Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Sobe ou desce?

Os elevadores são instrumentos bons e utéis. Especialmente para os idosos ou pessoas com mobilidade reduzida como são as senhoras que carregam carrinhos com crianças.

Todavia não entendo que um hospital, por exemplo, não apresente de forma evidente a indicação de uma escada, para os que podem andar.

Hoje fui com o meu pai à Unidade hospitalar onde fora intervencionado no início do ano. Desta vez uma revisão pós-operatória de rotina. No rés do chão aguardámos o elevador para subir ao segundo piso.

O botão estava iluminado no sentido ascendente.

Todavia alguém chegou depois e carregou no botão para o sentido descendente. Quando as portas se abriram eu entrei logo a seguir aos meus pais e essa pessoa seguiu-me. Disse-lhe:

- Este elevador vai subir…

- Sim, sim eu também.

Fiquei com a questão entalada na garganta, mas acabei por não a fazer e que seria a seguinte:

- Se queria subir porque carregou no botão descendente?

Mas não disse nada pois percebi rapidamente o que acontecera. A dita pessoa percebeu que o aparelho estava nos andares superiores e então carregou para que ele descesse e não a indicação que qual o seu sentido de destino.

Um erro tão vulgar e tão comum nos dias de hoje que ninguém pensa no assunto.

Fundamentalismo para que te quero...

Vivemos épocas de fundamentalismos. E não só religiosos ou políticos.

Diria mesmo que tudo isto faz parte de uma moda porque é fixe ser-se fundamentalista ou do contra. Tal como no meu tempo de juventude havia o "Nuclear, não obrigado"

nuclear.jpg

ou os "objectores de consciência" que se inibiam de cumprir deste modo o SMO, hoje temos os activistas contra o plástico, o glifosato, as touradas,  os eucaliptos, as carnes vermelhas, o sal ou o açúcar! 

Há activistas contra tudo e todos. Ou melhor, cada um de nós passou a ser um potencial activista contra qualquer coisa de forma (quase) natural. E se não formos contra... pelo menos seremos a favor de algo!

O que em termos de sociedade dá mais ou menos a mesma coisa.

Entendo todavia muitas das lutas, percebo sentido nelas, reconheço que temos de estar mais atentos e mais proactivos. Só que batalhas em doses exageradas, como me tem sido dado observar e ler, acabam por transformar-se em estranhas bravatas com relativo foco e valor.

Call center: os males da fita!

Quem lida directamente com o público tem que ter um estômago daqueles... No mesmo sentido quem liga para um "call-center" tem de ter uma paciência de Jó!

Desta vez aconteceu aqui em casa. Não é que eu seja um telespectador de telev isão assíduo, mas há mais gente por cá e portanto a televisão, não sendo uma necessidade, faz parte do serão.

Mas esta noita a coisa correu menos bem pois a caixa da operadora entrou numa espécie de Cuidados Intensivos: apresentava uma febre altíssima, mas não dava sinal de vida. Dito de outra maneira a caixa estava muito quente na sua base mas não dava qualquer sinal de estar ligada.

Ora bem... toca de ligar para os serviços técnicos e após vários números "... está junto à box, marque 1, não está marque 2..." e assim por diante. Finalmente atendem-me e eis que uma voz feminina com evidente sotaque brasileiro surge na linha.

Os primeiros passos entedemo-nos razoavelmente bem até porque falei devagar, mas quando iniciei a explicar o problema eis que oiço:

- "Oi..."

Toda a gente sabe que esta expressão dito por alguém oriundo do país irmão significa que este não percebeu o que dissemos.

Portanto passei, ao telefone, a ter dois problemas: o que me levara a ligar e a forma como deveria explicar à senhora de maneira a que me entendesse.

- "A boxi está conectada na tomada?"

- Menina eu já lhe expliquei anteriormente que já retirei o cabo e desliguei-a da corrente electrica. E voltei a ligá-la.

- "Oi..."

Decididamente a coisa estava a correr mal... Das duas uma: ou exibia da tal paciência de Jó ou arranjava uma desculpa idiota e desligava a chamada voltando a tentar. Podia ser que desta vez tivesse sorte e não apanhasse uma brasileira para testar a minha paciência. Optei pela segunda hipótese.

Repeti a operação de ligar, carraguei em 1 e 2, até que fiquei a aguardar.

- Boa noitchi... em que posso ajudar você?

 

Nota final:

Em abono da verdade a segunda operadora, não obstante ser também brasileira, foi muito mais assertiva e competente que a primeira.

Lisboa a capital dos turistas!

Hoje desci à cidade.

Saí na estação do Metro da Baixa-Chiado, subi as escadas e encontrei-me na Rua do Cruxifixo.

