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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Muito bem acompanhado!

A plataforma SAPO tem sido muito simpática para este humilde espaço. Essencialmente porque traz diversas vezes, à primeira página, textos meus aqui publicados.

Reconheço que nunca agradeci convenientemente a quem o faz, mas nem sei se devo fazê-lo. Faço-o agora com este breve postal!

Todavia ontem e parte desta manhã o LadosAB esteve em relevo na primeira página e muitíssimo bem acompanhado. Primeiro pela Sarin, uma bloguer que eu leio amiúde e com quem troco muitas e boas ideias.

Depois a companhia de entre outros ilustres colaboradores, a de Ricardo Araújo Pereira, quiçá o melhor humorista português desta novel geração.

Um autêntico privilégio para este ínfimo naco de escrita blogosférica!

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Quando a dor... dói!

Desta vez tenho de morder a língua. E com força que é para nunca mais me esquecer! Mas vamos ao caso.

Ontem de manhã estava eu a vestir-me para ir trabalhar quando surgiu uma dor aguda num calcanhar. Estranhei a coisa até porque não me lembrava de ter batido em algum lugar. Temi que a dor fosse mais uma crise das minhas, já uma vez aqui referidas. Parece que é!

Durante todo o dia de ontem arrastei-me pelos caminhos da cidade sofrendo atrozmente com uma crise de gota que me atacou aquela zona do pé direito. A dor nestas maleitas é altamente limitadora de modo que o meu caminhar mais se assemelha ao andar de um idoso de provecta idade.

Hoje carreguei nos anti-inflamatórias e após um início de manhã pouco animador a verdade é que o resto do dia correu de forma razoável.

Ora tenho por hábito dizer, quando me refiro aos outros, que a dor é muitas vezes psicológica. E tenho-me gabado de aguentar dores sem grande alarido, mesmo em siêncio. Por tudo o que escrevi antes e por aquilo que aconteceu nos últimos dias é que mordo a língua.

Esta dor realmente... dói. E muito!

E não há psicologia que me ajude a aguentá-la. Somente comprimidos.

Sábado à lavrador

Após pouco mais de quinze dias de férias e já com uma semana de trabalho em cima, este Sábado foi hora de voltar às lides agrícolas. A maioria delas já a pensar... no Natal.

Para tal necessitei de um cento de couves "Penca de Chaves" que já estão plantadas e prontas para crescerem.

Depois foi refazer as caleiras das árvores para que possam ser regadas sem perdas.

Finalmente recolher o lixo que as folhas secas foram fazendo durante o tempo que estive ausente.

Enfim um Sábado à lavrador!

Bom fim de semana.

Prognósticos políticos!

Já me apercebi que tem havido alguns debates em diversos canais televisivos. Decidi desta vez não escutar nem ver nenhum deles. Porque é uma perda de tempo e este é uma coisa cada vez mais cara e que tenho cada vez menos.

Digo perda de tempo porque adivinho o que cada partido irá dizer. Uns irão assumir enormes virtudes, grandes decisões, fantásticas opções. Outros irão contrapor com números e estados de alma numa tentativa de descolar o PS da quase certa maioria absoluta.

Deste modo o PCP e os seus peões de brega (leia-se FENPROF) agendaram greves para muito próximo do dia das eleições de forma a que as pessoas não se esqueçam da luta em que aqueles estão envolvidos. O BE anda ainda em busca da melhor estratégia para enfernizar a vida aos eleitores do PS. Pode ser que até ao início da campanha haja novidades.

Por sua vez o PSD anda tão envolvido em guerras intestinas que quase nem tem tempo para atacar o governo. Aparece Rui Rio num discurso quase monocórdico que não convence ninguém. A mesma ideia se vive no Largo do Caldas, onde a simpática Assunção Cristas já viveu dias melhores. A sua continuação à frente do CDS dependerá em muito dos (bons?) resultados de Outubro.

Sobra o PS que não tem que fazer rigorosamente nada. Basta gerir o país sem grandes sobressaltos e tem a maioria conquistada.

Teoricamente já fui mais a favor de maioria absolutas. Hoje reconheço que as maiorias absolutas são uma espécie de ditadura temporária. Com os inerentes e elevados custos políticos mas também com muitas vantagens internas.

No meio deste fogo brando que vai queimando o país, o PR vai fugindo placidamente ao choque e confronto político, de forma a não estragar antecipadamente a sua imagem de candidato a uma reeleição. Como só ele sabe fazer...

Portanto neste rectângulo o povo já nem quer saber da política. Ainda por cima com um tempo destes... a convidar a banhos de praia.

De regresso!

O pior do regresso das férias prende-se com as arrumações. Mas não só!

Chegámos no pino do calor de forma a evitar as longas filas de trânsito na Ponte 25 de Abril. Mesmo assim ainda andámos num pára-arranca durante alguns minutos. Mas nada de alarmante.

Chegádos dois carros, foi o momento de retirar toda a tralha das malas dos ditos para logo a seguir os levar a lavar!

Na rua mora um dos meus filhos, que ficou de férias na minha casa que hoje larguei. Na garagem há um poço velho que se enche diariamente de água. Não serve para beber, mas para lavagens é óptima.

