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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Hoje fui "à bola"!

Há meio século "ir à bola" era coisa de homem macho... hoje denominado "alpha".

Só que a sociedade mudou muito (e as mentalidades!), e ainda bem acrescento, originando que actualmente "ir à bola" deixou de ser coisa só de homem, mas de ambos os sexos.

Deste modo vêem-se cada vez mais mulheres nos estádios não só como acompanhantes de maridos, pais ou irmãos, mas como ferrenhas adeptas do futebol e do clube do seu coração com as vestimentas a rigor (tshirt, cachecol e demais apetrechos). 

Após muitos meses sem gente no futebol gostei de ver o estádio do Sporting bem composto não obstante as limitações e fiquei plenamente convencido que as mulheres leoninas são um capital humano a ter em conta para o futuro da instituição.

O futebol, esse, é somente um desporto, mas os clubes serão eternos.

Afeganistão: para além da religião!

Temos a (errada) ideia de avaliarmos os outros países pela matriz com que nos regemos no nosso. Todavia olvidamos o que para nós pode ser algo impensável, em outras culturas tudo é viável e naturalmente bem aceite.

O Afeganistão (que eu nunca visitei) parece ser um desses países onde a cultura e a religião fanática se juntam numa mistura, no mínimo, explosiva.

Para além dos preceitos religiososs muitos ortodoxos seguidos pelos talibãs, há algo que me incomoda e que se prende com a forma como lidam com as mulheres. Estas são autêncticas escravas de homens sem qualquer conhecimento da realidade mundial. Sei que para além da questão religiosa esta maneira pouco humana de tratar as mulheres se prende essencialmente com uma cultura, que é no mínimo selvagem. Nem os animais tratam as suas fêmeas da mesma maneira que os guerreiros talibãs-

O lado ocidental apenas pode denunciar as atrocidades... já que pouco mais pode fazer.

Mas nisto tudo o estranhamente curioso foi ler alguma esquerda lusa a regozijar-se com a saída dos americanos do Afeganistão, olvidando o estado em que ficaram as pobres das mulheres afegãs.

Ou será que agora já não interessa falar disso?

Olh'á mala!

As senhoras são na sua maioria muito mais arrumadas que os homens. Então em casa... é assim uma espécie de normalidade com a qual nós maridos, companheiros, namorados ou outros temos de viver diariamente.

Estão a imaginar então uma casa repleta de homens, filhos incluídos? É roupa, livros, mochilas por todo o lado, já para não falar de computadores e outros periféricos.

Foi assim na minha casa durante anos. Agora vive-se uma estranha ausência. É a vida!

Mas as damas não são totlmente perfeitas e também têm as suas desarrumações, olá se têm...

Chamam-se malas, carteiras, pochetes ou quejandos. Naqueles buracos (há quem lhes chame escritórios ambulantes) consegue-se encontrar um pouco de tudo. E vou escusar-me a entrar em detalhes porque seria altamente fastidioso.

Ao invés das malas das senhoras, as caixas de ferramentas dos homens estão anormalmente muito arrumadas. Curioso não é?

Quase sempre separadas por função, num instante se consegue descobrir a ferramenta necessária para uma qualquer eventualidade.

No meu caso assumo que a minha caixa é, quiça, demasiado pesada para uma senhora. Mas no seu interior há um mundo... que não sendo um escritório, assemelha-se por vezes a uma boa oficina.

Vamos lá entender estas cabeças...

Uma ideia...

Um destes dias li algures a opinião de que se as mulheres governassem todo o nosso Mundo não haveria tanta guerra, tanta fome, tanta desgraça.

Obviamente que esta frase foi pronunciada por uma pessoa do sexo feminino.

Mas deixem-me discordar. E faço-o com a consciência que a verdade está muito longe da ideia acima pronunciada.

Na realidade neste momento trabalho com três mulheres todas de idades aproximadas, cursos superiores no CV e mais uma série de valências.

No entanto estão permanentemente em guerra umas com as outras. E geralmente por coisas quase sem importância.

Pegando neste simples e quotidiano exemplo estão a imaginar o que seria o Mundo actual governado somente pelas damas?

O (in)terno feminino ou o léxico peculiar das mulheres

Ao fim de muitos anos de conviver com as mulheres (mãe, esposa, sobrinha, primas, amigas e colegas de trabalho) jamais saberei como pensa o (in)terno feminino. E não tem a ver com qualquer machismo bacoco… mas somente a constatação de um facto. Puro e duro!

Sempre ouvi dizer que uma mulher quando diz “não” quer dizer “talvez” e quando diz “talvez” quer dizer “sim”. Todavia esta teoria carece de provas para a aceitar como verdadeira. No entanto percebo a génese da… “coisa”.

Os homens, por muito que custe ao sexo feminino assumir, são geralmente mais práticos. Obviamente que também conheço alguns cavalheiros em que, complicação é… o “apelido” do meio!!!

Quando falamos com uma mulher é necessário ter sempre o cuidado de ler nas… entrelinhas! Pois nem tudo é claro como a água. Os homens ao contrário, são geralmente mais genuínos mesmo assumindo as evidentes diferenças. Expõem-nas, discutem-nas acaloradamente mas dificilmente se zangam! O tema clubismo futebolístico é disto um bom e conhecido exemplo.

Na generalidade, a uma pergunta de resposta sim ou não, as mulheres não o conseguem responder com total discernimento. Ficam sempre a pensar se a questão colocada assim tão directa terá algum segundo, terceiro sentido, quando, na maioria das vezes, é só para obter mesmo uma simples resposta.

Finalmente há aquele léxico tão próprio das mulheres que nós homens, por muito que tentemos, jamais entenderemos.

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