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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

A seu tempo virá... uma resposta!

A Sarin puxou por mim, desafiou-me. Como não gosto de virar a cara a uma salutar bravata, nem que esta seja somente por palavras e ideias, respondi-lhe pedindo que comentasse este meu postal que publiquei em Setembro último.

Ora vai daí que aquela menina também não se nega a nada e pumbas... respondeu a preceito no seu espaço através deste longo postal que irei ler com muita calma e que será, obviamente, sujeito a uma resposta minha.

Estas trocas de galhardetes são fantásticas e não obstante termos ideias, conceitos e desejos diferentes, aprendo sempre muito com esta menina.

Mais uma vez muito obrigado, Sarin!

Sinto-me um privilegiado da escrita!

Vacinado!

Não... não é contra o viruszito chinês que estou vacinado. Até que isso aconteça ainda há que correr muito tempo.

Na verdade vacinei-me contra a política e os políticos. E a duas semanas das eleições presidenciais assumo aqui e agora que não irei votar em nenhum candidato.

Faço-o com a consciência de cidadão eleitor. Na realidade para quê votar se a vitória está garantida para o actual inquilino de Belém? Mais... para quê colocar-me a jeito a ser infectado, numa qualquer mesa de voto? Nahhh... nesta não me apanham!

Todavia o pior mesmo são os candidatos a concurso. São fracos, tristonhos e tendem a baixar o nível das suas propostas. Confesso que tentei ver à posteriori alguns debates entre candidatos, mas aquilo foi de tal pobreza franciscana que rapidamente percebi que, retirando o actual Presidente, todos estão a fazer figura de corpo presente, já que estão condenados ao fracasso.

Termino com uma preocupação vista à distância que é tentar perceber quem daqui a cinco anos estará na corrida por Belém já que o actual e próximo Presidente já não poderá ir a votos.

Ana Gomes: uma candidata sem papas na língua!

Hoje vi a entrevista que a candidata Ana Gomes deu à RTP1. Em tempos critiquei aqui a sua quixoteca vontade de chegar a Belém. Todavia achei que a entrevista lhe correu bem, ressalvando, quiçá, a questão Ru Pinto, da qual o entrevistador tentou não abrir mão.

Ana Gomes é obviamente uma mulher com mais...(ditos cujos!) que muitos homens. Não tem medo de nada e assume as suas posições sem rodeios. Gosto de gente assim!

Em meia hora, pouco foi o tempo para falar de assuntos deveras importantes, mas escutei o seu apoio à eutanásia, sem medos ou rodeios. Falou da TAP e da necessidade desta empresa ficar activa, por ser estratégica, mas com algum empobrecimento, falou da nossa lenta justiça e perante o caso da vacina da gripeque veio de França a explicação dada, convenceu-me.

Só que aos 27 minutos de entrevista o jornalista espalhou-se, quando tentou saber o que faria a candidata se ficasse atrás do candidato do Chega? Ana Gomes deu uma baile ao entrevistador não respondendo á questão pois que, para ela, era "peditório para o qual não daria".

"Touché" senhora candidata!

O que todos já sabíamos!

Expliquem-me devagarinho que é para eu perceber, de que forma é que a recandidatura de Marcelo é um assunto?

Sinceramente toda a gente já sabia que o Professor se recandidataria a Belém. Assim sendo sinto que isto é um não tema... Da mesma maneira que é ccerta a vitória deste candidato no próximo sufrágio. Ou alguém tem dúvidas? Quiça alguns adversários mais... ingénuos!

No entanto vou estar mais atento ao próximo magistério de MRS. Até aqui o Professor de Direito, e retirando algumas honrosas excepções, avalizou pelo seu punho, quase todas as acções deste governo socialista. Porém como este será o último mandato, Marcelo não tem nada a perder. E assim creio que irá muitas mais vezes pôr o dedo no nariz de Costa e vetar muitos diplomas. Vai opinar mais, tentando denegrir a imagem de AC.

Portanto prepare-se o actual governo para um futuro quiçá controverso e fragilmente assente num acordo com Belém, que nunca existiu. Foi assim com Eanes, Soares, Sampaio, enquanto Presidentes. E não foi com Cavaco devido à tal de geringonça.

