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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Azar, sorte e bom-senso!

Há quem considere o azar e quiçá ao invés a sorte como factores em que uma data de seres maléficos - no caso do azar - e benéficos - na questão da sorte - se junta para engendrarem algo contra ou a favor de alguém. Uns até dizem que é uma questão de alinhamento dos astros.
Não sei se deverei, aqui e agora, dizer a verdade ou deixá-los pacificamente na ignorância...
Passado este introito meio louco para não dizer parvo, esclareço que a minha visão de sorte e azar não se prende com forças exteriores, mas tão-somente com bom-senso ou a falta dele. Por exemplo se alguém tiver um acidente de carro por andar acima do limite de velocidade aquele não teve azar, pois faltou-lhe o tal discernimento para perceber o perigo que corria.
Da mesma forma e usando um pouco de “futebolês” digo que a sorte dá muito trabalho. A sorte é demasiadas vezes associada ao jogo. Mas poderia ser ligada à própria vida que nos vai escorrendo pelas mãos.
Bom quero com tudo isto dizer que sorte e azar podem ser faces de uma mesma moeda, que todos os dias, quase sem sabermos, atiramos ao ar no intuito curioso e estranho de a esse gesto estar ligado o nosso destino, quando no fundo seremos cada um de nós, na nossa pobre existência, os únicos responsáveis pela forma como a moeda cairá!

Viver em paz!

Hoje em conversa com alguém próximo dizia que a palavra ódio não existe no meu léxico. Todavia faltou acrescentar que também não existe na minha vida.

No entanto sei que nem todas as pessoas vivem deste forma assumindo, algumas delas, bravatas ou demandas sem qualquer nexo.

Os brasileiros têm uma filosofia em que "dão um boi para não entrar numa guerra e uma boiada para não sair dela". Não sei se corresponde à verdade, mas verdadeira ou não, entendo perfeitamente a ideia.

Já eu dou tudo e mais alguma coisa para me manter em paz... comigo mesmo. Poderão chamar-me de cobarde ou simplesmente que serei um medricas, mas tal não me afecta já que vivo em primeiro comigo e depois com os outros.

A minha paz interior não advém de leituras em grossos compêndios, mas tão-somente de uma real experiência de vida que os meus mais de sessenta anos de idade me proporcionaram.

Por tudo isto a tal palavra ódio não tem para mim qualquer significado e nem a uso amiúde. Porque gosto de dormir sossegado.

E acordar feliz!

Ler os sinais!

O título deste postal poderá sugerir algo diferente daquilo que pretendo. Cabe-me assim desfiar a minha ideia para que não existam dúvidas.

Quando tomamos consciência real do nosso corpo fisico. a primeira coisa que começamos a conhecer é a forma como aquele reage, por exemplo, a alguns alimentos ingeridos. Depois há o calor estival, o frio invernoso, a Primavera a semear alergias e cada um reage de forma assaz diferente.

Conforme envelhecemos, melhor vamos conhecendo a nossa estrutura óssea que carrega os orgãos e a carne com a qual conseguimos andar. É no instante seguinte em que o nosso corpo envia o primeiro sinal para o exterior que devemos acordar para outra realidade e perceber o que aquele nos pretende dizer. Ou melhor... avisar.

Por isso nunca devemos menosprezar uma dor, um vómito, uma tontura ou uma simples má-disposição. Todos estes sintomas podem ser meras reacções momentâneas ou os primeiros avisos de que algo em nós não está bem.

Saber ler estes sinais pode ser a diferença entre a descoberta de algo a tempo de ser tratado ou o adiamento para algo irreversível.

Há quem não ligue a estes avisos e depois quando tudo se transforma para o pior, acabam por assumir:

- Faz tempo que não me sentia bem!

O pior é que na maioria dos casos poderá ser tarde demais! 

Que tal pensarmos nisto!

Não se aceita a resposta... NÂO!

Tenho quase a certeza que as operadoras de telemóveis e televisão serão as empresas mais enganadoras dos seus clientes. Quiçá a par com as companhias de seguros.
Um destes dias a minha mãe foi abordada por uma dessas empresas para renovar o seu contrato. Ligaram para o telemóvel e desfiaram um rosário de prendas e serviços, canais e telefones por uma quantia irrisória.

Ao que a minha mãe respondeu:

- Eu NÂO quero nada disso. só pretendo manter os mesmos canais. Até porque só vejo normalmente um canal.

Lá disse o canal preferido, mas o operador manteve o discurso das enormes ofertas e a minha mãe manteve o dela de NÂO querer nada a mais do que já tinha.

