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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Para este peditório não dou!

O alarmismo crescente que se está a estender ao nosso redor, devido ao novo virus da gripe, parece-me demasiado.

De há uns anos a esta parte surge sempre uma qualquer doença, muito mais grave que a anterior, mas que no fim mata menos que as outras.

Dizem que esta estirpe é muito mais contagiosa. Mas lembram-se do sarampo, das vacas loucas, ou da H1N1? Pois parece-me que estamos a entrar num esquema de alarmes constantes com nefastas consequências para a economia dos países e acima de tudo para a serenidade das populações.

A empresa onde trabalho já nos aconselhou a trazer para casa os portáteis ao fim do dia de forma a precavermos um eventual encerramento das instalações evitando contágios.

Continuo a achar que é um exagero esta postura que obviamente não trás nada de benéfico. O próprio PR já disse para não se entrar em histerismos.

Portanto continuo a fazer a minha vida como sempre fiz até aqui e a ir trabalhar como acontece há mais de 40 anos.

Porque há peditórios para os quais continuo sem dar um tusto. Este é um deles...

Falta-me só a prenda!

Um dos maiores e melhores jogadores de futebol de todos os tempos (sim, sim eu sei que houve Péle e Maradona!!!!) ainda está no activo. É português, joga na Juventus de Turim, chama-se Cristiano Ronaldo e faz hoje 35 anos.

Nada disto teria importância se CR7 não fosse o que é neste momento perante todo o Mundo: uma marca.

A postura que o atleta colocou e coloca sempre em campo, a forma como se disponibiliza perante os seus fãns, a vontade férrea de bater sempre mais um record e, acima de tudo, a influência que é nos atletas mais jovens, fazem de Ronaldo uma verdadeira marca comercial. Que vende!

Não obstante nos derradeiros anos algumas tentativas semi-frustadas para denegrirem a imagem do capitão da selecção Nacional através de impostos não pagos e eventuais violações, a verdade é que CR7 saiu destas polémicas por cima, deixando os seus inimigos à beira de um ataque de nervos. Quem nasce para ser vencedor, nada o derrota!

Finalmente gostaria de oferecer uma bonita prenda a Cristiano Ronaldo, mas calculo que ele não necessite de nada. Ainda assim, e o melhor que posso fazer, é escrever este postal, desejando que continue a ser um bom exemplo para todos os portugueses, que se mantenha em actividade por muitos anos e principalmente que exiba a boa saúde física e mental com que tem brindado o Mundo.

Parabéns Cristiano Ronaldo.

Gordura (não) é formusura!

De vez em quando salta à ribalta estudos onde se revela que as crianças estão cada vez mais obesas, que comem mal, que fazem pouco exercício.

É certo que antigamente as crianças brincavam na rua porque, acima de tudo, não existiam outras formas de se divertirem a não ser… brincarem uns com os outros.

Especialmente nos últimos 25 a 30 anos, tudo se alterou. Foram os velhinhos “Spectrum” 16 K e mais tarde o 32 K, para se seguirem os celebérrimos “Gameboys”. As consolas de jogos ganharam tal mercado que as empresas da especialidade fizeram desta “actividade”, supostamente lúdica, uma enormíssima indústria.

O resultado foi, obvimente, a sedentarização dos miúdos ao trocarem a apanhada, as escondidas, a bola pelos jogos virtuais, muito viviantes.

Se juntarmos a estes factores uma alimentação muito à base de comida de plástico as coisas tendem a piorar e as crianças acabam por se tornarem gordas quando não obesas.

Entretanto os meus filhos, hoje homens feitos, enquanto bebés andavam numa alcofa que eu próprio carregava, mas quando eram crianças mais crescidas passaram a andar a pé. O que equivale dizer que nunca tive um carrinho de transporte de bebés.

Talvez por tudo isto me admire que crianças já com 5, 6 ou mais anos ainda se deixem transportar pelos pais em veÍculos pediátricos, ou fiquem enfiados dentro de um carrinho de compras como se fossem simplesmente mercadoria.

Depois seguem directamente com eles para o nutricionista…

Faz sentido!

Cultura breve!

No mundo actual com tantas variantes e escolhas como poderemos assumir que alguém é mais ou menos culto? Qual a verdadeira matriz (se a houver)?

Dou o meu exemplo: a minha cultura de videojogos equivale a zero. Tal como da música pimba. Mas sei quem foi Prokofiev ou Shostakovich. Tal como sei quem foi Somerset Maugham ou quem é Lawrence Ferlinghetti.

Todavia este meu simples conhecimento daqueles compositores e escritores e o desconhecimento total de jogos e música popular não faz de mim alguém mais culto que outras pessoas que apreciam outros tipos de música ou de leitura.

O que equivale dizer que a cultura não é um bem físico, mas tão somente quase um estado de alma.

Teoricamnte ser culto é saber pouco de muita coisa ou muito de pouca coisa? Pois a resposta não parece fácil...

Já vi concertos, espectáculos, exposições, galerias de arte e muitos museus. Viajei e absorvi culturas. Serei por tudo isto mais culto de outrém que nunca saiu da sua aldeia?

O tema é deveras complicado e sem uma verdade absoluta, até porque há muita gente que acha que a cultura é um pedaço de conhecimento que se compra numa qualquer loja de conveniência.

Quem comenta um postal...

Quando entrei na blogosfera, nomeadamente na plataforma SAPO, percebi num instante que a interactividade entre quem escreve e quem lê e comenta seria uma mais-valia.

