Soube há poucco que o senhor Presidente da República Professor Marcelo Rebelo de Spusa teve de recorrer aos serviços de um Hospital público, devido a uma indisposição.
Algo que poderia acontecer a qualquer um de nós, certo?
Então deixem-me colocar as seguintes questões:
- que pulseira deram ao doente Marcelo Rebelo de Sousa e quantos horas esperou na urgência?
Segunda questão que trago aqui deriva de ter escutado há muitos anos um comentador televisivo chamado Marcelo Reberlo de Sousa onde publicamente assumiu concordar em pagar mais caros os serviços médicos que lhe fossem prestados, já que auferia um vencimento acima da média. Posto isto:
- quanto irá pagar o doente Marcelo Rebelo de Sousa pelos serviços que lhe estarão a ser prestados?
Finalmente desejo ao Senhor Presidente uma rápida recuperação e as melhoras.
Não sei qual a verba inscrita para a Saúde nos diferentes Orçamentos do Estado, mas acredito que, a par da Educação, seja o maior sorvedouro do erário público. No entanto compreende-se e aceita-se!
Se assim imagino que seja porquê desta crise nos diversos hospitais do país e Centros de Saúde? Eu próprio não tenho médico de família, mas sinceramente nem necessito já que usufruo de outro sub-sistema de saúde e não me sentiria bem exigir um médico de família quando haverá por aí quem necessite mais que eu!
O problema que ora vivemos não começou com este governo, nem com o anterior já que a razão principal da falta de médicos prende-se com os baixos rendimentos auferidos pelos profissionais de saúde enquanto empregados do Estado.
A proliferação de hospitais privados veio abrir esta ferida já que foram recrutar ao público o pessoal especializado que necessitavam. Pagando muito melhor e provavelmente oferecendo melhores condições de trabalho.
Assim se foram esvaziando os nossos hospitais…
Na realidade tenho a certeza não é construindo mais unidades hospitalares que se resolve o problema, por exemplo, das enormes listas de espera nas Urgências.
Para quê ter um hospital do outro lado da nossa rua se não há médicos, enfermeiros e auxiliares para lá colocar?
O estado da nossa Saúde necessita obviamente de ser melhorado, mas não há um médico nem uma pílula que cure este mal.
Mas pode haver diálogo entre todas as partes. Todas, todas, todas.
Muito se critica o nosso Serviço Nacional de Saúde. Creio que a maioria das pessoas o fazem com a maior propriedade, mas ainda assim a minha experiência destes Serviços, nomeadamente com o meu idoso pai como doente, vai no sentido inverso.
Há cerca de ano e meio um problema com uma infecção levou o meu pai ao Hospital de Torres Novas onde foi tratado com todo o profissionalismo e competência conforme aqui em devido tempo reportei.
Hoje voltou ao Hospital de Santarém para que lhe fosse colocado um "pacemaker" tendo em conta a sua instabilidade cardíaca (provavelmente ainda resquícios das vitórias leoninas?). Deu entrada de manhã, para às 16 horas já estar no quarto bem disposto envolto em muitos equipamentos electrónicos.
Pelo que me contou foi bem tratado, deram-lhe comer à boca e estavam sempre atentos. Enquanto lá estive hoje teve diversas visitas médicas.
Até aqui tudo parece (quase) normal. Porém será bom não olvidar que o meu pai tem 92 anos, mesmo que de cabeça tenha apenas sessenta. O curioso é que um destes dias em conversa com alguém médico e conhecedor de outras realidades, especialmente de países europeus, confidenciou-me que se o meu pai vivesse, por exemplo, em Inglaterra já não seria tratado com hemodiálise e nem deste novel problema cardíaco.
Coincidentemente faz hoje um ano que o meu velhinho pai principiou a sua relação complicada com a terapia da hemodiálise.
Quando em 5 de Outubro de 2015 o actual Presidente da República apresentou a sua candidatura a Belém logo percebi que teríamos Presidente por muito tempo.
Nessa altura perguntei a um antigo colega de trabalho que o conhecia bem (não interessa de onde!) qual a sua opinião sobre o Professor Marcelo. Ao que me respondeu que, o na altura candidato, não era a pessoa que julgávamos ser.
Mais... esse meu colega assumiu votar nessas eleições em Maria de Belém porque a considerava uma mulher muito séria e competente. Acresce dizer que este meu colega nunca foi de esquerda nem daquela que se diz democrática!
Decorridos os anos fomos percebendo que o “Presidente dos afectos usou provavelmente da sua posição para beneficiar o caso das gémeas brasileiras ora lusas cidadãs.
Diz o povo que "à mulher de César não basta ser séria tem de parecer séria".
Também o ainda Presidente da República deveria ter parecido mais sério do que aparenta ser.
Não sou dado a previsões, tal como não leio aqueles pedaços de mentiras que são as inidicações astrológicas.
Porém arrisco dizer que mais tarde ou mais cedo poderemos vir a ter um novo Papa português, depois de no século XIII termos o Papa João XXI, também conhecido como Pedro Hispano que foi outrossim médico.
Infelizmente é mais o tempo que o Santo Padre está doente que tem saúde. A idade não perdoa e os seus 88 anos são prova disso.
Pelo que li hoje o Papa Francisco está novamente internado com uma bronquite. Diria que aparentemente não sendo grave, certo é que naquela idade avançada tudo se torna mais complicado.
Entretanto o madeirense D. José Tolentino de Mendonça tem vindo a substituir em muitas ocasiões o próprio Papa Francisco.
