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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

O trigo e o joio (versão séc. XXI)

Já em tempos falei daquilo que são os hospitais on-line. O que não quer dizer consultas... Que são coisas bem diferentes.
Na segunda há um contacto com o médico mesmo que seja via câmara e portátil, enquanto na primeira há apenas uma pesquisa na internet.

O conhecimento é algo muito importante. Todavia é sempre necessário uma certa capacidade para perceber onde começa o exagero ou acaba o bom-senso. Dito por outras palavars nem tudo o que se lê na internet é verdadeiro.

Da mesma maneira que os medicamentos descrevem todos os sintomas de efeitos secundários conhecidos para aqueles medicamentos isso não implica que todas as pessoas sofrerão esses mesmos efeitos.

Portanto minha gente... quando tiverem um problema de saúde procurem um médico verdadeiro, daqueles de carne e osso e não se embrenhem em teorias, algumas delas mirabolante e quase de conspiração, para explicar a vossa doença.

Haja, como já referi acima, bom-senso para saber distinguir o trigo do joio!

A doença que é a nossa Saúde!

Muito se fala agora sobre a problemática da falta de médicos nos hospitais com a agravante de um recém nascido ter falecido por falta de assistência especializada.

Diria que em traços gerais este é um problema que há muito se previa. Basta olhar para a quantidade de novos alunos nos cursos de medicina (poucos!!!) para se perceber que mais tarde ou mais cedo a coisa teria de estoirar.

Obviamente que se em vez de um bebé tivesse sido um idoso a morrer, provavelmente ninguém faria desta situação o drama que se está a fazer. Mas isto sou eu a pensar alto!

Infelizmente nas últimas semanas deste Verão tão escaldante, as minhas idas a hospitais têm sido frequentes. Mas faz parte porque tenho na família gente com muita idade e que necessitam de cuidados permanentes.

Pelo que percebi os serviços de urgência estão cheios. Os médicos desdobram-se em atendimento a este e depois àquele para logo a seguir ser mais outro. Um verdadeiro corropio que esmaga qualquer pessoa tal é o "stress" associado.

Faltam médicos? Faltam. Faltam enfermeiros? Claro que sim! Como faltam auxiliares e muitos outros técnicos de saúde.

Mas deveria o Estado pagar melhor a esta gente, que muitos deles não optariam pelo estrangeiro e muito menos pelos hospitais privados.

Todos nós descontamos muitos impostos mensalmente. Já para não falar dos indirectos... Por isso bastaria aos consequente governos negociarem uma carreira específica para esta gente da saúde associada obviamente a uma tabela salarial compatível.

Problema! Se o que escrevi no parágrafo anterior viesse a manifestar os outros sectores do Estado (professores, administração pública, administração autárquica... etc, etc, etc) viriam logo a terreiro dizer que também queriam reformulações laborais.

Solução? Não fazer nada e pontualmente acertar uns acordos!

Até que isto um dia rebente!

Hospitais públicos: coragem precisa-se

Se há alguma coisa que preocupa seriamente o cidadão português é a sua saúde.

Hoje estive com um familiar  na urgência de um hospital público. O doente teve direito a pulseira laranja o que, em princípio, teria direito a ser despachado em pouco tempo.

O que quero chamar à atenção é sobretudo aos familiares e acompanhantes dos doentes que por aqui aparecem por "dácáestapalha". Na maioria são pouco pacientes e nem querem saber dos outros que chegaram primeiro ou que estão em  poor estado.

Mas deixem-me assumir isto: se eu trabalhasse num hospital deste tipo nem que me pagassem o triplo eu estaria aqui a atender gente deste calibre.

É preciso muita coragem, mas muuuuuuuuuuita coragem para estar num serviço de Urgências deste tipo, sejam médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar ou seguranças.

Hospitais: públicos versus privados

Já deu para perceber que a saúde é já o maior negócio em Portugal. Nem imagino qual o verdadeiro valor envolvido em todo o negócio da saúde em Portugal.

Ontem fui a um hospital privado com a minha mulher para fazer um RX previamente marcado ao que se seguiria a consulta do ortopedista, O primeirpo estava marcado para as 17 e às 17 e 30 a consulta devida.

O certo é que o médico esperou que eu chegasse da sala de exames de RX com a minha mulher porque estive cerca de 20 minutos para dar estrada e outro tanto para fazer o simples exame.

Entretanto enquanto aguardava para dar entrada para o exame no guiché, percebi que um homem tirara as senhas para todos sos serviços tentanto despachar-se. A verdade é que a minha mulher acabou por dar entrada e fazer o exame enquanto o cavalheiro saltitava esbaforido por entre as pesssoas aparentando um olhar deveras zangado. E com razáo... já que um hospital privado deveria ter serviços mais céleres, para além de já ter os melhores técnicos de saúde.

Entretanto hoje desloquei-me a um hospital público e assisti a algo bem parecido ao que relatei acima. Mas aqui há sempre a desculpa de ser público o que equivale quase sempre a intermináveis filas e consequentes demoras, peranyte as quais aceitamos como algo normal.

Então por qual optar se tivermos hipóteses e carteira para tal, público ou privado? A resposta não será fácil... Mas pelo meu lado ainda assim vou optando pelo privado,

Até ver!

Curar os vícios... dos outros!

Neste momento da minha vida não tenho qualquer vício. Mas assumo que já os tive. Fumei, joguei de forma compulsiva "flippers" e cheguei a beber demasiado.

Um dia decidi acabar com os vícios. Comecei pelo jogo, depois veio o álcool e finalmente o tabaco.

No entanto para que tudo isto resultasse não necessitei de qualquer tratamento médico nem qualquer consulta da especialidade. Impus a mim mesmo essas regras e naturalmente consegui cumpri-las com maior ou menor esforço. Bastou unicamento força de vontade.

Ao que parece há actualmente nos hospitais públicos consultas destinadas para aqueles que pretendem deixar de fumar. Percebo que seja uma tentativa para evitar futuramente males maiores, com os eventuais aparecimentos de doenças derivadas do uso do tabaco. No entanto parece-me exagerado a ideia de que estas consultas tenham de ser em maior número.

Olhando à distância e de forma desapaixonada e ainda por cima por alguém que já foi fumador, seria bom que as pessoas envolvidas percebessem de uma vez por todas que não foi o Estado o fomentador dos seus vícios e portanto será já uma benesse ter uma consulta para saber como lidar com o problema.

Assumo que este tema não é pacífico nem congregador de ideias, mas também será bom que se entenda que anda muita genta a financiar a cura dos vícios dos outros, para os quais jamais contribuiu.

Num hospital...

Hoje estou a acompanhar o meu pai, que irá ser operado daqui a instantes a uma catarata. Só que neste espaço as coisas correm devagar. E ninguém refila... porque é normal que assim seja. Mas curiosamente, ao invés do que se passa nos hospitais da capital, aqui são eficazes. E rápidos nas marcações de exames, só para dar um exemplo. Uma unidade de saúde particular. No centro do país. Pois... Falta uma informação... Este hospital é da Misericórdia local.

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