Deste modo tento sempre responder aos comentários inscritos na caixa devida (já me escapou um ou outro, mas peço sempre desculpa pelo atraso!!). Porque se as pessoas cuidam em exibir a sua opinião, caberá também ao autor dar resposta, nem que seja pelo simples facto de alguém se ter maçado a ler e a comentar.

Quando tenho tempo viajo um pouco à deriva pela blogosfera (nesta e noutras plataformas!!!) e acho deveras estranho que alguns autores não se dignem responder a um comentário, nem que seja com um simples, mero, mas sempre educado “obrigado”.

Em alguns casos até se poderia justificar com alguma avalanche de opiniões, só que não vejo isso.

Ora as plataformas de blogues têm a montante a hipótese de não autorizar comentários e nesse sentido tudo bem… o autor escreve, mas não recebe qualquer contrapartida de quem lê. Agora autorizar que se publiquem os ditos cujos e depois… silêncio profundo por parte do autor, parece-me pouco simpático e muito menos educado.

Acrescento, entretanto, que já recebi comentários que não mereceram qualquer resposta, essencialmente por baixarem de nível, quase sempre por usarem uma linguagem menos própria. Mas esses são, até agora, a excepção e quando isso acontece têm destino marcado... Lixo!

Dura lex sed lex!

 Numa caixa de supermercado pude ler hoje o seguinte aviso:

"Proíbida a venda de alcool a menores".

Este aviso parece-me desnecessário já que custa entender como alguém seja capaz de vender um decilitro que fosse de alcool a alguém com menos de 18 anos.

Depois há o tabaco. Outro flagelo que cada vez mais começa em pessoas mais novas. E neste caso já tenho visto alguns avisos, mas é muito mais raro.

Porém fica a ideia que os avisos só lá estão porque é obrigatório por lei e não por evidente motivos de lucidez.

Uma ideia...

Um destes dias li algures a opinião de que se as mulheres governassem todo o nosso Mundo não haveria tanta guerra, tanta fome, tanta desgraça.

Obviamente que esta frase foi pronunciada por uma pessoa do sexo feminino.

Mas deixem-me discordar. E faço-o com a consciência que a verdade está muito longe da ideia acima pronunciada.

Na realidade neste momento trabalho com três mulheres todas de idades aproximadas, cursos superiores no CV e mais uma série de valências.

No entanto estão permanentemente em guerra umas com as outras. E geralmente por coisas quase sem importância.

Pegando neste simples e quotidiano exemplo estão a imaginar o que seria o Mundo actual governado somente pelas damas?

Dúvidas existênciais

Esta minha recente página de vida iniciada recentemente e que culminou com o nascimento de uma neta fez crescer em mim novas dúvidas.

A primeira é perceber até que ponto poderei ou deverei influenciar a educação da criança? Terei esse direito?

Educar hoje uma criança é muito diferente de há trinta anos. Como naquele tempo foi diferente do tempo em que fui menino.

Há muito mais informação disponível, os acessos são demasíado grande e obviamente as solicitações disparam para diversos sentidos.

Sempre ouvi dizer que os pais educam e os avós deseducam. Todavia não pretendo ser esse tipo de familiar que fará tudo para agradar aos mais pequenos. Longe disso.

Mas terei eu (ou nós os avós!!!) capacidade ou moral para criticar alguma decisão que achemos menos boa tomada pelos novos pais?

Em termos práticos diria que sim já que em tempos também fomos pais pela primeira vez e não obstante estarmos a falar de época completamente diferentes há ainda muita experiência acumulado que poderia servir para ajudar outros…

Portanto ser avô é ser mais ou menos competente?

Diversas questões que diariamente me assaltam e para as quais não tenho, para já, uma resposta à altura.

Portuês?

Será mais ou menos consensual que a língua que Camões tão bem soube usar é de dificil compreensão, especialmente pelos estrangeiros que tentam entender este nosso léxico.

Leio por aí muita coisa mal escrita e outrossim muita coisa bem escrita. Oiço políticos, jornalistas (sim jornalistas!!!), empresários, gente da cultura (sim, estes também!!!) a falar muito mal...

Nem quero imaginar o que e4screverão nos seus textos... Mas enfim...

Provavelmente também não serei um óptimo exemplo na correcção morfológica e de sintaxe do português, mas eu não sou ninguém. Nem pretendo ser mais do que aquilo que sou!

Todavia há momentos em que ainda me espanto com o que leio. Hoje foi um desses dias.

Levantei-me bem cedo e entre muitas voltas a dar fui ao mercado comprar pés de cebola para plantar. Aproximei-me da banca perguntei ao vendecor o preço e acabei por trazer uma mão de pés de cebola valenciana.

Só que mesmo ao lado consegui ler isto...

portuesa (1).jpg

De disserem muito depressa percebe-se que tipo de couve é...

Escreve-se como se ouve ou diz! Ponto.

Quando o Natal... é uma arma!

Tristemente há quem use esta época, que deveria ser de paz, amor e reconciliação, como uma arma de arremesso.

São gente pobre de espirito, de mente tacanha e de pouca inteligência. Indefizmente há disso na minha família... Pessoas para quem o Natal é a funda que dispara a pedra, a espada que corta e fere. a espingarda que dispara e mata.

Tenho a sensação que nunca viverão felizes com o mundo mesmo que vivam bem com elas próprias (se disso tiverem realmente noção).

A razão e a emoção serão sempre incompatíveis.

Desejo a continuação de umas Festas Felizes.

 

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