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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Covid-19, essa desconhecida!

Nem sequer imagino o que se tem investigado pelos maiores laboratórios mundiais sobre a doença que desde 2019 atacou toda a população mundial!

Toda? Toda não, pois há ainda uma série de irredutíveis que mantendo todos e mais alguns contactos com infectados com covid-19, estranhamente nunca o ficam!

Eu conheço um caso desses.

De uma forma realista, mas sem conhecimento de causa até porque não sou especialista, diria que esta pessoa terá uma natural imunidade a esta doença. Como ela deverá haver mais gente. Digo eu...

O que me leva a pensar que ainda estamos muuuuuuuuuuuuito longe de se saber na totalidade como é que este covid se desenvolve e como é que se espalha em determinados locais e não noutros.

Concluo assim que a ciência médica, não obstante os esforços já desenvolvidos, ainda não conhece a fundo este covid que tanto nos atenta. Nem sei se alguma vez chegará a conhecer!

Dilema pandémico!

De um momento para o outro o país caiu (novamente) num regime limitado. A partir do próximo dia 1 novas regras para restaurantes, bares, lares, hospitais, ginásios etc, etc, etc.

Tudo por causa de um crescente de casos em Portugal. FDe tal forma que estamos novamente na zona vermelha.

Se juntarmos a isto a nova variante oriunda, ao que dizem, da África do Sul, palpito que daqui a umas semanas, mais ou menos por altura do Natal, vamos estar ainda mais fechados. Nada que já não estejamos habituados!

Entre avanços e recuos de medidas apresentadas pelo governo fica a ideia de que este não sabe muito bem que terrenos deve pisar. E acima de tudo a quem realmente agradar: se ao povo para ganhar mais uns votos e umas eleições se às diversos forças económicas para ganharem lugares futuros...

O regresso!

Uma amiga destas lides de escrita (obrigado Di|) enviou-me um video muito engraçado e deveras curioso, através de uma dessas plataformas de comunicação tão em voga.

O filme tem realmente muita graça, mas chama-nos outrossim para uma nova problemática com este regresso à normalidade laboral.

Certamente que o afastamento das pessoas dos verdadeiros locais de trabalho fomentou alguns, não direi vícios, mas parametros desajustados àquilo que era a normalidade de um gabinete.

Um desses parãmetros prende-se, por exemplo, com a deslocação para os locais de trabalho. Novos horários, transportes públicos apinhados ou trânsito anormal com filas podem originar alguns constrangimentos neste novo regresso. Assim como as refeições que em casa eram provavelmente mais lentas e agora terão de ser mais céleres.

Mas pior que tudo é o reencontro com antigos e novos colegas. Já para não falar das chefias. Diz o povo "loge da vista, longe do coração" o que equivale dizer que cada um no seu espaço privado (leia-se casa!) terá sido muito mais útil (e provavelmente mais feliz) do que com a sua presença num gabinete, quantas vezes vazio de bem-estar!

Esta pandemia vai certamente fazer com que muitas empresas repensem as suas estruturas laborais, não só no sentido organizacional, mas também no sentido estrutural e físico, evitando com isso muitos custos excessivos.

Ai quem me dera!

Voltar a ter aquele sentimento de início de férias de quando estava a trabalhar;

Sentir que o descanso era mereceido tal fora o ano em termos de actividade profissional:

Poder passear pela praia sem máscaras e sem fugir dos demais;

Comer naquele restaurante sem temer a presença de outras pessoas;

 Viajar livremente sem receios dos destinos;

Ai quem me dera tanta coisa. Mas acima de tudo saber se acordarei amanhã!

Férias 2021: onde ir?

O ano passado fiz três viagens turísticas: ao Porto ainda antes da pandemia, a três ilhas dos Açores (Santa Maria, Graciosa e S. Miguel) e ao Alentejo profundo, estas últimas em pleno Verão.

Todavia este ano as coisas estão muito diferentes. Primeiro porque há uma criança que felizmente me inibe a liberdade. Mas nada que me preocupe... É bom sinal.

Depois a confiança nesta vacinação roça o vermelho o que me impede de fazer outras viagens. Entretanto tenho um "voucher" de estadia, num grupo hoteleiro conhecido que me foi oferecido. Desta vez irei, se arranjar vaga, para Trás-os-Montes. Gostaria de conhecer Vila Real, Mirandela, Vila Flor para além de Quintanilha, Rio de Onor e outras aldeias transmontanas.

Desconfio que o futuro não venha a ser simpático para as minhas próximas férias.

Restar-me-á se assim for a casa perto da praia!

Fim de semana... longo!

Já o escrevi que esta coisa de sermos reformados retira-nos alguns pequenos prazeres que tínhamos antes.  E a consciência dos saborosos feriados é uma delas.

Tudo isto para dizer esta manhã, bem cedo, fui tirar os carros da garagem e dei conta do vazio da rua. Isto é... muita gente a aproveitar o feriado de ontem para fazer hoje a ponte.

E estamos nós numa pandemia.

Liberdades em causa!

Ultimamente dou por mim a olhar para a inocente que ora alegra os meus dias e pergunto-me: o que será do futuro desta criança?

O problema não reside nos educadores, mas unicamente na forma como o que estará para vir, surgirá na vida desta menina. Desta e todas as outras meninas e meninos que sem imaginarem e sem se aperceberem irão crescer e ser educadas sob um regime quase totalitário, tal é a força das imposições que nos são obrigatoriamente propostas.

