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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Faz hoje um ano!

Faz hoje precisamente um ano que senti os primeiros sintomas que mais tarde percebi que seriam de Covid. Acordei naquela sexta feira com dores no corpo, sem cheiro e sem sabor. Poucos dias depois adveio uma tosse ligeira, porém chata.

A juntar a todos estes sintomas uma febre que chegou a atingir 39 graus. Convicto de que a minha postura quanto a esta doença fora sempre defensiva e cautelosa jamais pensei que tivesse sido infectado. Mesmo com medicação, certo foi que a febre teimou muitas vezes em não descer. E quando descia era de forma quase repentina.

Na semana seguinte acabei por ser auscultado pelo médica cá de casa que diagnosticou uma pneumonia. Vai então de tomar antibiótico que só ao terceiro dia iniciou a fazer efeito.

As melhorias passaram a ser evidentes e perto do final do mês de Janeiro já me encontrava em forma. Todavia a 29 do mesmo mês telefona-me o meu filho mais velho a comunicar que estavam todos positivos à covid, incluindo a minha neta de 1 ano.

Telefonámos logo para a Saúde 24, que emitiu logo pedidos de teste PCR. No dia seguinte era sábado, mas ainda assim encontrei uma empresa que fez testes a todos nós sem que saíssemos do carro. Fomos 4 os testados sendo que um deu negativo naturalmente devido à vacina tomada antes, dois deram positivo e o meu... inconclusivo!

Já em meados de Fevereiro voltei a fazer teste PCR. E desta vez fui brindado com um teste positivo, isto é, mês e meio após os meus primeiros sintomas. Voltei entretanto a repetir o teste e desta vez já com sinal negativo.

Considero este meu caso um tanto bizarro tendo em conta relatos de outros infectados aqui ao meu redor.

Entretanto segunda feira irei ser brindado com a segunda dose de vacina que equivale é terceira dose para quem nunca foi infectado, certo?

Hospitais: públicos versus privados

Já deu para perceber que a saúde é já o maior negócio em Portugal. Nem imagino qual o verdadeiro valor envolvido em todo o negócio da saúde em Portugal.

Ontem fui a um hospital privado com a minha mulher para fazer um RX previamente marcado ao que se seguiria a consulta do ortopedista, O primeirpo estava marcado para as 17 e às 17 e 30 a consulta devida.

O certo é que o médico esperou que eu chegasse da sala de exames de RX com a minha mulher porque estive cerca de 20 minutos para dar estrada e outro tanto para fazer o simples exame.

Entretanto enquanto aguardava para dar entrada para o exame no guiché, percebi que um homem tirara as senhas para todos sos serviços tentanto despachar-se. A verdade é que a minha mulher acabou por dar entrada e fazer o exame enquanto o cavalheiro saltitava esbaforido por entre as pesssoas aparentando um olhar deveras zangado. E com razáo... já que um hospital privado deveria ter serviços mais céleres, para além de já ter os melhores técnicos de saúde.

Entretanto hoje desloquei-me a um hospital público e assisti a algo bem parecido ao que relatei acima. Mas aqui há sempre a desculpa de ser público o que equivale quase sempre a intermináveis filas e consequentes demoras, peranyte as quais aceitamos como algo normal.

Então por qual optar se tivermos hipóteses e carteira para tal, público ou privado? A resposta não será fácil... Mas pelo meu lado ainda assim vou optando pelo privado,

Até ver!

Perder peso...

sem fazer grande dieta!

Hoje tive de fazer mais um furo no meu cinto que deveria segurar as calças. É que desde Outubro já perdi alguns quilos e ainda não os consegui encontrar...

Na verdade nunca fui grande apologista daquelas dietas meio parvas e imbecis, com quantidades de alimentos, horas das refeições e um número para estas.

Deste lado apenas deixei de comer carnes vermelhas (tenho, ao que parece, um problema oposto aos anémicos e do qual já aqui havia referido!) e evitei beber bebidas álcoolicas (no meu caso não bebo uma gota etílica desde Outubro). O resultado está à vista e já me abandonaram muitos quilos que nem as caminhadas antigas de muitos quilómetros retiravam.

Provavelmente e num futuro mais ou menos próximo terei de comprar roupa de números inferiores ou então buscar nalgum roupeiro vestes com muitos anos... quando era jovem e magro. O problema é que, provavelmente, estarão fora de moda.

Entretanto talvez seja melhor ir fazendo furos no cinto!

E agora?

No início de Julho escrevi este postal onde decidi entregar-me nas mãos de diversos médicos a fim de perceber como estaria a minha saúde.

Comocei por Otorrino, depois oftalmologia, ortopedia, urologia e finalmente Gastro.

Muitos exames, muitas análises, muito dinheiro gasto até que hoje a médica de Gastro me comunica que durante os próximos dois meses não poderei comer carnes vermelhas (vaca e porco) nem beber qualquer espécie de álcool. Nada, "nothing", "rien du tout", "nichts".

Se as carnes vermelhas podem facilmente ser substituídas por peru, frango, coelho ou borrego, já aquele copito à refeição será insubstituível.

Daí a pergunta deste texto:

E agora como posso comer as belas sardinhas sem um branquinho?

E agora como posso comer um belo caril de galinha sem um tinto?

E agora como posso comer castanhas sem uma jeropiga saborosa?

E agora como posso brindar num qualquer aniversário sem um conhaque francês?

Pois é... e agora?

Há dias assim!

