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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Previsões para o fim de semana!

Não, não são previsões metereológicas para os próximos dias quase sempre de descanso. Para alguns, claro!

Por este lado o Sábado principiará bem de madrugada com viagem até à aldeia onde uma equipa se prepara para apanhar... batatas. Uma manhã ao sol, vergados sobre a terra castanha, apanhando o que este ano a Natureza nos pretendeu brindar.

Depois carrinha carregada, almoço, regresso à capital, descarregar a carrinha e partir para a Margem Sul. Ah, mas antes de pôr a caminho para atravessar a Ponte sobre o Tejo ainda terei de ir até ao lar onde vive a minha demente sogra pois haverá um pequeno arraial dos santos populares. Coisas que não me alegram mas temos de fazer!

Por tudo isto e como não sei a que horas chegarei à Aroeira, provavelmente ficará para Domingo a limpeza anual das venezianas e janelas.

Portanto as previsões para este fim de semana surgem como fantásticas, não acham?

(A quatro quilómetros da praia e,,, nem vê-la!)

A gente lê-se por aí!

Um bilhete até ao Paraíso!

Hoje tinha entendido escrever sobre algo mui diferente do que segue, mas como não sou dono da vida de ninguém e muito menos da minha, eis que recebi a triste notícia do falecimento de um amigo de infância.

Alguém com quem partilhei muito. Acima de tudo saudades dos nossos pais que andaram ambos no mar.

Era mais novo que eu um ano. O pai falecera há três meses deixando a mãe viúva. Agora desaparece ele, assim de um momento para o outro. Parece que tinha problemas de diabetes e com a morte do pai tudo nele ficou descompensado.

Fui esta noite buscar um velho album de fotografias, muitas delas ainda a preto e branco, nos meus/nossos tempos de escola primária, para encontrar lá uma foto, entre muitas, que traduz a nossa amizade, mas que me escuso em aqui reproduzir!

A vida fez cada um de nós abraçar diferentes projectos e obviamente a afastar-nos, mas ainda assim nunca deixámos de ser amigos. 

Ainda em choque nem sei o que pensar. Estou como que anestesiado ou sei lá, isto pode ser apenas um sonho mau. Mas infelizmente para ele, para a mãe, para a mulher, para os filhos e netos é uma realidade pungente e para a qual nunca ninguem está verdadeiramente preparado.

Regressando às memórias, nos seus tempos de menino e moço aprendeu a tocar viola e fazia-o com competência. Tocámos, cantámos tantas vezes juntos e mais uma ranchada de bons amigos. Aquele miradouro do forte de Almada que o diga! Testemunha evidente!

Finalmente companheiro deixo-te com uma música que adoravas e para a qual até adoptamos uma letra. Desejo apenas que o bilhete que tiraste te leve definitivamente até ao Paraíso!

Descansa em Paz!

 

 

Duas estórias, uma realidade!

Hoje a meio da manhã a minha neta que andava a cirandar pelo jardim chama-me num tom de voz estranho:

- Avõ, avõ vem cá depressa!

Não fui qu'isto dos miúdos andarem sempre a chamar por nós por qualquer coisa menos vulgar tem de acabar. Entrou na cozinha onde eu ultimava o almoço e puxa por mim, enquanto dizia:

- Encontrei um ninho...

Entrei na brincadeira:

- A sério?

- Sim... outro!

'Pera aí! Outro? Segui a miúda!

- Olha ali - e apontou-me para uma enorme cameleira.

Coloquei-me sob o arbustro e na verdade lá estava o ninho, mais pequeno que este, mas ainda assim com "gente" dentro (leia-se ovos... ainda!).

A cachopa andou todo o dia esfusiante, mas a determinada altura expliquei-lhe que os animais desejavam mais sossego que visualizações. Algo que ela compreendeu!