Uma rua repleta de história. Desde o extinto Banco Angola e Metrópole, célebre nos anos 20 do século passado por estar directamente envolvido na maior falsificação de dinheiro em Portugal e quiçá no Mundo, passando por pequenas tascas que alimentaram tanto trabalhador da baixa, esta rua foi um recanto da cidade muito próprio. Por ali se viam muitas vezes personalidades da nossa sociedade, fosse no Império das Limonadas ou no conhecidíssimo Palmeiras ou mesmo no “Quando o telefone toca” uma espécie de restaurante “sempre-em-pé” que servia umas omeletes fantásticas.

Ao fundo os Grandes Armazéns do Grandela, uma loja enorme que eu, enquanto miúdo, adorava visitar, só para andar nas escadas rolantes e que o incêndio do Chiado derreteu.

Olho agora para a rua e mais parece um estaleiro de obras.

Desço a rua da Vitória e encontro-me na Rua Áurea mais conhecida como Rua do Ouro. O trânsito desce no sentido do rio mas as pessoas quase se atropelam num sobe e desce na artéria de origem pombalina.

Atravesso a rua para o outro lado desço até à transversal da rua de S. Julião. Aqui viro à esquerda. Ao fundo volto novamente à esquerda e subo e desço a rua da Madalena. Entro no Poço do Borratém.

Chego ao Martins Moniz e subo a Almirante Reis até à zona dos Anjos.

Não imagino quanto terei andado a pé, mas seguramente que a língua que menos escutei durante este meu trajecto foi o… português.

O perigo passa-nos perto!

Desde o início que nunca fui muito apologista das trotinetas. Essencialmente por duas ordens de razão: a primeira pela sua proliferação na cidade e a forma como são largadas em qualquer lugar sem haver o mínimo cuidado de as arrumar nos lugares próprios, pondo em causa a passagem de invisuais, deficientes ou pessoas com mobilidade reduzida, nomeadamente as da terceira idade. Mas tendo em conta que quem usa estes veículos são maioritariamente jovens é óbvio que eles não se preocupam com os outros. Nunca foram educados para isso… Digo eu!

A segunda razão prende-se com a forma como as trotinetas são usadas… ou melhor… onde são usadas.

A CML preocupou-se em municiar e identificar por toda a cidade linhas de passagem para bicicletas. E faz todo o sentido desviando assim da estrada veículos que são mais vulneráveis aos acidentes.

Ora seria óptimo que os utilizadores de trotinetes usassem unicamente estes espaços para as suas deslocações e não ousassem sequer frequentar os passeios onde podem originar graves acidentes.

O Estado Português adora legislar. Em demasia… Mas no caso das trotinetes ainda não vi qualquer norma, diploma, decreto, portaria que obrigue os utentes destas transportes a terem um seguro, pelo menos de Responsabilidade Civil.

Não me preocupo se eles caírem e “esbardalharem” todos na chão. Preocupa-me isso sim com uma mãe que empurra o carrinho com a criança na calçada possa seja abalroada por um qualquer jovem “trotineteiro”. Ou um idoso caia empurrado por um destes… Ou qualquer um de nós…

Relembro aqui que fui uma vez multado por excesso de velocidade por conduzir 2 quilómetros a mais que o limite, mas esta gente atravessa a cidade numa velocidade estonteante sem que ninguém, repito ninguém, os obrigue a respeitar os outros.

Se algum dia eu for apanhado por esses tipos certamente que não o irei deixar escapar sem que assuma a responsabilidade. Irei até às últimas consequências...

Na minha cidade - XVI

Mesmo debaixo do local onde trabalho há desde há pouco mais de um ano. um pequeno supermercado de ocasião. Por causa da próxima viagem tive necessiddae de comprar uma daquelas pastas de dentes pequenas para que a mala não vá para o porão.

Já na fila para pagar encontra-se à minha frente um homem robusto (para não lhe chamar gordo) e que a única coisa que carregava nas sapudas mãos era uma garrafa de 1 litro de um refrigerante daquela marca que consegue até mudar a cor do Pai Natal.

Foi a minha vez de pagar e quando ia a sair do estabelecimento reparei que o homem ainda dentro da loja colocou a garrafa à boca e bebeu de uma só vez todo o seu conteúdo.

De uma vez só? Perguntar-me-ão.

Nem mais!

Já ouvira dizer que havia gente capaz disso, todavia até assistir ao que assisti hoje, a minha dúvida era persistente.

Fiquei atónito. Não admira que haja tanta gente obesa na cidade.

O complexo da esquerda

As doutas palavras de João Miguel Tavares no seu discurso de 10 de Junho fizeram ressurgir os velhos traumas da nossa esquerda sempre tão trauliteira e, sinceramente, muuuuuuuuuuuuito pouco democrática.

