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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Já cá estou...

Pois... ontem as meninas perceberam logo que era 1º de Abril. Ainda tentei que passasse despercebido e daí tê-lo escrito já tarde.

Mas como alguém comentou "isso era se alguma vez fosses capaz de o fazer..." não fui embora nem desisti de esgalhar uns textos parvos como foi o de ontem!

Porém há que brincar e tomar a vida em doses pequenas não vá a gente embebedar-se sem necessidade.

Sinceramente não sou grande apologista do dia das Mentiras, porém o que escrevi ontem nem foi uma mentira, mas quiçá uma inverdade ou se calhar nem isso.

Vá fiquem bem que eu também fico e cuidem-se.

A gente lê-se por aí!

Devagar ou com vagar?

Quando há 9 anos fiquei surdo do ouvido direito devido a dois AIT'S não tinha consciência do meu futuro, especialmente o que seria viver com uma anomalia.

A surdez é algo invisível. Enquanto os invisuais, por exemplo, andam normalmente acompanhados nem que seja por um cão que os ajuda e qualquer um consegue dar conta da sua incapacidade, à surdez ninguém percebe... Até se falar!

Toda a minha família sabe que tenho esta deficiência com a qual tento viver normalmente. Talvez esta seja uma das razões porque também deixei de ver televisão: tinha sempre de aumentar muito o volume para conseguir escutar.

Quem comigo fala a primeira vez não se apercebe, mas eu tenho, quase sempre, o cuidado de avisar o outro que terá de falar mais devagar para que eu perceba. Não é preciso mais alto... somente mais lentamente.

No entanto o que mais me custa é no momento em que me chamam. Então se for na rua, pior ainda.

Já que só um dos ouvidos está operacional, sempre que oiço o meu nome que não sei de onde vem, é uma desorientação da minha cabeça. Pareço uma ventoínha a tentar descobrir donde virá o chamamento.

As próteses auditivas pouco me ajudam já que com elas a minha cabeço assemelha-se a uma caixa de ressonância. Prefiro ficar assim e solicitar que falem pausadamente.

Tendo este tema como pano de fundo ficam desde já a saber que quando me encontrarem na rua têm de falar devagar e com vagar!

A gente lê-se por aí!

13 anos!

Se há 13 anos, quando iniciei esta aventura na blogosfera, me dissessem que estaria aqui ainda hoje, após ter publicado 3797 postais, que deram origem a 15294 comentários e 1568 favoritos, eu simplesmente diria que tinha mais que fazer que gozarem comigo. Porém esta é a minha realidade numérica e que no fundo, no fundo me apraz registar.

Será repetir-me ao observar que todos estes valores se devem aos leitores e comentadores que me visitam. Mas esta é a verdade, pura e dura, e não posso nem devo fugir dela, sob peso de estar a ser injusto comigo mesmo e consequentemente com quem me visita e comenta.

Tenho de agradecer outrossim à vasta equipa dos blogues da SAPO que durante o último ano foram simpaticamente destacando alguns dos meus textos originando maior visibilidade e uma maior interacção com os leitores e comentadores.

Quando digo a alguém que tenho um blogue, a pergunta de lá é invariável: escreves sobre o quê? A minha resposta também não difere: não tenho assunto, escrevo sobre o que me apetece. E tem sido assim desde os primórdios desta já longa aventura.

Entretanto há uns anos decidi que deveria publicar, em média, pelo menos um texto por dia. Esta auto imposição obrigou-me e obriga-me a estar (ainda) mais atento ao que me rodeia, de forma a que possa aproveitar o que se me é dado ver e sentir para escrever sobre...

Reconheço, no entanto, que por vezes tenho dificuldades em encontrar tema de escrita para o dia, mas de uma forma ou de outra tenho conseguido cumprir com algum rigor a regra que me impus.

Posto isto e já que hoje é dia de aniversário deste espaço… faça-se a festa. Por isso hoje vou almoçar fora…

Na minha varanda, claro!

A gente lê-se por aí!

Desafio... ainda mais colorido!

Há quem use a popular expressão verde de raiva quando as coisas não correm bem. Inclusivamente nas aventuras de Astérix, o Gaulês, Uderzo pintava sempre de verde a personagem enraivecida.

Mas não é de BD que venho falar, mas tão somente daquele exercício de escrita semanal, onde as cores são o tema ou o mote, como lhe queiram chamar...

Esta semana andamos todos muito amarelados... Eu inclusivé! Não sei se é deste Sol que ultimamente nos tem aquecido, a verdade é que a icterícia é esta semana a supimpa cor!

Para se ler aqui...

FátimaConcha, 3ª Face, Maria AraújoPeixe FritoIsabelLuísa de Sousa, Maria, Ana D., Célia, Charneca Em Flor,, Miss LollipopAna MestreAna de Deus, Cristina Aveiro, bii yue, João-Afonso Machado, Marquesa de Marvila  e este que se assina nesta chafarica.

Não se esqueçam do comentar...

15 Factos sobre mim!

Achei graça ao exercício que a Mafalda propôs ao publicamente revelar um pouco de si mesma. Não me parece um desafio fácil, até porque este exige, acima de tudo, muita sinceridade.

Quinze factos sobre mim não me retratam na minha plenitude, longe disso, mas poderão desmitificar-me um tanto.

