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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Novo livro a caminho... da Ericeira!

Quando o ano passado três boas alminhas partiram para a aventura de compilarem e organizarem os Contos de Natal publicados em diversos blogues da plataforma SAPO, jamais imaginaram que o sonho tantas vezes sonhado daria um livro bem catita.

Todavia se o sonho de um livro foi assim algo quase extravagante, imagine-se que epítetos para um segundo livro com mais estórias todas elas diferentes dos primeiros?

Pois é disso que hoje aqui venho escrever. Um segundo volume é já uma realidade se bem que oficialmente ainda não tenha sido lançado.

A mesma equipa está a montar o palco, as luzes começam a eclodir e o próprio Sol parece envergonhar-se da luz que irradiamos. Por isso preparem-se para no dia 3 de Dezembro, na bela e pitoresca vila da Ericeira, um segundo livro com os Contos de Natal ver de forma oficial... a luz do dia.

É hora de agradecer a todos quantos colaboraram neste exercício. Nomeadamente a quem teve a ideia, a todos quantos escreveram os contos e a quem criou os belos desenhos que ilustram a capa deste livro.

A todos vós um enorme bem-hajam!

Livro_2.jpg Livro_2_cc.jpg

Será que alguém me explica?

Eram cinco e meia da tarde de hoje, mais ou menos, quando tive de sair de casa para ir aos CTT. Como estava a chover com alguma intensidade fui de carro.

Perto da estação dos Correios arranjei logo lugar para estacionar... Primeira coisa estranha.

Entrei no estabelecimento e este encontrava-se quase vazio, quando normalmente há fila na rua... Segundo evento estranho.

Fiz o que tinha a fazer e regressei ao carro. Reparei então que não havia quase ninguém na rua... Terceira visão bizarra.

Sai do estacionamento com toda a calma sem necessidade de olhar para os lados por causa de outros veículos. Estes simplesmente não existiam. Quarta situação invulgar.

Regressei a casa e temi o pior... Quiçá alguma invasão de extra terrestres ou novas regras para a pandemia. Mas estava tudo calmo em casa e em redor.

Fiquei deveras preocupado com o que se passou esta tarde no meu bairro! Será que alguém consegue explicar-me o que se terá passado?

Uma nova linguagem!

Os novos tempos de tecnologia super avançada trouxeram-nos formas rápidas de resolvermos os nossos problemas diários sem sairmos de casa. Pagar contas, transferir dinheiro, solicitar aquele documento, fazer um seguro… etc, etc, etc.

Tudo sob o imenso tecto de uma internet cada vez mais abrangente e também assaz intrusiva e perigosa. Mas é o custo da modernidade.

Os telemóveis modernos e “espertos” são, nesta altura das nossas vidas, equipamentos quase indispensáveis. Através deles conseguimos fazer quase tudo à distância de um simples toque. E curiosamente também falamos, escrevemos postais num blogue ou mandamos mensagens.

É aqui, nesta capacidade de conversarmos com alguém à distância, que reside uma nova forma de comunicação para a qual não há (ainda) um dicionário, mas creio pouco faltará para que tal aconteça.

Certo é que hoje há um novo linguajar, tendo como base… símbolos. Ou os conhecidos “emojis”, expressão de origem nipónica, e para a qual o léxico português ainda não criou uma palavra. Com aqueles símbolos pode-se quase ter uma conversa sem escrever uma única palavra sequer. Isto é, passados milhares de anos, regressámos à era hieroglífica do antigo Egipto. Quem diria?

É nas redes sociais que este tipo de linguagem, à base de uma imensidão de símbolos, tem o seu maior prado para crescer e todos os dias se nota esse crescimento, acima de tudo com a criação de novos bonecos traduzindo uma qualquer sensação por mais bizarra que esta seja.

