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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Ontem à noite quase morri!

Eu sabia que o Sporting jogaria às 20 horas de ontem. Mas tendo em consideração os últimos resultados temi o pior. Vai daí desliguei o telemóvel onde recebo as mensagens de uma série de grupos ligados ao clube, incluindo família,, não acendi o rádio para escutar o relato e deixei somente o portátil ligado, mas sem aceder a sitios onde percebesse o resultado.

Entretanto ao intervalo a curiosidade foi mais forte e nessa altura percebi que o Sporting jogava só com 10, mas mantinha-se... virgem!

Fui tentar ler, mas o pensamento... estava longe. Fui tentar escrever, mas as ideias não fluiam... estavam longe. Quando finalmente pensei que o jogo havia terminado liguei a televisão num desses canais manhosos, para então perceber que o Sporting estava a ganhar faltando apenas alguns minutos para terminar.

Quando acabou o jogo e sorriu a vitória os meus gestos pareciam os de um louco. O meu coração batia tão depressa que receei morrer ali mesmo.

Porém sobrevivi. Mas as mazelas interiores ainda hoje se fazem sentir!

A montanha pariu um rato.

Terá mesmo?

Ao invés do que os adeptos preferem o futebol há muuuuuuito que deixou de ser um desporto tão-somente, para se tornar um negócio de muitos, mas muitos milhões.

Certo é que os clubes foram-se endividando para que pudessem comprar mais aquela estrela, sempre no intuito de o retorno fosse desportivo, mas outrossim financeiro.

Obviamente não estou a escrever nada que não se saiba desde há muito.

O problema cresceu quando a pandemia covídica tomou conta das nossas vidas originando entre muitas inibições, o não ser possível jogos com adeptos no estádio. Portanto os lugares que eram geralmente (bem) pagos pelos sócios passaram a estar vazios e os clubes deixaram de ter essa receita.

Sem outras grandes receitas os clubes continuaram a ter a mesma despesa com os seus atletas. Adivinha-se que o resultado das contas… Bateram rapidamente no vermelho.

Esta semana surgiu com a bomba da criação de uma Superliga Europeia por alguns dos maiores clubes europeus. O que é curioso pois geralmente são os pequenos que se revoltam contra os grandes, quando desta vez foram os grandes que se abespinharam contra a UEFA.

Foi o pânico, a ignomínia, o caos.

Os órgãos da UEFA e FIFA apressaram-se a apresentar eventuais castigos aos clubes que alinhassem nesta bravata. Os governos, antigos atletas, treinadores também eles vieram a publico falar contra. Assim como os adeptos que se manifestaram.

Parece que hoje tudo se alterou já que quase todos os clubes envolvidos recuaram no desejo de participarem nessa tal Super Liga. Portanto a dita montanha pariu um rato…

Todavia sinto que nada ficará como dantes. Nem os clubes perante os seus adeptos, nem a UEFA perante os clubes envolvidos. A confusão está definitivamente instalada.

Fica, no entanto, a ideia de que este projecto estava morto à nascença. O que estes clubes fizeram foi um “lançar de barro à parede” a ver se a coisa pegava, pois não acredito que os mentores desta tentativa de golpe no Estado que é o futebol europeu e mundial, não calculassem previamente os anticorpos que iriam originar.

Porém insisto na ideia que da montanha não saiu um rato, mas quase de certeza algo muito maior.

A UEFA e a FIFA também já devem ter percebido isso!

Basta agora aguardar para ver o que será!

E Deus deu-lhe uma mão!

Choro como milhões de adeptos do futebol com o desaparecimehto de um mágico do futebol. Este desporto teve: Pelé, Di Steffano, Best, Eusébio, Cruijff, entre tantos outros, mas nenhum foi tão empolgante e tão irreverente como Diego Armando Maradona.

Dentro e fora do campo.

Se o mundo todo acreditasse piamente em Deuses gregos, "El Pibe" teria com toda a certeza um lugar no Olimpo helénico. Como há muito o Mundo deixou de acreditar em figuras míticas e passou a crer em super-heróis, também Maradona depressa se tornou um herói, porém real, muito longe dos livros de BD e mais próximo dos verdes relvados.

Será quase impossível enumerar o número de (belos) feitos conseguidos por Maradona, enquanto jogador. Tal como serâo quase incontáveis as quedas dadas pelo atleta, no charco que foi o seu consumo de drogas, quiçã a razão para ir mais cedo ter com Deus.

Diego Armando Maradona ficará para sempre na história do futebol e obviamente na longuíssima história do Mundo. Ao nível de Da Vinci, Mozart ou Einstein.

Na mui ìnfima prateleira dos eleitos!

Até sempre "El Pibe"!

Suécia em festa!

Parece que a Suécia está hoje especialmente feliz. É que o virus anti país da Pipi das Meias Altas ficou infectado com Covid19.

Mais a sério lamento que Cristiano Ronaldo tenha sido apanhado na malha já muito apertada desta pandemia.

Entretanto nem imagino como estará o espírito dos jogadores suecos.

