto disto como eu de pesca submarina!

Finalmente chegou po fim do jogo. Os adeptos sopram de alívio, aplaudem a equipa e até reconhecem que o árbitro esteve bem.

Ir ao futebol é assim uma aventura social com estranhos contornos.

Enfim... uma ciência inexplicável!

Ou o simples prazer de saber sofrer para no fim sair vitorioso.

Ir à bola? Há lá coisa melhor!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Os meus livros

Pela Noite dentro... contos e outros escritos
Des(a)fiando Contos
Quatro desafios de escrita

Os Contos de Natal

2021
2022

Arquivo

  1. 2025
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2024
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2023
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2022
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2021
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2020
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2019
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2018
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2017
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2016
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2015
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2014
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2013
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2012
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2011
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2010
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D
  209. 2009
  210. J
  211. F
  212. M
  213. A
  214. M
  215. J
  216. J
  217. A
  218. S
  219. O
  220. N
  221. D
  222. 2008
  223. J
  224. F
  225. M
  226. A
  227. M
  228. J
  229. J
  230. A
  231. S
  232. O
  233. N
  234. D