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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Corrido da praia!

Todos os dias pelo trânsito em direcção às praias calculo, sem grande erro, como estarão de pessoas.

Ora hoje é Domingo e não estando aquela temperatura de há uns dias, ainda assim o dia prometia calor.

A verdade é que às nove e meia da manhã o trânsito era diminuto no sentido da prsia.

Já no areal e depois do meu costumado estaminé estar montado, desta vez até com um tapa-vento, é que constatei e senti na pele as milhares de razões da praia estar vazia: o vento que se fazia sentir era tanto que rapidamente percebino porquê de tão pouca gente na praia.

Uma hora depois era literalmente corrido da praia, tal era o vendaval.

Há dias assim...

Manhã de praia!

Cheguei à praia as nove e meia da manhã!

Este ano tenho notado uma anormal afluência à Praia da Rainha. Calculo que se prenda com as dificuldades que as pessoas têm tido em cumprir com os seus compromissos financeiros, o que leva a terem de abdicar daquelas férias no Algarve e escolherem umas das praias da Caparica.

Certo é que se juntarmos o calor quase tórrido dos últimos dias dá uma mistura explosiva e que termina na praia hipercheia ainda muuuuuuuuuuuuito antes do meio-dia.

Chapéu, saco das toalhas, cadeira e mais uma parafrenália de brinquedos para a miúda é a minha sina... todos os dias! Depois descarrego tudo na areia, mais ou menos longe das pessoas e monto este estaminé. Por fim é aquela parte dos protectores solares na pele não vá o Sol pregar das suas... como se ele estiveesse preocupado com isso!

A minha neta quer logo ir à água e portanto lá vamos nós a reboque da cachopa. Quando finalmente regresso à toalha e ao meu chapéu... ups... onde está ele. Finalmente lá o encontro rodeado de outros tantos irmãos.

Quase num ápice a praia encheu. E o pior é que os veraneantes adoram ficar quase uns em cima dos outros (não aprenderam nada como COVID!), deixando pouco espaço para estender umas reles toalhas.

Associado a esta quase invasão temos gente de todas idades, sexos, tamanhos e gorduras. Muitos com uma linguagem pouco feliz, com conversas da treta, música aos berros e para piorar... naqueles três metros de areal que sobra... "bora jogar à bola"!

A fauna humana que encontro actualmente nesta praia é assaz diferente dos anos anteriores... Tão diferente que quase me sinto tentado a escolher outro local.

Temo, no entanto, que o panorama seja semelhante nas praias vizinhas.
Pelas onze e meia costumo regressar a casa. Mas o movimento de entrada continua a superar o espaço do areal...  Um destes dias rebenta!

O que vale é que a maré, nesta semana, está a descer!

Arrefecimento global!

Pois é... enquanto vamos lendo que o planeta tem sido sujeito a um aquecimento global, essencialmente devido à libertação de gazes poluidores, por aqui vou assumindo que esse aquecimento ainda não terá chegado.

Especialmente na água do mar!

Estou mais ou menos de férias e tenho ido todos os dias à praia. A verdade é que a água do mar continua límpida, quase cristalina, mas estupidamente gelada. Tão fria que nem consigo tomar um banho a sério na água do mar.

É que o choque de temperatura é tão grande que tenho algum e fundado receio que o meu coração entre em parafuso e se desligue. Se para muitos seria uma alegria, ainda não estou nesse patamar e tendo em conta o que ainda tenho em conta fazer... não me apetece ir embora já!

Depois de ter conhecido diversas praias portuguesas continuo a preferir esta da Costa, que se inicia na Trafaria e termina bem perto do Cabo Espichel.

Obviamente que esta preferência não será pelo seu arrefecimento global!

A xico-espertice pode sair cara!

Não imagino o que será irmos, em tempo de férias até à praia e depois ficarmos apeados... por mau estacionamento!

