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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Boa sorte selecção!

A história de 2016 em França náo se irá repetir pois não acredito que Portugal consiga ser campeão Mundial de futebol, na Rússia.

E há cinco razões para tal:

- A primeira porque o grupo que calhou em sorte é dos piorzinhos em termos de dificuldade para as nossas cores;

- A segunda prende-se com a (má) forma física de alguns jogadores que foram essenciais na vitória em França;

- A terceira está relacionada com a idade de alguns jogadores que foram campeóes da Europa... Cristiano, Pepe, Bruno Alves já ultrapassaram há muito a fasquia 30 anos;

- A quarta razáo vai direita para as equipas adversárias pois já perceberam como joga Portugal e com toda a certeza não irão cair na mesma esparrela que cairam alguns dos nossos adversários no Europeu;

- Deixei para o fim a razão mais plausível porque Portugal não ganhará o Mundial: não temos a arma secreta chamada... Éder.

Seja como for, mesmo não acreditando nestes lusos jogadores, desejo muita sorte à nossa selecção.

Diálogo improvável

Já esta madrugada no balneário do Real Madrid, escutou-se este diálogo entre Marcelo e Pepe:
- Pepe, uçê já viu uma coisa?
- Qui foi Marcelo?
- No nosso timi há um jogador que joga numa selecção que marcou a nóis 11 golos?
Pepe olha para Marcelo e percebe com o queixo quem é o colega.
- Pois cara, cada um tem a sua “Kroos”!

Agora a (tal) Final!

No início deste torneio Mundial, provavelmente esta seria a hipótese mais remota de uma final. Todavia como o futebol não é uma ciência exacta (e ainda bem!) temos uma Alemanha demolidora contra uma Argentina trabalhadora e que tem vindo a subir de qualidade futebolística na razão inversa que depende de Lionel Messi.

 

A selecção germânica não é imbatível. A Argélia, por exemplo, soube montar bem um esquema que atrapalhou os pupilos de Joachim Lowe. E não fosse o aspecto físico a trair os argelinos, nem imagino o que estaria neste momento aqui a escrever...

 

Por sua vez a selecção do país das pampas começou este campeonato Mundial em velocidade moderada, mas foi ganhando os jogos. Apresentou um futebol de alguma qualidade (não muita), mas teve na união de toda a equipa o seu ponto forte.

 

Assim esta tarde-noite vamos ver um jogo muito táctico, com ambas as equipas a tentarem colocar em jogo os seus melhores trunfos.

 

Não aposto na vitória de nenhuma das equipas. Nem tenho qualquer preferencia.

 

Só quero ver bom futebol!

 

 

 

Sem espinhas!

 Golo 1 - Vitória justa, justíssima da melhor selecção deste Mundial.

 

Golo 2 - Derrota da selecção organizadora, apresentando muito pouco futebol.

 

Golo 3 - Dois países em choque por razões diversas.

 

Golo 4 - Angela a ter de ir novamente ao Brasil.

 

Golo 5 - Paulo Bento a rir-se e a pensar: ai se o Pepe fosse brasileiro.

 

Golo 6 - Louis van Gaal já tirou notas.

 

Golo 7 - Finalmente Felipão a assumir: o burro sou eu!

Que ganhe… o futebol!

Aproximam-se as meias-finais de um Mundial de futebol que colocou quatro das melhores equipas nesta fase (quase) final. Alemanha, Argentina, Brasil e Holanda vão digladiar-se entre hoje e amanhã para discutirem os dois lugares no Maracana. Um par de jogos que se prevêem muito emotivos e de resultado claramente incerto.

Neste Mundial não tive preferência por qualquer selecção (nem a portuguesa!!!) e nem agora penso nisso. Quem ganhar que o faça apenas com mérito e sem casos.

Curiosamente estas meias-finais resultaram em embates entre selecções europeias contra sul-americanas. Dois estilos de futebol assaz diferente, mas deveras atractivo.

O Brasil apresenta-se hoje sem Neymar nem Thiago Silva, mas nem mesmo estas condicionantes serão suficientes para retirar à equipa da casa algum favoritismo. Só que a Alemanha parece ser uma selecção imune aos estad(i)os de espírito. O treinador alemão conhece bem os seus recursos e sabe com o que pode contar. Disciplinada e assertiva, a selecção germânica tem jogadores com qualidade suficiente para num segundo resolverem qualquer partida.

