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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Dos debates!

Os debates com os principais candidatos à Presidência da República sucedem-se a uma velocidade quase estonteante.

O A versus o B, o C contra o H, o D enfrenta o E e finalmente o F debate com o G. Tudo em prol de um eventual esclarecimento político.

Cada debate em seu canal e com diversos moderadores televisivos.

Ao fim destes dias, já longos e cansativos, ainda estou na dúvida entre José Alberto Carvalho, Carlos Daniel, Clara de Sousa ou Vitor Gonçalves.

Parecem-me bem melhores que alguns candidatos a Belém!

Aposta ganha!

Quando no mês passado andava por cima das pedras a escolher o melhor local para colher a minha azeitona sem trambolhar, pensei que se tivesse muito azeite brindaria uns amigos com uma garrafita dele.

Não que o meu seja melhor que o de outros apanhadores/olivicultures, mas é certamente muuuuuuuuuuuuito melhor que os das garrafas que se vendem nos supermercados.

Bom a coisa correu bem melhor que aquilo que esperava e como não gosto de faltar às promessas que a mim mesmo faço, eis-me em busca de garrafas para o transporte. Não encontrei o que pretendia e assim vali-me de uma reserva que tenho em casa para estas ou outras situações semelhantes. 

Num bocadinho de manhã enchi onze garrafas, arrolhei-as, vedei-as e coloquei identificação. Faltava agora, não o pior, mas uma solução que passava por invólucros onde colocar as garrafas em segurança. Procurei em diversas lojas caixas pequenas, todavia não encontrei nada. Em conversa com uma amiga que tem uma loja de roupa e calçado perguntei-lhe se saberia onde encontrar o que procurava. Respondeu-me dando a ideia de caixas de sapatos. Não achei nada desinteressante a sugestão e lá fui eu carrregado de caixas de sapatos para casa.

Noutro dia dediquei-me a enfiar as garrafas dentro de cada uma das caixas, enchendo o vazio com o que tinha à mão.

E agora sim faltava o pior: transporte. Ora ambos os meus filhos trabalham na área de informática de uma empresa de entregas multinacional e vai daí perguntei se era possível enviar. A resposta foi que sim, que era fácil e rápido. Mas não me asseguraram em que condições chegaria.

Temi o pior... Mas arrisquei. E das onze garrafas que arranjei seguiram nove. E pelo que seu apenas uma ainda não chegou ao destino. Mas bolas a Madeira não é ali a seguir à curva!

Até para a Ilha Terceira, nos Açores, seguiu uma botelha tendo já chegado e em óptimas condições.

Resumindo foi uma aposta ganha que não me custou dinheiro (obrigado M.!), foi rápida e chegou como deveria ser.

Agora faltam apenas dois envios... Mas estes em breve seguirão também o seu caminho.

As minhas verdadeiras estrelas!

Há quem sinta que aquela cantora, aquele actor ou o humorista da moda é a sua estrela preferida.

Nada contra! Também era o que mais faltava eu mandar na vontade e nos gostos dos outros. Bom adiante...

Entro assim com este meu costumado mau feitio para vos dizer que estava eu sentado no sofá a pensar no que escrever hoje quando a meu lado a àrvore de Natal (que é a mesma desde há um ror de anos!) saltitava de luzes e enfeites.

Ora entre bolas brilhantes umas e outras baças (tem sido o cabo dos trabalhos por causa de um tipo que por aqui anda a mexericar nelas!!!), muitas luzes e outros enfeites, há também umas pequenas estrelas e outras maiores.

Com cuidado e enlevo olhei aquele quadro Natalício e percebi que também tenho estrelas. Quatro ao todo!

Não cantam, não tocam, nem fazem piadas, mas independentemente de toda essa escassez de valências são, ainda assim, as minhas verdadeiras estrelas.

estrelas.jpg 

Andei sem telemóvel...

... e sobrevivi!