Pode não significar rigorosamente nada numa futura eleição, até porque como se diz no Vaticano é o Espirito Santo que designa o sucessor de S. Pedro, mas parece-me haver demasiadas evidências.
Assim queira Deus, pois Portugal também já merece ter um Papa nesta época tão moderna e infelizmente tão áspera!
Diz um amigo meu que é médico que as pessoas vivem actualmente muito mais tempo que antigamente devido a três factores: as vacinas, os antibióticos e as estatinas.
Ora se vivemos mais anos, logo arriscamo-nos a ter outras doenças que antigamente não existiam. Os cancros, as hipertensões, os AVC's (sem as estatinas para evitar) e finalmente as demências.
Se para as três primeiras já há bons tratamentos, diria que para o definhamento neurológico a coisa parece estar ainda muito atrasada. Pode-se tentar minimizar os sintomas, mas quando ela dá os primeiros sinais temos de nos ir preparando para a doença caminhar com pujança.
Durante muitos anos assisti ao lento definhar da minha sogra. Os primeiros actos em que se percebeu de que algo não estava bem terá sido aos setenta e muitos anos. Para logo se ir evidenciando a descida quase vertiginosa para um estado quase vegetativo.
Agora começo a ver os mesmos sisntomas na minha mãe e num familiar mais novo que terá perto de 79 anos. Recorro à técnica que usava com a minha sogra no sentido de ninguém perceber que se repete amiúde ou se esquece do que disse um minuto antes. Sofrerão menos, digo eu!
Os anos também pesam em cima das minhas costas. E se nenhuma doença é boa, diria que a demência nas suas diferentes variantes (Alzheimer, arterioesclerose, etc.) será das piores e por isso espero e desejo que nunca seja atingido por esse maléfico síndrome.
Porque não deve haver coisa pior que alguém a determinada altura olvidar não só o presente, o passado mas essencialmente a sua própria existência.
São as guerras às portas da Europa e no Médio Oriente, a queda do regime da Síria. as bravatas curdas, o prende/não prende o Presidente sul-coreano, a queda do governo em França e mais não sei quantos acontecimentos que ficamos a olhar para esta bola azul e pensamos que não tarda nada um maluco qualquer inventa mais lenha para arder neste fogo já demasiado vivo.
Dito isto e perante algumas fotos que vou vendo, já que as televisões são, geralmente, pouco isentas percebo quase meio Mundo destruído por bravatas inúteis (já se sabe que as guerras são todas desnecessárias, a não ser para os negociantes de armas):
Posto isto, olho para o nosso país e posso assumir que quase vivemos no paraíso. Não aquele prometido por algumas religiões e muito menos aquela aldeia perto do S. Pedro do Sul, mas factualmente somos um povo privilegiado. Podemos ir de lés a lés nno nosso país sem qualquer problema. Saimos de casa e vamos à pastelaria lanchar ou a um supermercado fazer compras. Tudo pacífico.
Deslocamo-nos de uma terra para a outra sem qualquer receio que rebente uma mina à nossa passagem. Ou caia um obús à nossa frente. Vivemos muuuuuuuuuuuuuuuuito longe desta realidade que é a de muita gente em muitos lugares.
Não vivemos no Céu, mas o Paraíso deverá ser quase assim!
Sinto-me doente, mas realmente nem sei se estou realmente enfermo. Tenho uma tosse há muitos dias, chata, complicada que quase me obriga a ir ao "Gregório". Diversos médicos, diversas especialidades, mas com nenhumk deles consegui, até agora, melhorar.
A tosse vem do fundo dos pulmões com demasiada especturação e com ataques fortes. Mas vou aguentando estoicamente.
Ontem vim para a minha casa, acendi o lume e aqui estive. Hoje levantei-me tardíssimo, há muuuuuuuuitos anos que não me levantava depois das nove, mas a verdade é que me sentia bem naquela povoação chamada Vale de Lençóis.
Após o pequeno almoço e já de lareira acesa sentei-me a receber aquele calor e de portátil no colo vou passando pela minha escrita, visitando outros espaços, pagando contas...
Hoje não tenho mais nada para fazer a não ser aquecer o almoço e repousar.
Como sempre a época de Natal foi muito pesada e com a minha saúde debilitada, nada melhor que um dia inteirinho de verdadeiro repouso.
Estou ou melhor estamos a dois dias de mudar a folhar geral do calendário. No entanto não sou nada apologista que esta simples alteração tenha alguma influência nos acontecimentos futuros.
Neste momento sinto-me em déficit. De saúde e anímico que se traduzem em anormais consequências psicológicas e que se resumem na pouca paciência para os outros e até para mim mesmo e num sentimento de assaz amorfo com muitíssima pouca vontade de trabalhar (leia-se escrever!).
Desde o início do mês que ando adoentado, Uma ida a Coimbra deixou marcas profundas no meu corpo que desde esse malfadado dia 4 de Dezembro a tosse que por lá angariei ainda não desapareceu. As caixas de comprimidos sucedem-se mas com pouco sucesso terapêutico. Ainda assim foram umas fumigações de eucalipto que melhor trataram esta tosse.
O Natal foi muito sereno no que diz a excessos alimentares. Havia muita comida à mesa, mas o sacrista do apetite não estava por cá e comi muito pouco e bebi ainda menos. Ainda assim comi algo que me fez tão mal que ando há quatro dias com uma estúpida dor de gota que me apanha o pé direito.
Pareço um pobre deficiente.
Aproxima-se o ano de 2025 e invariavelmente só peço para o próximo ano poder chegar vivo ao ano seguinte!
E os meus caros leitores o que pediram para o proximo ano?