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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Guerra na Europa Ocidental? Ficção ou realidade?

Paira sobre a Europa Ocidental e de forma muito perigosa, uma ameaça de novo conflito armado. Para já ninguém consegue parar Putin. Nem as conversações diplomáticas, muito menos Trump ou os ucranianos.

A paz que sobreveio após a II Grande Guerra e que ainda perdura está, neste momento, presa por um fio!

Agora... o que não entendo quem ganhará com este eventual conflito armado.

A invasão da Ucrânia por parte da Rússia, se bem que não concorde, percebe-se! O regime político ucraniano tendencialmente afecto à Europa Ocidental com a ideia de pertencer à Nato e à União Europeia poderia tornar-se uma ameaça à própria soberania da Rússia.

Av+ Guerra Fria do século passado, não passou disso mesmo... um conflito mais ideológico e financeiro que armado. Porém desta vez as posições estão a extremar-se e o rearmamento de alguns países europeus é já uma realidade.

Todavia ainda vamos a tempo de tudo sanar! Basta que as pessoas se sentem em redor de uma mesa e conversem e apresentem cada um os seus argumentos.

Jamais se assinará uma paz sem cedências! Esta é uma verdade sem retorno e que todos os países deveriam perceber!

Será que querem?

A vitória única do bom senso

A vitória de Maria Corina Machado como Prémio Nobel da Paz é um gesto de grande cuidado e acrescentaria de imensa coragem por parte da Academia Norueguesa que escolhe entre os candidatos recomendados.

Obviamente que a esquerda portuguesa não irá perorar sobre a nova laureada até porque a Venezuela é um daqueles países onde a democracia pluralista não existe, tudo em nome de uma filosofia política muito estranha.

Dizem que um dos candidatos seria Donald Trump. O que eu me ri com a ideia de premiar um imbecil daquele calibre. Se tal acontecesse o prestígio desse prémio e dos respectivos premiados roçaria a linha vermelha. O mundo necessita de gente que lute com ganas pela paz, independentemente da sua opção política. Não é defendermos a paz na Palestina e a guerra na Ucrânia.

Assim sendo a Academia Norueguesa poderá ter criado um mal-estar político em Caracas. E as consequência disso pode-se reflectir no preço do petróleo.

Seja como for... saúdo entusiasticamente a vitória de Maria contra o boçal Trump.

A gente lê-se por aí!

Somos todos Palestinianos!

Estou plenamente convicto que a Palestina mais tarde ou mais cedo será um país com os mesmos direitos de todos os outros países. E não digo isto por ser de esquerda ou de direita.

Ou melhor creio que se a Palestina tivesse sido invadida pela Rússia (nesta altura do campeonato Mundial de guerras qualquer razão serviria!), provavelmente os que até agora defenderam a Palestina como um estado independente ficariam em silêncio. Mas isto sou eu a desviar-me do assunto que aqui me trouxe.

Portugal fez muito bem em reconhecer a Palestina como Estado soberano. O que Israel tem feito na faixa de Gaza e arredores deveria ser mundialmente condenado. Todos sabemos o que aconteceu aos judeus aquando da Segunda Guerra Mundial, mas em pleno século XXI tentar fazer algo semelhante por Israel parece-me algo profundamente horrível e condenável.

A Palestina merece o seu lugar, o seu espaço na história do Médio Oriente e do Mundo. Dar a mão a esta gente não é estar contra ninguém, mas apenas a favor da paz.

Uma paz que se pretende duradoura e assente em compromissos de ambos os lados e devidamente monitorizados por equipas da ONU ou outras quaisquer organizações de paz.

Hoje e pegando no estúpido atentado de há dez anos em Paris e na consequente palavra de ordem da li saída diria que actualmente "Todos somos Palestinianos!"

Um mentiroso será sempre um mentiroso

Nenhum político gosta da verdade. Seja em Portugal, China, Burkina Fasso ou Estados Unidos.

Porque a verdade acarreta consigo sempre ou quase sempre uma certa responsabilidade de insucessos. Nenhum candidato a um governo dirá que irá cortar nas pensões, mesmo que as razões para tal sejam demasiados válidas. Tal como não assumirá qualquer subida de impostos.

