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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Prémios blogosféricos!

A Fátima apresentou um concurso neste postal.

Os prémios serão livros e este evento está relacionado com os sete anos do seu blogue "Porque eu posso".

Portanto, quem gostar de livros à borla basta carregar na primeira ligação supra e seguir os trâmites que lá são propostos.

A Fátima é boa senhora (foi ela que pediu para escrever isto ), escreve bem e anda com um desafio bem curioso onde se fala de cores. Já leste alguma coisa sobre isso...

Não? Então ainda vais a tempo de escrever qualquer coisita.

Vá, ide, baza daqui para fora, desaparece, dá "às vilas Diogo", foge para o blogue da Fátima.

Desculpem a brincadeira!

A gente lê-se por aí!

Quatro obras que eu gostaria de ler...

mas dificilmente o farei!

Gosto de ler, mas tenho consciência que há obras que jamais as conseguirei ler. Mesmo que tente muito. Mas gostaria… Sinceramente!

Uma delas será obviamente “Ulisses” de James Joyce. Tentei três vezes e por três vezes desisti.

ulisses.jpg

O segundo será certamente “Guerra e Paz” de Tolstoi já que me parece ser um livro demasiado longo para o tempo que tenho hoje. Quiçá daqui a muitos anos quando o meu tempo for maior que a minha vida.

guerr_paz.jpg

Um outro livro ou conjunto deles será certamente “A Divina Coméia” de Dante. Mas sinto que provavelmente me faria falta ler esta obra. Não sei bem porquê… mas é uma sensação!

divina_comedia.jpg

Marcel Proust e o seu “Em busca do tempo perdido” poderá ficar por ler não obstante ter gostado bastante de Proust nesta obra.

proust.jpg

Neste momento serão apenas 4 os livros que não lerei. Quase de certeza que haverá outros...

BD - Lucky Luke muda de sela

Foi lançado no passado mês de Agosto o segundo volume das aventuras de "Lucky Luke visto por..." Todavia adquiri-o somente há dias e neste sentido venho agora falar de mais uma aventura do pistoleiro que disparava mais rápido que a própria sombra.

Desta vez calhou a um germânico - Mawill - a responsabilidade de nos brindar com mais uma aventura de Lucky Luke. Este desenhador trouxe-nos um "cobói" (como se dizia no meu tempo de criança) muito diferente dos anteriores, no que diz respeito, essencialmente, ao aspecto visual, não obstante a indumentária se manter fiel à criado por Morris.

A história é curiosa e trás-nos um herói claramente pronto a adaptar-se às novas tecnologias da época. Paralelamente os "maus da fita" não são os celebérrimos Irmãos Dalton, estando personificados num casal meio bizarro, dando à história algum humor, todavia muito longe dos fantásticos diálogos criados por Goscinny e Morris.

As figuras têm todas um aspecto quase "naif", sem perderem, no entanto, qualidade e assertividade. 

Estas novas aventuras fora da série normal, têm o condão de nos apresentarem outros artistas nesta área da BD. Se bem que prefira a figura esquia e sempre alinhada de um Lucky Luke dos primórdios, a deste livro exibe-se outrossim em bom plano.

Há pranchas muito boas e até algumas referências bíblicas. O ritmo de leitura e imagem é muito razoável, sem haver necessidade de perder muito tempo nos pormenores de cada prancha.

Com chancela da editora "A Seita" esta é mais uma aventura a não perder, especialmente para os verdadeiros amantes de Lucky Luke.

Lucky_Luke_mudadesela.jpg

Livros online!

Hoje deu-me para comprar livros online. Desde Março ou Abril passado que o não fazia.

Comecei a passar os olhos por alguns livros e acabei por comprar 3. Todos de Banda Desenhada. O curioso é que o valor inicial para pagar era de pouco mais de 30 euros (sim, sim eu compro livros baratos!!!), mas o valor final da factura foi de.... tzarammmmmm... 12,50 euros.

Ah pois é... o cartão de cliente ajuda nisto. Para além de um saldo que já tinha das compras do primeiro confinamento acrescentei mais uns valores de umas compras que fiz esta semana numa livraria do grupo.

Resultado: livros entregues em casa e por valores módicos.

Agora é aguardar pela encomenda que irei colocar no meu próprio sapatinho na minha árvore de Natal.

O que ando a ler!

As minhas leituras continuam na senda de clássicos. Agora fui buscar a obra-prima da médica de origem chinesa, Han Suyin, à minha pobre biblioteca. Uma edição de 1973 do Círculo de Leitores.

Definitivamente continuo a não ler o português do Novo Acordo Ortográfico que tanta polémica tem dado e por isso recorro aos meus livros velhinhos.