Algumas teorias da conspiração iniciaram com a ideia de que esta pandemia foi criada para acabar como os mais velhos, quando agora assumem a pés juntos que este problema de saúde que atravessa todo o planeta foi criado para cercear as liberdades.

Pela minha parte não creio em nenhumas das teorias, mas reconheço que alguns países se estão a aproveitar da situação para limitar alguns direitos fundamentais (até pareço alguém do PCP a escrever!!!).

Acreditem ou não a liberdade que tanto presamos está a ser posta em causa. Seria bom que acordássemos, o mais cedo possível, desta letargia.

É que um destes dias será tarde demais.

 

Ainda sobre a Final da LC no Porto

Aquilo que deveria ser unicamente um jogo de futebol entre equipas inglesas, mesmo que uma final europeia, deveria ter sido jogada na Grã-Bretanha. Evitar-se-ia com esta opção uma série de problemas logísticos, essencialmente com a deslocação de adeptos e as anormais consequências.

É por demais sabido que os ingleses tão educados no seu país, destrambulham fora dele. E para isso basta somente uns copitos de cerveja ou de vinho para cairem em acçções riículas e violentas.

Vivemos tempos estranhos, todos o sabemos. Há limitações de saídas, obrigatoriedades de uso de máscara, horários de venda de alcool e mais um sem números de imposições governamentais com as quais temos de viver diariamente, concordemos ou não com elas!

Por tudo isto o que aconteceu no Porto e não deveria, pareceu-me mais uma vez um vergar de costas do nosso Estado aos ingleses, à UEFA e, acima de tudo, aos interesses económicos da cidade Invicta, obviamente liderados pelo seu Presidente da Câmara.

Entendo que a edilidade deve defender os interesses da cidade, mas deve. acima de tudo. cuidar. Numa altura destas quando todos estamos cansados de confinamento e restrições é com alguma tristeza e injustiça que vejo os adeptos ingleses na Ribeira Portuense em alegres festas, enquanto os portuenses ficam em casa. Impensável!

As consequências reais destes ajuntamentos ninguém as imagina. Mas se forem nefastas gostaria de saber a quem deveremos pedir as contas? À CMP, à UEFA, ao Governo ou, sei lá, no limite aos próprios habitantes do Porto?

Nem a pandemia os curou!

A pandemia e as consequentes restrições que nos foram impostas desde o ano passado poderia ter dado a muitos a capacidade de perceberem que a vida não é controlável e que no fundo somos uns infimos parafusos de uma gigantesca máquina.

Porém com o desconfinamento, regressou a costumada falta de educação e de cidadania dos portugueses.

Basta olhar para o estado do trânsito para descobrirmos que nada, rigorosamente nada, foi alterado. Os xico-espertos continuam a existir, assim como alguns desembaraçados. Obviamente com muitas e nefastas consequências.

Hoje fui a uma pastelaria tomar o pequeno almoço conjuntamente com a minha mulher. Aguardámos fora do estabelecimento que a fila de clientes lá dentro andasse, mas o cliente que chegou depois de nós passou por mim e retirou uma senha de chamamento. Primeiro não percebi qual a necessidade já que só é atendido um cliente de cada vez e a segundo foi a forma arrogante, mal criada e abtrupta como depois se nos dirigiu para avançarmos na fila. Sinceramente nem lhe liguei e quiçá foi o melhor que fiz já que depressa depreendi que era alguém com um gosto especial pelo conflito. Bateu à porta errada!

Entretanto durante a tarde andei na estrada e deparei com o mesmo tipo de condutores de antes da pandemia. Ultrapassagens arriscadas, altas velocidades, total desrespeito por quem está numa fila, educação e cidadania a roçar o boçal. Mas quem os escutar provavelmente sentem-se os heróis do dia.

A verdade é quando penetram abusivamente na traseira dos carros da frente dizem que tiveram azar! Os que vivem para o dizer!

Portanto a pandemia não curou ninguém.

Consertar vidas!

Nunca considerei, no princípio da minha vida, vir a ser médico. Mas se alguma vez o tivesse sido talvez optasse pela especialidade de Psiquiatria.

Nem imagino o trabalho que estes médicos terão agora, levando em linha de conta esta pandemia.

A saúde mental é assumidamente muito mais grave do que à partida se supõe. Só quem passou por esta doença é que entende quão grave é, por exemplo, uma depressão. O que ela muda na pessoa e  acima de tudo o que ela leva a fazer ou a não fazer...

Nunca fui dado a este tipo de doenças e até teria, provavelmente, motivos válidos para tal, mas consegui escapar, até agora, por entre os pingos desta estranha chuva. Entretanto amanhã é um novo dia e quem sabe se não será a minha vez de esparramar-me nesse antro tão negro.

Não obstante convivi directamente com essa doença na pessoa da minha mulher. E digo-vos que se ser doente não é nada fácil... o cuidador próximo estará muito longe de uns dias fantásticos.

Mas não me estou a queixar, apenas a falar da minha experiência.

Faço agora a ponte para os actuais médicos psiquiatras e aquilo que devem escutar nas suas consultas, muitas vezes percebendo que a solução passaria certamente por não haver confinamentos nem pandemias, Se os médicos de outras especialidades lutam permanentemente nos hospitais pelas vidas dos pacientes internados com Covid, também os psiquiatras tentam, quiçá, consertar, à sua maneira, as vidas de muita gente.

Mas ninguém se lembra disso, pois não?

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