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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

A menina e o mar!

Hoje fui a primeira vez com a minha neta à praia. Previ que seria um momento especial, mas jamais calculei que o acontecimento tivesse tamanho impacto. Nela e em nós.

É sobejamente conhecido na família o gosto que a miúda tem por água. Seja no banho, seja a regar o jardim e mais recentemente numa pequena e infantil piscina de plástico, a verdade é que a cachopa não despercida tempo no contacto com o precioso líquido.

Posto isto o mar seria a próxima aventura e provação.

Chegámos relativamente cedo à praia até porque o tempo não estava muito convidativo. Pelas nove horas começou a querer abrir e lá fomos os três de trouxa a tiracolo invadir o areal vazio.

Cremes pretectores com fartura, toalha estendida, brinquedos ao redor, mas a miúda não pareceu ainda assim muito interessada na areia que a rodeava. Arriscámos um momento náutico e levámo-la até à beira do mar.

A alegria do contacto com a água foi indescritível. Se não fosse o nosso controlo a infanta cá de casa entraria no mar, provavelmente só parando nas Caraíbas...

Foi de tal maneira insistente a vontade de ficar de molho que admirou alguns veraneantes que por ali estavam. Qual água fria qual carapuça, quais ondas da Nazaré, qual malagueiro profundo... A miúda nada temeu.

E não fosse sentirmos que já estava demasiado fria, sinto que por vontade dela ainda agora lá estaria!

A menina e o mar vão ter uma belíssima relação no futuro.

Última semana de férias!

Entrei oficialmente na última semana de férias que, por aquilo que prevejo, de férias será muito pouco já que amanhã receberei o meu filho mais velho acompanhado obviamente da esposa e da minha neta.

Portanto esta semana será uma verdadeira mistura explosiva já que a mais pequena do clã adora água. O que equivalerá, se for à praia com ela, a muito mais cuidados no areal e à beira-mar. E a levar mais tralha...

Vai ser com toda a certeza um reviver de outros tempos, quando ia para a praia com os meus dois filhos e quantas vezes com os meus dois sobrinhos.

A vida é uma enorme roda... Hoje estamos num determinado lugar para passados uns anos voltamos quase ao mesmo sitio. Mas ainda bem... é sinal que estamos vivos e que aquela continua inexoravelmente.

Mesmo que haja quem considere que nada na vida se repete! Como estão enganados!

Domingo de praia... ou talvez não!

Na época balnear a zona de praias que frequento enche-se de gente até mais não. Especialmente ao fim de semana.

Desde muito cedo o movimento cresce exponencialmente e por vezes a meio da manhã há praias já repletas.

A semana passada iniciou com um tempo enfarruscado que afastou muitos veraneantes dos areais. Todavia eu continuei a ir à praia acabando por se tornarem dias simplesmente fantásticos.

Curiosamente hoje pensei que as enchentes regressariam este Domingo e, deste modo, tentei chegar cedo ao areal. Assim que saí de casa apercebi-me do pouco trânsito que atribuí à hora. No entanto nem era assim tão cedo... pois já passava das nove e meia da manhã.

Cheguei ao parque de estacionamento sem filas, sem esperas e com imensos lugares para estacionar. Percebi que por cima do mar surgia uma neblina cinza e que deve ter assustado os veraneantes, deixando-os em casa.

O que deu para avaliar que a praia, hoje, não tinha nem metade da sua lotação não obstante o mar estar fantástico, o sol quente sem ser exagerado e o vento quase nem se sentia. Entretanto as nuvens haviam-se dissipado.

Será que é prenúncio do fim de férias? Ou as pessoas já se cansaram da praia?

Seja lá o que for, a verdade é que foi um Domingo de praia perfeito!

Que belo dia de praia!

Hoje de manhã apercebi-me que o dia estava triste, cinzento, impróprio de um dia de Verão!

Não soprava uma aragem, todavia o termómetro do carro marcava às 9 da manhã...  somente 18 graus.