Esta pequena crónica matinal fez-me lembrar um caso muito recente na minha aldeia e que se passou com a minha mãe. Reza assim o episódio:

A aldeia é um ponto de passagem quase obrigatória para os peregrinos que se dirigem para Fátima com origem na zona de Lisboa e arredores. Muitos sobem a serra por um trilho ingrato mas com uma paisagem bonita, outros preferem contornar a serra. Mais quilómetros mas menos desnivelado.

Durante muitos anos a minha mãe foi quase a única cuidadora da igreja. Daí ainda muita gente quando passa na aldeia vai bater-lhe à porta pedindo acesso à velha capela. Hoje já se escusa amiúde, mas de vez em quando lá faz o jeito de escancarar as portas do templo. Naquele fim de tarde surgiu-lhe um jovem que se identificou como sendo peregrino e a solicitar se a minha mãe poderia abrir a capela.

Respondeu que sim, mas teria de ser rápido pois tinha de dar de comer às galinhas e o sol estava quase a esconder-se. Entusiasmado o jovem questionou se via algum inconveniente em ele ver as galinhas. A minha mãe respondeu que não e levou-o às capoeiras onde o rapazito ficou, ao que parece, encantado. Depois:

- Posso lever uma delas?

- Para que queres uma galinha?

- É só para mostrar aos miúdos peregrinos.

- Hoje não que já é tarde, mas amanhã podes aparecer e levar uma delas.

O miúdo feliz levou a chave da capela para ainda antes da noite a entregar. A verdade é que no dia seguinte bem cedo o rapaz lá estava à porta de casa da minha mãe em busca da ave que levou... para mostrar aos miúdos. Passado uma hora veio devolvê-la e agradeceu!

Ora tudo isto leva-me a pensar na maneira como muiutas crianças são, não só educadas, como instruídas. A minha neta tem quatro anos, já viu galinhas, coelhos, patos, borregos, cabritos e demais animais. Não teme as lagartixas e aranhas que por aqui convivem e lida bem com todo o tipo de bichos que encontra. Agora deu conta que as aves nascem nos ninhos. Uma aprendizagem empírica que só lhe fará bem para o resto da vida!

Ao invés as crianças de e da cidade só conhecem alguns animais de os verem no pequeno ecran. Talvez por isso tenham menos consciência animal... e um escusado e bizarro receio da Natureza.

Deixai as crianças...sê-lo!

Aos seis anos de idade fui brindado pela vida com uma míopia galopante. Ora naquele tempo raras eram as pessoas que usavam óculos. Tendo eu a necessidade impreterível de usar óculos, logo ganhei uma série de cognomes, vulgo alcunhas.

Portanto desde "vidrinhos", "caixa de óculos" ou "pitosga" chamaram-me de tudo. Como não tinha irmão ou irmã que me defendesse assim fui crescendo na vida escolar. Mais tarde ganharia outros epítetos, todavia menos ligados à minha deficiência.

Adiante.

Aos trinta anos já casado e com filhos decidi apostar em lentes de contacto. O resultado foi bom, porém continuei a necessitar de óculos, especialmente os ditos de sol, devido à fotogenia criada pelas lentes de contacto.

Tudo isto para dizer o quê? Têm razão... vou porsseguir.

Esta tarde saí de casa com a minha neta para dar uma volra. Iamos todos contentes quando reparo numa mãe que se preparava para entrar num prédio. Carregava ao colo uma criança de meses e mais uma imensidão de sacos. Normal nas mães de hoje. No entanto o que me espantou foi que a criança já trazia uns óculos postos de lentes escuras.

Sinceramente considerei aquela espécie de protése na criança um anormal exagero. As crianças são simplesmente crianças e não modelos de beleza para uma qualquer marca que pretende vender beleza.

Calculo que muitas mães não concordem comigo, mas isso não me impede de avisar que muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito mais cedo que os pregenitores imaginam, os filhos estão crescidos e donos da suas próprias vontades!

E agora fazem-no cada vez mais novos!

Uma questão de... mau cheiro!