O jornalista, comentador, bloguer atreveu-se a falar ao mundo português de assuntos... que outros anteriormente já haviam falado. O problema mesmo é que JMT não alinha pela equipa de esquerda o que, à partida, lhe trará sempre mais dissabores que alegrias.

A esquerda no seu velho e bafiento complexo de "quem não está comigo está contra mim". atirou-se ao alentejano Ministro do Governo Sombra. Para tanto basta ler alguns textos e comentários que pairam na rede para se perceber que alguns portugueses têm uma noção de liberdade de expressão do tamanho de um grão de areia.

Dito de outra maneira: há quem pense que a democracia só existe se pensarmos todos de igual forma. Nada mais errado. Da diferença e do sempre salutar debate poderão nascer novas ideias e renovadas formas de fazer política.

A esquerda em Portugal, não obstante apresentar alguns resultados eleitorais, continua presa, agarrada aos dogmas teóricos duma sociedade sem classes e que nos tempos que correm não fazem qualquer sentido.

Não seria melhor acordarem de uma vez por todas para a realidade?

O(s) dono(s) da verdade

Ficou prometido à Sarin escrever um texto, em forma de resposta, às questões formuladas por esta bloguer. As perguntas são pertinentes, mas reconheço que as respostas podem ser diversas. E provavelmente todas elas a roçar a verdade.

Este postal é meramente uma opinião, claramente assente na minha visão de e para que serve o jornalismo nas suas diversas e actuais formas.

No actual momento ser director de um jornal, de programas de televisão ou até de uma rádio não é de todo fácil. O escrutínio é muito grande e demasiado assertivo. Tudo é colocado em causa e todas as palavras escritas ou ditas devem ser medidas sob determinadas matrizes.

Nunca gostei de jornalismo sensacionalista. Vender desgraça alheia parece-me do mais vil jornalismo (ou será jornalixo???). No entanto há jornais (sê-lo-ão???) que primam por noticiar “… o horror, a tragédia, a ignomínia”, como diria um antigo repórter televisivo. O pior é que continuam a vender…

Depois as televisões que entram pelas nossas casas, que retiram às nossas refeições de família o direito ao diálogo, têm outrossim uma força que ninguém consegue combater… Talvez a internet consiga desviar as atenções das desgraças televisivas.

Com esta panóplia de opções um Director de informação televisiva terá de lutar a cada segundo, minuto, hora para que a sua opção de notícia seja mais relevante que a do canal da concorrência. Da mesma forma os jornais (especialmente os diários) vivem o mesmíssimo dilema.

Paralelamente os jornalistas, que cada vez ganham menos, concorrem uns contra os outros, não para fazerem bom jornalismo para unicamente para mostrarem o tal “… o horror, a tragédia, a ignomínia” de que falei acima. E quanto mais sangue houver para mostrar… melhor. Quantas vezes leio títulos de primeira página em letras garrafais que enganosamente corresponde a uma brevíssima notícia de meia dúzia de linhas? Entretanto alguém comprou o jornal… O culpado, sinceramente, nem é o jornalista que é quase sempre um prestador de serviços a ganhar menos que o ordenado mínimo. Mas os gestores que continuam a gerir um jornal como se fosse uma simples fábrica de conservas.

Entremos agora num Admirável Novo Mundo, que não sendo o de Aldous Huxley, é já considerado um novo poder. Falo justamente deste universo da blogosfera.

Aqui cada um pode ser o que quiser. Falar do que bem lhe convier, analisar, criticar e acima de tudo comentar o que se lê. Constato todavia a quantidade de comentários que se escrevem sob a capa de anónimos, como se quem comenta tivesse receio das suas próprias palavras os das consequências delas. Muitos não terão contas nas plataformas, mas poderiam, se assim o entendessem assinar no final do escrito com um mero nome.

Esta estranha troca de galhardetes entre bloguers e comentadores anónimos parece-me muito pouco salutar já que jamais imaginamos se diversos comentadores anónimos não serão apenas o mesmo, numa bizarra tentativa de fazer “jogo duplo”. Já acredito em tudo…

Criticar o que está mal, opinar sobre um tema, denunciar algo menos bom será sempre salutar e necessário. Mas no fundo, no fundo o problema não está no que se escreve, mas como ele é entendido.

Ou como diz o ditado: “sou responsável pelo que digo não sou pelo que tu pensas”.

Relações laborais: um mundo incomp(a)tente

Vivemos num mundo onde num nano segundo passamos de bestiais a bestas e destas a bestiais (o futebol que o diga!!!). 

As razões para tais saltos qualitativos têm diversas origens. Todavia a maioria prende-se com a pouca competência dos nossos gestores em liderarem recursos humanos.

Concordo que determinado trabalho tenha um certo tempo para ser executado e que ultrapassado poderá incorrer na incompetência de quem está a executar. Ou se calhar não...

