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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Menos uma "pedra rolante"!

Há gente que nunca devia morrer. Charlie Watts deveria ser um deles! Especialmente por tudo o que deu à música.

Vi-o actuar em 1990 em Alvalade num concerto memorável e do qual guardo religiosamente o bilhete de ingresso.

Já perdi o número de vezes que escutei Rolling Stones, mas aquela bateria soa sempre como um destaque inesquecível.

Tinha 80 anos! Que descanse em paz!
E mais não sei dizer!

Morte aos 27 anos!

Faz hoje precisamente dez anos que o Mundo perdia umas das suas vozes de ouro. Refiro-me à britânica Amy Winehouse que, não obstante ter partido demasiado cedo, ainda assim, deixou um legado importante e inimitável na música.

O seu disco “Back in Black” tornou-se um enormíssimo sucesso, sendo um dos mais vendidos no Reino-Unido.

Possuidora de uma voz invulgar Amy é muitas vezes associada a diversos estilos musicais como o jazz ou o soul. Eu prefiro não a ligar a qualquer estilo já esta cantora era simplesmente única e inconfundível.

Morreu tristemente vítima dos seus excessos de drogas e álcool. Nem imagino o que seria da música actualmente com Amy viva. Um assombro, provavelmente!

 

Entretanto Winehouse foi mais uma das cantoras que entrou no fatídico clube dos 27. Ou traduzindo… artistas fantásticos que pereceram aos 27 anos. Estranhamente todos ligados à música, mas todos com fortíssimas dependências de drogas e álcool.
Falo de Jim Morrison (que no início deste mês perfez meio século da sua morte), de Jimi Hendrix um dos melhores guitarristas do Mundo, de Brian Jones co-fundador dos Rolling Stones, de Janis Joplin a irreverente cantora de rock e mais recentemente Kurt Cobain o grande mentor da banda Nirvana muito ligado ao movimento “grunge” que surgiu em Seattle.

Um clube sórdido, bizarro e pouco convidativo, mas que alberga postumamente das melhores vozes que passaram pela música.

Como se dizia no meu tempo de escola... vinte e sete… “noves-fora-nada”!

Aceito quase tudo menos...

... mau gosto musical!

Quando cheguei aos 60 anos, e ao invés dos sexagenários da época em que era miúdo que consideravam ser os únicos donos da verdade, eu com esta idade passei a aceitar tudo sem fazer muitas ondas.

Portanto aceito que os nossos políticos nos mintam permanentemente, que os corruptos sejam sempre ilibados dos seus crimes, que a justiça seja demasiado demorada, que as vacinas sejam entregues a quem mais pode e não a quem mais necessita.

Aceito que alguém ao fim de meio século de vida perceba que andou escondido num qualquer armário e saia finalmente de lá, como aceito que mintam quando me dizem: estás cada vez mais novo e eu a ver todos os dias aquelas rugas e a pele cada vez mais flácida.

Aceito tudo... menos o idiota do meu vizinho que sempre que me apanha lá por casa dá em colocar uma qualquer rádio em altos berros a debitar música brasileira "pimba"!

Poderia escolher "pimba" luso... até porque há algumas coisas engraçadas. Mas brasileiro? É de um mau gosto atroz. Esperto fui eu pois andei a aspirar o carro e sempre que o aspirador parava tinha o rádio do carro sintonizado na simpática Smooth FM (passe a publicidade!).

O meu vizinho deve ter percebido a diferença das músicas pois num instante deixei de escutar o rádio.

Um salto para a eternidade...

com uma visão clara!

São incontáveis as vezes que ouvi esta música enquanto jovem,

para nos anos 90 poder escutar esta banda ao vivo no velhinho estádio de Alvalade, quando servia de suporte aos Bon Jovi. Naquela altura achei mesmo um escândalo pois os Van Halen mereciam um espectáculo dedicado. Mas enfim...

Eddie Van Halen morreu hoje aos 65 anos vítima de um cancro na garganta, deixando um conjunto de discos e músicas imperdíveis.

Dar um salto para aternidade não é para todos. Mas o guitarrista da banda americana fê-lo com muita competência.

Entretanto ontem morreu, aos 80 anos, Johnny Nash. A música por estes dias tem deixado partrir demasiada gente. Ainda por cima grandes músicos.

Deixo aqui o tema de maior sucesso do cantor americano.

Que ambos descansem agora em paz! 

 

Ennio Morricone por fim no Paraíso!