Não obstante a minha serotonina estar sempre em alta, hoje não há nada que me valha. Nem comprimidos nem mezinhas populares...

A minha neta endossou cá para o "je" a sua constipação que a afectou a semana passada. Assim desde ontem que tenho uma torneira na cara em vez de um nariz, a minha voz nem para cantar fado vadio e o corpo está a pedir aconchego em Vale de Lençóis.

Há dias assim... chatos!

Mas amanhã será mais um para ser vivido. Constipado ou não!

Ler os sinais!

O título deste postal poderá sugerir algo diferente daquilo que pretendo. Cabe-me assim desfiar a minha ideia para que não existam dúvidas.

Quando tomamos consciência real do nosso corpo fisico. a primeira coisa que começamos a conhecer é a forma como aquele reage, por exemplo, a alguns alimentos ingeridos. Depois há o calor estival, o frio invernoso, a Primavera a semear alergias e cada um reage de forma assaz diferente.

Conforme envelhecemos, melhor vamos conhecendo a nossa estrutura óssea que carrega os orgãos e a carne com a qual conseguimos andar. É no instante seguinte em que o nosso corpo envia o primeiro sinal para o exterior que devemos acordar para outra realidade e perceber o que aquele nos pretende dizer. Ou melhor... avisar.

Por isso nunca devemos menosprezar uma dor, um vómito, uma tontura ou uma simples má-disposição. Todos estes sintomas podem ser meras reacções momentâneas ou os primeiros avisos de que algo em nós não está bem.

Saber ler estes sinais pode ser a diferença entre a descoberta de algo a tempo de ser tratado ou o adiamento para algo irreversível.

Há quem não ligue a estes avisos e depois quando tudo se transforma para o pior, acabam por assumir:

- Faz tempo que não me sentia bem!

O pior é que na maioria dos casos poderá ser tarde demais! 

Que tal pensarmos nisto!

Num ápice tudo muda!

A vida é uma enorme professora que constantemente nos dá inúmeras lições. Na verdade não temos nada como garantido a não ser o nosso passado e um dia a negra!

Tudo o resto não passará de vontades e desejos.

Há que reconhecer que de um momento para o outro tudo tudo pode mudar. O que agora parecia firme passa a frágil e este a firme. A pandemia tem sido, para todos, um enorme exemplo disto.

Hoje um familiar muito próximo sentiu-se mal e teve de ser internado de urgência. Não se sabe o que teve, talvez durante a noite se saiba alguma coisa.

Ainda antes de tudo acontecer almoçámos, conversámos e rimos juntos. Aliás como diariamente o fazemos!

Porém de um momento para o outro tudo mudou. Para pior...

Como escrevi no início... a vida é uma enorme professora! Mas há quem julgue que está acima dela.

Tontos!

Desconfi(n)ado?

O governo e o Infarmed e mais um número de doutas personagens acordaram que a partir de hoje seria o momento ideal para iniciar o desconfinamento. Faseado é certo, mas o sentido é paulatinamente regressarmos a uma vida mais livre.

Porém durante a semana Pascal regressaremos ao confinamento, para a partir do dia 5 de Abril voltarmos a desconfinar. Isto é assim uma espécie de avanços e recuos e para os quais não encontro justificação. Quiçá entre quinta-feira santa e domingo de Páscoa pudesse haver alguma ou total limitação de deslocações.

Porém acho que seria muito mais precavido iniciar-se o desconfinamento somente depois do dia 5 de Abril. Entretanto nos próximos dois meses teremos mais comemorações políticas (o 25 de Abril e 1º de Maio) ficando a dúvida se o Governo irá autorizar manifestações e comícios (como aconteceu ainda há poucos dias no centenário do PCP).

Tenho cada vez mais a ideia de que António Costa, mesmo sem geringonça assumida, deixou-se chantagear pelos partidos à sua esquerda de forma a perpetuar-se em S. Bento.

Entretanto gostaria de perceber quanto irá custar ao nosso país esta postura governativa, não só em termos económicos, mas acima de tudo em termos sociais e de saúde pública.

É que uma 4ª vaga já ameaça!

Politiquices... minhas!

É nestas alturas que me congratulo por nunca ter optado por uma vida política. Claramente que nestes tempos deve ser muito difícil ser-se governante. Nem acho que seja somente pela dificuldade das decisões, que as há, mas essencialmente pela postura que vamos assistindo por estes dias.

O governo do PS tenta gerir este problema que lhe caiu nas mãos sem esperar, da forma mais branda possível. Foge dos dramas e tragédias, assume compromissos para o futuro com todos que lhe batem à porta, arranja, supostamente, solução para as mais recentes dificuldades.

Tudo isto de maneira simples e fácil como se fossemos um país riquíssimo. O dinheiro há-de aparecer...

Entretanto oiço a ministra da Saúde falar e parece que está tudo bem, que vivemos num qualquer paraíso. O ministro das Finanças debate-se com uma dura discussão de um Orçamento para 2021 com uma aparente calma e descontração. O PM, esse então, vai dando a cara, mas mostrando uma preocupação relativa.

Mas o povo gosta desta postura governativa, consente-a e aceita-a.

Talvez por tudo isto, é que avanço com a ideia inicial deste texto, de que se alguma vez tivesse sido governante só o seria um par de horas, já que jamais aceitaria mentir a quem me elegeu.

Li há muito tempo que os políticos não mentem, podem é dizer algumas inverdades.

Usando então a expressão de uma ex-Presidente da AR… os políticos lusos inconseguiram esse desiderato!

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