Sempre pensei que com o Covid as pessoas ficassem mais cuidadosas com a limpeza. Das mãos, dos objectos, da comida etc. etc. etc. 

O asseio pessoal foi sempre algo que valorizei. Mas há quem não pense assim ou no mínimo se sinta assim.Eu explico.

Hoje fui fazer um exame que constava em saber em que medida a minha rinite alérgica (coisa que até há uns meses, nem sabia que tinha!!!) influencia a respiração e consequentemente a minha pobre audição.

A rinitometria era às nove da manhã e dez minutos antes já lá estava. À hora certa chamaram-ne a um gabinete onde fui recebido por uma técnica especializada na área. Não imagino (também não perguntei) se era médica, enfermeira ou uma técnica especializada naquele tipo de exame. Era ainda jovem, mas um tanto forte. De forma competente e assertiva explicou-me o que iria fazer e como decorreria o exame, que não sendo doloroso, poderia tornar-se... aborrecido. Aceitei as explicaçõe e lá fui para uma espécie de cabine telefónica das antigas.

Quando a técnica se aproximou para me explicar com mais detalhe o que teria de fazer, veio ao meu sensível nariz o perfume nauseabundo de um sovaquinho. Aguentei! Mas custou apreciar aquele aroma. Ainda pensei que fosse impressão minha, mas de cada vez que a senhora se aproximava... lá vinha o pivete.

Provavelmente a senhora nem nota que cheira mal. Mas não haverá ninguém no serviço capaz de a chamar à atenção? No fundo fiquei sem saber se aquilo seria falta de higiene, pura e dura, ou somente alguém que já se habituou de tal maneira ao seu odor que nem percebe como incomoda os outros?

Na minha vida conheci diversas pessoas com este problema. Umas era mesmo falta de higiene, outras até tomavam banho, mas por alguma razão ficavam logo com um odor pestilento a suor. Todavia nenhum dos que conheci trabalhava com público, nem eram agentes da saúde... como é a senhora que me atendeu hoje!

 

Crónica de uma longa noite

Desde algumas semanas que se previa a vitória do Sporting no campeonato maior do nosso futebol. Então desde que ocorreu o empate no estádio do Dragão, há aproximadamente uma semana, a previsão quase passou a ser uma certeza. Faltava apenas saber qual seria o dia.

Neste fim de semana desportivo o Sporting cumpriu a sua parte perante um Portimonense aflito com uma vitória por três a zero, conforme eu e mais 49556 almas testemunhámos no estádio.

Faltavam, após esta vitória leonina, somente dois preciosos pontos para a equipa de Alvalade se sagrar campeã. Para isso bastaria que o perseguidor "apenas" não ganhasse o seu jogo, que à partida se antevia complicado. E foi... De tal forma que às 22 e 30 minutos quando o jogo terminou em Famalicão, uma onda verde irrompeu no país inteiro.

Por aqui já havia comunicado à família que se o Sporting fosse campeão iria até ao Marquês. Mas passaria primeiro por Alvalade para seguir atrás do autocarros dos campeões. A pé... obviamente.

Partimos três de casa e quando chegamos ao estádio a festa estava já instalada.

 

Muitos adeptos de todas as idades e géneros, vestidos a rigor e a entoar cânticos bem conhecidos de todos os sportinguistas. Foram quase duas horas de espera. Tochas, muitas tochas, potes de fumo, bombas que rebentavam de propósito sob o viaduto criando um barulho ensurdecedor. Já para não falar dos diversos e pequenos fogos de artifício.

Era quase impossível filmar alguma coisa tal era o fumo que cobria a zona.

A determinada altura as pessoas agitaram-se para logo percebermos que o autocarro estava a aparecer com os atletas. Ali estavam eles, jogadores, treinadores e dirigentes... os enormas obreiros desta vitória.

 

Foi entáo neste preciso momento (o ficheiro diz que era meia noite e quinze) que se iniciou a minha longa noite.

