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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Que é feito da chuva?

Durante mais de dois meses choveu bem em Portugal Continental. Inundações e mais inundações, prejuízos enormes, vidas (quase) estrilhaçadas.

Porém há perto de um mês que não cai uma gota de água. Se bem que as terras ainda tenham alguma humidade essencialmente devido às madrugadas húmidas a verdade é que já se começa a perceber uma crosta rija e seca ao cimo da terra e que acabará por se alastrar às partes mais fundas.

Os amantes do Rei Sol andam todos contentes, mas quem olha para as terras percebe que sem chuva breve arriscamo-nos a ter um ano agrícola... mauzinho! Outra vez!

Noutros tempos a chuva principiava a cair ininterruptamente em Outubro e só parava em Março ou Abril. A natureza está mudada muito por culpa do ambiente e portanto temos de nos habituar a estas mudanças.

Mas já sinto falta de uma boa chuvada.

Um Sol criador!

Finalmente um dia de Sol. Um Sol criador como se costuma dizer na aldeia!

Após muitos dias de chuva daquela que molha e tudo alaga, este dia soube-se a mel!

De tal maneira que me sentei nos degraus de casa e durante uma boa meia hora apanhei com este Sol do qual já tinha saudades.

Os campos que apanharem com este astro-rei vão crescer de verde. Daquele verde símbolo de vida que se renova a cada gota de chuva,

As últimas semanas têm sido pluviosamente anormais para um país já habituado a pouquíssima chuva. Mas renovo a ideia de que esta água, nãos obstante os estragos que fez trouxe muitos benefícios, Especialmente aos níveis freáticos e às barragens.

Mas um dia de tréguas sabe sempre bem.

Um halo solar!

A Natureza é fantástica, de tal forma se tivermos atenção ao nosso redor poderemos observar fenómenos interessantes.

Um deles e muito comum é sem dúvida o arco-íris. Quase toda a gente já viu um e tem servido até para algumas campanhas. A mais recente prende-se com esta pandemia que ainda nos aflige. (Vai ficar tudo bem!)

Mas hoje tive a oportunidade de assistir a um fenómeno cientificamente explicável como podem ler aqui. Chama-se a este efeito um halo solar e assumo que foi a primeira vez que vi um em toda a minha vida.

E que fotografei!

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A ciência da meteorologia!

Princípio com uma espécie de anedota.

"Numa tertúlia de amigos há entre eles um meteorologista quando a determinada altura diz este para os outros convivas:

- O tempo vai mudar!

- Uma das tuas previsões assentes na ciência?

- Não, dói-me um calo!"

Ontem ouvi na rádio que o tempo para este fim de semana para o Norte e Centro de Portugal iria ser farrusco havendo a hipótese de haver alguma chuva. A verdade é que a manhá acordou clara, com um céu bem anilado que aproveitei para mais uma visita à praia.

De tarde as coisas toldaram-se um pouco já que começou a soprar um vento forte que quase estragava os tomateiros, mas nada de chuva. Pelo menos até agora e já são quase 10 da noite!

Portanto seja na televisão, na rádio, num sítio de rede ou num qualquer jornal não acreditem nas previsões "mentirológicas" como diriam os populares Parodiantes de Lisboa nos anos 70.

Concluo que o nosso corpo percebe mais de previsões que os especialistas!

Primeiro dia de praia

 

 

O dia esteve convidativo com o sol quente mas sem exagero, uma brisa morna, Ingredientes suficientes para partir à aventura do primeiro dia de pria, deste ano. Nos caminhos de acesso às praias, os carros perfilavam-se já para quando for a hora de saída.

Gosto de praia, de sentir o frio do mar, o vento na face e o sol a aquecer-me. E fiz alguns quilómetros, coisa para uma hora e picos a caminhar.

A água do mar convidava a um belo mergulho,,, que fiz com natural prazer,

Alguma gente, mas por aquilo que pude perceber apenas verdadeiros apreciadores de praia.

Como eu!

 

 

O fim-de-semana prometia!

Finalmente o sol em todo o seu esplendor. Por isso foi com surpresa que sábado saí de casa manhã cedo debaixo de um pó de chuva aborrecido e frio. Mas o dia recompôs-se e o astro-rei acabou por aparecer.

 

Portanto hoje Domingo e tendo em conta as sucessivas intempéries inibidoras de outros trabalhos, estava reservado para a agricultura num pequeno quintal a necessitar de trato e novas culturas. Assim a brigada masculina cá de casa, de ferramentas apropriadas em punho lá me ajudou a cavar, alisar e plantar as duas dúzias de tomateiros, meia dúzia de pepinos, gorjetes e dúzia e meia de alfaces.

 

Uma tarde de árduo trabalho de costas ao léu, viradas para o sol vespertino já quente.

 

Resultado: um escaldão a lembrar o Verão e uma canseira enorme.

 

Decididamente já não estou habituado a “fantasias” destas! 

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