Fui às compras para o almoço e não só: pão, sardinhas, carapaus, fiambre e azeitonas. Regresso a casa quando inicia a cair um pó de chuva suave, porém aborrecido.

Andou-se a empatar tempo em casa na esperança que este tempo plúmbeo amainasse. Sem resultado...

Mesmo assim decidimos ir à praia, mais que não fosse valeria pela caminhada que faríamos. Era meio dia e meia hora quando aterrámos no areal. Depois o tal palmilhar de quilómetros entre praias à beira mar. O mar parecia brando não obstante as bandeiras vermelhas.

Uma hora e dezoito minutos depois o que equivaleu a 6,42 quilómetros regressámos às toalhas que depois de estendidas ainda originaram uns bons minutos de sossego, leituras e uma soneca breve.

Ainda por cima ao meu redor... quase ninguém.

Resultado: um belíssimo dia de praia... mesmo que cinzento!

Aprender coisas simples... com as crianças!

São 13 e 30 de um dia de férias e de calor.

É a hora de regressar a casa para o almoço que já está feito, basta aquecer!

Pego no saco, chapéu, sandálias e bolsa onde dorme o telemóvel, chave do carro e carteira e ponho-me a caminho para a saída. Máscara colocada entro no passadiço de madeira em busca de um lugar onde possa sacudir a areia antes de me calçar.

Um gesto simples, comum e sem nada de mais. Encontro um banco de madeira, sento-me e vou aliviando-me da areia.

Estou nestes preparos quando passa por mim uma menina de 4/5 anos:

- Olá - cumprimenta ela sem me conhecer.

Espantado de início respondo logo:

- Olá!

A mãe passa por mim, ri mesmo por detrás das máscara, quiça também espantada com o cumprimento. Já estou no fim da minha actividade, recupero as coisas e sigo a jovem mãe a quem digo:

- Mais educada que a maioria dos adultos.

Ultrapasso-as e devolvo à menina:

- Bom almoço!

A mãe responde:

- Obrigada!

A menina acompanha a mãe:

- Obrigada.

Encaminho-me para o carro com o pensamento neste breve diálogo e concluo como as crianças têm tanto para nos ensinar!

Praia: a liberdade aqui tão perto!

Noto este ano maior afluência às praias. Não é uma critica a ninguém, unicamente a constatação de um facto.

Nos outros anos algumas praias enchiam-se, mas algumas continuavam quase vazias. Neste Verão encontro quase todas as praias repletas.

Enquanto fazia a minha costumada caminhada matinal pelo extenso areal dei por mim a tentar perceber as razões de tanta gente... Só que a resposta estava ali à minha frente e aos olhos de toda a gente.

Na realidade toda a polulação enquanto estiver fora do areal temá que usar máscaras, tem de manter o distanciamento social e deixar-se de beijos e abraços. Porém junto à beira-mar todas estas regras superiormente emanadas deixam de fazer qualquer sentido ou melhor ninguém as respeita.

Assim consigo andar quilómetros sem ver ninguém de máscara colocada (há quem as utilize no braço - faz sempre jeito - ou debaixo do queixo - lugar também muito próprio para a dita!!!), constato grupos de pessoas todas muito juntas em alegre confraternização e assim como aqueles beijos e braços entre amigos que ocasionalmente se encontraram na praia, atletas a jogarem qualquer coisa parecido com futebol, pares a arremessarem bolas uns aos outros, escolas de surf em profusão com muitos alunos... Sobram por fim as esplanadas alargadas a ocuparem indevidamente grande parte do areal!

Por tudo isto entendo a fuga das pessoas para a orla marítima: é a pura liberdade ao dispor de todos.

Atrasado, muito atrasado este ano!

Fui hoje pela primeira vez este ano, à praia. Um grande atraso em relação a anos anteriores (cheguei a ir em Março e Abril), mas justificadamente desculpado já que a minha vida não tem sido muito fácil, tendo em conta diversas obras a que submeti a minha casa.

