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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Paz social, uma guerra aberta!

O que previ neste texto, que publiquei no iníco do mês, começa agora a confirmar-se.

Segundo as últimas sondagens o PS parece ter vindo a perder força. As razões para tal poderão estar associadas ao caso Sócrates, mas outrossim à instabilidade social que começa a crescer.

Foi a greve dos enfermeiros seguida pelos médicos. Agora há uma dura batalha com os professores com mais greves anunciadas. Ainda por cima numa altura crucial...

Resumindo... saúde e educação, dois pilares essenciais na sociedade portuguesa e claramente influenciadores nas decisões eleitorais, no centro deste furacão de instabilidade social.

Para isto o PCP usou dos seus "soldados" mais fiéis para a nova frente de batalha. É o caso de Mário Nogueira, tendo a seu lado o líder da CGTP Arménio Carlos. Ambos dão a cara à instabilidade social que no início desta legislatura foi reduzida a mera insignificância.

O partido da Soeiro Pereira Gomes teme que o PS ganhe as próximas eleições com maioria absoluta, perdendo, se assim acontecesse, a força e influência que tem tido. António Costa que nunca pretendeu fazer coligações com o Passos Coelho poderá, em face dos resultados eleitorais, ficar mais disponível para outros acordos de regime ou mesmo coligações.

É sabido de alguma antiga convergência entre os antigos presidentes das mais importantes edilidades portuguesas. Não sei se será suficiente para formar um futuro governo. Tudo dependerá das exigências europeias.

Maior flexibilidade laborar e menos intervenção estatal em alguns sectores estratégicos, poderão obrigar AC a virar o foco de apoio para outros partidos (leia-se PPD/PSD).

A paz social é hoje uma utopia... até que a gerinçonça queira!

Convergência Ibérica?

Quando em 2015 a coligação PAF ganhou as eleições, sem maioria absoluta, e foi criada uma plataforma de entendimento entre diversos partidos de centro esquerda (vulgo geringonça) abriu-se uma espécie de caixa de pandora que agora Espanha tenta imitar envolvendo o PSOE como partido maioritário e mais uns acordos com diferentes organizações.

Tudo em nome de um poder que se diz democrático.

Este novo tabuleiro político só é possível porque a esquerda considera que tudo o que faz é bem feito desde que chegue ao poder.

Os Louçãs desta vida não percebem que ao jogarem o jogo político com estas novas regras estão, pura a simplesmente, a subverter o desejo popular expresso através do voto?

O próximo ano vai trazer mais eleições. Perfilam-se por isso novas demandas contra este governo de forma a fragilizá-lo e retirar a força que ainda tem. O PCP e o BE farão de tudo para que isso aconteça. A tal paz social que reinou desde que a geringonça assaltou o poder vai deixar de existir.

Exemplo disto foi a greve de hoje nos comboios que prejudicou milhares de passageiros. Virão de seguida as greves de professores e provavelmente daqui a uns tempos a FP por causa de um decreto qualquer.

Aproximam-se novos e estranhos tempos. O PSD tarda em encontrar um rumo num Rio repleto de incertezas. Cristas contradiz-se entre aquilo que propaga e o que fez enquanto governante. O AC, bem à moda de Trump americano desfaz o que PPC fez, não medindo as consequências nos seus futuros acordos. Enquanto a esquerda vai lançando algumas armadilhas já sobejamente conhecidas.

Se a inveja soez é o nosso pior defeito, a brandura da aceitação será, quiçá, a nossa maior virtude.

Sporting - o amigo improvável!

Não venho falar do Sporting nem desta crise que está instalada no meu clube de coração. Trago aqui uma ideia que desde a semana passada tem vindo a ganhar forma.

O estado de graça do Governo, sem bem que não tenha ainda desaparecido está em níveis claramente baixos. Basta reparar nas diversas questões em aberto:

- Greve dos médicos e enfermeiros. Ou da falta destes técnicos de saúde nos diversos hospitais.

- A contagem do tempo na carreira dos professores, com as respectivas manifestações!

- As mudanças na Protecção Civil agora que se aproxima a época crítica dos incêndios!

- As dúvidas com a aprovação da lei da eutanásia!

Isto só para referir uns pontos mais quentes...

Entretanto a semana passada uns tipos encapuçados invadiram as instalações do Sporting em Alcochete originando graves distúrbios e alguns ferimentos em jogadores e outros elementos da equipa técnica.

Resultado: desde esse dia, é em torno do Desporto e da violência nesta actividade, que se regem as notícias. Para além da enorme crise directiva no Sporting.

Bem vistas as coisas o meu clube e Bruno de Carvalho tornaram-se os amigos improváveis da geringonça de António Costa.

Os incomodados do PS!

Finalmente o PS puxou o tapete a José Sócrates. Primeiro foi Carlos César e hoje foi João Galamba, ambos deputados do Partido lider da geringonça, que publicamente declararam sentirem-se incomodados com o caso do ex-PM e em adenda o seu ex-Ministro da Economia.

José Sócrates, desde que foi preso, depressa percebeu o desconforto que causou no seu Partido. E nem as visitas que recebeu na prisão de alguns elementos ligados ao Partido (p.e. Dr. Mário Soares) conseguiu amenizar aquele mau estar.

Vêm aí agora Comissões de Inquérito e com elas muitas coisas mais virão a lume. Ou talvez não...

Certo é que António Costa deve andar desejoso que esta situação se resolva quanto antes, evitando com isso que ela rebente numa altura de eleições legislativas. Nada pior para os intuitos do PM que um escândalo em casa e à porta de um sufrágio. Lá se iria a maioria absoluta, que tanto persegue.

