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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Referendar a manutenção da TAP?

Vou lendo e ouvindo muitas e divergentes opiniões sobre o futuro a dar à TAP. Nem sei se o acordo recente será o melhor para a companhia de aviação portuguesa. Mas enfim… o futuro próximo ou mais ou menos longo o dirá!

Todavia não gostaria de estar no lugar dos trabalhadores da TAP.

Entretanto a ideia de que vai ser o povo a pagar o enorme buraco financeiro da transportadora nacional é mais ou menos evidente. Tal como pagou o BPN ou o Novo Banco. E muuuuuuuuuuuuuuuuitas outras coisas que ninguém fala. Ou já esqueceram!

Basta olhar para a profusão de auto-estradas que se construíram neste país sem que lhes seja dada o verdadeiro uso para se perceber onde é que se gastou tanto dinheiro… dos nossos impostos. Algumas daquelas com três faixas para cada lado sem movimento que o justifique.

E não me venham com a desculpa que as portagens são caras… pois muitas delas até nem são.

Decididamente e ainda em relação à TAP acho que seria importante o governo fazer um referendo nacional sobre se os portugueses estarão dispostos a pagar com os seus impostos uma empresa em falência.

Outra vez confinado!

Avanço já com a opinião de que a decisão do Conselho de Ministros sobre manter um confinamento em 19 freguesias no Área Metropolitana de Lisboa não irá resolver nada.

Porque as pessoas não querem saber, porque acham que só acontece aos outros, porque temos um SNS que, por muito mau que seja, irá suportar os custos.

Durante o confinamento que iniciou em Março saí um par de vezes de casa somente para comprar pão. Nesse tempo vi tanta e tanta gente sem máscara. Nos supermercados, nas paragens dos autocarros, até nos cafés.

De certa forma isso agora está melhor... Todavia a semana passada enquanto esperava no carro pela minha mulher, que fora a uma consulta médica, reparei que um grupo de rapazes e raparigas muitos jovens (14/16 anos) encontraram-se na rua fizeram uma enorme galhofa e notei que nenhum deles trazia máscara. Bastava que um estivesse infectado...

Portanto e para terminar... não poderei sair de casa nos próximos 15 dias porque moro numa das freguesias abrangidas... Então e se tudo se mantiver como até aqui? Passaremos para a cerca sanitária? Para uma prisão domiciliária?

As pessoas querem ser infectadas? Deixá-las ficar...

Já estou por tudo!

Um Super Mário de saída.

Em meados de Maio passado escrevi aqui que o governo criara um precário nas suas hostes. Desde esse dia que aguardei pacientemente a notícia que hoje inundou os telejornais: Centeno havia pedido a demissão.

Então tentemos fazer um exercício de lógica governamental... Para tal faça-se o esforço de estar na cabeça do Dr. Mário Centeno, o fantástico ministro das Finanças da geringonça.

Enquanto o país crescia, após anos amargos de recessão e austeridade, o antigo Ministro dava a cara sendo mesmo cognomizado como "O Ronaldo das Finanças". Porém este governante necessitava de mais estaleca atlética para poder aguentar o que para aí vem. Enquanto CR7, quando está a perder incentiva os seus colegas, Centeno achou por bem fazer uma espécie de birra por causa deo Novo Banco e sair...

Se vai ou não para governador do Banco de Portugal não é agora o que realmnte conta... Mesmo que a oposição fale disso, este assunto não passa de distrações para parolo assistir.

A verdadeira razão prende-se com o futuro a curto, médio e longo prazo, que estará reservado a Portugal, economicamente falando. Há que abraçar mais uma vez a austeridade se não quisermos ficar reféns de capitais chineses ou russos. E obviamente o homem que dizia que não seria necessário austeridade... ter que a assunir seria um descrédito para o seu fabuloso magistério.

Assim salta do comboio em andamento passando a bola a arder para o seu secretário de Estado do Orçamento que não irá ter tarefa facilitada.

Acredito que tudo isto foi devidamente concertado com o Primeiro Ministro, Dr. António Costa, que futuramente terá uns belos exercícios de "flic-flac's" para fazer ou então dirá o dito por não dito.