Nada de muito complicado, mas o suficiente para ter que estar longe a aguardar conclusão dos trabalhos.

Regressei assim este fim de semana à minha casa que não sendo enorme, ainda assim dá muito trabalho a limpar e a arrumar. Porém não deixei de ir hoje fazer a minha estreia balnear.

Fui cedo, algo que em mim não é comum, mas contando que o dia iria estar quente calculei (e bem!!!) que a praia se encheria num ápice.

Deu para perceber que quase ninguém andava com máscara (eu incluído), mas percebi também sérios cuidados nos afastamentos.

A água fria como sempre, mas serena e quase apetecível não fosse a hora tão madrugadora. Após uma caminhada de uma hora deitei-me na areia e deixei que o Sol me inundasse de vitamina D.

D de dormir!

Bom domingo!

O tempo passa tão depressa!

Cada vez tenho mais consciência que o tempo corre a uma velocidade quase supersónica. Ainda mal começou o ano e já estamos no Verão com férias à porta.

Ora bem... um destes dias a minha nora perguntou-me se ainda tinha ferramentas para as crianças brincarem na praia: pás, baldes, ancinhos, formas.

Após uma breve busca eis que retiro dos arrumos um saco de plástico recheado de ferramentas de plástico. Mas antes de as entregar à minha neta lavei-as e limpei-as.

brinquedos_praia.jpg

O mais engraçado é que me lembro perfeitamente dos meus filhos se divertirem com estes brinquedos.

Parece que foi ontem e já passaram uma trintena de anos!

Férias 2021: onde ir?

O ano passado fiz três viagens turísticas: ao Porto ainda antes da pandemia, a três ilhas dos Açores (Santa Maria, Graciosa e S. Miguel) e ao Alentejo profundo, estas últimas em pleno Verão.

Todavia este ano as coisas estão muito diferentes. Primeiro porque há uma criança que felizmente me inibe a liberdade. Mas nada que me preocupe... É bom sinal.

Depois a confiança nesta vacinação roça o vermelho o que me impede de fazer outras viagens. Entretanto tenho um "voucher" de estadia, num grupo hoteleiro conhecido que me foi oferecido. Desta vez irei, se arranjar vaga, para Trás-os-Montes. Gostaria de conhecer Vila Real, Mirandela, Vila Flor para além de Quintanilha, Rio de Onor e outras aldeias transmontanas.

Desconfio que o futuro não venha a ser simpático para as minhas próximas férias.

Restar-me-á se assim for a casa perto da praia!

O melhor da praia!

Desde que casei e passei a ter filhos dediquei sempre no Verão, uns dias à praia.

Hoje com os filhos criados (e trabalhos dobrados?), acabamos por ser apenas dois a usufruir de umas visitas diárias à beira-mar.

Na praia sinto-me bem... Muito bem mesmo. E vai daí lembrei-me de perguntar a mim mesmo o que mais gosto da praia?

A resposta é porventura difícil de exprimir pois são tantas as coisas boas que recebo...

Para já e em primeiro lugar... o mar! Esse mundo aquático tenebroso e manso, revolto e calmo, inimigo e amigo que tanto nos dá belo pescado como nos retira a vida num ápice. Sempre que me aproximo da praia, mesmo indo de carro, tenho a oportunidade de olhar o oceano anilado e perceber como está.

Depois outra sensação boa, vivo-a já na praia onde sinto os pés livres a enterrarem-se na areia branca. Segue-se as longas caminhadas à beira-mar, onde gasto cerca de hora e meia.

Os banhos são quiçá a altura menos do dia. Mas depende essencialmente da temperatura da água... Em Santa Maria nos Açores, por exemplo, estive quase sempre de "molho"...

Ainda há aquele sono saboroso ao sol (eu sei, seu sei que não devia!!!) e que  me envolve como um véu ténue. Por fim aquela leitura lenta, muito lenta mesmo e que me faz saborear o livro como se fosse um rico acepipe.

Resumindo na praia... sinto!

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