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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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White Lines – a nova série da Netflix

Estreou-se no passado dia 15 de Maio a nova série da Netflix denominada “White Lines”.

A espectativa era enorme nos dias de antecederam a estreia, já que esta série tinha como autor Alex Pina, o mesmo que criou “A Casa de Papel” com o estrondoso sucesso que se lhe reconhece e ajudou a escrever Vis a Vis.

A história é aparentemente simples: no meio de um deserto surge um corpo em elevado estado de decomposição. Identificado a vítima, que havia desaparecido há vinte anos de Ibiza, origina que a irmã vá para aquela ilha do Mediterrâneo no intuito de perceber o que teria realmente acontecido ao irmão.

Dez episódios de 55 minutos cada com paixão, emoção, trama, sexo, violência, drogas. Todavia nem por sombras estes episódios se aproximam do ritmo e da excelência da “Casa de Papel”.

Outra curiosidade com esta série foi a participação de três actores lusos. Nuno Lopes como Boxer, Paulo Pires no papel de George e Rafael Morais como Boxer com menos 20 anos.

E é nesta participação que incide todo o (nosso) interesse, já que Nuno Lopes sai desta “faena castelhana” em ombros.

Não sendo um papel difícil, o actor português empenhou-se ainda assim em dar um cunho muito pessoal originando um incremento qualitativo de série.

Outro ponto positivo prende-se com a boa fotografia, se bem que parte das filmagens tenham ocorrido maioritariamente na ilha de Menorca e não em Ibiza, segundo apurei.

Referência positiva também para a actriz britânica Laura Haddock na figura de Zoe Walker, a irmã do desaparecido Axel (Tom Rhys Harries).

Pontos negativos associo-os ao pouco esclarecimento de como o corpo aparece a centenas de quilómetros do local onde foi morto e a razão ou razões para essa movimentação (poderia ter sido bem explorado esta situação que daria pelo menos mais um ou outro episódio) e à forma quase apressada como os últimos episódios decorreram.

Resumindo: não sendo uma série frenética e alucinante como a Casa de Papel onde tudo foi pensado ao mais ínfimo pormenor, ou violenta como Vis a Vis, White Lines tem ingredientes suficientes para se tornar mais um sucesso da Netflix.

Linha branca para o sucesso!

Como já referi num outro postal aderi neste confinamento à plataforma Netflix onde vi, para além de bons filmes, uma quantidade de boas séries, donde se destaca obviamente a Casa de Papel.

No entanto há outras séries muito interessantes como são “Bodyguard”, “Unortodox” ou “Toy Boy”.

Entretanto ontem estreou-se “White Lines” do mesmo criador da Casa de Papel. Esta série tem a curiosidade de constar no seu elenco duas participações especiais: Nuno Lopes interpretando a personagem Boxer e Paulo Pires como George.

Vi ontem apenas dois dos dez episódios da primeira e até agora única temporada e sinceramente gostei.

A trama parece bem montada e os actores portugueses estão muito bem integrados o que prova que em Portugal poder-se-ia fazer algo semelhante desde que houvesse investimento e vontade.

“White lines” é para já um projecto que tem todos os ingredientes para ser mais um grande sucesso da Netflix.

Uma série pouco séria!

Entre teletrabalho, leituras e escrita acabei também, neste confinamento, por “alimentar-me” de algumas séries emitidas pela Netflix.

Depois de todas as temporadas da Casa de Papel, do Grand Hotel e dos Tempos de Guerra passei para Tempos entre Costuras.

Esta última, não obstante ser de 2013, teve alguma graça até o ponto em que o centro da acção passou curiosamente para Lisboa. E aqui caríssimo leitor foi o descalabro.

Não pela trama em si, mas essencialmente pela enorme incorrecção e falta de rigor dos locais ulissiponenses. A título de exemplo direi que a Avenida da Liberdade parecia uma rua bem secundária em vez da artéria que faz dela uma das mais largas de toda a Europa.

Depois as lojas surgiam no cimo da queiroziana Calçada de S. Francisco, quando à época grande parte dos bons estabelecimentos situar-se-iam quase no lado contrário da Baixa Pombalina. Até a celebérrima “Brasileira” do Chiado surge em lugar diferente do que ainda hoje se encontra.

Não me cabe criticar a produção e realização da série, mas unicamente constatar estes simples factos.

Creio que nenhum catalão gostaria que se misturasse no mesmo local a Sagrada Família com o Arco do Triunfo, ou o Parc Guel com a Praça da Catalunha… ou algo semelhante. E falo de Barcelona e não de Madrid porque conheço bem a cidade condal!

Enfim uma série televisiva que não prima pela seriedade e que seria bem mais interessante se tivesse mais rigor.

Ouro em série!

Desde que terminou a nona temporada da série 24 que deixei de seguir qualquer conjunto de enlatados americanos. Ao mesmo tempo que deixei de seguir a televisão.

Um filme aqui, outro ali, quase sempre clássicos, mas séries nunca mais!

Nunca mais? Mentira!

Há umas semanas alguém deixou a televisão acesa na minha sala. Todavia quando a fui desligar apercebi-me de um episódio diferente. Primeiro porque era em francês, o que nas nossas televisões não é frequente. Depois reparei na referência ao Canal Plus. Picou-me a curiosidade e deixei-me ficar.

Não me arrependi!

Guyane é uma excelente série onde a estória dos garimpeiros clandestinos se mistura com crimes, prostituição e negócios muito obscuros.

Acabou ontem a primeira temporada e para a semana iniciar-se-á a segunda.

Não é costume vir aqui falar de televisão. Porém esta série que foi traduzida para português como “Ouro” merece um olhar atento. Chamo, no entanto, a atenção para alguma linguagem mais vernácula, especialmente quando os intérpretes são brasileiros.

A não perder! Mesmo!

guyane.jpg

 

Previsões falhadas?

Quando jovem li muita ficção científica. Era uma daquelas áreas de leitura que não gostava de perder.

Nos anos 70 correu uma febre sobre a existência de ovnis. Depois havia (e creio que ainda persiste) o mistério do Triângulo das Bermudas. Ao mesmo tempo falavamos das gigantescas estátuas da ilha da Páscoa. Enfim um ror de estranhos acontecimentos que eu e mais alguns amigos, devidamente organizados, discutíamos longas tardes sem chegar a nenhuma conclusão. Ora a juntar a isto tudo nada melhor que os tais livros de ficção científica. Resultado: a minha cabeça vivia no século 1000.

Lembrei-me disto porque ao fazer uma pesquisa na internet encontrei um actor que fez as minhas delícias... Era o comandante John Konig da Estação Espacial Alfa. Falo obviamente da mítica série Espaço 1999. Depois dela nunca mais a ficção científica foi a mesma .. especialmente em televisão.

Mas o que acho realmente curioso é a forma como naquele tempo se perspectivava a evoução da ciência e obviamente do Mundo.

É certo que a comunidade científica evoluiu bastante mas não o suficiente para chegarmos ao nível daqueles episódios. E já nem falo de Star Wars no cinema ou de outra série não menos mítica e que se chamou Star Trek, também ela no pequeno écran.

Onde talvez o Mundo surja um pouco á frente destes episódios será porventura nas comunicações móveis e respectivos equipamentos. Uma previsão à época, impossível de obter!

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