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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Férias? Já eram...

Tirem daí o sentido aqueles que julgam que por eu estar reformado não trabalho. Longe disso! Pior... para além de fazer muita coisa tenho também horários a cumprir.

Portanto quando a meados do mês de Agosto fui para a Margem Sul para banhos e sol considerei que ia de férias. É verdade que apanhei três semanas seguidas de sol, calor e muita praia, mas as duas últimas semanas tive a cachopita pequenina como companhia e pronto... eis-me novamente cheio de afazeres e horários a cumprir.

Porque a criança ainda é pequena, come cedo e dorme a sua sesta.

Finalmente hoje foi dia de regressar. Sem a neta que ficou com os pais que entraram agora de férias, mas vou ter umas semanas bem complicadas com limpezas grandes, diversos exames médicos, um implante para colocar e finalmente uma viagem programada até Águeda, onde nunca estive, ou se estive nem me recordo!

Acabaram-se as férias mas não se acabou a vontade de descansar!

O diário da... miúda!

Desde que a minha neta mais nova nasceu o meu filho mais novo que é o pai cuidou em criara um grupo no uotessape a que chamou o Diário da Diana.

Assim todos os que pertencem ao grupo recebem fotos e pequenos filmes do elemento mais novo da família.

Hoje num pedaço de tempo que consegui roubar a alguns afazeres domésticos ocorreu-me procurar as fotos do início desta aventura.

Note-se que a criança só tem quatro meses, mas ainda assim é gritante a evolução da miúda que já apresenta dois dentes de forma evidente e a previsão de outros dois para breve.

O diário continua a sua saga... diariamente (o pleonasmo foi propositado)!

E até quando os pais assim o entenderem!

Os livros e as crianças!

O título deste postal deveria ser: "Como explicar a uma criança de três anos o que são livros!" Mas como compreenderão seria enorme o que nestas coisas dos títulos não convém nada!

Cá por casa há muitos livros. E não há mais porque os vou distribuindo por outra casa.

Desde sempre a minha neta que aqui passa os dias tem naturalmente convivido com a minha biblioteca. Só que recentemente dei conta que a cachopita, já de três anos, pega nos livros aos quais consegue deitar mão e faz com eles brincadeiras. Trata-os bem, cuida deles, mas creio que ainda não percebe qual a verdadeira função daqueles volumes.

Na verdade os livros a que ela chega são quase todos policiais. Se bem que nestes esteja também incluída uma colecção de 10 enormes volumes de uma colectânea que Ross Pynn juntou e dos quais mostro uma das capas e que começam a ter algum valor e são raros de encontrar, mesmo em alfarrabistas, já que não houve reedicções.

ross_pynn.jpg 

Mas regressando ao tema principal de hoje como explico a uma criança que os livros são genuinamente nossos amigos? Que nos ensinam tudo, baste querermos aprender?

Hoje com tanta tecnologia à distância de um clique de um rato electrónico, os livros tenderão, quiçá, a desaparecer materialmente. Perante isto que justificação dou a uma criança ao ver o espaço que os livros ocupam na casa?

Por exemplo o livro mais antigo que tenho remonta ao século XIX e são as "Les Fleurs du Mal" de Charles Baudelaire que comprei num alfarrabista no Quartier Latin em Paris. Decorria o ano de 1980!

Renovo a pergunta como explico?

Os livros e as crianças!

O título deste postal deveria ser: "Como explicar a uma criança de três anos o que são livros!" Mas como compreenderão seria enorme o que nestas coisas dos títulos não convém nada!

Cá por casa há muitos livros. E não há mais porque os vou distribuindo por outra casa.

Desde sempre a minha neta que aqui passa os dias tem naturalmente convivido com a minha biblioteca. Só que recentemente dei conta que a cachopita, já de três anos, pega nos livros aos quais consegue deitar mão e faz com eles brincadeiras. Trata-os bem, cuida deles, mas creio que ainda não percebe qual a verdadeira função daqueles volumes.

Na verdade os livros a que ela chega são quase todos policiais. Se bem que nestes esteja também incluída uma colecção de 10 enormes volumes de uma colectânea que Ross Pynn juntou e dos quais mostro uma das capas e que começam a ter algum valor e são raros de encontrar, mesmo em alfarrabistas, já que não houve reedicções.

 

Mas regressando ao tema principal de hoje como explico a uma criança que os livros são genuinamente nossos amigos? Que nos ensinam tudo, baste querermos aprender?

Hoje com tanta tecnologia à distância de um clique de um rato electrónico, os livros tenderão, quiçá, a desaparecer materialmente. Perante isto que justificação dou a uma criança ao ver o espaço que os livros ocupam na casa?

