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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Onde será?

Tenho por hábito ver as estatísticas dos meus blogues que a plataforma SAPO vai simpaticamente disponibilizando.

Não me preocupa a quantidade de visitas ou visualizações, mas gosto de perceber até onde chega aquilo que por aqui vou escrevendo. Somente por piada, nada mais.

Só que tenho notado que há um local que eu não conheço e que vai surgindo diariamente como origem das visitas.

Fica a pergunta: alguém saberá dizer onde fica a localidade assinalada na imagem infra?

nao_definido (2).jpg

Melhor a dúvida que a certeza!

O casamento de Sábado correu bem.

Diferente, essencialmente pela hora tardia a que se realizou (15 horas), ainda assim a boda teve momentos curiosos. O primeiro deles foi o partir do bolo ainda antes de começar a comer fosse o que fosse.

Bar aberto com muitas e diversivicadas bebidas, presunto, queijos e diversos acepipes. Já era noite quando os convidados se sentaram nas respectivas mesas.

Veio a sopa de peixe que estava óptima. Depois um folhado de bacalhau também saboroso e finalmente um rosbife mal passado como convém mas muito delicioso.

Todavia quando o staff levantou o último prato antes da sobremesa surgiu um pequeno envelope. Aberto este segredo todos encontrarm uma popular "Raspadinha" com um sucinto recado.

raspadinha.jpg

Creio que toda a gente terá testado a sua boa ou má sorte. No entanto eu achei por bem deixar por desvendar este segredo.

Mas se lá encontares muito dinheiro? Pois... Neste caso antes esta dúvida que ter uma certeza de não ter qualquer euro.

 

 

 

Português desconhecido!

As novas tecnologias como os "smartphones" ou os "tablets" (já deveríamos ter criado ou adaptado palavras lusas para estas coisas, digo eu!!!) retiraram aos livros muitos leitores. A malta quer é redes sociais, youtubes ou jogos... O resto fica para outras núpcias que jamais virão. O que equivale dizer que as pessoas lêem cada vez menos, especialmente literatura com qualidade.

Vem isto a propósito de um caso que se deu comigo numa grande loja de Lisboa. Após uma compra a senhora que me atendeu que era simpática e competente foi dando lastro ao meu gosto por conversar. A determinada altura disse eu: "... numa loja havia uma panóplia de stands..."

A senhora olhou para mim e comentou:

- Nunca tinha ouvido essa palavra, mas já percebi o sentido...

Calculei logo que não entendera a palavra... panóplia! Já há tempos numa outra conversa disse qualquer coisa em que apliquei a palavra... mormente. Dei conta que alguém não percebera o que eu acabara de dizer, porém esta, ao invés da lojista, não deu parte de fraca.

Estes são dois ínfimos e tristes exemplos que demonstram como a nossa língua está a ser olvidada e, pior que tudo, a ser substituída por expressões inglesas, mormente no que diz respeito às novas tecnologias.

Há que cuidar da nossa língua... Não podemos nem a devemos esquecer.

A alegria delas!

Tradicionalmente no início do mês de Setembro costumo plantar as costumadas "couves brancas" para serem servidas e saboreadas no próxima consoada (e não só!!!).

Para tal, arrancaram-se os tomateiros, cavou-se fundo a terra rija e seca, ancinhou-se e finalmente estava pronta para receber as abençoadas couves.

A tradição caseira manda plantar diversos tipos de couves. Deste modo plantaram-se: "Pencas de Chaves", "Pão de Açúcar", bróculos, couve flor e couve galega.

 20191011_182007.jpghorta (1).jpg

Todos temos consciência que o mês de Setembro foi muito seco, quase sem água. Talvez por isso arranjou-se uma solução de forma a aproveitar a água da próxima chuva e que cai no telhado de uma pequena casa de arrumos, ao fazê-la correr para um depósito de mil litros.

Portanto se tudo correr a preceito ficaremos com água para as próximas regas... E não será da companhia.

deposito.jpg

Entretanto nem imagino a alegria das minhas couves ao receberem desde ontem à noite a benfaseja água caída do céu.

O Renascimento da uma velha moeda

A moeda de escudo tal como foi criada após a implantação da República, em 1910, acompanhou-me e a milhões de portugueses, durante muitos anos. A título de curiosidade digo que o meu primeiro ordenado foi naturalmente em escudos.

20_escudos (2).jpg

(vinte escudos chapa 6 - aprox 0,10 €)

Cinco mil escudos mais precisamente, o que equivaleria hoje a uns meros 25 euros.

Todavia convém não esquecer que antes dos escudos existiu o real, que foi, obviamente, a moeda da monarquia.

500_reis (2).jpg

(500 Réis)

Ora bem, é sabido como os portugueses são um bocadinho avessos à mudança, o que equivale dizer que muitos anos após a queda do Rei D. Manuel II ainda se falava em réis, convertendo deste modo os escudos na moeda da monarquia.

Provavelmente alguns de vocês lembrar-se-ão de ouvir alguém dizer: pai dá-me aí cem mil réis para ir ao cinema… em vez de dizer unicamente 100 escudos!

Deste modo habituei-me, como milhões de portugueses, a falar na moeda mais antiga como se eu fosse do tempo dela.

Só que havia naquela época também uma forma muito peculiar, popular e corrente de falar da moeda em uso. Falo obviamente nos paus.

Assim, em vez de se dizer xis escudos falava-se em xis paus. Com o mesmo valor…

O curioso é que actualmente aquela expressão tão corriqueira foi totalmente recuperada pela população e hoje é costume ouvir-se falar em paus quando se pretende falar de euros.

euro.jpg

Só que os euros de hoje são mais valiosos que os escudos de outrora!

