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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Isabel II - A Rainha do Mundo

Há dois anos aquando do nonagésimo aniversário da Rainha de Inglaterra escrevi este texto.

Passados 24 meses não retiro uma linha, uma palavra, uma vírgula ao que escrevi na altura.

Apenas acrescentarei que Isabel II começa finalmente a falar em sucessão. E ao contrário do que li muitas vezes e que eu próprio também assumi, a coroa não será, para já, entregue a William, mas sim a seu pai.

Sempre pensei que a relação entre a Rainha, o seu varão Carlos e a nora Camila obstasse a que o filho mais velho de Isabel fosse coroado Rei. Ainda por cima a idade do Príncipe de Gales, que em Novembro próximo fará 70 anos, não ajudaria à sucessão.

Mas pelo que vou lendo parece que a intenção da Rainha será outra. William que aguarde...

Xeque-mate ao novo Rei?

 

Com a abdicação do Rei Juan Carlos a favor de seu filho varão Felipe de Bourbon, abriu-se uma caixa de Pandora. De um momento para o outro a nossa vizinha Espanha viu-se a braços com um problema político que não imaginava: a dúvida sobre a “real” razão de existência da monarquia.

 

Milhares de pessoas têm vindo para a rua exigir a convocação de um referendo, a questionar se os espanhóis preferem manter uma monarquia mesmo numa versão do século XXI ou bem pelo contrário desejam a implantação de uma 3ª República, a exemplo de Portugal.

 

Se me perguntarem se sou republicano ou monárquico, responderei com a primeira opção, tomando em consideração que jamais vivi numa monarquia. No entanto a figura de um Presidente da República num sistema parlamentar como o nosso, cinge-se a dar posse a ministros e secretários de estado, ou a condecorar individualidades no dia 10 de Junho.

 

Tirando isso o PR é apenas e apenas uma figura de retórica, quiçá com algum peso institucional, mas muito pouco poder. E é esta noção da realidade republicana que os nossos vizinhos espanhóis ainda não têm.

 

Enquanto qualquer candidato a presidente sai do arco dos políticos da governação, provavelmente refém de muitos apoios recebidos para a sua eleição, o futuro rei de Espanha, Felipe VI, conseguiu para já o feito invulgar de casar por amor com uma jornalista já anteriormente casada e mais tarde divorciada e tem vindo toda a sua vida a preparar-se para ser Rei de Espanha.

 

A minha reflexão final vai para a ideia de que, no actual contexto europeu, não sei se a manutenção de uma monarquia não seria o mais sensato.

 

Entretanto os xeques-mates ao novo Rei continuam!

A Rainha de Inglaterra

O meu amigo Pedro Correia no seu blogue Delito de Opinião lembrou-nos através deste post que hoje, a Rainha Isabel II de Inglaterra, comemora o seu 60 aniversário da sua subida ao trono.

 

Pouco mais haverá a acrescentar àquilo que está escrito naquele blogue (excelente texto, Pedro!). Todavia realço que numa altura em que se coloca em questão as soberanias de algumas repúblicas na Europa, esta Senhora é um exemplo de enorme tenacidade e sentido do dever.

 

A família não tem sido pródiga em dar bons exemplos à sociedade. Desde o(s) caso(s) da nora Sarah Fergusson, passando pelo divórcio de Ana e a trágica morte de Diana (ainda pouco esclarecida), o casamento do filho Charles com Camila, com quem mantinha relações demasiado próximas na constância do casamento com a Princesa Diana, por tudo isto a Rainha Isabel tem passado (quase) incólume.

 

A actual Raínha de Inglaterra não é só unica e exclusivamente um símbolo da realeza. Mas um factor de união de todos os ingleses independentemente dos credos ou opções políticas. Refiro apenas este exemplo: no Speaker's Corner, no Hyde Park, as tardes de domingos estão repletas de oradores, que ali naquele canto, podem livremente desabafar. Criticam-se governos, países, políticas, tudo é escrutinado... menos a Raínha. Esta personagem é intocável e ninguém tem coragem de a criticar.

 

Para sua Alteza Real direi simplesmente:

 

GOD SAVE THE QUEEN.

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