Por exemplo o livro mais antigo que tenho remonta ao século XIX e são as "Les Fleurs du Mal" de Charles Baudelaire que comprei num alfarrabista no Quartier Latin em Paris. Decorria o ano de 1980!

Renovo a pergunta como explico?

O dom da vida - parte 2

Nasceu hoje num hospital em Lisboa uma menina que virá a ter o nome de uma deusa romana.

Diana.jpg

Esta é a minha segunda neta em três anos!

Porque o dom da vida é daquelas coisas encantadoras, obra maravilhosa da natureza, sinto-me sinceramente abençoado pelo nascimento desta criança que veio ao Mundo no dia dedicado a S. Brás.

Por aquilo que vamos assistindo temo pelo Mundo e pelo seu futuro.

Mas para já a família rejubila!

Regresso ao passado!

Há muitos anos andei com filhos, sobrinhos e até amigos destes no carro numa correria permanente para os levar à natação.

Entretanto alguns cresceram e passaram a optar por outras actividades, nomeadamente aulas de inglês! De maneira que naquele tempo os fins de tarde eram feitos a correr: deixava uns nas piscinas, levava outros ao inglês, regressava à natação para ir buscar os mais novos, levá-los a casa e voltar ao inglês para buscar os outros.

Portanto uma fantástica correria.

Passados que foram dezenas de anos eis-me novamente a caminhar para as piscinas, desta vez com mais calma e menos miúdos, unicamente a minha neta.

As piscinas são as mesmas, mas definitivamente já não conheço ninguém da antiga equipa que por ali mexia os cordelinhos. Gente boa e empenhada!

Um regresso ao passado com um gosto diferente... O da idade!

Dia Mundial do Riso

Dizia a cultura popular há meio século: onde há muito riso há pouco siso!

Felizmente hoje o riso tem um dia a si dedicado e é visto mais como um acto de sanidade física e psicológica que falta de... tino!

O riso pode-nos chegar de diversas formas, Através dos filmes ou séries que vamos assistindo, por algum livro mais divertido, por um amigo ou colega de trabalho sempre pronto para dizer aquela piada ou desfiar um ror de anedotas, por um programa de humor... etc. etc. etc.

Quem me conhece sabe que sou genuinamente uma pessoa divertida, que adoro rir e que vejo no humor uma das formas mais fantásticas de vivermos a vida. Isto é, sem uma boa gargalhada o meu dia, não tem piada nenhuma!

Todavia nesta altura do meu campeonato da vida só a minha neta me faz realmente rir com gosto e eu faço-a rir com frequência. Primeiro porque ela tem uma gargalhada fácil e é profundamente feliz. É certo que tem apenas três anos, mas tendo base de comparação, não é fácil encontrar uma criança tão pronta a rir.

Sinto que já está imbuída do espírito de "rir será sempre o melhor remédio"!

Portanto caro leitor... ria! Verá que não paga mais impostos por isso e ficará bem mais feliz!

Três anos de ti!

Passaram três anos, mas parece que foi ontem!

Desde esse 4 de Janeiro até hoje, os meus dias ganharam uma riqueza que eu não conhecia. Nem sabia que existia.

Há quem viva a vida em busca de mais objectos, quando na verdade se pode ser feliz sendo... avô!

Três anos, 36 meses, 156 semanas, 1096 dias de uma existência assente num amor incondicional, Tu és o sol que aquece os meus dias, a lua que me ilumina de noite, a chuva que rega a minha horta, o vento que junta a lenha, a rosa mais formosa do meu jardim.

O teu sorriso é contangiante, a tua alegria transbordante, a tua voz é uma melodia celestial.

Ser avô é sentir este amor sem medos, assumi-lo sem vergonha e preservá-lo para sempre!

Parabéns minha querida neta.

Três anos de ti é uma benção!

Breve filme com tudo!

Há filmes longos, pesados, dramáticos e quase sempre  com finais tristes. Também há curtas metragens fantásticas, bem pensadas e melhor executadas e com diferentes epílogos.

Mas deixemos a sétima arte e passemos para outro nível de filmes, cinema ou nem uma coisa nem outra. Vocês os entendidos decidirão!

Incluí hoje no meu canal do Youtube este pequeníssimo filme  concebido por um dos meus infantes onde se observam diferentes sensações e competências. Então percebe-se neste minuto e dois segundos:

- muita criatividade;

- alto conhecimento;

- ternura a rodos;

- carradas de carinho;

- bom humor;

e finalmente

- o nome da minha próxima neta.

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