No entanto, tenho de reconhecer que esta nova forma de comunicação tem uma enorme vantagem quando colocada ao lado da escrita: é que nela não há, aparentemente, erros ortográficos… Nem acordos linguísticos!

Valha-nos isso, ao menos!

Resposta nº 47

... a este desafio da Ana

Tema: o que vai no meu pensamento?

Cada dia o meu pensamento tem uma coisa diferente. Agora pode ser um texto para mais logo ser uma ideia quase filosófica.

No entanto há uma ideia mais geral e que vive permanentemente no meu pensamento e se prende com o desejo de viver somente o minuto seguinte... feliz.

Com a família, com os amigos, com os meus textos escritos, com o meu passado.

O meu pensamento é assim meio imbecil... mas é meu e não o trocaria por nada.

Eu o desorganizado... mas feliz!

A única coisa da minha vida que está organizada é a minha escrita. De resto não me incomoda viver num caos!

Cada vez mais a experiência de vida me indica que é este o melhor caminho. Para quê ser arrumado, organizado, metódico para daqui a umas semanas andar-se em busca de qualquer coisa que está bem arrumada. Tão bem, tão bem que não se encontra.

Prefiro por isso a minha secretária cheia de papéis, pois sei quando necessitar de algo ali naquele monte há-de estar. Basta procurar!

É que bem vistas as coisas dá uma trabalheira enoooooooooooooorme arrumar os pertences, para depois ter outra trabalheira para os desarrumar. Dois trabalhos quando podia só ter um... E tendo em conta que caminho para velho... arrisco-me, se arrumar muito bem, a um destes dias nunca maisachar o que quero ou preciso.

Portanto bem vindo ao meu mundo bem desorganizado, mas obviamente feliz!

Os especialistas!

De vez em quando surgem nas televisões e nos jornais uns especialistas que assumem umas ideias para o futuro muito... cinzentas.

Estávamos ainda em pleno e seco Estio quando alguém me disse que escutara um desses especialistas a dizer que até final do ano não choveria.

Logo nessa altura eu contrapus com a ideia de que esses especialistas podem saber muita coisa, mas não controlam a Natureza. De todo e ainda bem!

A prova de que eu não sendo especialista percebo mais da coisa que eles, é que desde há umas semanas que a chuva não pára. E não são uns aguaceiros quaisquer... são bátegas longas e fortes que tudo encharcam e alagam.

Soube que na aldeia as ribeiras mais pequenas já correm em direcção à ribeira maior, sinal evidente que as terras já se encomntram bem encharcadas e não conseguem absorver a água de cai do céu. Falta agora um pouco de frio para vir a neve, também ela em alguns casos benfazeja.

Resumindo os especialistas têm de se especializar mais...

Eles andam por aí... à caça!

Ainda não consegui perceber se as nossas autoridades rodoviárias, o governo ou outras entidades estarão interessadas em que se ande mais devagar nas estradas ou se andam definitivamente à caça à multa.

Fui novamente multado por excesso de velocidade. Se da primeira vez ultrapassei dois quilómetros agora fui mais afoito e foram apenas... 26 quilómetros a mais do que deveria andar.

Paguei a multa para mais tarde perceber que o dinheiro caiu nos cofres da CML. Isto é, a edilidade responsável pela cidade é a grande beneficiada desta nova política. O que me leva a pensar que os interesses camarários vão muito para além da estúpiuda ideia de anadarmos a 10 ou 20 dentro nda cidade, quando se sabe que um carro a essa velocidade gasta o dobro do combustível se for a 80 ou 90. Mas ide explicar isto aos ambientalistas...

Voltando aos limites de velocidade, especialmente dentro da cidade, e se a razão for mesmo cortar na velocidade então aconselho as entidades competentes a mudar de estratégia.

Que tal um enorme cartaz a dizer:

"Limite é xis

- se for a mais de 10 quilómetros/hora poderá pagar de coima 60 euros:

- se for a mais de 20 quilómetros/hora poderá pagar de coima 120 euros".

