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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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José Mourinho ganha novo fôlego

Começou oficialmente a aventura de José Mourinho como treinador do Manchester United. Com uma vitória! Sobre o Leicester o campeão em título de Claudio Ranieri.

Após duas passagens pelo Chelsea de Londres, Mourinho entra no Manchester carregando consigo uma enormíssima dúvida: será capaz de fazer do MU uma equipa campeã e a jogar bom futebol?

Bem ... todos sabemos que a equipa do "teatro dos Sonhos" não vai ter uma "Champions League" com que se preocupar mas ainda assim vai ter diversos torneios para mostrar o que vale o seu conjunto de (bons) jogadores. Obviamente que a prioridade vai para a Premier League.

Seja como for Mourinho começou a época com um merecido triunfo, mesmo sem jogar muito bem. Haverá melhor folêgo ou incentivo?

Mourinho... Real?

Era previsível por todos!

Era desejável por muitos!

Consumou-se, enfim!

A saída de Mourinho do Chelsea. Uma época desastrosa, onde tudo correu mal.

Após ter sido campeão mesmo não jogando bem, o Chelsea tinha a obrigação de jogar melhor. Vi poucos jogos da equipa londrina... Melhor... só vi os da Champions League mas deu logo para perceber que a equipa estava amorfa, triste, desinspirada!

Culpa de José? Talvez... Mas não só! Senti que desde o ínicio da época alguns jogadores não davam "o litro" dentro de campo.

Obviamente que Wenger, treinador do Arsenal, deve estar a rir neste momento, já que esta é a segunda vez que Mourinho sai pela porta dos fundos do rival londrino, enquanto francês se mantém à frente da equipa arsenalista.

Não obstante apreciar sobremaneira a filosofia de jogo de José Mourinho, com os muitos (bons) resultados e que todos sobejamente conhecemos, reconheço que a vida do setubalense no clube londrino tornou-se deveras complicada.

Mas a profissão de treinador é feita destes "acidentes".

E certamente equipas não lhe faltarão para treinar... Real Madrid inclusivé!

Mourinho - The unhappy one

Quem diria que após o empate com golos em Paris, o Chelsea se deixasse surpreender pelos gauleses de Laurent Blanc?

Todavia o futebol é fertil em situações destas e José Mourinho tinha a obrigação de saber isso.

Não vi o jogo todo, mas por aquilo que pude assistir, o último vencedor da Taça da Liga Inglesa foi demasiado displicente. Mesmo a jogar contra dez o Chelsea nunca foi capaz de se libertar do espartilho com que os franceses "envolveram" os comandados de Mourinho.

Assim mais um ano em que o setubalense fica sem ganhar a Champions League. E desta vez a culpa foi unicamente da sua equipa!

Não está nada feliz o José Mourinho! Nada mesmo!

Mourinho - um vencedor por excelência!

Mourinho ganhou mais uma vez a Taça da Liga em Inglaterra. Curiosamente este foi, outrossim, o primeiro troféu que Mourinho ganhou quando foi treinar o Chelsea pela primeira vez. Nessa altura bateu o Liverpool por 3-2, segundo a minha pobre memória e ficaram mui célebres as imagens de José com o dedo no nariz a mandar calar alguém, supostamente os que o criticavam, o que lhe valeu a expulsão do jogo.

Desta vez a vítima foi também, tal como o Chelsea, um clube Londrino, o Tottenham Hotspur, que saiu derrotado de Wembley por um (normal) dois a zero. Porém o Chelsea ganhar quase não constitui notícia tal é a forma como aquele clube joga e obtem naturalmente avanço sobre os adversários. O que é importante realçar é que este é o primeiro título de Mourinho após a sua saída do Real Madrid, onde foi campeão em 2012.

Por isso a forma efusiva como o setubalense festejou mais esta vitória é sinónimo de que Mourinho após aquele célebre dia 27 de Fevereiro de 2004 na cidade de galesa de Cardiff continua a ser, não só um treinador, mas um vencedor nato.

