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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Epá… saiam de uma vez!

Esta estória do Brexit tem que se lhe diga e já cansa. A UE quer a saída definitiva da Inglaterra e está já a preparar-se para o abandono do país da Rainha Isabel II.

Só que os políticos britânicos estão a tentar a todo o custo adiar o Brexit ou como escrevi aqui a fazer o possível e o impossível para que aquele simplesmente não se realize.

Entretanto as sucessivas votações no parlamento inglês continuam sem que os deputados ingleses cheguem a um consenso e todos os dias vamos escutando novas propostas de adiamento do Brexit.

Os custos inerentes a esta estapafúrdia saída da Grã-Bretanha são tão elevados que neste momento não há ninguém que arrisque um resultado plausível para este desafio político, económico e até social.

O antigo PM inglês, James Cameron, é moralmente culpado destes impasses e falhas da negociação com a Europa. Essencialmente porque ao fazer um referendo que, erradamente julgou ganho e que depois como se viu perdeu, deixou nas mãos de um povo a decisão não só da manutenção da Inglaterra no Mercado Europeu como de outros países que pretendiam  manter-se neste clube de gente rica (p.e. Escócia). As coisas correram mal e nest momento estamos num impasse onde ninguém quer ser verdadeiramente responsável peço deslacabro da Inglaterra. Ainda por cima Teresa May tem de negociar algo com o qual politicamente não concorda.

Finalmente  seria bom que a Inglaterra, de uma vez por todas, saísse na Europa. Acabava-se com todo este foguetório que só envergonha os súbditos de Sua Majestade e deixa a restante Europa numa enorme pilha de nervos.

O futuro (muito negro) do Mundo

Nem imagino o que o futuro nos reserva.

Do lado de lá do Atlântico há um tipo muito rico que quer ser Presidente dos Estados Unidos com algumas teorias demasiado rebuscadas para a época que ora vivemos.

Do lado de cá (ou quase!) há um Presidente de Câmara que assume ser a imagem do "não" no próximo referendo em Inglaterra sobre a manutenção daquele país na União europeia.

Se juntarmos a esta mistura, já de si claramente incendiária, Vladimir Putin da Rússia e a Chanceler Merkel da Alemanha temos então um "cocktail" político deveras explosivo.

E já nem falo do Estado Islâmico. Nem da Coreia do Norte.

O futuro não me parece vir a ser muito límpido.

Aguardemos o que nos reserva a história.

 

Do futebol inglês… e não só

Desde que me conheço sempre gostei de futebol. Especialmente o inglês!

 

Recordo com alguma nostalgia, as tardes a ver as finais da Taça de Inglaterra acompanhado do meu pai, quase sempre apresentadas com pompa e circunstância pela RTP.

 

Hoje, passados alguns anos, ainda prefiro o futebol britânico ao português ou de qualquer parte do Mundo, com ou sem vedetas. E é só o Sporting que me rouba a atenção de um jogo na terra de Sua Majestade.

 

Diversas são as razões para esta minha preferência futebolística: a filosofia de jogo, as arbitragens, os adeptos, o “fairplay” e ultimamente a carreira de José Mourinho.

 

O futebol inglês exibe de uma espectacularidade difícil de se ver noutros países ou Continentes, onde o Desporto-Rei criou boas e profundas raízes. Aquela filosofia de jogo em que “marcar mais golos que os sofridos”, faz com que, à partida, os desafios raramente acabem sem golos. Há, no entanto, quem privilegie a segurança defensiva, caso da Itália. Na Alemanha o poder físico dos jogadores destaca-se ao recorte técnico. Em Espanha, pelo contrário, a técnica apurada dos atletas é deveras apreciada. E em Portugal…

 

… Em Portugal o futebol escreve-se e joga-se (infelizmente) de forma muito diferente do inglês. O que importa é o resultado final. Ganhar… apenas e só e seja a que preço for! No nosso país jamais seria possível o que um atleta fez em Inglaterra, vai para uns anos: um árbitro marcou uma grande penalidade por uma pretensa falta dentro de área, mas a suposta vítima foi lesta a esclarecer o juiz da partida que não tinha havido qualquer infracção. E o árbitro acabou por não assinalar.

 

É por estas (e por muuuuuuitas outras!) que o futebol luso tem cada vez menos adeptos, os clubes menos sócios e as SAD’s cada vez mais dívidas.

Orgulho lusitano

 

Quando em Maio de 2013 neste post falava num eventual regresso de Mourinho a Inglaterra, jamais calculei que o destino fosse uma vez mais Stamford Bridge.

 

Pois é, há coisas levadas da breca neste negócio do futebol, correspondendeo desta forma o que disse uma vez um antigo dirigente do Vitória de Guimarães: o que hoje é verdade, amanhã é mentira. Deste modo é possível ver-se Mourinho, uma vez mais, a dirigir a equipa do bairro rico de Londres.

 

Mas sinceramente o que mais gostei de ver, foi a forma espontânea mas sincera, como todos os adeptos do Chelsea, sem excepção, receberam o português José Mourinho no seu estádio, no primeiro jogo frente ao Hull City.

 

Um exemplo de enorme desportivismo e cidadania e que obrigou o setubalense a levantar-se, por mais de uma vez do banco de suplentes, para agradecer os aplausos com que foi brindado.

 

Numa altura em que Portugal e os portugueses são notícia, nem sempre pelas melhores razões, nada melhor que ver (e ouvir) um treinador luso ser ovacionado daquela maneira.

 

Euro 2012 – Um apontamento antes das meias-finais

 

A tradição em Inglaterra ainda é o que era…

 

Uma vez mais a selecção representativa do reino de sua majestade foi à taluda dos penalties e… perdeu.

 

Já foi assim em 2004 em Portugal contra Portugal, em 2006 na Alemanha no Mundial também contra a selecção lusa e agora contra os Italianos.

Está visto que os súbditos de sua majestade não apreciam as equipas latinas.

 

Todavia justiça seja feita. Os ingleses mostraram ser boa equipa porém sem um ponta-de-lança de referência que resolvesse marcar, algo que Rooney não é de todo. E se não há quem marque golos como se podem ganhar jogos?

 

Li algumas críticas à selecção inglesa feitas por alguns jornais de Inglaterra e a pouca esperança que eles demonstravam sobre um bom desempenho neste Europeu. Não obstante não terem feito grandes jogos, pareceram ser bem melhores que outras equipas que também chegaram aos quartos-de-final. Falo por exemplo da Grécia ou da República Checa.

 

A França foi outra das grandes desilusões deste Euro. O problema não é ser eliminado, mas sim não mostrar argumentos para contrariar o adversário. Ribéry e Benzema foram ainda assim os menos maus… Claramente insuficientes para uma Espanha que jogou um futebol pausado, muito rendilhado.

 

Face a tudo isto temos umas meias finais bem curiosas. Um Portugal-Espanha em forma de tira-teimas recente - empate a uma bola no Euro de 1984, derrota da Espanha em 2004 e derrota de Portugal pela mesma margem, no Mundial do 2010 –  mundial este que foi ganho precisamente pelos espanhóis com mérito e um Alemanha-Itália muito curioso, tendo em conta a forma muito organizada (e enervante!!!) como a selecção transalpina defende, contra uma selecção alemã que tem argumentos mais que suficientes para ganhar este Euro.

 

Vamos assim aguardar com expectativa os resultados desta quarta e quinta-feira. Portugal, que tem vindo a crescer de forma, pode muito bem gorar as esperanças espanholas de mais uma final. A ver vamos!

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