Portanto aqui vai:

1 – Acredito que o verdadeiro amor vence todos os obstáculos;

2 – Tenho o vício de escrever (o único que me lembre);

3 – Adoro dormir ao Sol na praia (é a única altura em que gosto de dormir);

4 – Sou um conversador nato (nunca me dêem corda se me encontrarem...);

5 – Perco as estribeiras com alguma facilidade (mesmo assim com a idade tenho vindo a melhorar);

6 – Detesto gente hipócrita e oportunista;

7 – Adoro o silêncio da natureza;

8 – Gostaria de ter sido marinheiro;

9 – Prefiro ser um rico homem (ainda não cheguei lá!) a um homem rico (muito menos…);

10 – Gosto de ajudar quem realmente precisa, mas não dou esmolas na rua;

11 – Tenho a mesma postura em todo o lado seja de forma pública, na escrita ou em casa;

12 – O humor é uma das minhas chaves da felicidade;

13 – Contento-me com muuuuuuuuuuuito pouco;

14 – Adoro amar (seja um animal, pessoas, textos ou paisagens);

15 – A minha família é o pilar da minha vida.

 

Sou assim, profundamente imperfeito. mas não gostaria de ser de outra maneira.

A gente lê-se por aí!

(Obrigado Mafalda!!!)

 

Apontamentos fotográficos e não só...

... de uma visita rápida à aldeia.

Ando há dias para escrever sobre a minha ida à aldeia beirã. Mas ou falta-me o tempo (outros desafios de "alevantam", eheheheh) ou os afazeres cá de casa com a neta a ser o centro do meu mundo obrigaram-me a adiar etse texto.

A ideia seria escrever as diversas sensações que tive ao percorrer uma série de lugares.  Entretanto desisti da ideia, todavia ficaram os registos fotográficos e em video.

Para mais tarde recordar...

Cheguei ás 10 da manhã e fui descarregar um depósito de 1000 litros vazio para ser cheio com água. A fazenda está quase toda delimitada por este pequeno ribeiro.

Encontrei-me com diversas pessoas com quem tive de ultimar alguns trabalhos. Ainda antes de almoçar fui a outra fazenda perceber como tinham decorridos os trabalhos.

Aqui tive um bonita surpresa porque andava lá a pastar um rebanho de ovelhas, a maioria muito simpática como se pode verificar nas fotos seguintes.

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Porém algumas mais curiosas aproximaram-se sem receio de mim. E eu fiz com que elas ficassem eternas...

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Após o almoço mais contactos e visitas aos terrenos onde captei isto,

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Acabei as visitas numa fazenda que gosto especialmente. Lá obtive estas fotos.

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onde esta charca quase vazia durante os últimos tempos está agora transbordar.

São quase seis da tarde e estou de regresso á capital.

Passo por uma das pontas da Barragem de Santa àgueda e filmei este fim de tarde beirão.

Porque eu posso!

A Fátima do blogue "Porque eu posso", no âmbito das comemorações do sétimo aniversário do blogue, instigou-me a escrever sob o mote que dá título ao seu espaço, o que agradeço sinceramente.

Entretanto demorei algum tempo até encontrar esta minha estória de vida!

 

Naquele final de Janeiro era frequentes as filas de pessoas ao redor do Banco de Portugal, apanhando a Rua do Comércio, rua do Ouro e rua de S. Julião.

As filas com centenas de pessoas iniciavam muito antes das oito da manhã e por vezes, eram quatro da tarde e ainda havia por lá muita gente.

Saí para almoço já tarde e quando regressei, mais tarde ainda, aproximei-me de uma das portas de entrada. Alguém que estava na fila grita:

- Você vai entrar aí?

Como não pensei que fosse para mim aproximei-me mais da grossa grade de ferro de forma a pedir ao segurança que me destrancasse a porta. Só que a multidão ao meu redor começa a exceder-se e travam-me a entrada:

- Você vai entrar aí? – repetiram a pergunta.

- Sim – respondi – e depois mostrando o cartão da casa devolvi - porque eu posso!

 

Também aqui.

Vou ali e já volto

Hoje provavelmente não devo chegar a tempo de escrever algo de jeito.

Uma viagem até à Beira Baixa e o seu respectivo regresso obrigar-me-á a passar todo o dia fora.

Ainda por cima aproveito a deslocação e vou visitar os meus pais já vacinados. E idosos.

Deste modo, desculpem-me qualquer coisita e se tudo correr bem, como espero e desejo, terça já aí estarei para escrever mais umas parvoíces.

Fiquem bem e cuidem-se!

A gente lê-se por aí!

(Pode ser que consiga umas fotos!)

Gordura não é formosura!

Já fui magro. Há tanto tempo que já me esqueci! O que equivale dizer que ora estou com uns quilitos a mais...

Também não faço muita coisa para perder peso. 

Um dia fui a uma nutricionista que me disse que o peso ideal para mim seria 82 quilos. Até porque na altura tinha muita massa muscular e esta pesa mais que a gordura.

Entretanto no início deste ano tive Covid o que me levou a perder alguns quilos. Nem tudo haveria de ser mau nesta pandemia, acrescento.

Porém alguns dos quilos perdidos já foram encontrados, mas ainda assim estou abaixo do que já tive.

Esta pandemia não me tem ajudado a manter uma actividade física constante. Depois a vinda da neta confinou-me ainda mais em casa.

De uma coisa tenho a certeza: posso naturalmente perder peso sem recorrer a ginástica ou a longas caminhadas, basta que a boca se feche aos acepipes que se fazem (eu faço!!!) cá em casa.

Mas é tãããããããããããão difícil.

No entanto tenho consciência de que, ao invés do adágio popular, a gordura não é formosura.

Será bom que pensemos mais nisso.

A gente lê-se por aí.

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