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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Verdadeiro dia de Inverno!

Dizem quem esteve acordado que toda a noite choveu.

Há muito que não via um dia como o hoje... perfeitamente de Inverno.

Todo o dia tem chovido. Uma chuva miúda, branda, no entanto constante. Nada daquelas trovoadas em que a água cai em torrentes repentinas para depois dar lugar a um sol arrepiado. Nada disso...

A temperatura está baixa, uma brisa não muito forte vai soprando, todavia a chuva continua a cair. Independentemente do que possam algumas pessoas dizem sobre o eventual excesso, esta água faz cá muita falta...

Só tenho pena de não poder estar à lareira, como estive há duas semanas.

Outono!

Este será sem margem para dúvidas um Outono diferente dos anteriores. A pandemia irá obrigar a muitos de nós a novos confinamentos e distanciamentos sociais.

Aproxima-se o frio, a chuva, as ventanias fortes e tanta coisa para fazer na terra. As vindimas, depois o vinho. Em algumas regiões aproxima-se também a apanha da azeitona. Há também quem procure os medronhos e os marmelos.

E se chover como deve ser a caruma esconderá os míscaros que cozidos serão melhor que carne.

As folhas castanhas cairão e atapetarão o chão de uma nova cor.

O Outono é assim a estação da transição. Entre o fulgor do Verão quente e o Inverno quase sempre frio.

Tal como eu... que após o meu verão laboral, entrei no outono da reforma a aguardar o inverno da vida.

Olha'o que chove!

Li algures que para hoje se previa um dia pré-Outonal, devido a uma qualquer depressão vinda não sei de onde (mas em Portugal entra tudo e mais alguma coisa!!!).

Geralmente as previsões meteriológicas portuguesas são muito certinhas: falham sempre!

Se dizem que vem muito calor, este muitas vezes não passa de um calorzito brando. Outras prevê-se chuva copiosa e depois vai-se a ver e não cai uma pinga.

Porém desta vez acertaram. Nem sei como... A verdade é que desde manhã por aqui não pára de chover. Primeiro uma água miudinha para a tarde se transformar numa chuva grossa que desde a hora do almoço ainda não parou.

Um verdadeiro dia Outonal. Vale a temperatura que está branda...

Outono armado em Verão!

Em meados do passado mês de Julho, por causa de um outro assunto, escrevi a seguinte ideia sobre o Verão que iniciara em Junho: "Um Estio estranho, temeroso e pouco apelativo à praia".

Mais de dois meses passados sobre aquele dia e já com o Outono em pleno, eis um Domingo a pedir meças ao próprio Verão. Calor exacerbado, um vento suão e um Outono que começa como o do ano passado.

As estações do ano estão cada vez mais alteradas. Seja por "El NIno", seja por que o clima está mesmo a mudar, certo é que já ninguém está convicto do tempo que irá fazer,

Basta pegar no célebre "Lunário e Prognóstico Perpétuo" de Jerónimo Cortez, procurar o número aúreo para 2018 e percebe-se que a previsão naquela época para estes dias era de tempo "tempo fresco".

Jamais imaginou o valenciano as sucessivas alterações climáticas que o Mundo viria a sofrer desde a altura em que escreveu aquele tratado.

Finalmente a chuva!

Com muuuuuuito atraso.

Oiço as beiras a escorreram a água da chuva. Paira na atmosfera um cheiro fantástico a terra molhada.

Como se vão rir as minhas couves amanhã... Aquelas que plantei em Setembro e que têm sobrevivido porque são regadas diariamente.

Mas o atraso da chuva não se deve às minhas plantações, mas unicamente aos fogos que podiam ter sido evitados se esta aguainha que agora cai, tivesse vindo 48 horas mais cedo.

Na prática começou agora a época do Outono. Só não sei quanto tempo vai durar.

Finalmente chegou o frio!

Já era mais que tempo de surgir o frio.

