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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Acabado de ler!

Li que o escritor inglês Terry Pratchett vendeu mais livros que a sua conterrânea J. K. Rowling, mas sinceramente não entendo o porquê.
O livro "A Nação" foi-me aconselhado a ler pelo meu infante mais novo. No entanto a obra passou-me mais ou menos ao lado. E das duas uma: ou eu não percebi nada da história ou então já sou demasiado velho para entender uma história destas.
Sem grandes aprimorados linguísticos o livro não foi criado para ser lido por mim. Não obstante a minha juventude racional, esta não foi ainda assim suficiente para apreender todo o enredo.
Na sinopse fala-se de humor e sátira. Algo que mui raramente me apercebi (continuo a reconhecer que o erro é meu…). Alguns momentos curiosos não foram suficientes para me escancarar a rir.
portanto um livro tipicamente de Verão daqueles que não (me) deixam saudades.

Nacao.jpg

 

Acabado de ler!

Comecei a ler este livro a 2 de Junho deste ano. Terminei hoje.

Marcel Proust é sem dúvida um escritor intemporal. Muitos dos seus textos exibem de grande sapiência e são naturalmente muito profundos.

Ainda por cima têm aquela tendência para colocarem muita areia na máquina bem oleada das nossas certezas.

Um livro de início de Verão que valeu bem a pena ler e do qual já aqui havia falado.

M_Prout_C_completos.jpg

 

Leituras saborosas

Gosto muito de ler. E leio quase tudo.

Todavia e ao invés de muitos leitores obsessivos, leio muito devagar. Mesmo muito devagar.

Deste modo um livro pode demorar longas semanas a ser lido, dependendo obviamente do número de páginas. Daqueles recolho frases, ando para trás, paro para pensar no significado de uma frase, assumo dúvidas.

Usando um breve paralelismo com a gastronomia diria que ler um livro assemelha-se, em (quase) tudo, a degustar uma bela refeição ou a beber um espirituoso vinho.

Pode parecer estranho esta comparação, mas ler e comer são, por assim dizer, dois dos bons prazeres que a vida me vai brindando..

O que ando a ler

Após a "Clepsidra" de Guerra Junqueiro eis-me a ler "A teoria do tudo" do génio Stephen Hawking. Fazia tempo que o desejava ler, mas a sua morte apressou-me a escolha quando acabei a poesia.

E para já estou fascinado.

Não é que a astrofísica seja o meu forte, mas que é fantástico isso é.

350x.jpg

 

O que andei e ando a ler

Acabei hoje de ler uma obra que já havia lido há muuuuuitos anos. E da qual já pouco ou nada recordava.

Chama-se Lisboa em Camisa foi escrita por Gervásio Lobato e retrata a aventura duma família da média burguesia de Lisboa.

lx_camisa (1).jpg

 

Situações pitorescas, amores e ódios, penetras e todo um conjunto de personagens muito bem construídas. Com um humor mordaz e claramente bem conseguido.

Continuo assim a ler livros mais antigos.

Olho agora a estante do meu escritório e tenho dúvidas na próxima escolha.

Provavelmente outra releitura. Opto então por "O Trigo e o Joio" de Fernando Namora.

Conhecem?

trigo_joio.jpg

 

Os livros das minhas férias - III

Desta vez fui enganado!

O livro que pensei ler (ainda comecei a ler as primeiras páginas) não se encontrava completo. Isto, é de tão velhinho que era perdeu dezenas de páginas pelos anos (e mãos!).

Deste modo abandonei a leitura do espanhol Vivente Blasco Ibanez e vou passar para um clássico da literatura e até do cinema: Doutor Jivado de Boris Pasternak.

Seiscentas páginas, somente. Pelo aspecto deve dar para as restantes férias.

A ver vamos!

Os livros das minhas férias – II

Acabei de ler o primeiro livro de férias. Um livro diferente, não fosse Edgar Alan Poe um escritor também ele assaz diferente. Já havia lido alguns contos dele, especialmente policiais, que a extinta Editorial Ibis, através da mão de Roussado Pinto, publicou há muitos anos.

Estes Contos Fantásticos abordam, quase todos, a morte duma forma tão pungente que parece que tudo aquilo aconteceu. Depois tudo é envolto em enorme mistério e estranhos enigmas.

O autor do célebre poema “O Corvo” teria neste século, provavelmente, muitos adeptos tais são a quantidade de livros sobre o “fantástico” que ora se publicam.

Bom, sobra agora saber qual o livro seguinte. Entre os que folheio, alguns bem velhos, sobressai um de Vicente Blasco Ibanez, que após breve passagem pelo seu interior, leio por exemplo deixál-o em vez de deixá-lo e sahido em vez de saído.

Vai ser assim curioso ler este livro que foi publicado a primeira vez em 1900. Todavia esta escrita que agora vou iniciar não está muito longe dessa data mesmo que seja já a terceira edição!

Aguardemos pois.

E vão três|

Em Fevereiro último escrevia aqui que já havia lido dois livros.

Estamos quase no final de Abril e de lá para cá só consegui ler mais uma obra.

Mas compreendam que ler Aquilino não é fácil nem é opara todos. O seu léxico varia entre o pesado e o tão simples quão rústico.

Desta vez calhou ler Maria Benigna. Havia muito tempo que não lia nada do Beirão.

E gostei.

Vou passar para outro. Entre tantos que tenho para ler vai ser dificil a escolha!

Depois digo!

 

maria benigna.jpg

 

Um livro é um amigo!

E que dizer então de um livro escrito por um amigo? E oferecido pelo próprio?

Há quem considere as edições de autor, livros menores. Mas se pensarmos em Miguel Torga a teoria cai totalmente por terra.

Eduardo é o seu nome e o livro que simpaticamente me ofereceu, relata a vida de um soldado em terras de África, mais propriamente na Guiné, onde cumpriu o seu SMO (Serviço Militar Obrigatório), durante a guerra colonial. E pelo que percebi, no sentido prefácio escrito pela irmã, se não fosse a fé, que ambos professamos, provavelmente seria outro, o homem que escreveria este livro.

Com o sugestivo nome "Um pouco de vida" este naco de prosa é um diário real e dramático dos muitos meses passados num teatro de guerra.

Curiosamente, a Guiné de que o Eduardo fala é a mesma terra que tantas vezes ouvi e por vezes ainda oiço, o meu pai falar. Com ternura, quiçá saudade, não da guerra obviamente, mas do seu povo, dos seus costumes, dos cheiros e da luz.

Nem imaginam o prazer que vai ser ler este livro.

Bem hajas Eduardo!

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