Como título original "A many-splendoured thing" esta obra foi traduzida para português como "A Colina da Saudade".

Uma obra que deu um grande filme e que ganhou só 3 Óscares.

livro.jpglivro_1.jpg

 

 

 

BD – O Homem que matou Locky Luke

Se o caríssimo leitor está à espera de mais uma aventura simpática, carregada de humor, fantasia e exercícios malabaristas por parte do cowboy mais conhecido da BD, desengane-se.

Matthieu Bonhomme foi o autor convidado para escrever e desenhar esta aventura especial do cavaleiro solitário, que ao fim de setenta anos de existência surge numa pose mais séria, mas sem lhe tirar ponta de qualidade.

Recebi o livro ontem após quase dois meses de espera. Mas valeu a pena porque este é, definitivamente, um álbum diferente dos demais da mesma série. Pela história, pela forma, mas, acima de tudo, pelo belo desenho.

Este Lucky Luke surge aqui com cara (quase) de menino, mas postura de homem vivido. O autor socorreu-se muitas vezes e de forma muito bem conseguida a pranchas dedicadas às expressões muito parecidas ao que se pode encontra por exemplo nos álbuns de aventuras de outro pistoleiro de nome Red Dust da série Comanche de Hermam & Greg. Depois os contrastes as sombras negras estranhamente expressivas… Tudo num jogo de luz e cor quase perfeito.

lucky_luke_70anos_1.jpg

Este é um livro longo de 64 páginas que deve ser lido e visto muito devagar de forma a poder-se saborear. O verdadeiro prazer da leitura com imagem.

Finalmente acrescento que se Morris fosse vivo ficaria extremamente agradado e orgulhoso com esta belíssima homenagem.

Um livro de BD a não perder!

lucky_luke_70anos.jpg

 

O livro ou o filme primeiro?

Adaptar uma obra literária, seja ela qual for, ao cinema ou à televisão não me parece uma demanda de somenos.

Talvez por isso prefira ler primeiro o livro e só depois constatar como foi passado para o pequeno ou grande ecran.

Há argumentistas e realizadores que tentam seguir fielmente o enredo. Outros tentam acrescentar alguma emoção ao que já se encontra escrito.

Neste confinamento acabei de ler Tieta de Jorge Amado. Um romance muito curioso, já que é muito diferente daquilo que foi a telenovela que a Globo brasileira emitiu há muitos anos. Algumas personagens são as mesmas, mas a maioria peca por excesso. Isto é a televisão brasileira criou uma série de figuras associadas a pequenas histórias que nunca vi escritas no original.

Não é que fiquem mal… longe disso. Todavia o livro acabou por saber a pouco, tais foram as nuances introduzidas ao enredo original.

No chão da rua vê-se de tudo...

... para além das máscaras!

Percebo que haja quem não goste de ler, especialmente livros de cariz filosófico-religiosos. Tal com entendo que os livros referidos a estes temas não agradáveis para muitos, possam ocupar um espaço relevante numa biblioteca pessoal, em detrimento de outras obras que se considerem mais relevantes...

Porém...

Despejar uma série de compêndios em plena rua mesmo que seja encostado a um caixote do lixo e a pouco mais de 50 metros de uma biblioteca pública, é que me surge como uma ideia pouco civilizada. Acrescento que deitar fora uma das obras mais marcantes de um dos melhores escritores portugueses então parece-me mesmo impensável...

livros_lixo.jpgv_ferreira.png

Livros e traduções!

Não sou de todo um poliglota.

Falo o inglês suficiente para ter uma conversa mínima com um turista em plena Baixa Pombalina. Desembaraço-me razoavelmente bem com o francês, sei dizer desculpe e esferográfica em alemão e sou um especialista em... portinhol.

Ora com tantas valências linguísticas tenho para com as traduções, especialmente com as anglo-saxónicas e as gauleses, um olhar deveras crítico.

Após muitas semanas a ler Tieta de Jorge Amado, obra que quase necessitou outrossim de tradutor, tal a quantidade de expressões locais que autor utilizou, saltei para um escritor norte-americano.

Ainda agora comecei a ler as primeiras páginas e já noto o uso de algumas palavras que não obstante existirem no nosso léxico demonstram alguma tentativa de "americanização" da nossa língua. Soam mal...

Já em tempos me apercebi que em alguns livros de BD, especialmente de origem francesa, as traduções para a língua de Camões, eram de muito baixo nível, roçando por vezes o mau gosto.

Não sei se os tradutores são caros ou sabem pouco da língua original. Ou pior... se pretendem influenciar um texto com uma péssima tradução.

 

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