Hoje foi dia de ir à dentista. Levantei-me cedo, tomei o pequeno almoço em casa, lavei os dentes e segui para a estação de Metro de carro.

O trânsito desenrolava com alguma fluidez e cheguei rápido ao parque de estacionamento. Peguei na carteira e no porta moedas e dirigi-me à estação. Comprei bilhete e entrei na plataforma. Olhei o monitor que indicava três minutos para o próximo comboio. 

Comecei então a auto apalpar-me em busca de algo (conhecem a sensação, não conhecem?) para rapidamente perceber que o telemóvel, esse danado aparelho que não me deixa descansado, ficara no carro.

Bom... pelo menos tinha um livro uma bela estreia e bom que ele é...

Desci à baixa pombalina, onde tratei de umas coisas, voltei ao Metro tendo saido no Marquês de Pombal e daí fui a pé à consulta. Uma hora depois estava de regresso e apanhei novamente o Metropolitano para voltar para casa.

Como havia suposto o telemóvel ficara no carro e nesse instante decidi até ser noite não ligar telemóvel para ver fosse o que fosse. Apenas atenderia chamadas.

Resumindo andei quase todo o dia sem telemóvel e querem saber?... Ainda não morri!

A ver se acordo amanhã!

 

Aí estão eles... os debates!

Principiou hoje uma série de 28 debates emntre os oito candidatos a Belém. O pontapé de saída foi dado esta noite com António José Seguro a tent6ar segurar o seu adversário da direita radical.

Seguir-se-ão outros debates, alguns calculo muito interessantes, como serão todos aqueles que envolverem o ex-Almirante da Armada Gouveia e Melo. Náo obstante a sua formação académida militar creio que o antigo chefe do Estado-Maior da Marinha não terá traquejo político e verbal para contrapor as ideias dos seus adversários.

Mas as próximas semanas irão ser muito interessantes, muito mesmo! Na verdade todos os candidatos lutam nestes dias e semanas pelo segundo lugar que dará acesso a uma segunda volta, já que vitória por uma larga maioria numa primeira volta deve ser quase impossível tal será a dispersão dos votos.

Percebo que há neste grupo uns candidatos mais candidatos que outros, mas isso não quererá dizer rigorosamente nada. Até porque recordo bem o que foi a eleição de Mário Soares contra Freitas do Amaral em 1986. Ui se me lembro! Até o arqui-inimigo de Mario Soares, o doutor Cunhal, levou o partido a votar no ex-dirigente socialista.

Portanto caríssimos, tratem de ver os debates que com eles não se aprende nada, mas rimo-nos bastante! Nem que seja pelas parvoíces.

 

Hoje é dia de...

De nada escrever!

Isto é, com tantos assuntos sobre os quais poderia escrever: a nossa má saúde, os testes nucleares, as bravatas comerciais, os diferentes e longos conflitos bélicos, a intempérie que atacou Portugal e hoje não me apetece opinar sobre nada!

Na verdade sinto-me ainda cansado de quase três ssemans em campanhas oleícolas.

E hoje ao invés dos outros dias aptece-me ir dormir.

Portanto vou ali e já volto... amanhã!

O que o povo quer!

Desde há muuuuuuuuitos anos que o povo português preocupa-se pouco com o país em geral. O que interessa mesmo é a sua bolsa.

Só refila com a saúde quando pretende ir ao médico e não tem consulta no "posto da Caixa", só se sente inseguro  quando descobre que a casa ao lado da sua foi assaltada ou considera cara as portagens quando vai aquela vez por ano à aldeia.

Fora os seus próprios interesses o luso habitante apenas deseja que o seu clube de futebol ganhe, que desça a gasolina para ir mais vezes passear ao Centro Comercial ou que o tempo mude para poder ir à praia.