E assim sucessivamente.

Quem sabe se através desta forma as pessoas penssassem mais na carteira?

Finalmente o carteiro aqui da rua diz que todos os dias entregas cartas com multas... por vezes três e quatro na mesma casa!

A caça parece ter aberto... às nossas carteiras vazias!

Maldita vacina!

Andava eu em terras beirãs a apanhar a pouca azeitona, quando recebi uma espécie de convite ou convocatória... sei lá, via SMS, para me ser administrada mais uma dose da vacina contra o Covid-19.

Quando olhei para a mensagem vi o dia e a hora (hoje) e fui à minha vida de pobre agricultor. Já estava na cidade quando regresssei à tal mensagem e reli-a até ao fim.

- "Ganda" bronca! - pensei.

No SMS para além do dia e hora havia mais uns dizeres que na altura não li. Teria até ao dia 6 para responder se iria ou não. Acabei por responder apenas no dia 9 e foi-me devolvida nova mensagem com a indicação de "resposta fora de prazo aguarde novo contacto"!

Bom... calculei que a toma da vacina... já era!

Hoje pela manhã recebi novo SMS a recordar a vacinação! Li e reli, porque estas mensagens, por vezes, são indecifráveis. Mas lá estava a relembrar a vacina hoje à hora prevista.

Fui antes da hora porque tive de levar a minha neta comigo. Tudo bem organizado de forma que cheguei a casa, já de vacina no braço, antes da hora da miúda almoçar!

Chegou a tarde e comecei a sentir-me desconfortável. Mas aguentei estoicamente. Porém ao início desta noite um mal-estar apoderou-se de todo o meu corpo e neste momento doem-me todas as articulações do corpo. Sinto-me ainda febril após o milagroso Ben-u-ron (passe a publicidade).

As minhas experiências com este tipo de vacinas nunca foram as melhores. Há quarenta anos tomei a primeira e única vez a vacina da gripe e estive bem doente. Na altura jurei para nunca mais...

Mas com uma neta e pessoas idosas e doentes em casa percebi que teria de tomar a vacina. Mas continuo a não ser forte apologista da coisa...

Bom fim de semana e a gente lê-se por aí!

Neste dia... ontem e hoje!

Faz hoje 43 anos que principiei oficialmente a trabalhar. Escrevi oficialmente porque foi o dia em que entrei para uma empresa onde comecei a descontar para a minha reforma e outrossim a pagar os meus impostos, como era na altura o imposto profissional!

Desde esse dia até 31 de Julho de 2020 estive 5 dias desempregado, quando saí desta empresa e me transferi para o Banco de Portugal.

Mais de 40 anos a trabalhar, a dedicar-me de alma e coração aos desafios que me foram surgindo, a tentar responder com competência ao que me era solicitado.

A verdade é que passamos tantos anos a trabalhar que nem damos conta como a vida correu célere, como envelhecemos, como fomos angariando algumas dores… Mas também algumas alegrias, amigos, venturas.

Hoje regressei a mais um almoço com antigos colegas. Nem me recordo quantos eram à mesa, mas certamente mais de uma dúzia. Cheguei atrasado o que nestas ocasiões é sempre bom porque o último a chegar dá um aceno geral e estão todos cumprimentados.

Revi gente que já não via certamente há uns bons anos. Especialmente porque optaram por ir para o BCE e quando regressaram já eu estava reformado.

Já na rua a festa continuou… Foi o momento dos cumprimentos e das despedidas. Dos abraços e dos ósculos às senhoras.

Senti-me bem… Muito bem mesmo! Acima de tudo porque ainda não fui esquecido pelos antigos colegas.
Como ser humano o pior que me poderia acontecer é ser olvidado ou ser apenas uma cinza na memória. Doer-me-ia!

E amanhã tenho magusto com outros colegas!

Vida social é dura!

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