Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Dúvidas que me assaltam...

1 – Se o MRPP é contra o Euro e a União Europeia porque concorre às eleições?

2 – Porque andam 5 senhoras lado a lado em passo lento ocupando todo um passeio, impedindo outros de andarem mais depressa?

3 – Porque encontro cada vez mais utilizadores de trotinetes a andar numa rua de um sentido único em sentido inverso?

4 – Porque há tanta gente a criticar o Joe Berardo quando tentam, a todo o custo e sempre que possível, fugir aos impostos?

5 – Será que o PAN também defende os ratos do Convento de Mafra?

6 – Se há quem acredite que a Terra é plana onde são os quatro cantos do Mundo de que tanto se fala?

Espera adiada?

Já por aqui escrevi que não somos o que temos, mas mais o que fazemos. Sei que esta máxima (ainda) tem pouco impacto na maioria da sociedade portuguesa muito mais preocupada em ver para além do que tenho.

Avancemos…

A empresa onde trabalho alugou alguns pisos de uma garagem perto de um dos seus maiores edifícios. Cada empregado declara até duas viaturas, se as tiver, e recebe um cartão magnético e outro identificativo onde consta o número de empregado. Até aqui tudo normal.

Só que a minha segunda viatura é uma carrinha de caixa aberta que uso quando vou para as aldeias. Por vezes levo-a até à tal garagem e quando saio vou directo à auto estrada. À entrada há uma cancela onde no pilar está uma ranhura para inserir o cartão. A cancela deverá abrir naturalmente e descendo a rampa escolho o lugar.

Há outrossim uma espécie de guarda que controla as entradas e saídas.

Uma qualquer sexta feira, carreguei bem cedo a carrinha e vim com ela para Lisboa e estacionei-a de forma que ao fim do dia partisse para uma viajem até à Beira Baixa.

Procedi com o ritual e entrei na garagem. Só que o tal “guarda” veio atrás de mim a perguntar-me se estava autorizado a estacionar com a carrinha. E fê-lo de uma forma pouco educada roçando a boçalidade.

Mostrei-lhe o meu cartão identificativo de forma evidentemente irritada, pois gosto muito pouco para não dizer nada, que desconfiem de mim.

O senhor tentou levantar a voz dizendo que estava a fazer o trabalho dele, ao que eu devolvi que concordava, mas que deveria fazê-lo com a competência devida e que não deveria julgar os outros pelo que têm. A conversa azedou-se e acabei por lhe dizer o seguinte:

- Se em vez da carrinha tivesse trazido o meu M. provavelmente nem viria atrás de mim.

Resmungou qualquer coisa e eu como não estava para o aturar segui a minha vida.

Hoje muuuuuuitos meses depois deste triste acontecimento reentrei na garagem com o meu carro M. Ele estava lá e viu-me entrar. Estacionei a viatura serenamente, coloquei os dísticos identificativos normais de forma visível mas ainda estou à espera que ele venha ter comigo… para me identificar! "Mailo" o carro!

Terei a esperança que ainda venha hoje?

As compras.

Ora bem cá vai uma ideia minha: detesto ir às compras numa grande superfície.

O problema não são as compras em si, mas aqueles recintos...

A primeira coisa desagradável são as famílias até à 16 geração irem uns atrás dos outros para comprar... um sabonete.

Depois há aquele cliente que se põe a olhar para um produto e a questionar:

- Será que a minha Flausina gostará disto? E a minha mãe Inocência? Quanto custará? E serve para quê?

Pois esta gentinha é capaz de estar um quarto de hora a olhar para algo, com o carro de compras atravessado cheio com uma caixa de cotonetes, impedindo os outros de andar.

Terceiro são as maravilhosas crianças que gritam e correm pelos corredores e espalham-se no chão como se o supermercado fosse um recreio infantil.

Finalmente encontramos sempre aquele colega que não nos interessa rever, mas que da parte dele há uma imensurável curiosidade para saber as nossas parcas compras.

Eu sei que nada disto posso evitar, mas que gostaria de fazer as compras, assim sem ninguém por perto, era mesmo muito bom.

 

 

 

Ter saúde para estar doente!

Há cem anos morreram na Europa entre 50 a 100 milhões de pessoas devido à “pneumónica” também conhecida pela gripe espanhola.

Um século passado sobre este tempo temos a medicina evoluída com um foco essencial na cura de doenças ditas incuráveis.

No livro “O Físico” de Noah Gordon, que conta a forma brilhante como a medicina era aprendida e aplicada na idade média, podemos outrossim identificar doenças que na altura seriam de mui difícil tratamento e hoje são de solução corriqueira. Um dos exemplosali referidos é a apendicite, que nos séculos do feudalismo, matava indiscriminadamente sem se perceber a razão do envenenamento do corpo.

A medicina actual debate-se todavia com doenças que não sendo graves do ponto de vista terapêutico são-no na vertente psicológica.

Os disturbios da mente surgem hoje como um problema muito mais premente do que alguns desajustamentos físicos. Talvez por isso há cada vez mais Psiquiatras.

Bom… no que a mim diz respeito, costumo dizer que não tenho tempo nem paciência para estar doente. E quando eventualmente me surge uma enfermidade (nada superior a um mero AVC ou uma simples gripe) tento rapidamente debelá-la.

Custa-me portanto entender aquela gente que anda (ou pelo menos diz que anda) sempre doente. Ou dói a cabeça, as costas, os rins, as pernas… Passam os dias a caminho dos Centros de Saúde ou dos hospitais, consultam todos os tipos de médicos em busca de um remédio milagroso, gastam recursos materiais e humanos de cariz público, para depois recorrerem a um qualquer homeopata de vão de escada, aconselhado por uma tia que é cunhada de uma prima em quarto grau e gastarem o triplo do dinheiro para tratarem de uma doença que não têm nem nunca tiveram e que só existe na cabeça deles.

São assim os considerados saudáveis doentes!

Que cada vez há mais…

O que é chato!

Chato, chato é:

ser convidado para o casamento real;

não morrer às mãos de um miúdo de 17 anos;

escapar de uma bala perdida na faixa de Gaza;

 

Agora, levar um enxerto de tareia de uns energúmenos é coisa de somenos!

 

O Mundo por um fio

Corre por aí que o mundo, devido a uma Lua invulgarmente vermelha, vai acabar brevemente.

Tenho consciência que isso pode ser verdade tendo em conta algum desgraçado gravemente enfermo e que esteja a aguardar que a negra o leve.

Agora o que me custa entender é como é que há gente, nesta era tão digital, que se atemorize com suspeitas tipicamente medievais.

Nem "Nostrsdamus" acreditaria nisso.

Conclusão precipitada?

O senhor Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa cancelou os encontros que tinha agendados para hoje com a Associação de juízes, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, o Sindicato dos Funcionários Judiciais e o Sindicato dos Oficiais de Justiça.

Resumindo... o PR anda a fugir à justiça

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D