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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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A nova página da SAPO Blogs

A mudança da Página Principal da SAPO Blogs apanhou-me desprevenido já que foi feita enquanto eu estava de férias na aldeia e com acesso muito limitado à internet. Ainda por cima quando tinha possibilidade de me ligar era quase sempre através do telemóvel, o que nem sempre é fiável.

Posto isto, assumo que no início estranhei a nova imagem. Parece ser perfeitamente normal. Mais tarde, já ligado através do meu portátil, percebi das verdadeiras novidades e gostei do novo visual.

Mais leve, mais apelativo, quiçá mais assertivo, a SAPO continua a surpreender positivamente os seus leitores. Gosto essencialmente das pagelas por debaixo do título principal dos destaques. Creio que serve de chamariz à leitura.

As cores são brandas o que ajuda à leitura. Muito bem escolhidas.

Concluindo... a SAPO continua em permanente evolução o que é sempre uma óptima notícia.

Parabéns à equipa!

Um livro com história dentro!

Desde há uns anos decidi ler livros que tenho em agenda, em vez de comprar mais literatura. Na verdade não consegui resistir e fui comprando e lendo algumas obras recentes. Mas sempre que posso regresso à literatura mais velha.

Esta, cá em casa, reside em livros já com alguma idade, com capas e folhas amareladas e com aquele cheiro tão característico do livro velho.

Portanto esta semana, após ter terminado um livro, peguei logo num outro quase ao calhas.

Saiu-me “Mau tempo no canal” de Vitorino Nemésio. A obra prima do Professor nascido na ilha Terceira!
Já nem me lembrava quando o havia comprado. Com toda a certeza que foi a minha mãe…

Uma das manias que tenho antes de iniciar a leitura de um livro prende-se com o desfolhar, num gesto rápido, como se eu temesse que daqui haveria de sair qualquer coisa.

Pois… parece que estava a adivinhar…

Por entre as folhas repletas de patine surgiu um pedaço de papel rasgado de um antigo jornal e de cor amarelada. Sorri com a descoberta e tentei perceber o porquê de ele estar ali.

De um lado a data

12 de Maio de 1974

recorte_jor nal.jpg

 

Do outro uma pequena publicidade de uma viagem até… Moscovo. Passando por Paris e Leningrado.

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E tudo pela módica quantia de 11.850 escudos ou aproximadamento 59 euros na moeda de hoje.

Em conclusão digo duas coisas: a primeira é de que aquela minha ideia de visitar a cidade do Hermitage não é recente. A segunda é que por dentro de um qualquer livro meu pode existir história.

Acabado de ler!

Li que o escritor inglês Terry Pratchett vendeu mais livros que a sua conterrânea J. K. Rowling, mas sinceramente não entendo o porquê.
O livro "A Nação" foi-me aconselhado a ler pelo meu infante mais novo. No entanto a obra passou-me mais ou menos ao lado. E das duas uma: ou eu não percebi nada da história ou então já sou demasiado velho para entender uma história destas.
Sem grandes aprimorados linguísticos o livro não foi criado para ser lido por mim. Não obstante a minha juventude racional, esta não foi ainda assim suficiente para apreender todo o enredo.
Na sinopse fala-se de humor e sátira. Algo que mui raramente me apercebi (continuo a reconhecer que o erro é meu…). Alguns momentos curiosos não foram suficientes para me escancarar a rir.
portanto um livro tipicamente de Verão daqueles que não (me) deixam saudades.

Nacao.jpg

 

Acabado de ler!

Comecei a ler este livro a 2 de Junho deste ano. Terminei hoje.

Marcel Proust é sem dúvida um escritor intemporal. Muitos dos seus textos exibem de grande sapiência e são naturalmente muito profundos.

Ainda por cima têm aquela tendência para colocarem muita areia na máquina bem oleada das nossas certezas.

Um livro de início de Verão que valeu bem a pena ler e do qual já aqui havia falado.

M_Prout_C_completos.jpg

 

Leituras saborosas

Gosto muito de ler. E leio quase tudo.

Todavia e ao invés de muitos leitores obsessivos, leio muito devagar. Mesmo muito devagar.

Deste modo um livro pode demorar longas semanas a ser lido, dependendo obviamente do número de páginas. Daqueles recolho frases, ando para trás, paro para pensar no significado de uma frase, assumo dúvidas.

Usando um breve paralelismo com a gastronomia diria que ler um livro assemelha-se, em (quase) tudo, a degustar uma bela refeição ou a beber um espirituoso vinho.

Pode parecer estranho esta comparação, mas ler e comer são, por assim dizer, dois dos bons prazeres que a vida me vai brindando..

O que ando a ler

Após a "Clepsidra" de Guerra Junqueiro eis-me a ler "A teoria do tudo" do génio Stephen Hawking. Fazia tempo que o desejava ler, mas a sua morte apressou-me a escolha quando acabei a poesia.

E para já estou fascinado.

Não é que a astrofísica seja o meu forte, mas que é fantástico isso é.

350x.jpg

 

O que andei e ando a ler

Acabei hoje de ler uma obra que já havia lido há muuuuuitos anos. E da qual já pouco ou nada recordava.

Chama-se Lisboa em Camisa foi escrita por Gervásio Lobato e retrata a aventura duma família da média burguesia de Lisboa.

lx_camisa (1).jpg

 

Situações pitorescas, amores e ódios, penetras e todo um conjunto de personagens muito bem construídas. Com um humor mordaz e claramente bem conseguido.

Continuo assim a ler livros mais antigos.

Olho agora a estante do meu escritório e tenho dúvidas na próxima escolha.

Provavelmente outra releitura. Opto então por "O Trigo e o Joio" de Fernando Namora.

Conhecem?

trigo_joio.jpg

 

Os livros das minhas férias - III

Desta vez fui enganado!

O livro que pensei ler (ainda comecei a ler as primeiras páginas) não se encontrava completo. Isto, é de tão velhinho que era perdeu dezenas de páginas pelos anos (e mãos!).

Deste modo abandonei a leitura do espanhol Vivente Blasco Ibanez e vou passar para um clássico da literatura e até do cinema: Doutor Jivado de Boris Pasternak.

Seiscentas páginas, somente. Pelo aspecto deve dar para as restantes férias.

A ver vamos!

Os livros das minhas férias – II

Acabei de ler o primeiro livro de férias. Um livro diferente, não fosse Edgar Alan Poe um escritor também ele assaz diferente. Já havia lido alguns contos dele, especialmente policiais, que a extinta Editorial Ibis, através da mão de Roussado Pinto, publicou há muitos anos.

Estes Contos Fantásticos abordam, quase todos, a morte duma forma tão pungente que parece que tudo aquilo aconteceu. Depois tudo é envolto em enorme mistério e estranhos enigmas.

O autor do célebre poema “O Corvo” teria neste século, provavelmente, muitos adeptos tais são a quantidade de livros sobre o “fantástico” que ora se publicam.

Bom, sobra agora saber qual o livro seguinte. Entre os que folheio, alguns bem velhos, sobressai um de Vicente Blasco Ibanez, que após breve passagem pelo seu interior, leio por exemplo deixál-o em vez de deixá-lo e sahido em vez de saído.

Vai ser assim curioso ler este livro que foi publicado a primeira vez em 1900. Todavia esta escrita que agora vou iniciar não está muito longe dessa data mesmo que seja já a terceira edição!

Aguardemos pois.

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