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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Não matem a galinha!

A incompetência a que chegou o Desporto-Rei que se joga em Portugal leva-me a pensar que alguém anda a tentar matar a “galinha dos ovos de oiro”. Só pode!

A verdade é que todos sem excepção se queixam da má qualidade do nosso futebol, quase sempre plasmada nas eliminações precoces dos diversos clubes das provas europeias ou na continua ausência de árbitros portugueses nos Europeus ou Mundiais da modalidade.

É óbvio que ninguém em Portugal gosta de pensar a sério neste problema. Uns porque são os constantes beneficiados, outros porque não têm força para contrariar esta dinâmica e há outros ainda que andam a ver onde param as modas para perceber a que lado se devem encostar para ver se “abicham” alguma coisa.

Este cenário poderá estar mesmo relacionado com a contínua quebra de contratos que a Sporttv tem vindo a sofrer. Certamente que ninguém quer ver um jogo onde há uma enorme diferença de análise dos lances semelhantes e onde os comentadores invariavelmente despejam as mesmas teorias contra uns e a favor de outros. Os especialistas usam para aquela diferença de análise um jargão muito próprio a que dão o pomposo nome de… critério do árbitro. Seja!

Deste modo o futebol luso está a passos largos de tornar-se uma espécie de Wrestling americano onde os combates parecem ser a sério, mas onde rapidamente se percebe que está tudo previamente combinado. O público mais novo, quiçá, ainda acredita, mas os mais velhos já sabem ao que vão. Mas divertem-se… E isso é, para os americanos, o mais importante.

Todavia neste rectângulo à beira mar plantado e ingovernável tudo é válido, tudo é justo desde que o clube do nosso coração ganhe. Sempre foi assim, é e será!

O pior é que não prevejo um futuro muito risonho. Os dirigentes mais novos sofrem do mesmo mal que os mais velhos (aquilo é maleita que se pega!) e deste modo este rame-rame manter-se-á matando de forma definitiva a tal galinha.

Provavelmente um dia (que será tarde demais!!!) alguém virá finalmente a terreiro afirmar: eu não falei?

Nessa altura a ave não passará de uma azeda canja!

(In)português!

Já não sei se é mau português, bom Acordo Ortográfico ou simplesmente as pessoas é que nabem escrevere.

Hoje encontrei esta fotografia tirada a um posto de combustível durante a minha ultima peregrinação.

Há uns tempos alguém falava em inconseguimento. Eu falo em (in)português!

Mau-portugues (1).jpg

 

 

Dúvidas que me assaltam...

1 – Se o MRPP é contra o Euro e a União Europeia porque concorre às eleições?

2 – Porque andam 5 senhoras lado a lado em passo lento ocupando todo um passeio, impedindo outros de andarem mais depressa?

3 – Porque encontro cada vez mais utilizadores de trotinetes a andar numa rua de um sentido único em sentido inverso?

4 – Porque há tanta gente a criticar o Joe Berardo quando tentam, a todo o custo e sempre que possível, fugir aos impostos?

5 – Será que o PAN também defende os ratos do Convento de Mafra?

6 – Se há quem acredite que a Terra é plana onde são os quatro cantos do Mundo de que tanto se fala?

Feira do Livro de Lisboa de 2019

Sempre gostei das Feiras do Livro. Seja em Lisboa, na Amadora ou no Louriçal do Campo (nem imagino se fazem neste local, porém se fizessem eu gostaria com toda a certeza!).

Ainda me lembro da Feira do Livro de Lisboa estendida pela longa Avenida da Liberdade. Menos stands é certo, mas não menos entusiasmo.

Naquele tempo nunca ia sozinho. Juntávamo-nos uns poucos e aquilo era um vai vem, sobe e desce a Avenida, sempre à sombra das árvores que nos protegiam do sol. Outros tempos…

Depois a Feira foi deslocada para o Parque Eduardo VII, um lugar também nobre, mas menos protegido pelas árvores.

Mas também não há qualquer problema já que na Feira do Livro há diversas esplanadas onde podemos descansar enquanto escutamos diferentes debates. Depois há bolas de Berlim e outros bolos, gelados e locais onde se vende (quase) todo o tipo de comida.

É que isto de andar cima abaixo cansa e dá muita fome. Se ainda por cima estiver calor nada melhor que parar num dos bares e beber uma cervejinha gelada.

Gosto disto… Desta panóplia de ofertas que a Feira do Livro apresenta a quem por lá vai caminhando.

Por isso espero lá ir mais uma vez. Este ano entre 28 de Maio e 16 de Junho.

Ah… quase me esquecia de dizer!

É que para além de toda a oferta que falei acima, na Feira do Livro de Lisboa também se vendem livros...

E bons!

Estes turistas que nos invadem…

O conceito de turismo transformou-se em Portugal, nomeadamente em Lisboa onde a baixa pombalina passou a ser uma espácia de Nações Unidas em ponto pequeno, tal é a quantidade de gente oriunda de todo o lado que visita a capital.

Se juntarmos os emigrantes oriundos da Ásia que proliferam com lojas de recordações onde antigamente havia lojas de qualidade, temos uma mistura de povos raças e línguas impensável há uns anos.