Veremos o que o futuro (lhe) reserverá. Começa assim bem este ano para Mourinho.

 

Mourinho... again!

A equipa do Chelsea de Londres passou esta noite às meias finais da Liga dois Campeões ao vencer o PSG da capital gaulesa. Após uma derrota na 1ª mão por 3-1, Mourinho tinha de puxar dos galões de melhor treinador do mundo e mostrá-los aos seus adeptos e ao mundo. E não deixou os créditos por mãos alheias!

 

Vitória por 2 a zero, sofrida sim mas suficiente para enviar os franceses definitivamente para casa.

 

Mourinho percebeu que a "Ibraimovicdependencia" do PSG era notória. E tendo em conta que o jogador sueco não jogou, devido a lesão, a missão poderia tornar-se mais acessível.

 

No entanto durante todo o jogo o PSG nunca esmoreceu e esteve mesmo muito perto do empate, por mais de uma vez. Foi Cavani o grande perdulário. Mas o futebol é assim mesmo: perdem uns, ganham outros.

 

Em Stamford Bridge pode ler-se também uma tarja que dizia à moda de Tina Turner: Simply the best! De certeza dirigida ao setubalense!

 

E agora vou aguardar anciosamente o sorteio das maias finais!

 

Ai como gostaria de ver um Real-Chelsea em Lisboa...

 

Mourinho versus Wenger

Ontem em Stamford Bridge a equipa do Chelsea, magistralmente dirigida por José Mourinho cilindrou a equipa adversária do Arsenal, também ela de Londres, por um concludente 6-0.

 

São por demais conhecidas as diversas trocas de "galhardetes" entre o francês treinador da equipa arsenalista e o português. Mais uma vez Mourinho levou a melhor e aproveitou para atirar mais lenha para o fogo em que vive a equipa de Wenger.

 

José não perde uma oportunidade!

Lá por fora!

Em terras de sua Majestade, Mourinho continua a ser Rei. Ontem as vítimas foram os “blues” do Manchester City.

Uma vez mais o azul do Chelsea ofuscou o anil desmaiado da grande cidade industrial. O lusitano treinador provou (se algo ainda tivesse que provar!!!), porque é um dos melhores, se não mesmo o melhor do mundo. E o resultado de ontem peca por escasso…

Estranhei nas declarações de José a forma humilde como se posiciona em relação à candidatura para ganhar a Liga Inglesa. O “Special One” revelou inusual sensatez. O problema é que os números exibem algo bem diferente. E não fosse o desaire na semana passada em Stamford Bridge contra uma equipa de nível inferior, e hoje os homens de Mourinho poderiam estar na frente da “Premiere Ligue”.

Na Inglaterra do futebol reina novamente um português. Chama-se José e nasceu em Setúbal!

Orgulho lusitano

 

Quando em Maio de 2013 neste post falava num eventual regresso de Mourinho a Inglaterra, jamais calculei que o destino fosse uma vez mais Stamford Bridge.

 

Pois é, há coisas levadas da breca neste negócio do futebol, correspondendeo desta forma o que disse uma vez um antigo dirigente do Vitória de Guimarães: o que hoje é verdade, amanhã é mentira. Deste modo é possível ver-se Mourinho, uma vez mais, a dirigir a equipa do bairro rico de Londres.

 

Mas sinceramente o que mais gostei de ver, foi a forma espontânea mas sincera, como todos os adeptos do Chelsea, sem excepção, receberam o português José Mourinho no seu estádio, no primeiro jogo frente ao Hull City.

 

Um exemplo de enorme desportivismo e cidadania e que obrigou o setubalense a levantar-se, por mais de uma vez do banco de suplentes, para agradecer os aplausos com que foi brindado.