Ora do lado de lá do Atlântico o actual Presidente dos Estados Unidos, em plena campanha, jurou a pés juntos, logo que tomasse conta do País terminaria com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Decorrendo já alguns meses a guerra não sõ não terminou como parece estar em crescimento.

Por outro lado Israel continua a sua política invasora e destrutiva na faixa de Gaza, para recentemente entrar em conflito com o Irão, arrastando consigo para o conflito também os Estados Unidos.

Tudo somado já demos conta de como Trump continua a mentir. E jamais deixará de ser um mentiroso. Só que este tem um problema bem mais grave: acredita piamente nas suas próprias mentiras.

E não há pior mentiroso que este!

Preocupações!

Sempre pensei que quando chegasse a esta altura da minha vida, iria ter uma vida mais calma, mais repousante. Pois é... enganei-me redondamente!

Para além de andar todos os dias numa roda viva por causa dos que me são queridos como são os netos, filhos, pais começo a sentir algumas fundadas preocupações com o meu futuro e essencialmente o futuro dos mais novos.

Vivemos tempos obnóxios assentes em demasiadas incertezas. Os Estados Unidos que foram, durante muitos anos, o garante da paz na Europa tudo por causa de uma Guerra Fria que terminou sem vencedores nem vencidos, parece ter mudado de trincheira e é ora um foco de problemas tanto para o Velho Continente como para o resto do Mundo.

Entretanto a Rússia e a Ucrânia continuam numa guerra sem tréguas e sem ganhador à vista. No Médio-Oriente os conflitos mesmo esporádicos vêm-se mantendo, para gáudio (óbvio) dos fabricantes de armas e dos extremistas religiosos.

E já nem falo da Coreia do Norte sempre pronta a dar "um ar da sua graça", do problema de Taiwan e da China ou dos permanetes conflitos no coração de África.

Preocupo-me por tudo isto que os meus netos venham a herdar um sentimento de medo que eu sinceramente nunca tive em Portugal.

Tudo somado concluo que este Mundo está realmente muito diferente de há alguns anos. Para pior.

Remato com uma questão simples: como chegámos a este ponto?

A gente lê-se por aí!

Nem bons ventos, nem bons casamentos!

Estamos a poucos dias da tomada de posse de Donald Trump. E esta tomada de poder pelo mais polémico candidato que há memória nos Estados Unidos pode originar, para já, duas reacções.

A primeira prende-se com o prometido fim de guerra na Ucrânia, ideia que me surge como quase impossível, basta pensar que do outro lado existe outro louco. A segunda prende-se com uma eventual batalha comercial com a China, com consequências imprevisíveis.

Não tenho qualquer tendência a ser analista politico, mas tendo em conta a minha idade, o que já vi e vivi, ao que terei de somar o que aprendi, diria que os próximos tempos vão ser bem curiosos, acima de tudo por aquilo que se poderá ganhar ou perder com esta nova entrada de Trump na Casa Branca.

Obviamente que os olhos do Mundo estarão quase todos virados para Washington e para aquilo que sairá da cabeça e das mãos do próximo Presidente americano. 

Porém e por aquilo que já foi capaz Trump de fazer ou de não fazer, temo que os próximos tempos não nos tragam bons ventos.

E muito menos bons casamentos! 

O (nosso) Paraíso!

O mundo anda de "candeias às avessas".

São as guerras às portas da Europa e no Médio Oriente, a queda do regime da Síria. as bravatas curdas, o prende/não prende o Presidente sul-coreano, a queda do governo em França e mais não sei quantos acontecimentos que ficamos a olhar para esta bola azul e pensamos que não tarda nada um maluco qualquer inventa mais lenha para arder neste fogo já demasiado vivo.

Dito isto e perante algumas fotos que vou vendo, já que as televisões são, geralmente, pouco isentas percebo quase meio Mundo destruído por bravatas inúteis (já se sabe que as guerras são todas desnecessárias, a não ser para os negociantes de armas):

Posto isto, olho para o nosso país e posso assumir que quase vivemos no paraíso. Não aquele prometido por algumas religiões e muito menos aquela aldeia perto do S. Pedro do Sul, mas factualmente somos um povo privilegiado. Podemos ir de lés a lés nno nosso país sem qualquer problema. Saimos de casa e vamos à pastelaria lanchar ou a um supermercado fazer compras. Tudo pacífico.