Os turistas invadem assim a nossa cidade tomando-a literalmente de assalto. No metro, nos restaurantes, nas lojas ou simplesmente nas ruas eles exibem muitas vezes de uma prepotência que roça por vezes a imbecilidade. Nem imagino se procederão da mesma maneira nos países de origem. Quero crer que não…

Também sou turista, mas normalmente quando passeio respeito os lugares onde estou e acima de tudo a sua cultura e modo de vida dos locais.

Lisboa é neste momento um local de gente quase louca… dando razão a uma célebre personagem de BD.

Obelix_loucososromanos.jpg

 

E se RAP se candidatasse a PR?

O povo ucraniano abriu um precedente ao entregar a um humorista a presidência de um país saído do jugo soviético.

O povo é soberano e se escolheu Volodimir Zelenskii é porque achou que o humorista ao contrário do que faz naturalmente não irá brincar aos presidentes.

Agora façamos um exercício de imaginação e coloquemos o humorista Ricardo Araújo Pereira em Belém. Como actuaria?

Assim?

Ou assim:

Uma coisa é certa… espaço televisivo já ele tem!

Será que vos faz lembrar alguém?

Recado para CR7!

Desde que foste para Turim andei sempre intreressado na tua já longa carreira e por isso imagino que devas estar uma fúria.

Calculo que essa tua postura de campeão tenha levado um duríssimo golpe.

Prevejo que o prémio para o melhor do Mundo ficará novamente em Espanha.

Mas companheiro... já devias saber que nem sempre se pode ganhar!

E convenhamos... a Juventus hoje não jogou... um caroço!

Eu e as gravatas!

Uma das peças da indumentaria masculina mais odiada é sem dúvida a gravata. Símbolo muitas vezes errado está quase sempre associada a executivos, advogados ou empresários, esquecendo-se que em muitas actividades o uso da gravata aparece (quase) como uma obrigação.

Muitos políticos associados a partidos de esquerda raramente usam gravata. Como se o uso deste acessório fosse assim uma espécie de ofensa aos velhos compêndios políticos escritos pelos ideólogos do século passado.

Pois bem eu gosto de gravatas. Exemplo disso é que tenho dezenas delas. De diversas cores, tons e padrões tenho gravatas para todas as ocasiões. Tenho até uma que dá música de Natal, calcule-se!

Hoje andei de volta delas a arrumá-las, a perceber quão sujas estavam ou simplesmente a descobrir quantas já estão a cair em desuso ou demasiado surradas para voltarem a servir.

O curioso é que contei quantas peças tenho e descobri que são tantas quanto a minha idade.

Não acredito mesmo em coincidências. Nem que sejam em simples gravatas...

 

Governar… a família!

Decididamente ainda não entendi a admiração das pessoas por neste governo haver relações familiares entre as equipas nos diversos ministérios. Pior … admira-me que alguns partidos da oposição critiquem este governo esquecendo passados recentes.

Eu acrescentaria que apoio estas medidas de juntar no governo a família. Deste modo em vez de se estragarem muitos lares estragar-se-iam muito menos casamentos e relações.

Dou um exemplo: o pai Ministro está num Conselho dos mesmos e à sua frente tem uma Ministra que é a sua filha. Ora menos uma preocupação para um pai que assim sabe onde anda a filha com todas as conveniências que isso apresenta.

Outro exemplo: o Ministro sai de casa para ir para o seu gabinete e pergunta à mulher se ela pretende boleia. Ela responderia que não pois o motorista viria buscá-la dali a uns minutos. Resultado: tanto marido como esposa sabem onde andaria o outro e sem haver desconfianças.

Tudo isto dará um governo muito mais coeso e muito mais estável porque os próprios elementos estão mais focados na suas actividades do que em pensar: onde andará a minha mulher a esta hora ou e esposa a perguntar a si mesma: onde andará aquele malandro do meu marido?

Com estas preocupações parte do foco dos governantes seria desviado do que realmente interessa.

Finalmente não há no governo ninguém da minha família? È que ando a precisar de ganhar mais uns cobres.

Mais roupa? Não, obrigado!

Há uns dias percebi que estava mais gordo porque já não cabia na roupa. Pesei-me e... ups... aquele número... não podia ser verdade!

Mas parece que era! Os três digitos surgiam logo ali à mão (leia-se boca) de semear. Não podia ser eu.  Jamais poderia chegar àquele peso, jamais.

Então decidi (vejamos por quanto tempo) dar uma volta na minha alimentação diária. Assim cortei muitos das coisas que comia e passei a alimentar-me mais vezes ao dia.

É óbvio que o meu grande problema prende-se com o sedentarismo a que estou diariamente sujeito, especialmente por causa do trabalho. Basta referir que na campanha da azeitona em Novembro passado comi de tudo sem restrições, mas como andava e fazia grandes esforços facilmente consegui perder peso. Mas na cidade as coisas tendem a ser naturalmente muito diferentes.

Portanto agora estamos numa de comer pouco de cada vez, cortar com hidratos de carbono e comer mais vegetais. Veremos até onde consigo chegar.

É que a minha boca gosta muito pouco, para não dizer nada, de comida... triste. Depois há aquele célebre expressão: gordo mas feliz!

Reconheço que é uma fantástica máxima... mas sinceramente, nesta altura da minha vida, não me apetece comprar mais roupa.

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