Durante muitos minutos ainda tive a companhia do meu filho e do meu sobrinho. Porém e tendo em conta que hoje seria dia de trabalho para eles acabaram por regressar a casa onde chegaram à uma da manhã... Ainda assim melhor que eu, mas já lá vamos.

As ruas e avenidas ao redor do estádio de Alvalade eram um mar de gente de verde vestida, que seguiam simplesmente atrás do autocarro, aos cânticos e debitando slogans já sobejamente conhecidos. Eu incluído.

Já sozinho apressei o passo para me chegar mais perto do autocarro dos "Campeões". De vez em quando parava-se mas era mais por causa dos fumos e bombas, já que não havia trãnsito. A estrada e passeios, entretanto, atapetavam-se de lixo, muito lixo.

Depois os adeptos... tantos, tantos de camisolas ou t-shirts vestidas com muitos nomes. Uns dos próprios, mas a maioria com nomes dos atletas. Os de agora como Gyokeres, Pedro Gonçalves ou Coates e alguns antigos como foram Palhinha, Porro, Ronaldo e até Figo.

Quando cheguei ao Saldanha estava perto do autocarro e foi aí que assisti a um belo lançamento de fogo de artifício.

 

Mas foi também nesta zona que dei conta de algumas pessoas já caídas no chão e tal era a bebedeira, que nem queriam ser socorridas. Acabei por continuar a minha marcha até ao Marquês onde cheguei já muito tarde e só depois de ter sido devidamente revistado pela polícia.

O Marquês era agora um mar completamente verde.

20240506_015120 (2).jpg

Até os edífícios perto se solidarizaram.

20240506_014124.jpg 

Ninguém conseguia caminhar. Estava-se preso no meio de uma multidão em extase e que não paráva de gritar e cantar. E não interessava se eram homens, mulheres, jovens ou velhos... Naquele instante eram todos, todos, todos um só: o 12º jogador, que tanto ajudou a equipa.

Olhei o relógio e as três da madrugada aproximavam-se. Senti que era hora de regressar a casa. Porém havia um pequeno detalhe que eu contara: não havia transportes para casa. Assim decidi seguir para casa a pé. Poderia ser que a caminho apanhasse um táxi. Poderia... se tivesse aparecido.

Doze quilómetros calcorreados a pé para chegar a casa bem de madrugada e muito, muito cansado. Não sou filho da Madrugada como cantou o Zeca, mas simplesmente um adepto tonto como tantos milhares que encontrei a noite passada!

Crónica na cidade triste!

Sentado à mesa onde antigamente foi uma das melhores pastelarias da Baixa Pombalina, agora substituída por uma daquelas casas de poucos produtos, mas muitos estrangeirismos, bebo um café quase frio.

São oito e meia da manhã. Noutros tempos o movimento por aqui seria enorme. Hoje aquilo que foi o coração da capital é um "pacemaker" sem graça nem força.

As livrarias foram substituídas por lojas desinteressantes. Os cafés fecharam quase todos e os poucos que ainda resistem mudaram de filosofia.

Os bancos que por aqui acolhiam milhares de empregados foram substituídos por hotéis, vulgares entrepostos de um Mundo sem rumo.

As lojas de pronto a vestir deram lugar a espaços atafulhados de lembranças de uma cidade que na realidade já não existe.

Os restaurantes da minha boa memória são agora casa de comidas sem gosto nem qualidade.

Mas a Baixa vai, todavia, sobrevivendo.

Triste, demasiado triste para uma capital.

Aprender com os mais novos!

Como automobilista prefiro andar mais um ou mais quilómetros para fugir aos centros urbanos que atravessar uma cidade em pleno dia. Tudo por causa das passadeiras de peões que, como todos sabem, são para mim horríveis.

É verdade que este meu despeito advém de um acontecimento (leia-se atropelamento) que eu causei numa passadeira vai para mais de uma dezena de anos. Um momento que marcou a minha vida para sempre, não obstante o peão ter ficado bem (esteve uns dias em observação no hospital de Santa Maria, mas saiu sem mazelas).