Espero sinceramente estar enganado, porque o que menos se precisa, neste país, num futuro a médio ou longo prazo é de uma nova crise política.

PCP – De Loures nada de novo!

Desde há uns tempos que se começaram a perfilar os próximos candidatos à Presidência da República. Para além de Marisa Matias do BE, do André Ventura do Chega e obviamente a sempre truculenta Ana Gomes, temos o João Ferreira do PCP.

O pouco que escutei do discurso deste novel candidato no Congresso comunista deste fim de semana, não varia daquilo que tem sido dito pelo Partido Comunista noutras ocasiões. Variam as pessoas, mas a dialéctica continua a mesma.

Esta minha ideia conduz-me então a uma simples questão: para que quer o PCP ir a votos com um candidato que sabe que jamais ganhará?

Se olharmos então para os resultados das últimas eleições presidenciais temos que o candidato comunista de 2016, Edgar Silva, ficou em 5º lugar, tendo apenas mais 31 mil votos que Vitorino Silva mais conhecido pelo Tino de Rãs.

Dá a sensação de que o PCP prefere passar por estas vergonhas eleitorais, a ter que assumir um voto num candidato que pudesse fazer frente aos candidatos supostamente mais fortes. Que no caso presente até poderia ser Ana Gomes ou mesmo a bloquista Marisa.

É por estas que o Secretário-Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, não leva este partido para além dos 7/8 por cento, longe dos 12 que a CDU conseguiu nos finais dos anos 80.

Pelo que vi o PCP já não consegue chegar ao meio milhão de votantes, o que me parece muito pouco para alguma vez ganharem a cadeira de Belém!

Mas enfim com este último congresso acrescento que de Loures… nada de novo.

E é pena porque um PCP mais actual e liberto das ideias e ideais obsoletos que o rege, teria muito mais a ganhar que a perder! Mas eles é que (não) sabem!

Politiquices... minhas!

É nestas alturas que me congratulo por nunca ter optado por uma vida política. Claramente que nestes tempos deve ser muito difícil ser-se governante. Nem acho que seja somente pela dificuldade das decisões, que as há, mas essencialmente pela postura que vamos assistindo por estes dias.

O governo do PS tenta gerir este problema que lhe caiu nas mãos sem esperar, da forma mais branda possível. Foge dos dramas e tragédias, assume compromissos para o futuro com todos que lhe batem à porta, arranja, supostamente, solução para as mais recentes dificuldades.

Tudo isto de maneira simples e fácil como se fossemos um país riquíssimo. O dinheiro há-de aparecer...

Entretanto oiço a ministra da Saúde falar e parece que está tudo bem, que vivemos num qualquer paraíso. O ministro das Finanças debate-se com uma dura discussão de um Orçamento para 2021 com uma aparente calma e descontração. O PM, esse então, vai dando a cara, mas mostrando uma preocupação relativa.

Mas o povo gosta desta postura governativa, consente-a e aceita-a.

Talvez por tudo isto, é que avanço com a ideia inicial deste texto, de que se alguma vez tivesse sido governante só o seria um par de horas, já que jamais aceitaria mentir a quem me elegeu.

Li há muito tempo que os políticos não mentem, podem é dizer algumas inverdades.

Usando então a expressão de uma ex-Presidente da AR… os políticos lusos inconseguiram esse desiderato!

Game over Trump!

Mesmo que não seja oficial ou ainda que a justiça americana tenha de intervir, é quase um dado certo a derrota de Donald Trump nas eleições, que se realizaram na passada terça-feira.

Acrescento que, da mesma forma que Trump jamais imaginou ser Presidente dos Estados Unidos, também agora não quer aceitar a sua eventual derrota.

Como em tudo na vida há que saber ganhar e perder. O actual Presidente americano infelizmente não percebe isso e tenta por todos os meios manter-se na Casa Branca.

Se 70 milhões de americanos ainda consideram Trump alguém com capacidade de liderar um país como os Estados Unidos, a maioria entende que Donald Trump é um autêntico logro, um "twitterholic" pouco simpático, (muito) pouco polido tendo destruído muito mais do que construíu

Diria mais... Trump na sua louciura julga-se, quiçá, num daqueles jogos reais e em que ele fez somente (e mal) de Presidente dos EUA e não consegue perceber a diferença entre realidade e ficção.