Assim dois de nós lá fomos de balde e esfregão na mão lavar as duas viaturas. Obviamente que estavam bem necessitadas tal fora o pó acumulado nas últimas semanas nas idas à praia.

Finalmente a aspiradela ao interior sempre necessária.

E pronto sáo nove da noite e já estou cansado.

Isto de regressar de férias deveria ser proibido.

Férias? Só em casa…

(Ou um postal para esclarecer devidamente a amiga Luísa!)

Quando casei, já no longínquo ano de 1985, fui viver para uma casa que os meus sogros haviam oferecido à filha nos arredores de Lisboa. E ainda hoje lá vivemos a maior parte do nosso tempo.

No entanto em 1997 eu e a minha mulher decidimos comprar um terreno para lá construirmos um barraco. As taxas de juro convidavam ao investimento e deste modo lançámo-nos durante muito tempo numa espécie de demanda de pedaços de terra, mas só em Dezembro de 1997 encontrámos algo interessante.
Após rápidas negociações com o vendedor (bem embirrante, por sinal!) adquiri o terreno naquele mesmo dia e onde, dois anos depois, se ergueria uma modesta casa de dois pisos, um mui pequeno jardim e a respectiva garagem.

Ora bem, devido ao empréstimo contraído esta casa foi considerada a nossa morada principal. Aqui está oficialmente sediada a minha família...

Todavia falta acrescentar que durante os últimos 20 anos só a usamos nalguns fins de semana e definitivamente em tempo de férias. Daí confirmar sem rodeios o título deste postal.

Ah… pois… esqueci-me de um breve pormenor…

É que esta casa fica a quatro quilómetros, por estrada, do mar. Dez minutos são normalmente suficientes para chegar à praia, de carro.

Já sexta-feira!

Quando se está no gozo de apetecidas férias temos a natural tendência para perdermos o sentido do tempo que passa.

Das horas, dos dias da semana e até do mês.

Dei conta que hoje é… sexta-feira! Véspera de mais um fim de semana.

Ora para quem está a trabalhar este dia é quase sempre o mais desejado, apetecido. Mas para quem está de férias este pode ser por assim dizer só mais um dia.

Mas será mesmo?

Sinceramente mentiria se dissesse que este dia seria só mais um. Não foi! Nem houve nenhuma razão especial. Somente porque me lembrei que hoje é sexta-feira…

 - Finalmente - assumirão alguns.

- Já?

Pacto com o calor!

Há quem diga que eu tenho um qualquer acordo secreto com o tempo metereológico. Geralmente quando vou de férias o Sol aparece em todo o seu esplendor e calor, o vento amaina, as noites tornam-se tépidas, resumindo... dias e noites perfeitas!

Contudo avanço já com a ideia de que não tenho contracto com nenhuma força especial que origine esta bonança. Será pura e simplesmente sorte ou, algo em que não acredito, coincidência.

Seja como for estas minhas férias estão a iniciar com o melhor Verão que se pode desejar.

Vejamos quanto tempo irá durar.

Viaturas eléctricas: muito ainda por esclarecer

O tema parece querer regressar à ordem do dia. Falo obviamente da opção entre viaturas movidas a combustíveis fósseis e os eléctricos.

No momento actual quem tem carros “a pilhas” deve sentir-se híper feliz pela opção tomada, enquanto os outros (onde eu me incluo) andam com o coração nas mãos, sempre na expectativa de amanhã abandonar o seu carro numa qualquer beira de estrada por não terem combustível, se a greve persistir para além do razoável.

Não obstante todas estas ameaças continuo a considerar que os carros exclusivamente eléctricos ainda estão longe da total aceitação por parte da maioria dos condutores.

Acima de tudo por duas ordens de razão: a primeira prende-se com a autonomia, a segunda com o preço de aquisição.

Se com a primeira situação a coisa pode ser mais ou menos gerida pois é certo que quanto depressa se andar com os carros mais bateriam gastam diminuindo consideravelmente a autonomia, a segunda parece-me mais complicada pois o preço dos carros somente eléctricos são na sua maioria muito mais caros que os outros da mesma categoria e que trabalham a combustível. Já para não falar do valor ao fim de um par de anos que neste tipo de veículos desce exponencialmente.

Todavia em termos ambientais os “pilhinhas” serão, aparentemente, no dia a dia menos agressivos. Mas escrevo aparentemente porque adoraria saber que impacto terá no ambiente construir um carro deste tipo e, pior que tudo, que impacto terá no fim da sua vida.

Portanto e até ver continuarei a optar por ir para uma fila para receber somente 15 litros de combustível.

Televisões também em greve… de notícias!

A actual greve dos Motoristas de matérias perigosas é um manancial de… coisa nenhuma para as televisões.

Vi alguns directos das televisões cujos repórteres se encontram em diversos locais do país e o que escutei foi somente isto:

- Aqui está tudo calmo… os camiões vão saindo…com normalidade.

Ora ao segundo dia de greve quando tudo já devia de andar à batatada para gáudio das televisões, nada acontece tendo mesmo um canal o azar de mostrar um camião cisterna a abastecer uma bomba de combustível.

Nem imagino a tristeza que pairará nas actuais redacções dos telejornais por não poderem comunicar o número de vítimas dos confrontos entre os A’s e os B’s!

Pode ser que amanhã tenham mais sorte!

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