Todavia há algumas que não posso evitar, como por exemplo ao fim da minha rua onde há uma passadeira sempre com muita gente a passar.

Ora um destes dias parei nessa zebra rodoviária para permitir que uma mãe a atravessasse em segurança, levando uma criança pela mão. Enquanto percorriam os três a quatro metros da rodovia, o menino olhou para mim e fez-me adeus sorrindo, num agradecimento que me envergonhou, já que não o costumo fazer quando sou peão.

Fiquei a matutar naquele gesto tão genuíno e tão puro e concluí que mesmo com esta idade ainda tenho muito para aprender! Mesmo que seja cidadania!

Crónica de uma manhã louca!

Esta madrugada levantei-me cedo. Eram sete da manhã. Para rapidamente me esbardalhar escada abaixo batendo com ambos os braços e as costas nas escadas graníticas.

Temi o pior. As dores assolaram-me como uma praga. Com esforço levantei-me do chão, tentei recuperar algum fôlego, mas decidi ir ao hospital da CUF em Lisboa ali quase a beira-rio.

Entrei na urgência já passava das onze da manhã. Fui à triagem onde me atribuiram uma braçadeira amarela (devia ser para fazer pandam com o meu casaco verde).

Sou por fim chamado a uma médica que avaliando as minhas maleitas prescreveu uma série de exames. Fiz assim rx aos braços, ecografia aos rins, tac à lombar.

Às duas e pouco da tarde estava despachado pela médica com a indicação de gelo nos braços e coisas quentes na lombar. Fui pagar. Até tremi quando a menina se preparou para dizer quanto era: 122 euros! Obviamente já com a comparticipação dos meus serviços médicos.

Agora imagine-se que ia para o hospital público! Não pagaria nada é certo, mas ainda agora lá estaria à espera que me mandassem fazer exames... Se mandassem!

Sou dos muitos portugueses sem médico de família, mas também nunca o solicitei. Por isso recorro sempre aos serviços médicos privados. Por enquanto posso pagar, ao mesmo tempo que não estou a ser mais um no serviço de urgência público.

Agora quanto às dores... é aquela costumada medicação: aguentocaína!

Mistééééério!

A semana passada comprei via sítio da internet de uma livraria, dois livros para serem entregues em casa. Já não é a primeira vez que compro livros assim e tudo tem corrido de forma fantástica, mesmo quando não têm o livro em stock. Neste caso assumem que irá demorara mais tempo... Mas chegam sempre!

Na segundo feira recebo uma mensagem no meu telemõvel a dizer: "A sua encomenda irá ser entregue. Comunique ao entregador o pin XXXX".

Habituado a estas mensagens aguardei que me entregassem a encomenda. Só que minutos mais tarde recebo outra mensagem: "A sua encomenda foi entregue".

Ora como não tinha recebido nada perguntei aos de casa se havia chegado alguma coisa. Resposta igual de todos: nada!

Quando tive um bocadinho fui ao meu mail e procurei as indicações da empresa entregadora e conseguindo chegar ao sítio devido havia diversas opções, sendo que uma dela ser era a minha e que dizia simplesmente: Encomenda não foi entregue.

E aguardei.

No dia seguinte tentei enviar mail para a livraria mas o enderço não era o devido e vai daí procurei outras formas de avisar a Livraria, todavia sem sucesso. Voltei à indicação da distribuidora e consegui ver que havia um nosso associado e que supostamente recebera a encomenda que me fora endereçada.

Só que hoje logo de manhã recebo nova mensagem a dizer: "Lamentamos mas a sua encomenda não foi possível entregar". Para minutos depois receber outra igual à primeira de todas. Eram 11 horas da manhá quando um entregador me fez chegar os livros.

Confirmei que era para mim e fechei este processo.

Porém o que terá, realmente, acontecido à minha encomenda?

Mistééééério!

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