A motivação é neste aspecto um motor essencial para que as operações a executar decorram com toda a normalidade, assertividade e rapidez.

Então como se motiva uma equipa por vezes (ou na maioria) muito diversificada, seja em idade, conhecimentos do negócio ou qualificações técnicas? Respondo não é fácil, mas é possível!

Não sendo eu líder de nenhuma equipa onde trabalho (aliás, nunca o fui), sempre acompanhei o sobe e desce de pessoas no elevador funcional e de cargos. Vi gente com grande capacidade de liderança a serem simplesmente trucidados, somente porque não eram do partido A ou não pertenciam a uma qualquer organização obscura, aos mesmo tempo que observava incompetentes a agarrarem lugares impossíveis e para os quais nunca tiverem capacidade.

E quando por um momento único e feliz de gestão superior se nomeia alguém competente, logo surgirão pares (ou serão ímpares?) a tentarem denegrir o trabalho do outro. Mais não seja por mera e estúpida vingança.

Este ambiente muito enraizado na sociedade laboral lusa nunca tirará o país daquele pentanal lodacento onde os incompetentes e medíocres vão convivendo e ganhando cada vez mais adeptos. Assim como a invejazinha soez e maléfica que se alastra no tecido laboral tal qual um virus.

Talvez por tudo isto é que em Portugal as pessoas trabalham mais horas para produzirem menos que na Europa Central. Com os (in)evitáveis custos socio-económicos...

Precisamos obviamente de operários competentes, mas mais que estes será necessário gestores à altura dos desafios.

E neste momento não vejo isso em Portugal.

Com 5 perguntas apenas...

Não sou sociólogo, todavia interessam-me alguns fenómenos que surgem na nossa bizarra sociedade, como por exemplo a fixação das pessoas pelos telemóveis em detrimento dos livros, o estranho gosto pelos "reality shows", a cegueira pelas telenovelas, a paixão clubística (da qual também sofro!!!), etc.

Junto a tudo isto o recente fenómeno para a enormíssima abstenção eleitoral que nos foi oferecido observar nas eleições do passado fim de semana. A Sarin apresentou uma série de propostas muito válidas para tentar diminuir a abstenção. No entanto creio que o problema deve ser visto a montante, isto é, perceber porque as pessoas deixaram de votar. Sem saber a origem do problema, dificilmente conseguiremos um tratamento eficaz.

Deste modo achei que seria interessante entender o que pensa realmente um abstencionista. Das minhas relações conheço vários, mas de todos escolhi um por me parecer claramente o mais coerente.

Assim à pessoa coloquei apenas cinco questões que tentei que fossem o mais assertivas possível. As respostas são deveras interessantes e lanço daqui um desafio a todos quantos têm blogues a colocarem estas (ou outras que considerem mais válidas) perguntas a alguém que não tenha votado. E a publicá-las nos seus espaços com os respectivos resultados. Pode ser que alguém leia isto, pegue na informação e a consiga estudar e retirar algumas conclusões.

Vamos às perguntos e respostas:

Consideras-te politicamente esclarecido?

  • Sim, no sentido de saber que tipo de Governo é que eu aprovaria, a nível ideológico e económico. Não, no sentido de não conhecer a realidade política portuguesa e europeia: não sei que partidos existem e não sei que personagens políticas existem e qual a sua relevância individual.

Há quantos anos deixaste de votar?

  • Uns 6 ou 7.

Lembras-te para qual eleição votaste a última vez?

  • De certeza que votei nas legislativas de 2011. Depois disso não tenho recordação.

Razão principal porque deixaste de votar?

  • Na altura, perdi confiança na classe política. TInha votado no CDS, e pensei estar bem informado ao fazê-lo (não estava). Relembro que foi neste Governo que o Paulo Portas fez birra até o deixarem ser Vice-Primeiro-Ministro. Abriu-me os olhos.

Condição ou condições mínimas para voltares a votar?

  • Fim da subvenção anual aos partidos consoante o número de votos. Tanto quanto sei o valor de um voto em branco é repartido proporcionalmente pelos partidos e prefiro não fazer parte desse processo (não consegui encontrar a lei que especifica isto, não sei se já mudou). Os deputados e tal devem ter salários, mas os partidos devem auto-financiar-se. Dito isto, descobri recentemente que se calhar o voto nulo não conta para tal subvenção anual, e isso talvez seja suficiente para voltar a votar por si só.
  • Fim da impunidade da classe política em relação à sua incompetência e à de subordinados.
  • Testes de aferição de competência dos ministros e afins, devidamente controlados por especialistas independentes (e talvez anónimos) nas áreas respectivas. Toda a gente tem de provar a sua competência antes de entrar num emprego, porque não os políticos também?

 

Ficha  (mais ou menos) técnica:

Português com formação académica superior e trabalhador por conta de outrém.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D