Certo é que a palavra NÂO para as operadoras de televisão e seus colaboradores deve estar omisso no seu léxico. E deste modo colocaram um SIM.

Vai daí a minha mãe recebeu uma carta da operadora com cartões para colocar no telemóvel, algo que recusara.

Agora vai ter de ir à cidade, ao balcão da operadora entregar os ditos cartões e requerer o seu antigo contrato, que foi o que sempre desejou. Nem mais nem menos.

Este caso verdadeiro é o espelho real da forma como as empresas de telecomunicações trabalham. Mal...

A verdade é que a minha mãe vai tentar, a bem, resolver o problema que ela não criou, mas as empresas que assim operam - à revelia dos seus clientes - deveriam ser severamente multadas ou mesmo proibidas de exercer a actividade. Não se pode enganar as pessoas... Ponto!

Aproveitam-se de gente incauta, inculta ou idosa para abicharem mais uns milhões. Por seu lado a ANACOM também demora a dar provimento às reclamações, tal é o número de queixas, o que joga sempre a favor das operadoras.

Falta neste negócio verdadeira e feroz concorrência. Daquela que beneficia os utilizadores e não os prejudica!

E uma justiça célere que ajude os consumidores.

Um mentiroso será sempre um mentiroso!

Joe Berardo parece que caiu finalmente em desgraça.

Em 2019 aquando da Comissão de Inquérito o povo português percebeu que estarimos perante alguém com poucos escrúpulos no que se refere ao dinheiro... que não era seu! E muito menos às dívidas contraídas que assumiu não ter.

Pior ainda a sua foi a sua postura perante a dita Comissão com  uma permanente falta de chá e categoria, já para não dizer falta de respeito pela instituição.

As imagens posteriores desse dia à saída de S.Bento, mostram alguém de sorriso aberto consciente de que as suas mentiras tinham enganado mais uns deputados.

Erro crasso!

Hoje foi detido sob suspeita de diversos crimes. Portanto a justiça a funcionar.

Porque na realidade um mentiroso será sempre um mentiroso!

Mesmo que seja comendador.

Aquela doença!

Há infelizmente neste Mundo diversas doenças que não sendo graves no sentido de colocar a vida em perigo, podem ainda assim ser limitadoras.

Por exemplo hoje comemora-se o Dia Mundial do Vitiligo. Uma doença que se esconde por detrás de muita roupa e perante a qual muitos doentes se sentem inferiorizados.

Tenho um amigo, peregrino de Fátima e na vida como eu, que sofre desse síndrome. Mas que numa rede social escreveu simplesmente este texto:

Tenho Vitiligo identificado há 20 anos. No início foi uma caminhada dura no esconder, no preocupar-me com a reação que poderia criar nos outros, na aceitação. Com 30 anos nessa altura, confesso que não foi fácil. Procurei vários tratamentos, numa ânsia infundada que tudo voltaria ao "normal". Até que ao 3°dermatologista que visitei ouvi o melhor conselho possivel: "E que tal VIVER?". Senti uma estalada na cara e pensei:"Se calhar esta médica tem razão."
Hoje não falo por mim.
Hoje falo pelas pessoas que ainda não conseguiram resolver a situação.
Falo pelas crianças que são discriminadas pelos pais de outras crianças, que não querem que os seus filhos brinquem em conjunto, que por ignorância têm medo que se pegue essa maldita maleita.
Ou então falo pel@ adolescente, que @s seus amig@s mandam a piadinha sobre os defeitos da sua pele, que não está nos standards tradicionais de beleza instituídos.
Ou então pelo adulto no autocarro, que as pessoas se afastam como se tivesse lepra, com asco.
Ou pelo idoso, que nem lhe tocam num simples momento de afeto, não vá alguém ficar contagiado.
Todas estas situações têm um elo em comum: Derrubam a autoestima.
E usar a empatia?
Fala-se tanto em "Não Discriminação“ ... Deixem as palavras e simplesmente passem aos actos.
Hoje saúdo quem é como eu.
 
Muitos parabéns P. grande texto onde a coragem e o alerta para uma realidade tantas vezes escondida se juntam para um bem maior.
Bem-hajas pelo teu exemplo.

Tempos estranhos!

Vivemos tempos muito estranhos. E não estou a falar unicamente do Covid.

Pairam sobre a sociedade em geral diversas ameaças e perante as quais ninguém parece ter qualquer intenção de se resguardar ou pelo menos de alertar a restante população.

Afirmam os especialistas que a história do Mundo é mais ou menos ciclica. O que equivale dizer que aquilo que aconteceu há cem anos pode voltar novamente a surgir. Noutros moldes é certo, mas muito semelhante.