Morreu o enorme Ennio Morricone. Aos 91 anos!

Se há pessoas que nunca deveriam desaparecer do Mundo, este compositor italiano, deveria ser uma delas. Ennio compôs dos melhores temas, das melhores músicas que o cinema já teve.

É quase infidável a lista de filmes em que Morricone participou com as suas belas melodias. Que a sétima arte ficará agora mais pobre é certo, pois dificilmente haverá um compositor que conseguisse somente com a sua música colocar um cunho tão pessoal nas suas fantásticas melodias.

Lamento profundamente o seu desaparecimento, mas de uma coisa tenho a certeza: Ennio Morricone irá tocar agora as suas belas e comoventes músicas de cinema no Paraíso.

As minhas sugestões de discos...

... para estes dias de confinamento!

Não só de livros vive o homem, isso é certo. Até porque há muita gente que não tem hábitos de leitura. Por isso a música merece outrossim destaque nesta minha nova vida de prisioneiro.

O meu gosto atravessa muitas décadas, muitos tipos de música e logo daí muitos artistas. Assumo que das músicas mais recentes conheço pouco e não gosto muito de julgar sem ouvir.

Entretanto fui a um dos armários com discos e procurei escolher algumas obras que me marcaram nestes derradeiros sessenta anos de vida. Portanto, se puderem, escutem alguns destes artistas, músicos, maestros e verão como a liberdade física que vos é por ora negada cresce um cada som.

A ordem que apresento não tem a ver com a minha maior preferência. De todo... Escrevi conforme os discos aparecem na minha mão (e não só). Então vamos lá:

Frampton comes Alive - Peter Frampton

- talvez um dos melhores albuns ao vivo do século XX;

Made in Japan - Deep Purple

- um disco que é um marco na música rock dos anos 70. Imperdível!;

White Mantions - Vários

- um CD que anda sempre no carro. Creio ser inequívoco;

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - The Beatles

- o melhor disco dos The Beatles e um dos melhores do século passado;

Secos e Molhados I - Secos e Molhados

- Um disco surpreendente e irreverente. Obrigatório escutar.

A Night at the Opera - The Queen

- O melhor disco da banda inglesa onde Fredy Mercury foi a estrela maior;

Whish you Where Here - Pink Floyd

-  Um disco a raiar a perfeição. Não há adjectivos suficientes;

Ar de Rock - Rui Veloso

- a música portuguesa no seu melhor. E mais não digo;

Alchemy - Dire Straits

- um duplo disco também ele ao vivo e soberbo;

Best Moves - Chris de Burgh

- uma compilação das melhores músicas do cantor de origem irlandesa e que nasceu na Argentina.

Um "covano" que parte!

Marcou definitivamente o meu gosto pela bela e boa música popular.

Ouvi-o vezes sem conta através dos cd's que tenho dele.

Não sendo um ribatejano já que nasceu em Lisboa, ainda assim cresceu nos Riachos pequena povoação ribatejana perto da cidade de Torres Novas.

Cantou muita coisa, mas tendo eu as minhas próprias raízes em Minde não posso deixar de publicar este video onde este cantautor cantou em minderico.

Pedro Barroso morreu na passada segunda feira aos 69 anos de idade.

A música e o país perdem uma enorme referência musical. Diria insubstituível.

Que descanse em Paz.

 

A música que oiço!

Tenho no meu carro o cd de um disco que tem muitos anos, mas do qual nunca me liberto. Chama-se "White Mantions" e conta uma estória dentro da história daquilo que foi a guerra civil americana.

white_m.png

Um disco que me acompanha há muitos anos.

Entretanto hoje tive uma belíssima surpresa ao ser brindado com um conjunto de discos do cantor Jacques Brel.

Uma colectânea de 60 das melhores canções que eternizaram o grande cantor, compositor, actor e realizador belga que morreu demasiado cedo, aos 49 anos.

Agora é simplesmente escutar... no meu carro, obviamente!

brel.png

Patxi Andion - um luso castelhano

Li que morreu num acidente de viação Patxi Andion.

Por acaso nunca tive a oportunidade de o ver actuar em Portugal, mas sempre gostei de o escutar aquela voz rouca mas muito bem timbrada e inconfundível.

A música castelhana perdeu um dos grandes canta-autores.

Que descanse em paz, seja lá onde estiver.

Provavelmente "muy" perto de Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira ou Áry dos Santos.

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