Escrevi que não imagino porque tenho por hábito arrumar sempre bem o carro e nos sítios devidos. É a pagar, mas não me importo. Antes pagar diariamente dois euros que apanhar o susto de ficar com o carro bloqueado ou rebocado.

Trago este assunto porque no passado Domingo reparei numa série de veículos estacionados à beira da estrada ultrapassando a linha amarela de proibição, já para não falar do sinal vertical indicativo da inibição de parar e estacionar. De volta de alguns deles estava já a autoridade a ajudar o reboque a levá-los dali para fora. Estão a imaginar a cara dos veraneantes quando não encontraram o seu carro, não estão?

Esta situação das multas e reboques nesta zona balnear é recente! Mas durante aaaaaaaaaaaaaaaaaaaanos aquilo era um "ver-se-te-avias" de carros estacionados causando inúmeras vezes graves transtornos na normal circulação do trânsito!

Já nessa altura estavam lá os sinais e linhas contínuas que o tempo foi desgastando. Mas tenho a certeza que em consciência quem ali parava sabia que estava a fazer algo incorrecto.

Só que este ano tudo mudou. Os avisos são muitos, as linhas contínuas deixaram de ser brancas e passaram a amarelas, mas o condutor xico-esperto considera que nada daquilo é para si! Porque normalmente a xico-espertice vive e convive bem à margem da lei.

Vi diversos carros a serem rebocados no Domingo, mas hoje estranhamente (ou talvez não) já lá estavam outros! Como saí cedo da praia não sei o que lhes terá acontecido, mas estas poderão ser umas férias inesquecíveis para muitos destes condutores armados em xicos-espertos!

Pelos piores motivos!

Hoje na praia!

Constatei que a população portuguesa está cada vez mais obesa. Antigamente havia gente magra, gorda e obesa! Actualmente os magros não existem (nem nas crianças) para só surgirem gordos, muitos gordos e obesos.

Parece que temos um problema na alimentação. Ou isto ainda será cosnsequências do confinamento "covídeo"? Não sei dizer...

Mas o curioso é que há cada vez mais gente a fazer longas caminhadas na praia.

A nossa população entrou naquela fase "amaricana" de ganhar peso e no sentido inverso a perder inteligência! Depois as lojas de comida rápida, os petiscos e as comidas estranhas. Tudo acompanhado de muito álcool e daquele bem destilado.

Sempre que chego cedo à praia (não foi o caso de hoje) é frequente encontrar à beira bar os restos das noites bem bebidas.

Faz-se tanta campanha por minudências quando estes casos de obesidade social grassam pela nossa população em geral!

Quanto a mim, que também tenho peso a mais, estou numa fase de perder algum. Sem ginásticas nem remédios milagrosos, somente pela boca!

A gente lê-se por aí!

Primeiro dia de praia!

O meu primeiro dia de prais foi no sábado passado. Que até teve direito ao filmezito da ordem.

Pouca gente, se bem que por aqui a época balnear já tenha iniciado pois vi as praias por onde passei já devidamente apretechadas de banheiros salva-vidas, bandeiras indicadoras de acesso ao mar e até polícia marítima.

Porém o vento matutino não deixava grande vontade de ficar na arei. Assim nada melhor que uma caminhada à beira-mar. A água estava normal para esta altura do ano, diria mesmo que menos fria que os outros anos.

O meu regresso a este encontro é sempre feito com emoção. Gosto do mar. Adorava ter sido marinheiro. Mas a vida deu-me outro fado.

Portanto há que cantá-lo até ir daqui embora.

A gente lê-se por aí!

 

Belo dia de praia... com netos!

Aproxima-se o fim das minhas férias... mas ainda assim aproveito o que posso da praia.

Hoje cheguei ao areal pouco passava das nove da manhã. Bulia uma brisa branda, mas fresca.

Assentei arraiais e montei o estaminé. Relembro que esta semana tive sempre a boa companhia da minha neta, o que requereu uma logística diferente daquela em que só vão dois gatos pingados.