Nota: as fotografias dos réis e dos escudos aqui presentes fazem parte da minha colecção particular.

Morder a língua...

Pois é... por vezes dá-me para ser injusto e idiota.

Um destes dias escrevi aqui umas patacoadas criticando as praxes e sugeri que estas tivessem uma função mais ambientalista.

O problema é que não fiz previamente qualquer investigação, assumindo que aquilo de vi era alastrado a todos os desgraçados caloiros e deste modo cometi uma gravíssima injustiça.

Na verdade no Instituto Politécnico de Setúbal os caloiros entram em iniciativas de apanhar o lixo junto ao Rio Sado. Pelo que percebi este já é o segundo ano que o fazem. O primeiro teve 500 novos alunos nestas iniciativas e este ano são 600.

Portanto "mea culpa" e mordo a língua para quando voltar a acusar alguém, ter comigo todos os dados evitando assim erros próprios.

(Entretanto em Lisboa continua a festa)!

Muito bem acompanhado!

A plataforma SAPO tem sido muito simpática para este humilde espaço. Essencialmente porque traz diversas vezes, à primeira página, textos meus aqui publicados.

Reconheço que nunca agradeci convenientemente a quem o faz, mas nem sei se devo fazê-lo. Faço-o agora com este breve postal!

Todavia ontem e parte desta manhã o LadosAB esteve em relevo na primeira página e muitíssimo bem acompanhado. Primeiro pela Sarin, uma bloguer que eu leio amiúde e com quem troco muitas e boas ideias.

Depois a companhia de entre outros ilustres colaboradores, a de Ricardo Araújo Pereira, quiçá o melhor humorista português desta novel geração.

Um autêntico privilégio para este ínfimo naco de escrita blogosférica!

prim_pag_16_09_2019.jpg

 

Quando a dor... dói!

Desta vez tenho de morder a língua. E com força que é para nunca mais me esquecer! Mas vamos ao caso.

Ontem de manhã estava eu a vestir-me para ir trabalhar quando surgiu uma dor aguda num calcanhar. Estranhei a coisa até porque não me lembrava de ter batido em algum lugar. Temi que a dor fosse mais uma crise das minhas, já uma vez aqui referidas. Parece que é!

Durante todo o dia de ontem arrastei-me pelos caminhos da cidade sofrendo atrozmente com uma crise de gota que me atacou aquela zona do pé direito. A dor nestas maleitas é altamente limitadora de modo que o meu caminhar mais se assemelha ao andar de um idoso de provecta idade.

Hoje carreguei nos anti-inflamatórias e após um início de manhã pouco animador a verdade é que o resto do dia correu de forma razoável.

Ora tenho por hábito dizer, quando me refiro aos outros, que a dor é muitas vezes psicológica. E tenho-me gabado de aguentar dores sem grande alarido, mesmo em siêncio. Por tudo o que escrevi antes e por aquilo que aconteceu nos últimos dias é que mordo a língua.

Esta dor realmente... dói. E muito!

E não há psicologia que me ajude a aguentá-la. Somente comprimidos.

Sábado à lavrador

Após pouco mais de quinze dias de férias e já com uma semana de trabalho em cima, este Sábado foi hora de voltar às lides agrícolas. A maioria delas já a pensar... no Natal.

Para tal necessitei de um cento de couves "Penca de Chaves" que já estão plantadas e prontas para crescerem.

Depois foi refazer as caleiras das árvores para que possam ser regadas sem perdas.

Finalmente recolher o lixo que as folhas secas foram fazendo durante o tempo que estive ausente.

Enfim um Sábado à lavrador!

Bom fim de semana.

Prognósticos políticos!

Já me apercebi que tem havido alguns debates em diversos canais televisivos. Decidi desta vez não escutar nem ver nenhum deles. Porque é uma perda de tempo e este é uma coisa cada vez mais cara e que tenho cada vez menos.

Digo perda de tempo porque adivinho o que cada partido irá dizer. Uns irão assumir enormes virtudes, grandes decisões, fantásticas opções. Outros irão contrapor com números e estados de alma numa tentativa de descolar o PS da quase certa maioria absoluta.

Deste modo o PCP e os seus peões de brega (leia-se FENPROF) agendaram greves para muito próximo do dia das eleições de forma a que as pessoas não se esqueçam da luta em que aqueles estão envolvidos. O BE anda ainda em busca da melhor estratégia para enfernizar a vida aos eleitores do PS. Pode ser que até ao início da campanha haja novidades.

Por sua vez o PSD anda tão envolvido em guerras intestinas que quase nem tem tempo para atacar o governo. Aparece Rui Rio num discurso quase monocórdico que não convence ninguém. A mesma ideia se vive no Largo do Caldas, onde a simpática Assunção Cristas já viveu dias melhores. A sua continuação à frente do CDS dependerá em muito dos (bons?) resultados de Outubro.

Sobra o PS que não tem que fazer rigorosamente nada. Basta gerir o país sem grandes sobressaltos e tem a maioria conquistada.

Teoricamente já fui mais a favor de maioria absolutas. Hoje reconheço que as maiorias absolutas são uma espécie de ditadura temporária. Com os inerentes e elevados custos políticos mas também com muitas vantagens internas.

No meio deste fogo brando que vai queimando o país, o PR vai fugindo placidamente ao choque e confronto político, de forma a não estragar antecipadamente a sua imagem de candidato a uma reeleição. Como só ele sabe fazer...

Portanto neste rectângulo o povo já nem quer saber da política. Ainda por cima com um tempo destes... a convidar a banhos de praia.

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