 

Numa altura em que Portugal e os portugueses são notícia, nem sempre pelas melhores razões, nada melhor que ver (e ouvir) um treinador luso ser ovacionado daquela maneira.

 

O (bom) futebol passa (também) por eles!

Durante duas épocas José Mourinho e Pepe Guardiola, enquanto treinadores, trocaram entre si alguns “mimos” verbais. Tudo em nome dos clubes que representavam tentando, a maior parte das vezes em vão, desferir rudes golpes na estrutura psicológica dos adversários.


Mas o futebol, tal como na vida comum, é pródigo em situações, no mínimo, bizarras. José Mourinho vai rumar novamente a Londres onde iniciou oficialmente a sua carreira de treinador fora de portas. E digo oficialmente porque ainda há aquela história dum tal Barcelona-Atlético de Madrid, para a taça do Rei, em que a equipa “blaugrana” foi para o intervalo a perder por 3 a zero e regressou na segunda parte disposta dar a volta ao resultado. Ao que parece nesse já longínquo ano de 1997 Bobby Robson, à altura treinador do Barcelona, no balneário foi dando instruções aos jogadores para a segunda parte mas o seu tradutor convertia em indicações diferentes. O tradutor chamava-se José Mourinho e o atleta que contou este episódio dava pelo nome de Oscar mas sabia o suficiente de inglês para entender as contradições entre Robson e Mourinho. Fosse disso ou não, a verdade é que o Barcelona passou essa eliminatória mesmo depois de estar a perder por 4 a 2, vencendo o jogo por 5 a 4.

 

Portanto o nosso José vai receber uma equipa que em anos consecutivos ganhou dois títulos: Liga dos campeões e a Liga Europa. E que desde a sua partida nunca mais conquistou qualquer título inglês.

 

Do outro lado do canal da Mancha o antigo jogador do Barcelona, curiosamente também presente na tal eliminatória dos 5 a 4, como defesa central ao lado de Fernando Couto, vai herdar uma equipa que ganhou tudo o que havia para vencer este ano: campeonato e taça da Alemanha e a Liga dos Campeões. Um presente envenenado?

 

Seja como for Guardiola e Mourinho são treinadores, separados nos clubes e campeonatos, mas juntos no regresso aos grandes palcos europeus (e não só!).

 

E a vibrarem como ninguém com o futebol dos seus comandados!

De regresso… a Londres!

 

O capítulo de José Mourinho em Espanha está definitivamente encerrado. E ao contrário do que aqui escrevi, José regressa a Londres a um clube onde foi feliz, tentando recolocar o Chelsea na luta pela Liga inglesa.

 

Mas estas coisas dos regressos têm (quase) sempre um reverso, por vezes amargo. Mourinho quando encabeçou o projecto inglês fê-lo na certeza de encontrar uma equipa fragilizada e muito pouco habituada a ganhar, não obstante umas taças de Inglaterra.

 

Neste contexto foi razoavelmente fácil encontrar o caminho das vitórias. E assim temos o setubalense a ganhar um primeiro título fora de Portugal num clube que o não ganhava havia cinquenta anos. Repetindo o triunfo no ano seguinte.

 

A aventura em Milão correu tão bem que, perto de cinquenta anos após a última vitória, o Inter torna-se outra vez vencedor da Liga dos Campeões. E foi esta vitória que levou José para Madrid para uma aventura muito, mas muito complicada.

 

Algumas taças e um campeonato espanhol foi tudo quanto Mourinho conseguiu “amealhar” nos três anos que esteve na capital espanhola. Porém a vitória na Liga dos Campeões, jamais conseguida, acabou por sentenciar a sua saída do comando da equipa merengue.

 

Retorna a Londres mais velho, provavelmente mais conhecedor mas também mais “vigiado” por uma imprensa que, tal como a espanhola não perdoa eventuais maus resultados.

 

Só espero e desejo que o José tenha muita sorte e obviamente muitos sucessos em Stamford Bridge.

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