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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Praia em discurso directo!

Invariavelmente quando chego à praia, monto o meu estaminé e parto para a minha caminhada de uma hora.

Quando regresso tento ir ao banho. Mas para isso é necessário aquela coragem. Que nem sempre tenho.

Molhado ou enxuto assim que chego ao meu lugar aproveito o sol e deito-me na areia quente. É então que surge aquele momento tão especial em que passo a escutar o que me rodeia:

- ... vai ele naquela sua maneira... coiso... sabes como é...

- Há bolos, pão com chouriço, há merenda, há bolas com creme. sem creme e há bolas de "chiclate"...

- .... ai, ai, ai, então... isso não se diz!

- Atira, atira... boa!

- Queres ir com o avô á agua?

- Há o epá, há o calipo, há cerveja fresca e água...

- Não é necessário... trouxemos almoço...ficamos até tarde por aqui...

- Aquilo era penalti alguma vez?

- Fonix... já me magoaste...

- Jean Pierre vien ici ou levas um estalo!

- Mas ela irá casar com o outro?

- Isto é trunfo,,, a vaza é minha. Deixa-te de tretas...

- Ó mãe o Pigmélio tirou-me a pá...

- Ui... eram cerca de 300 convidados...

- Vamos ao café?

Entretanto adormeço!

Banho no mar: coragem precisa-se!

Adoro praia.

É o único momento em que realmente descanso. Depois a permanente presença do mar e aquela minha velha paixão de querer ser marinheiro...

Finalmente a companhia de um bom livro. Já para não falar da presença sempre importante da família.

No entanto a ida à praia requer (quase) sempre um banho de mar.

Pois… mas é aqui que a "porca torce o rabo" e eu que até sou encalorado, quando é para entrar lá dentro daquele verde... 

Tudo porque a praia que frequento tem uma água que deve ser importada directamente do Pólo Norte de tão fria que é. De quando em vez lá vem uma corrente vinda de sul que trás um pouco de temperatura e com isso consigo conviver.

Contudo estes últimos dias têm sido ultrajantes para mim. Assumo.

Sempre que entro no mar sobe-me aquele arrepio que quase fico paralisado. Falta-me a estaleca para enfrentar não as ondas, mas tão-somente o gelo daquele mar.

Portanto… banhos de mar… coragem precisa-se!

Estou de férias! E agora?

O título deste postal não se refere a mim. Mas tenho percebido que há muita gente que vai de férias só porque sim...

Obviamente que também existe o inverso quando muitos só querem estar de férias (e quase conseguem tendo em conta a sua produção no local de trabalho!!!).

Mas a questão é real: há quem vá de férias e nunca saia de casa! O que é naturalmente muito estranho.

Ainda por cima num país com tanto mar, tanta praia, tanto museu, tanta beleza natural.

Eu, que só agora iniciei as minhas férias, espero que a praia se prepare para mim. E a areia e o astro-reil.

Adoro dormir ao Sol. Sei que não o devo fazer mas lagarto é lagarto.

Espero ainda fazer uns passeios. O ano passado fui à aldeia de Juromenha. Este ano logo se vê. O tempo, a paciência e a necessidade de descanço ditarão as suas leis.

Mas ando com o desejo de conhecer a costa alentejana abaixo de Porto Covo.Veremos então o que nos reservam estas férias.

A gente lê-se por aí!

 

Crónica de uma hora de almoço!

Lisboa há muito que deixou de ser uma cidade pacata. O turismo sempre em crescendo nos últimos anos, transformou a capital lisboeta numa loja de souvenirs e bric-à-brac, de qualidde e origem bem duvidosa. Ou melhor sem dúvida nenhuma da origem.

Durante a hora do almoço desci ao centro para tratar de uns assuntos que me pareceram que seriam de breve resolução.

Enganei-me. Se um foi, tal como calculava, rápido e assertivo já os outros... Não resolvi! Nenhum!

Principalmente porque as pessoas são tantas que perderia um tempo infinito para tratar das minhas coisas. Tempo que não tinha.

Um deles prendia-se com a troca de uma mão cheia de moedas pretas de 1, 2 e 5 cêntimos que guardei e que pretendia trocar por moedas de 1 e 2 euros.

Todavia quando entrei na tesouraria do Banco de Portugal na Baixa para trocar as ditas moedas encontrei não só uma fila extensa como sacos carregados de muitas e muitas moedas.

Ainda aguardei uns minutos mas depressa percebi que perderia ali demasiado tempo. Entretanto consegui perceber um casal que já trocara mais de três mil euros e ainda tinha uma caixa de fruta de cartão carregada com mais moedas.

Olhei ao redor e percebi mais gente assim. Impensável!

Ficou então uma pergunta a bailar-me no pensamento: onde terá ido aquela gente buscar tanta moeda?

Terão andado a estacionar carros? Só pode...

Dias de inferno

Após um fim de semana autenticamente para derreter eis que uma nova semana se inicia com uma temperatura mais condizente com o Verão luso.

Os últimos dias foram de tal maneira tenebrosos (não só pelos incidêncios) que até escrever se tornou um suplício.

Mas as minhas preocupações derivaram por diversos alvos. Os antecessores idosos, os animais afrontados, as plantas queimadas, tudo devido ao ar irrespirável que aterrou neste país.

Nem à sombra se podia estar.
Por isso sempre que pude vali-me do ar condicionado.

Após estes longos dias já consigo imaginar o que será o inferno.

80ª Volta a Portugal em bicicleta

Inicia-se hoje a 80ª Volta a Portugal em Bicicleta.

Um momento desportivo deveras muito importante para os portugueses e dos quais (quase todos!!!) guardamos gratas recordações.

Curiosamente o ano passsado escrevi isto sobre a Volta de 2017, chamando à atenção para a ausência da Volta no Algarve e Alentejo.

Parece que me escutaram (ou me leram!!!), de tal forma que hoje a Volta dá uma volta às principais ruas de Setúbal para amanhã partir para o Algarve.

Finalmente Portugal Continental no mapa da 80ª Volta a Portugal em bicicleta.

 

O Rob(l)espierre português!

Desde sempre que gostei muito de heróis. Provavelmente coisas de menino.

Os meus primeiros surgiram nos livros de BD: Mandrake, Major Alvega, Gaston Lagaffe e muitos outros.

Conquanto fui crescendo e a aprender nos livros, passei a ter novos heróis como referência. Estes de carne e osso (quiçá mais osso que carne) como foram os casos de: Viriato, José do Telhado, Padeira de Aljubarrota ou Maria da Fonte (o Éder ainda não pode ser considerado herói, pois não?).

Cresci rapidamente e depressa me esqueci dos meus heróis. Faz parte da vida!

Só que há pouco surgiu-me um novo herói português. E o seu heroísmo está essencialmente na forma como conseguiu, num ápice, vencer todos as burocracias de uma autarquia, de forma a poder remodelar convenientemente uma casita.

Eu que já andei nessas andanças sei quanto custa e quanto demora passar um papel de uma secretária para a outra num gabinete de urbanização, de uma qualquer edilidade. Pode demorar anos, pois há certidões e despachos teimosos… que odeiam mudar de mãos!

Ora bem o jovem deputado do BE armou-se em Rob(l)espierre e conseguiu à força de muita revolução que as licenças para a reconstrução do edifício que houvera adquirido fossem emitidas em tempo record.

Um exemplo de um verdadeiro herói contra a burocracia autárquica.

Que eu fiquei a apreciar!

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