Após uns dias de calor em excesso que me obrigou a trabalhar em tronco nu, tal era a canícula, eis que chega assim de repente um frio (quase) glaciar e que vai obrigatoriamente encolhendo os traseuntes.

Até eu,que não me considero friorento, reconheço que esta brisa geladinha não deve ser menospresada. Amanhã, se a previsão do tempo frio assim se mantiver, terei de me municiar de vestes mais quentes.

O tal de verão de S.Martinho parece que, este ano, não quer nada connosco.

No entanto, está óptimo para temperar o vinho novo que, melhor que ninguém, adora o frio.

Primeira chuva de Outono

Já tinha saudades de ver e ouvir chover. Após uma série de meses sem um pingo de água e com demasiado calor gosto desta pluviosidade.

Cheira a terra molhada. Este aroma tão característico é o primeiro sinal da sede que a mesma terra exibe. Agora as couves e restantes legumes vão crescer como nunca, pois vale mais um litro de água da chuva que cinco da torneira.

Se a chuva persistir até amanhã vamos ter problemas com o trânsito, já que há alguns condutores que continuam a andar na estrada como se o piso estivesse seco, o que vai originar com toda a certeza acidentes de viação.

Só espero e desejo não ser envolvido em algum acidente. Já me chegaram os que tive este ano... AInda por cima sem culpa em nenhum deles.

Eis assim a chuva benfazeja!

Que alegre os campos que bem necessitam desta água.

 

Esta tarde...

Quinze horas. Chove copiosamente em Lisboa. O trânsito começa a andar mais devagar enquanto nas ruas negras do alacatrão  o nível da água inicia a sua subida.

Duas dúzias de minutos depois a chuva continua e as estradas estão cada vez mais inundadas. Um túnel arrica-se a ser fechado ao trânsito devido à acumulação das águas.

Entretanto a chuva pára e o que poderia ter sido um problema, deixou de o ser.

Quando duas horas mais tarde saio do trabalho e atravesso a avenida reparo que as diversas sarjetas, que deveriam servia para escoar o caudal da água da chuva, estão entupidas com folhas amarelas dos plátanos que se espalham pela avenida.

E ninguém se preocupou em chamar alguém para limpar. Nem mesmo um polícia que por ali andava à chuva.

A guerra dos sexos!

Durante milhares de anos considerou-se mal que a mulher seria inferior ao homem. Civilizações inteiras tomaram o sexo feminino como uma força menor, disponívcel apenas para procriar.

A história do Mundo veio provar o contrário e hoje, nas civilizações desenvolvidas, essa ideia não colhe apoios. É obvio que tanto o homem e a mulher são naturalmente diferentes. Mas com tendência a aproximarem-se cada vez mais.

Claro está que neste jogo a maternidade está fora de combate e não deve servir de forma alguma como desculpa. Assim sendo passemos ao que interessa!

aqui escrevi sobre o meu fim de semana de culinária. Atirei-me aos marmelos e cinco quilos foram transformados em marmelada. Doce, vermelha, deliciosa (é o que dizem).

Porém cá em casa uma mulher meteu as mãos e facas à obra e fez, à sua conta, também oito quilos de marmelada. Até aqui parece tudo normal. O problema é que ambos temos maneiras diferentes de fazer o doce. Ela usa um método arcaico com origens em meados do século passado e actualmente pouco eficaz. Eu um método muito mais rápido e não menos gostoso.

Em anos anteriores ambas as marmeladas surgiam claramente diferentes. A minha, como já referi, sai vermelha, macia, onde o gosto do próprio fruto sai realçado. A outra, amarelada mais perto da cor do marmelo, mas menos macia e onde o doce do açucar em ponto sobressai ao sabor do marmelo.

Porém este ano algo correu mal para a tradição. No final a cor de ambas marmeladas era precisamente a mesma para irritação da minha "adversária" e para meu (pequeno) delírio.

Só que neste saboroso duelo não há vencedores nem vencidos. Quem ganha obviamente é a família gulosa.

 

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