O que também não me admiraria nada!

As (más) estradas dos Governos

Cada governo deste país tem as suas obras “de regime”. Foi assim no tempo da monarquia com Marquês de Pombal e a sua Baixa Pombalina ou D. João V e o Palácio de Mafra, só para apresentar uns breves exemplos.

Também a República teve as suas obras com Salazar e a Ponte que teve o seu nome, Mário Soares e o porto da Nazaré, Cavaco Silva e o Centro Cultural de Belém, José Sócrates e a profusão de autoestradas.

Independentemente de concordar ou não com estas “imagens de marca” que cada líder de governo pretendeu oferecer ao país a verdade é que estamos a pagar estas obras com os nossos impostos.

Bem perto da minha casa há umas vias rápidas iguaizinhas a autoestradas e que ligam IC’s a AE’s, nomeadamente a CRIL (hoje IC17) à antiga CREL (hoje A9). Estas vias até fazem sentido retirando muito trânsito das cidades, seja ela Lisboa ou Amadora.
Todavia estas obras foram feitas a uma velocidade quase supersónica para que estivessem prontas antes de umas eleições.

Durante quatro anos as coisas funcionaram bem até que… numa noite de algum temporal, parte da estrada abateu, apanhando duas das três vias nessa derrocada. O melhpr disto é que não houve vítimas.

Durante uns dias aquele sentido ascendente esteve cortado para depois ser reaberto, mas só com uma via a circular. Resultado: ao fim do dia as filas de trânsito têm quilómetros.

Reafirmo a ideia de que esta estrada foi totalmente aberta em 2014 para depois a estrada abate sem mais nem menos. Pior… fará um ano no próximo mês de Dezembro que tal aconteceu.

Ora bem, desde essa altura até agora os automobilistas que ali passam têm ganho muuuuuuuuuuuitos cabelos brancos e enormes pilhas de nervos! Até porque as opções levariam os carros para o interior das cidades.

Como sempre o que interessa governos aos sucessivos é apresentar obra feita… para mostrar ao crédulo povo. A qualidade da mesma ficará, obviamente, para depois…

Governo de gola apertada!

Mais uma demissão no governo socialista. Após as declarações do Secretário de Estado da Protecção Civil há uns meses, afirmando que não tinha nada a esconder, eis que abandona o barco a breves semanas das eleições.

Obviamente que este governante há muito que perdera toda a confiança política do parte do ministro. Todavia o Verão quente e os seus inerentes incêndios obrigou aquele Secretário de Estado a manter-se em funções.

Agora que a chuva está para surgir foi o momento de sair, tentando não estragar ainda mais a (má) imagem que este governo foi deixando nesta legislatura.

Uma gola demasiado apertada que AC tenta a todo o custo folgar.

Só um breve pormenor. Este governo não tinha maioria absoluta da AR e fez o que fez... Imagine-se com maioria...

Será bom que o povo reflicta nesta ideia!

Sindicalismo no século XXI

Imagino que os partidos de esquerda lusa estejam à beira de um ataque de nervos tendo em conta a próxima greve dos motoristas de matérias perigosas.

Num país onde a maioria dos sindicatos estão maioritariamente ligados a Centrais Sindicais (CGTP e UGT), aparecer um sindicato independente, representado por um advogado, com uma capacidade mobilizadora fora do vulgar e capaz de parar Portugal pode tornar-se numa nova forma de sindicalismo.

Entretanto o PCP que sempre teve na CGTP/Intersindical o seu braço armado na contestação laboral deve andar em busca nos velhos manuais de como é que tudo isto lhe passou ao lado.

Lamentavelmente o BE vive um dilema interno de gestão política, pois ainda não sabe bem o que fazer ou dizer quanto a esta greve. Por um lado vem ao de cima a sua vertente de "esquerda-caviar" e afirma que os motoristas têm toda a razão para logo a seguir apoiar o governo nas decisões anti greve que Costa vai assumindo. Quase que faz lembrar uma velhinha e conhecida canção de Marco Paulo onde dizia que tinha dois amores.

