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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Pensamento para um fim de tarde!

Lembro-me bem do galardoadíssimo filme "Amadeus" do enorme Milos Formam,. de 1985. Nesta película o realizador mostrou um Mozart quase lunático e muito irreverente, não obstante a reconhecida qualidade das suas peças musicais.

Pois bem, após ter ontem visto este filme dei por mim hoje a ver um filme/documentário sobre os primeiros anos dos "The Beatles".

The Beatles: Eight Days a Week Poster

Destes três momentos de bom cinema que relatam a vida e as vicissitudes por que passaram os grandes artistas retiro a ideia de que a arte para ser qualificada tem de vir de gente realmente irreverente.

Serei só eu a pensar assim?

Ideias dançantes!

E comum dizer-se que não há ninguém insubstituível. Isso é certo. No entanto há pessoas que jamais deveriam ser substituídas, arriscando mesmo a dizer que há quem deveria ser eterno.

Na vida civil, política, nas ciências ou nas artes, no desporto ou simplesmenten na escrita há gente que jamais deveria envelhecer ou no mínimo deveria desaparecer tal a importância dos seus actos ou simples ideias ou ideais.

Nestes nossos tempos tão carregados de pressa em viver o que ainda nem aconteceu, o mais fácil e menos trabalhoso será reviver o passado mais ou menos longínquo. Basta para tal usar as mesmas ideias com outra roupagem e... voilá!

Ontem vi na televisão o filme premiadao "La La Land". Quando andou pelo cinema nunca me captou a atenção. Mas ontem... pronto deixei-me seduzir pela película. O enredo parece interessante, mas o revivalismo dos tempos aúreos de Fred Astaire acompanhado o seu par Ginger Rodgers parece ter ficado além do que eu esperava, tal foi a matriz colocada nesta longa-metragem. 

As diversas sequências de danças protagonizadas pelo par Seb e Mia ficaram muito abaixo de quem, em vão, tentaram imitar. O filme não é mau de todo, mas requeria mais cuidado por parte do realizador. É que nem Fred nem Ginger andam por aí! E não há ninguém para os substituir.

Estes já cá moram!

No dia 28 de Julho de 2015 (quem diria que já passaram mais de três anos) assisti a um espectáculo fantástico do qual apresentei na altura o tema final, gravado de forma deficiente pelo meu telemóvel, mas ainda assim demonstrativo da qualidade do artista, conformem podem confirmar aqui.

Ora temos assim que em Abril próximo Mark Knopfler regressará a Portugal para mais um concerto, desta vez no Parque das Nações.

A (boa) lembrança da sua passagem por Oeiras quase me obrigou a comprar o ingresso para o concerto. E como não gosto de ir sozinho a estes eventos eis que adquiri dois bilhetes. Para o meu infante mais novo, bom comparsa nestas coisas da música.

Portanto dia 30 de Abril de 2019 lá estaremos.

MarK_Knopfler.jpg

 

 

 

Partiu a voz eterna!

Se há vozes que perdurarão para sempre, a de Charles Aznavour é uma delas. A exemplo de Edit Piaf (por quem o franco-arménio teve uma paixoneta, segundo as más línguas), a voz do cantor de "She" e de centenas de outras canções marcou não uma geração mas muitas gerações. Será mesmo impossível falar-se de música, compositores e artistas e não referir-se Aznavour.

Ele não foi uma mera lenda... Ele foi a voz que iluminou tantos e tantos corações e espíritos por esse Mundo fora.

Morreu hoje aos 94 anos (que linda idade!).

O Céu ficará certamente bem melhor com este Embaixador da ONU."

"Merci bien Charles" 

Hei-de continuar a ouvi-lo por aí!

C-aznavour.jpg

Madonna, a sexagenária

Em tom de brincadeira costumo dizer na minha restrita roda de amigos que quando alguém chega aos 60 anos de idade deixa de ser uma pessoa para se tornar uma sexagenária.

Vejamos esta notícia num qualquer pasquim:

"Uma mulher de 59 anos foi apanhada a fumar cachimbo na via pública!"

Com mais um ano a notícia seria dada assim:

"Sexagenária apanhada a fumar cachimbo na rua!"

Passando este entróito venho aqui dar os parabéns a mais uma sexagenária. Uma mulher que é somente mais velha que eu uns meses e que foi uma artista fora de tempo.

Desde "Like a Virgin", Madonna Louise Ciccone tornou-se uma estrela da música POP. A par de Michael Jackson do qual é mais velha 13 dias ou Prince de quem era mais nova uns breves meses.

Desta artista tenho alguns discos e um livro "SEX" que criou à época alguma celeuma tendo em conta algumas fotos onde a cantora era figura primeira.

Entretanto era para escrever mais, mas acabo de saber que faleceu Aretha Franklin.

Não há mais nada a dizer!

Será uma coincidência este dia?

De parabéns!

Sei que já é um pouco tarde, mas não queria que o dia acabasse sem falar dele. Ainda por cima alguém que comemora hoje as suas bodas de diamante.

Tive o grato privilégio de o ver actuar, mais à sua banda, há 28 anos em Alvalade. E que concerto Santo Deus, cujo bilhete de entrada ainda guardo, religiosamente.

Michael Philip Jagger nasceu há 75 anos e é o vocalista de uma das maiores bandas de Rock do século XX.

Eis assim um video com uma das suas canções mais icónicas.

"I can´t get no satisfaction"

Mas falta o resto... Parabéns Mick!

A gente escuta-te por aí!

Ontem à noite!

Pouco passava das seis da manhã de ontem quando o meu infante mais novo arrastou o seu esqueleto para fora da cama e ofertou à mãe, em antecipação ao dia, dois bilhetes para um filme/concerto no mítico Coliseu dos Recreios.

Conheço aquele recinto muito bem. Lá já vi circo, bailado, concertos de várias espécies e diferentes tipos de música. Mas estava longe da minha imaginação que ali pudesse ver um dos filmes imperdíveis dos anos 70. Falo-vos do Padrinho, uma película de 1972 realizado por Francis Ford Coppola tendo como base o livro de Mario Puzo.

Tudo isto pareceria normal e corriqueiro se... a música que ilustra o filme não fosse tocada, ao vivo, pela Orquestra Filarmónica das Beiras.

Um espectáculo que ultrapassou em muito a minha espectativa! A determinada altura nem se percebia se a música era ali tocada ou se vinha directamente do filme.

Valeu a pena deitar-me tão tarde.

Obrigado M. e D.

 

Sérgio e a sua Nação Valente

Sérgio Godinho lançou recentemento o seu último disco de originais de nome "Nação Valente".

Um disco que já escutei diversas vezes e do qual gostei muito.

Este canta-autor continua a surpreender-nos com muitas boas músicas e letras a condizer.

Como foi sempre apanágio de Sérgio.

Interventivo e muito esclarecido, o autor de "Etelvina" continua a ser uma referência permanente na música portuguesa. Daquela boa...

Um disco a não perder e que aconselho vivamente!

S_godinho.jpg 

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