Também eu não serei assim tão diferente, todavia não me preocupa minudências da vida, até porque tenho um razoável sub-sistema de saúde, não necessito ganhar mais para a minha vida ser melhor, nem me rala o preço dos combustíveis já que meto sempre 30 paus.

Resumindo enquanto alguns habitualmente procuram nos nossos políticos que lhes satisfaçam as suas parvas necessidades, já eu tenho consciência que nenhum político, nenhum mesmo, me dará o que pretendo. Ou melhor eu não quero que me dêem, mas tirem.

Anos por exemplo!

Beira Baixa, aqui vou eu!

Pois é, ainda na terça finalizei uma campanha de azeitona e já vou a caminho de outra.

Desta vez na Beira Baixa onde o azeite, vinho, enchidos e queijos têm outro sabor. O sabor daquilo que é genuíno.

Prevê-se chuva para os próximos dias, mas é tradição de família sempre que a família vem à azeitona por estas bandas a chuva faz a sua aparição.

Que chegue bem! A chuva claro que bem falta faz!

Assalto chique é em Paris!

Durante 11 dias estive naa aldeia na primeira campanha de azeitona deste ano. Não, não venho novamente falar desse precioso líquido. Nem pensar!

Basta sairmos por uns dias da urbe e logo um cataclismo quase que desaba sobre o Mundo.

Depois deste entróito venho falar do assalto ao museu do Louvre de Paris.

E a minha ovação irá certamente para os assaltantes pois mostraram-se gente criminosa mas com bom gosto! Muito bom gosto mesmo. Nada de assaltar museus da treta, antes passar logo para um nível mais elevado e entrar dentro do Louvre e "gamar" umas jóias antigas.

Li que valem cerca de 88 milhões de euros. Coisa pouca penso eu!

Com toda a certeza que se fosse eu não levaria as jóias e talvez preferisse a estátua da "Venus de Milo". Pelo menos esta não falaria pelos cotovelos.

No que diz a esta actividade criminosa sou demasiado exigente e criterioso. Jamais embarcaria numa aventura deste calibre para roubar uma Mona Lisa. Nunca na vida.

Todavia há outros quadros e obras de arte que me levariam a ousar assaltar um museu!

"O Beijo" de Gustav Klimt seria um deles! Ou "O Grito" de Munch...

Remato com a verdade de que os assaltantes do Louvre são gente chiqe.

Oh la la!

Azeitona 2025 - IX - Com peso e medida!

Ora bem... como irei explicar isto?

A ideia é a mesma... a forma como o conseguir é que é diferente.

Vamos ao que realmente interessa.

Todos os anos a campanha da azeitona acarreta consigo uma espécia de torneio ou campeonato entre os inúmeros produtores de azeite. Todos querem ser aquele que teve a azeitona a fundir melhor.

Também na aldeia da Beira há esse desiderato porm com medidas diferentes, mas que no fundo dará o mesmo resultado.

Por aqui tudo se mede em percentagem de azeite em cada conjunto de sacos entregues no lagar. Ou melhor a tabela será saber quantos litros de azeite saem de 100 quilos da azeitona. Uma conta meio estranha já que estamos a dividir quilos por litros... Mas enfim.

E quanto maior for o valor da percentagem mais feliz fica o produtor. Eis um exemplo prático: eu recebi azeite que prroduziu a 13,6% e outro a 15,2%. Obviamente que o último foi melhor.

Mas reparem agora na visão, postura ou norma na Beira Baixa onde se pretende saber quantos quilos de azeitona serão necessários para obter um litro de azeite. No exem+plo que referi no parágrafo anterior os valores foram: 7,6 e 6,5 respectivamente.

Como se percebe o que num tem de ser mais alto (em percentagem) no outro tem de ser mais baixo (em quilos) para que o prrodutor não vá para a taberna vociferar "cobras e laratos" contra os homens do lagar. 

E já não meto nesta conversa a célebre maquia que só vem para esfagegar todas estas contas.

Mas isso será certamente tema para um novo postal!

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