Decididamente não sei quem tem razão neste diferendo que opõe motoristas à ANTRAL, pois necessitaria de ter comigo todos, repito todos, os dados que envolvem estas negociações, mas de uma coisa estou (quase) certo: o sindicalismo em Portugal jamais será o mesmo.

Governar… a família!

Decididamente ainda não entendi a admiração das pessoas por neste governo haver relações familiares entre as equipas nos diversos ministérios. Pior … admira-me que alguns partidos da oposição critiquem este governo esquecendo passados recentes.

Eu acrescentaria que apoio estas medidas de juntar no governo a família. Deste modo em vez de se estragarem muitos lares estragar-se-iam muito menos casamentos e relações.

Dou um exemplo: o pai Ministro está num Conselho dos mesmos e à sua frente tem uma Ministra que é a sua filha. Ora menos uma preocupação para um pai que assim sabe onde anda a filha com todas as conveniências que isso apresenta.

Outro exemplo: o Ministro sai de casa para ir para o seu gabinete e pergunta à mulher se ela pretende boleia. Ela responderia que não pois o motorista viria buscá-la dali a uns minutos. Resultado: tanto marido como esposa sabem onde andaria o outro e sem haver desconfianças.

Tudo isto dará um governo muito mais coeso e muito mais estável porque os próprios elementos estão mais focados na suas actividades do que em pensar: onde andará a minha mulher a esta hora ou e esposa a perguntar a si mesma: onde andará aquele malandro do meu marido?

Com estas preocupações parte do foco dos governantes seria desviado do que realmente interessa.

Finalmente não há no governo ninguém da minha família? È que ando a precisar de ganhar mais uns cobres.

Não há coincidências... na política!

Ontem li algures que a Auto-Europa se preparavava para sair de Portugal. Não imagino se é ou foi verdade essa intenção, mas que li, li!

O que sei é que no dia seguinte, quer dizer hoje, os estivadores, governo e patronato chegaram a um acordo para o diferendo no Porto de Setúbal.

Podem considerar que foi uma oportuna coincidência. Podem chamar o que acharem de melhor. Mas eu só acredito no que quiser.

E desde já assumo que não creio em coincidências.

Não há coincidências!

A prisão de oito pessoas alegadamente envolvidas no roubo das armas de um paiol em Tancos no dia de hoje, não me parece ser algo que decorreu das normais investigações. Há aqui qualquer coisa que não consigo deslindar.

O PR de vez em quando falava do caso e exigia que se descobrisse tudo sobre o que aconteceu em Tancos e respectivos envolvidos.

Se olharmos para a Justiça com a acesa polémica da não recondução da Procuradora Joana Marques Vidal, podemos perceber que poderá haver aqui uma troca de favores entre Marcelo e Costa.

(Tu deixas cair a Joana e eu deixo cair Tancos). Imagino que possa ter sido este o acordo entre S.Bento e Belém!

Porque na nossa (mui pobre) política o que parece é!

E as coincidências... só mesmo no Euromilhões!

 

Duas ou três coisas… apenas!

Estamos em Maio.

O mês das flores, de Maria, das mães, do coração, do Pirilampo Mágico.

Entretanto a época balnear parece já terá iniciado em algumas praias.

O Verão, portanto, aproxima-se. E com este o terror dos incêndios. Que começa com uma batalha entre Estado e empresas prestadoras de serviços de extinção de incêndios. O costume, enfim!

Face a estes dados fico sem perceber:

1 – quem irá combater os fogos, por via área, neste Verão?

2 – quem irá ajudar os Bombeiros no combate terrestre?

3 – a quem compete a campanha para poupar água?

O governo aguardará pelos eventos para os ir gerindo, numa espécie de governação “à vista”. Prevenir e acautelar parecem ser palavras abolidas do principal léxico governativo.

Porque as limpezas dos matos à volta das povoações já eram obrigatórias, muito antes das tragédias do ano passado. Mas claro o que realmente interessa à geringonça é fazer de conta… que tudo está sob seu controlo.

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