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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Ei-lo... o calor!

E com ele a ameaça de incêndios florestais.

Todos os anos quando o Estio surge com estas temperaturas tropicais começo a temer pelas nossas florestas.

Os fogos continuam a ser em Portugal uma enormíssima calamidade que ninguém quer ou sabe controlar. Por muito que se tente, se lute, se sensibilize, certo é que o calor nunca nos traz boas notícias, quanto a incêndios.

Ontem foi às portas de Lisboa. Hoje poderá ser em qualquer lado deste país que vive literalmente sobre brasas. Amanhã à nossa porta.

Sejamos conscientes quanto aos perigos dos incêndios. Deste modo ajudemos a Natureza a manter a sua beleza e força, tendo diversos cuidados.

Não será necessário enumerá-los, pois todos nós temos mais ou menos ideia do que se pode ou não fazer por esta altura.

A luta contra os fogos começa também connosco! Façamos a nossa parte.

Bom fim de semana!

O som da Natureza

Fui num saltinho à Beira Baizxa resolver assuntos inadiáveis. Mas levantei-me cedo para ainda dar uma volta pelas terras.

Para além de um conjunto de javalis - seriam mais de uma dezena - e que não tive oportunidade de filmar ou fotografar, consegui ainda assim capatar este som junto da charca ainda cheia.

Quiçá o verdadeiro som da Natureza!

 

Cacharolete de odores!

Quantas vezes quando me chega ao nariz um cheiro este faz-me viajar? Ui são tantas  que nem as consigo enumerar.

Há odores que marcaram a minha vida... diria mesmo que ainda marcam.

Um deles é o (quase) perfume do pão acabado de sair do forno. Trás-me à memória uma juventude vivida no campo e que gosto tanto de recordar. 

O cheiro de terra molhada é outro daqueles inesquecíveis... Ainda por cima uma após um Estio de canícula, aquele ar húmido carrega consigo o aroma perfeito da vida que há-de (re)nascer.

Outro odor que simplesmento adoro é o do azeite,. especialmente quando o vou buscar ao lagar após dias de labuta. Aquele representa não só trabalho, mas é, outrossim, a forma como a natureza gosta de ajudar o ser humano a alumiar os seus dias.

Há ainda outros aromas fantásticos: o cheiro da palha ressequida por um sol inclemente (não, não tenho alergia ao pó!), o perfume  de um campo de margaridas, o aroma do alecrim selvagem.

Falta obviamente o odor a maresia que o mar nos oferece e que eu gosto tanto. Simplesmente inesquecível e imperdível!

Chuva: uma benção...

... ou se calhar não!

Os últimos dias trouxeram alguma chuva, muita desta transformada em granizo que só estraga.

Por esta altura a chuva não é necessária já que é tempo de colheitas e de ceifas. E com a chuva, mesmo que pouca, tudo se pode estragar.

O depósito de mil litros que tenho no quintal para receber a água da chuva de um telhado, encheu-se bem. Não está repleto, mas ainda assim foi bom.

Daqui resulta que a chuva, mesmo que pouca nesta altura do ano, nem sempre é sinal de benção dos céus.

Ou como diria a minha avó: após Santo António chuva só pela Nossa Senhora. Que se comemora a 15 de Agosto.

Pode ser que esta água ajude a mitigar os próximos fogos. Por isso já valerá a pena!

Simpático e madrugador!

Hoje logo pela manhã cedo dei conta deste companheiro que atravessava, na sua olímpica calma, um muro. A manhã estava humida já que havia chovido, razão mais que suficiente para estes simpáticos bichos procurarem outros lugares com comida.

A sua lentidão é conhecida, originando alguns ditos populares sendo quiçá o mais conhecido "o passo de caracol".

Porém quando me aproximei este gastrópode encolheu-se num gesto de natural defesa, mas logo reiniciou a sua lenta marcha, conforme pode ser observado no video infra.

Finalmente associo sempre estes animais à evolução do nosso país! Ainda não consegui percebi porquê!

Visita inesperada!

Há uns tempos a minha mulher queixou-se de que um qualquer felino fazia do nosso jardim a sua casa de banho.

Na semana passada percebemos que havia por ali um gato que não se aproximou de nós, mas não sabíamos se era ele o dito... que no empestava a relva!

A semana passada o gato afoitou-se e aproximou-se da minha casa. Pareceu-me manso e vai daí brindei-o com uma fatia de fiambre que ele comeu com gosto.

Esta semana voltei à minha casa para acabar os trabalhos de arrumações. Ontem logo pela manhã e assim que abri a porta da cozinha que dá para o jardim, eis que me aparece o gato que por acaso até é uma gata.

Abri devagar a porta e entrou pela cozinha e deitou-se no chão frio de forma muito dada.

Sempre gostei muito mais de cães do que de gatos. Mas esta definitivamente adoptou-nos.

Baptizei-a com o nome de Aparecida.

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