Deslocamo-nos de uma terra para a outra sem qualquer receio que rebente uma mina à nossa passagem. Ou caia um obús à nossa frente. Vivemos muuuuuuuuuuuuuuuuito longe desta realidade que é a de muita gente em muitos lugares.

Não vivemos no Céu, mas o Paraíso deverá ser quase assim!

Uma fralda branca pela PAZ!

Hoje é Dia Internacional da PAZ!

Seguindo assim a ideia lançada ao Mundo por muitas entidades logo cedo coloquei na minha varanda uma fralda branca do meu neto mais novo.

fralda pela paz.JPG 

Um simbolismo duplo: a alvura que corresponde a uma trégua permanente e ser uma fralda porque neste Mundo tão guerreiro há milhões de crianças a sofrerem, sem o desejarem, com as agruras dos senhores da guerra.

Calculo que esta iniciativa não nos leve a lado nenhum e até seja motivo de troça pelos enormes defensores dos conflitos, mas ainda assim caberá a cada um de nós mostrar como nos sentimos neste Universo.

A PAZ obviamente não interessa aos donos do Mundo, já que a industria do armamento tem muita força e por isso dificilmente os políticos conseguirão reverter as situações de conflito.

Mas cuidado... muitos de nós também enchemos os nossos corações de guerras. Muuuuuuuuuuitas! Demasiadas!

E sem direito a pano branco!

Pela PAZ no Mundo!

 

Dezembro... o mês das emoções!

Hoje é o primeiro dos últimos! O primeiro dia do derradeiro mês do ano de 2023.

Mas é outrossim o mês do Natal, que deveria, repito deveria, ser uma época de alegria, de partilha e acima de tudo de... Paz!

- Paz num Mundo que não pára de se guerrear;

- Paz nos corações dos soldados da vida;

- Paz nos espíritos permanentemente rebeldes;

- Paz nos dias que vamos desfolhando em cada folha de calendário.

O Dezembro é para os católicos o mês do Advento. Um mês de um novo ano litúrgico e que nos remete para a nossa vida resumida nos passos que demos, nas palavras que (mal ou bem) proferimos, nos gestos que assumimos.

Um mês de alegria infantil com a luz, embrulhos, enfeites e mais uma panóplia de artefactos que enchem os nossos olhos.

Dezembro... o mês da consciência de que vivemos num planeta recheado de contradições e perante as quais somos totalmente impotentes para as reverter.

Finalmente não esqueçamos os desvalidos sejam eles sem-abrigo, idosos ou simplesmente gente que vive a vida no limite da incerteza.

O último mês do ano... Dezembro! Um mês de emoções... Todavia nem sempre pelos melhores motivos!

A gente lê-se por aí!

Na calada da noite

Estou na Beira Baixa! É costume vir aqui neste feriado.

Cheguei ontem já noite e a temperatura da rua rondaria os 25 graus. Como a casa não é aberta diariamente os quartos pareciam autênticos fornos o que me obrigou a ligar os aparelhos de ar condicionado.

Bom o dia hoje esteve também muito quente e após o jantar achei boa ideia ir dar um passeio pela aldeia. A noite há muito que tinha caído sobre o povo e talvez por isso considerei a aventura de um giro nocturno.

A noite estava simplesmente imaculada ao vento! A brandura da temperatura do ar convidava a fazer qualquer coisa diferente... do que estar em casa.

Saí devagar para poder saborear a noite com calma.

Esta gente que por aqui vai desfiando os seus dias é gente boa. Afável, amiga, companheira e acima de tudo fiável.

Mas o preço da desertificação nota-se já! Muitas casas à venda, a maioria quase devolutas. Os donos ou vivem no estrangeiro ou fugiram para os grandes centros urbanos deixando as heranças para resolver no futuro. Entretanto as habitações sem cuidados vão-se desboroando.

No céu mal consigo ver a Lua já que esta se encontra na sua fase minguante. Todavia as estrelas são muitas e algumas deixam-se ainda ver.

Paro no meio da rua e tento escutar.... Simplesmente!

Um silêncio quase sepulcral, cortado de vez em quando por uma cigarra ou um cão mais atento. Há nesta ausência de ruído uma estranha, mas apetecível atracção. Por esse desconhecido momento de paz.

Dou a volta à aldeia de forma pausada para regressar finalmente a casa.

Ainda a tempo de escutar o bater das horas no relógio da igreja!

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