Na verdade têm vindo a surgir pelo Mundo uns iluminados, adeptos de discursos inflamados e que através das suas palavras assentes em promessas completamente absurdas e imbecis vão colhendo cada vez mais apoiantes.

Tudo porque o terreno que ora pisamos é propício a estes desmandos políticos. O que equivale dizer que esta verborreia é tida, por alguns, quase como um grito de revolta.

Seria bom que a esquerda e outros partidos democráticos, portugueses e não só, percebessem rapidamente o que está em causa em Portugal, na Europa e no Mundo. E arrepiassem rapidamente caminho.

Para depois não se virem desculpar com as "direitas", quando, no fundo, no fundo foram as esquerdas que criaram o lamaçal onde os outros agora caminham.

As ditaduras começam a surgir no horizonte. As palavras escritas, proferidas são demasiadas vezes mal interpretadas originando censuras prévias ao velho estilo pidesco. As imagens (ou a falta delas) não servem para informar, mas para politizar. A democracia é um antro de gente (quase) inútil.

Por tudo isto não se admirem que os "Trumps" desta vida ganhem força e surjam como salvadores de pátrias.

Os tempos que vivemos são estranhos.

E temerosos!

Verão onde andas?

Inicia-se hoje a estação quente e luminosa do Verão. Aquela estação do ano que significa sol, calor, praia e acima de tudo... férias. Simboliza também incêndios, dramas, tristezas e aflições.

Entretanto este Verão principia arrepiado, sem cheiro ao tal calor. Por estes lados da capital paira um tapete plúmbeo, acompanhado de um vento frio que sopra brando mas frio..

Mas antes assim porque o Verão terá certamente muito tempo para nos atentar os dias com canícula. 

Gostaria de pensar que no final desta estação o país havia sabido escapar com a devida competência à tragédia dos fogos. A ver se é desta vez que conseguimos ganhar essa batalha!

Entretanto agasalhem-se que as manhãs estão bem frescas.

Cuidado com a "sorte"!

Tenho recebido no meu telemóvel algumas mensagens que me indicam que há um atraso de entrega numa encomenda pelos CTT. Esta mensagem é uma ratoeira para alguém entrar remotamente no telemóvel e ficar a saber a nossa vida, para além de senhas de acessos a contas de mail e outras informações confidenciais.

Mas o que mais me admira são as pessoas que não tendo quaisquer encomendas para receber, ainda assim, sigam a ligação ficando, sem o saber, reféns de gente sem escrúpulos.

Por isso continuo sem entender como há quem acredite que se ganham prémios sem ter feito rigorosamente nada para tal. E não é só gente da terceira idade!

Há uns anos estava eu em casa, quando recebi uma chamada vindo de uma entidade que não conhecia a comunicar-me que teria ganho um prémio qualquer. Mas para o receber havia que ir a um lugar específico e a uma determinada hora para o poder levantar.

Conhecendo de sobra a técnica utilizada deixei que a senhora falasse até esgotar o relambório de palavras. Quando finalmente se calou, devolvi com toda a serenidade:

- Agradeço desde já o prémio para o qual nada fiz para receber, mas já que o têm para oferecer e como não necessito de nada, solicito que o enviem para a Santa Casa da Misericórdia, que eu amanhã já telefono para lá a saber se receberam. Pode ser?

Devo ter tido súbitos problemas de ligação porque quando dei por mim a chamada estava desligada e, estranhamente, até hoje nunca mais tive sorte.

Do jornalismo à (triste) realidade!

Gosto da capa de hoje do Jornal desportivo espanhol "Marca"

ao referir que os médicos são já os vencedores do torneio europeu. Tudo devido à forma célere e competente como lidaram com a síncope cardíaca que atingiu a estrela dinamarquesa Christian Eriksen.

As imagens chocantes correram mundo e ao que sabe o jogador recuperou, mas continua internado para novas baterias de exames.

Como sempre olho para estas situações e fico a pensar como é que elas acontecem, especialmente em atletas altamente treinados e preparados. É que se puxarmos pela memória, e não é preciso muito, lembramo-nos do malogrado Alfredo Quintana, guarda redes de Andebol do FC Porto e da selecção nacional ou de Alex Apolinário malogrado jogador do Alverca.

Com todos estes acidentes a acontecer e cada vez com mais frequência, pergunto-me até que ponto os médicos dos clubes e das federações validam com assertividade os atletas da sua real condição física? Ou provavelmente exige-se demasiado esforço e empenhamento aos atletas, olvidando que estes são simples seres humanos e não puras máquinas.

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