Amanhã teremos então na outra meia-final duas equipas com percursos bem semelhantes, pois ambas ganharam todos os jogos dos seus respectivos grupos. No entanto a Holanda pareceu bem melhor tanto a nível futebolístico como a nível físico. A Argentina, por sua vez, tarda em convencer os adeptos do futebol da sua qualidade e não fosse Lionel Messi, provavelmente a equipa das Pampas já estaria de férias. E das duas uma: ou a Holanda ressente-se da última jornada com prolongamento e penalidades e a Argentina tem hipótese (mesmo sem Di Maria) de seguir em frente ou muito provavelmente os alvi-celestes vão discutir o terceiro e quarto lugares.

Seja como for perspectivam-se dois jogos de alta qualidade e com emoção a rodos.

Para mim só espero e desejo que o maior vencedor seja o apenas e só… o futebol!

 

 

Também aqui

Este é um treinador... (à atenção de Paulo Bento)!

No futebol, como na vida em geral, o segredo do sucesso reside a maioria das vezes num mero detalhe: um toque subtil, um remate inesperado, uma defesa fenomenal, uma decisão impensável.

 

O treinador é uma das personagens, que dentro do mundo do futebol, mais depressa passa de bestial a besta ou vice-versa. E grande parte das vezes sem grande culpa. Basta uma mão travesssa... para que tal aconteça.

 

Ontem no jogo Holanda - Costa Rica, Louis Van Gaal mostrou ao mundo como se gere uma equipa e como não se deve ter medo das decisões. Já no prolongamento o seleccionador holandês teve a ousadia de trocar de guarda-redes. Pensava já Van Gaal, nas grandes penalidades que se seguiriam.

 

Uma decisão que se provou ser acertada tendo em conta as duas boas defesas do guardião suplente dos Países-Baixos.

 

Ser treinador de futebol é essencialmente isto: conhecer como ninguém os seus recursos e nunca ter medo de mudar!

 

 

 

 

 

Selecção Nacional – Que Futuro?

Falar sobre a má prestação da selecção portuguesa neste Mundial vai ser o tema principal nos cafés, transportes ou emprego, ocupando muitos dias, quiçá semanas. Virão outrossim a terreiro todo o tipo de comentadores (eu incluído!) munidos de certezas e nenhumas dúvidas (eu não incluído!) sobre o (mau) percurso dos nossos “Conquistadores” em terras brasileiras.

Normalmente gosto de pensar que há sempre uma razão para aquilo que nos acontece. Talvez seja a minha opção religiosa que me leva a pensar assim. Ou talvez não!

Observando bem as exibições da selecção portuguesa neste Mundial, direi que não jogámos de forma muito diferente daquela que foi a campanha de apuramento para o Brasil. Exibições paupérrimas deixaram os portugueses à beira de um ataque de nervos. E não fosse Cristiano Ronaldo estar num dia perfeito e hoje não estaria também aqui a esmiuçar este passado recente, dos nossos jogadores.

Lembro-me como era a nossa selecção vai para 30/40 anos. Cada jogo que fazíamos com equipas supostamente mais fortes era uma final. E quando ganhávamos era uma verdadeira festa. Depois vieram os mundiais de sub-20 e sub-21 de Riad e Lisboa respectivamente, onde Portugal foi em ambas justo vencedor. A partir desta altura pensou-se que tudo estaria mudado no nosso futebol. A “geração de oiro” habituou (mal) os portugueses a ganharem jogos, todavia sem que essas vitórias se traduzissem em qualquer título sénior. Basta recordarmos o Euro2004…

Mas foi esta espécie de soberba que atirou Portugal para o rol das equipas que-nem-necessitam-jogar-para-ganhar. Este terá sido o primeiro grande erro dos jogadores, treinadores e acima de todos eles os dirigentes federativos. Assim que a tal geração de Figo, Rui Costa e João Pinto deixou de jogar, a qualidade da nossa selecção caiu vertiginosamente até assentar agora num nível quase sofrível, do qual vai ter alguma dificuldade em sair. E nem mesmo Ronaldo conseguirá inverter esta queda a que a nossa selecção está condenada.