Obviamente que os partidos da oposição vão tentar arrastar este tema até para o ano que vem. Os dividendos eleitorais que poderão ganhar disto ainda estão muito longe de serem calculados, mas deixarão o PS em muitos maus lençóis.

Se no Partido do Largo do Rato ainda resistiam certas dúvidas quanto à involvência de JS em casos de corrupção, estas últimas investigações, envolvendo um Ministro de magistério de JS, deixaram tudo muito mais claro.

Agora é perceber até que ponto o PS conseguirá passar pelos "intervalos desta chuva" sem ficar realmente encharcado.

A solução para a Catalunha pode passar por Portugal

As recentes eleições na Catalunha parecem não ter resolvido um imbróglio em que se meteram os independentistas catalães.

Se bem que tenham sido os Ciudadanos-Partido de la Ciudadanía, liderados pela “muy guapa” Inês Arrimadas a ganhar as eleições catalãs, a falta de uma maioria absoluta por parte do partido “naranja” vai obrigar alguns dos partidos a entenderem-se… ou talvez não.

Os partidos independentistas têm em número de deputados regionais a maioria, todavia as diferenças entre ambos são tão evidentes de dificilmente haverá acordo entre eles para formarem um governo.

Será nestas circunstâncias que Portugal poderá dar uma ajuda na resolução deste imbróglio. Para tal basta ligarem ao nosso Primeiro-Ministro António Costa que ele sabe como criar uma geringonça.

Desta vez catalã!

Longe da cidade

Desde sexta feira que estou na aldeia rodeada da cor castanha devidos aos incêndios deste Verão. Portanto longe da cidade, das correrias e dos acontecimentos importantes em Portugal.

Mas parece que nada mudou. A geringonça continua a sua campanha, o Rui Rio continua a falar do Agir e Santana Lopes quer ter a "Sorte Grande" sem jogar o bilhete inteiro, joga só com décimos.

E soube isto no bocadinho no café, precisamente antes do jogo de Sporting, desta noite.

Plagiando o outro afirmo: de Lisboa, nada de novo.

Zangam-se as comadres...

... E temos Governo e o Presidente da República quase em rota de colisão.

As últimas notícias vindas a lume referem que Marcelo sabia, antes do seu violento discurso proferido em Oliveira do Hospital, o que AC estava a tencionar fazer em relação a uma eventual remodelação governativa. Ao invés, o PR acusa o Governo de não ter percebido o que se passou na sociedade portuguesa, nomeadamente com as vítimas dos fogos.

Verdadeira troca de galhardetes.

Pegando neste assunto e olhando para ele de forma equidistante e desapaixonada  fico com a estranha sensação que as "comadres" governativas se zangaram profundamente. Assim sendo não imagino quais os próximos passos nesta relação que em tempos foi muito profíqua.

Até à entrada deste Verão ninguém em Portugal imaginaria que esta amizade entre uma esquerda demagógica e trauliteira e um Presidente festivaleiro e omnipresente, acabasse nesta espécie de arrufo. Mas veio o Verão quente, seco e assassino e logo tudo o que era amizade e compromisso se toldou numa tempestade.

O Primeiro Ministro não gostou obviamente da chamada de atenção do Professor Marcelo. Sentiu-se diminuido e quase humilhado. Por isso arranjou maneira de através de um conflito institucional se libertar da imagem de um governante frio e distante do povo que não o elegeu.

Não imagino como irá terminar este sarilho. Todavia o que fica é que as relações entre estas "comadres" esfriaram.

A geringonça teve o seu primeiro grande revés. 

... Falta agora descobrir as verdades de parte a parte.

 

                                                                    

Posso ir trabalhar dia 1?

Conhecem certamente aquela piada do cientista que arrancou as asas à mosca e a conclusão que tirou é que a mosca sem asas ficou surda.

Na nossa política passa-se mais ou menos o mesmo: o cientista da geringonça decidiu que em dia de eleições não deve haver divertimento…

Isto a mim só dá vontade de rir. E não é porque tem piada mas sim porque é muito estúpido.

Pegando na minha memória relembro que em 1987 as eleições foram a 19 de Julho. Muitos partidos acharam que não deveria ser naquele dia, tendo em conta as férias dos portugueses. Fosse por isso ou por outra coisa qualquer, ainda não profundamente explicada, a verdade é que o PSD ganhou nesse ano a sua primeira maioria absoluta.

A questão de eventos desportivos realizarem-se em dia de eleições é obviamente uma questão menor. Porque quem pretender votar fá-lo-á sem qualquer problema e não haverá evento que diminua essa intenção.

Na mesma ordem de ideias que este governo pretende implementar, em dia de eleições não devo ir à praia, ao campo, ao cinema nem sequer visitar aquele familiar que está no hospital ou simplesmente ir à missa? Será que depois de votar já posso ir?

Ora se a geringonça está mesmo preocupada com o absentismo eleitoral luso, porque não disponibiliza uma aplicação para se votar “on-line”? Seria fixe e quiçá haveria menos abstenção.

Há muito que o País deixou de ser uma verdadeira democracia, para passar a ser um estado quase ditatorial. É que é nestas ínfimas atitudes, que começamos a perceber os pequenos ditadores da nossa sociedade. Infelizmente!

No entanto há uma coisa que é certa. Este ano não irei votar porque, provavelmente, estarei a trabalhar. Posso ou tenho que fazer requerimento?

Tadinhos!

Portanto e segundo os últimos relatórios sobre a tragédia de Pedrógão Grande, temos o seguinte panorama:

 

O SIRESP é uma porcaria.

ANPC é incompetente.

Os bombeiros são uns malandros

A GNR é uma desgraça.

Os meios aéreos insuficientes.

 

Só a geringonça, que é DDT, qual Ricardo Salgado dos novos tempos, é que não teve culpa nenhuma!

Quase apetece dizer: tadinhos!

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