Entretanto, o mundo que começa agora a suspirar de alívio com a sua saída, é muito diferente daquele quando entrou na Casa Branca.

E muito por culpa dele.

Portanto desta vez é ele que sai do jogo: Game Over Trump!

O vencedor foi…

... ups!

Previa-se, mas não se imaginava que fosse tão cedo.

A realidade é que os resultados das eleições regionais deram uma vitória eleitoral ao Partido Socialista, mas sem a saborosa, para não dizer poderosa, maioria parlamentar. O que significa que pode acontecer ao PS açoriano o mesmo que aconteceu à Aliança há uns anos: ganhar as eleições e não fazer governo. Isto é, à luz do que foi feito em 2015, pode ser criada uma geringonça, desta vez à direita, no parlamento insular, deixando o PS a ver as ondas do belo mar azul.

Da mesma forma que não concordei com a geringonça de esquerda que o PS, BE e PCP se apressaram a inventar e a impor ao país, também não concordo com uma eventual de direita nos Açores.

Todavia António Costa merece que lhe passem essa rasteira. SE o fizerem veremos se as razões para a geringonça de 2015 já não servirão para o parlamento açoriano. Não me admiraria nada…

Mas já estou habituado às piruetas e mortais que os diversos governos socialistas (e não só) vão apresentando aos portugueses. Naturalmente sempre em nome de um bem maior…

Que eu sinceramente nunca descobri qual é!

Ana Gomes: coragem não lhe falta!

Percebi hoje que a antiga deputada do PS no Parlamento Europeu, Ana Gomes, apresentou a sua candidatura à Presidência da República.

Não lhe nego a coragem e a ousadia ao tê-lo feito, mas sinceramente não entendo o intuito.

Se for para dividir o PS creio que é cedo demais, já que ainda há pouco o Partido ganhou as eleições perto da maioria absoluta e não obstante a actual pandemia e a saída, mesmo que pouco explicada, de Mário Centeno de Ministro das Finanças, António Costa mantém-se na crista da onda. Se for para marcar uma posição no panorama político associada, por exemplo, à luta contra a corrupção, já que Ana Gomes defendeu assazmente Rui Pinto, calculo que mesmo que consiga essa imagem de "justiceira" perante alguma população mais descontente, dificilmente ganhará um verdadeiro eleitorado.

Depois o actual Presidente da República sofre de uma enorme popularidade e será quase impossível de bater se se propuser a sufrágio.

Portanto e não estando a ex-deputada associada a interesses mais obscuros, não consigo vislumbrar a razão deste... chegar à frente.

Talvez o futuro político ou ela própria me elucide!

A queda de Jerónimo de Sousa!

Quando se fala da queda da cadeira de Salazar quer significar o princípio do fim de um regime político totalitário e que encerrou o país ao Mundo.

Lembrei-me hoje deste episódio, quase histórico, para fazer uma breve ponte para com o líder do PCP, Jerónimo de Sousa. Também este, com a teimosia de fazer a Festa do Avante, caiu de uma suposta cadeira… A cadeira do poder que detinha no Partido da Soeiro Pereira Gomes. Só que ainda não o sabe.

Nas últimas semanas li e escutei muita gente, na maioria afecta ao PCP, assumir publicamente o seu desacordo perante a realização daquele evento, numa altura em que os casos têm vindo a subir. Independentemente das medidas e restricções impostas pela DGS quanto ao número de pessoas presentes, a realização da Festa do Avante foi uma espécie de braço de ferro com o Governo. Tão-somente!

Por tudo isto fico com a ideia de que o PCP perderá mais algum eleitorado nesta sua demanda, mesmo que não surjam eleições importantes no horizonte mais próximo.

É por estas e muitas outras que o crescimento de grupos radicais quase sempre associados à direita seja tão evidente, enquanto a esquerda parece ter perdido o norte e o bom-senso.

Depois não se admirem com os resultados e não culpem sempre os mesmos! 

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