Em Setembro inicia-se nova campanha. Desta vez é o apuramento para o Europeu de 2016 em França. O grupo de Portugal até nem é muito mau, todavia tendo em consideração o que se passou recentemente no apuramento para o Mundial, tudo pode acontecer.

Por isso, e à distância de alguns meses, urge redefinir vontades, desejos e apostas. Há essencialmente que renovar. Não só os jogadores obviamente mas prioritariamente as mentalidades de todos quantos trabalham no mundo do futebol. A começar pelo dirigismo desportivo que como é notório raia a mediocridade.

Sem esta profunda alteração de visão estratégica e não só, as futuras selecções portuguesas arriscam-se a uma longuíssima travessia do deserto. Gostaria que não!

 

Também aqui

Sebastianismo, futebol e relógios!

 

A mui velha e bacoca ideia sebastianista de que basta uma pessoa para resolver os problemas do nosso país, está tão entranhada em nós que já faz parte da nossa génese.

Nos últimos 400 anos de história lusa, fomos sempre acreditando nas diferentes trovas dos Bandarras que nos têm enganado. Ai como nós gostamos de ser enganados…

O nosso futebol não foge a esta malfadada crença. Quando tudo está por um fio, prestes a desabar, eis que surge alguém que nos coloca noutro patamar. Em 66, no Mundial de Inglaterra, foi Eusébio que deu a volta ao jogo com a Coreia. Nos anos 90 num europeu Britânico foi Luis Figo que iniciou a reviravolta de 2 a zero, para 3 a dois, contra a selecção da Velha Albion. Recentemente no último Play-off para o Mundial do Brasil, Cristiano Ronaldo derrotou quase sozinho, uma Suécia fria e calculista. Já para não falar do golo solitário do Carlos Manuel contra a Alemanha (deixem-me sonhar, lembram-se?) ou o de Raul Meireles contra a Bósnia, recentemente.

É com base nestes exemplos que há quem (ainda!) acredite que Portugal pode apurar-se para a fase seguinte. Uma jogada de mestre, um remate extraordinário, um toque sublime, enfim um final feliz. E regressamos então ao mesmo fado e à ideia primeira de que basta um só homem para fazer a diferença.

Não sou diferente dos demais portugueses. Também eu quero crer que a nossa selecção vai chegar mais longe na prova, que ora decorre em terras de Vera Cruz. Todavia tenho a perfeita consciência que a missão difícil, mas não de todo impossível, tem de ser assumida por todos os intervenientes. Desde os treinadores aos atletas passados pelos dirigentes e restante pessoal, todos devem perceber que um nome não ganha jogos. Mas todos juntos. Todos!

No fim de contas qualquer equipa é como um mecanismo de um relógio. Há uma peça que dá a corda, mas todas as outras têm a sua função. E sem uma delas, por mais pequena que seja o aparelho ficará perfeitamente descontrolado.

No futebol, como na vida, as vitórias geralmente só sorriem a quem mais trabalhou para elas…

 

 

Pode ler-se também aqui

Após a primeira jornada

Ao fim de 16 jogos no Mundial, fiquei com algumas ideias. Ei-las:

 

1 - Péssima prestação da equipa das quinas;

2 - Brasil não mostrou equipa para ser campeão do Mundo.

3 - Uma Holanda com capacidade para grandes feitos.

4 - Alemanha trucidou Portugal com um futebol de altíssimo nível.

5 - A Espanha vai ter dificuldades em se apurar para os oitavos de final.

6 - O México é uma equipa a ter em (boa) conta.

7 - A selecção Argentina não mostrou grande futebol.

8 - A Bélgica vai ser uma belíssima surpresa.

 

Veremos se mantenho os mesmos pensamentos após a segunda jornada.

 

 

Também aqui

O que a Alemanha não tem!

Um jogador deveras influente!

Um atleta que apresenta a tendência para bater todos os recordes possíveis!

Um ídolo para os jovens!

Uma marca que vende fabulosamente bem!

Alguém que ganhou por duas vezes o título de melhor do Mundo!

Um homem que é a imagem de um desporto!

Talvez o atleta mais bem pago do Universo!

O Cristiano Ronaldo!


Pois... a Alemanha não tem nada disto, mas tem uma equipa!

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