Finalmente e ainda antes de ir à água sentei-me na toalha e dei por mim a olhar em meu redor, especificamente para as pessoas que como eu estavam àquela hora na praia. E constatei duas realidades: a primeira é que a maioria eram pessoas com idades semelhantes à minha ou até mais velhas, a segunda é que quase todas vinham acompanhadas dos respectivos netos.

Foi curiosa esta assumpção dos avós assumiram a responsabilidade de levarem os descendentes mais novos, enquanto os pais destes estarão, provavelmente, a trabalhar.

Como li uma vez escrito por uma criança: os avós são pais com tempo!

"Touché!"

Agradáveis constatações!

Iniciei neste espaço uma demanda em 2012, tudo por causa do lixo que encontrava na praia especialmente à beira-mar!

Em 2013 repeti a graça de falar no assunto.

Voltei a escrever em 2015, em 2016 e o último postal em 2018.

A partir daquele último ano deixei de escrever porque percebi que ninguém ligava ao assunto ou se ligavam nada faziam.

Pois bem, neste ano balnear e nas praias que vou frequentando o lixo é muito menos que noutros anos. Das duas uma: ou houve alguma campanha de recolha de lixo ou então deve ter havido intervenção da edilidade.

Seja como for a verdade é que encontrei muitos menos sacos e plástico assim como garrafas e outro lixo.

Congratulo-me com isso!

Falta agora os fumadores não usarem a areia como cinzeiro!

Desobediência... normal!

Estou de férias! E férias sem praia não são as ditas!

Assim todos os dias lá vou eu de trouxa às costas em busca de umas horas dedicadas a receber vitamina D, ao mesmo tempo que vou congelando os pés, tal é temperatura da água.

Entretanto a praia que frequento tem sempre a bandeira amarela, enquanto as suas vizinhas ostentam com orgulho, sempre a bandeira verde.

Creio que tudo se deverá com aquele sítio específico, onde as correntes fortes e alguns inesperados fundões poderão originar fins pouco simpáticos para não dizer trágicos.

Daí haver diversas tabuletas a indicar o perigo daquelas águas, especialmente quando a maré está vazia. E os limites dos locais.

Os nadadores salvadores andam sempre de olho no mar, não vá algum banhista afoitar-se nas águas traiçoeiras. Mas o que mais me espanta é que alguns banhistas entrem mesmo no mar nas zonas perigosas, sem ler o que está escrito nos avisos e não respeitem os chamamentos dos nadadores-salvadores para regressarem a terra.

Ainda esta semana vi dois casos. E o pior é que um dos casos era um jovem, o outro um adulto. Em ambos fizeram "ouvidos de mercador", como soe dizer-se, e continuaram a banhos.

A primeirra pergunta ocorreu-me em relação ao jovem e que foi esta: onde estariam os pais? No segundo caso não poderiam os nadadores-salvadores chamar as autoridades da capitania e entregar o banhista à justiça? Provavelmente com uma pesada multa e uns dias de trabalho à comunidade abririam, certamente, o espírito deste banhista obtuso.

Enfim... resumindo português que não desobedece nem é português!

As férias!

Oficialmente já estou de férias.

Férias? Como é que um reformado tem férias? Perguntar-me-ão vocês.

Ora bem... a vossa questão faz sentido, porque oficialmente só se deve falar de férias aqueles que ainda se encontram no activo. Certo? Errado... já que não é por se estar aposentado que não se direito a uns dias fora do ususal.

Na verdade este ano necessito descansar, mas serão poucos os dias para tal. A neta vai lá aparecer e se com ela, como dizia a publicidade tudo melhora, é certo que aqueles dias de ripanço serão ínfimos.

Portanto amanhã será doia ade atravessar a ponte, chegar a casa, descarregar, vestir num fôlego a indumentária de veraneante e partir para a praia tentando chegar ainda cedo.

A ver vamos.

Só um breve pormenor... não irei de férias da escrita!

 

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