Só mais um pormenor: por muito que se confine, que se quarentene, que se tente mascarar as pessoas todos estamos sujeitos a sermos infectados.

No fim de semana foi um ministro luso. Hoje o melhor do Mundo.

Seria bom pensarmos nisto.

Coisas de futebol e não só!

Gosto de quase todos os desportos. Ténis, ciclismo, rugby, andebol, atletismo e obviamente futebol são meros exemplos. Talvez o que menos aprecie sejam os desportos motorizados como F1, ralis ou motociclismo.

Bom isto para dizer o quê? Ontem em Lisboa a equipa do Barcelona foi olimpicamente cilindrada por uma equipa bávara de alto rendimento. O que vai ao encontro do que muitas vezes tenho pensado e escrito: pode-se ter muitos bons jogadores, mas será sempre a equipa que vence... ou perde.

Conheço bem a cidade de Barcelona. Tal como conheço o espirito guerreiro e indomável dos adeptos da maior equipa catalâ. Por isso nem imagino o que a esta hora e desde o final da noite ontem, andarão os adeptos da equipa "blau-grana" a discutir nas milhentas "tavernas", "casas de tapas" e outros lugares de convívio.

O problema não será a derrota em si, mas um ano sem títulos da equipa de futebol. Se juntarmos a tudo isto a velha demanda da criação do "País da Catalunha" estamos perante uma cidade que estará em evidente polvorosa.

Quando desporto e política se misturam, como é demasiado evidente na Catalunha, os momentos menos felizes podem originar misturas explosivas.

Cheira-me que virá aí tempestade. Catalã!

Uma crónica (quase) feminina...

Em dia de futebol!

Há mais de quarenta anos escrevi uma breve e pobre crónica sobre um dia de futebol na cidade.

Um texto que hoje provavelmente não escreveria. Acima de tudo porque naquela altura disse no dealbar da crónica "... Uma correria louca, de muitas dezenas de homens de todas as idades e poucas mulheres..."

Hoje regressei ao futebol após algumas semanas de ausência. Saí por isso mais cedo do trabalho, fui buscar a minha mulher, dirigi-me para casa onde me vesti a preceito (sim, sim para ir ao futebol há que ter... farda apropriada!) e apanhei o Metropolitano.

Saí na estação de S. Sebastião onde mudei para a linha vermelha que me levou ao encontro da amarela que me carregou até perto do estádio. Tudo muito rápido. Quando cheguei a Alvalade subi as largas escadas e cruzei-me com diversos grupos de senhoras, todas brilhantemente identificadas com cachecóis verdes e cor-de-rosa, e que por ali conversavam em amena cavaqueira.

À entrada da porta B mais senhoras que também seriam sujeitas a revista. Já sentado no meu lugar passo os olhos ao meu redor tendo contado dezenas de "eternos femininos" numa altura que o estádio ainda estava quase vazio.

Gente de coragem, penso eu, já que arriscam-se a escutar um ror de expressões vernáculas muito próprias e comuns no futebol. A realidade trouxe-me estranhos epítetos aos jogadores e árbitros, proferidas por algumas das meninas presentes. Quem diria?

Há quarenta anos eu não escreveria este texto.

Falta-me só a prenda!

Um dos maiores e melhores jogadores de futebol de todos os tempos (sim, sim eu sei que houve Péle e Maradona!!!!) ainda está no activo. É português, joga na Juventus de Turim, chama-se Cristiano Ronaldo e faz hoje 35 anos.

Nada disto teria importância se CR7 não fosse o que é neste momento perante todo o Mundo: uma marca.

A postura que o atleta colocou e coloca sempre em campo, a forma como se disponibiliza perante os seus fãns, a vontade férrea de bater sempre mais um record e, acima de tudo, a influência que é nos atletas mais jovens, fazem de Ronaldo uma verdadeira marca comercial. Que vende!

Não obstante nos derradeiros anos algumas tentativas semi-frustadas para denegrirem a imagem do capitão da selecção Nacional através de impostos não pagos e eventuais violações, a verdade é que CR7 saiu destas polémicas por cima, deixando os seus inimigos à beira de um ataque de nervos. Quem nasce para ser vencedor, nada o derrota!

Finalmente gostaria de oferecer uma bonita prenda a Cristiano Ronaldo, mas calculo que ele não necessite de nada. Ainda assim, e o melhor que posso fazer, é escrever este postal, desejando que continue a ser um bom exemplo para todos os portugueses, que se mantenha em actividade por muitos anos e principalmente que exiba a boa saúde física e mental com que tem brindado o Mundo.

Parabéns Cristiano Ronaldo.

De besta a bestial em 3 minutos!

O treinador Jorge Jesus, hoje mais do que nunca idolatrado num país que vive o futebol 24 horas por dia, teve ontem, antes de ganhar o troféu, o seu imenso calvário.

Entre o minuto 14 da primeira parte e o minuto 89 JJ deve ter sido brindado com os maiores e mais ferozes epítetos por parte da maioria dos apoiantes do "mengão".

Depois... foi o que se sabe e num ápice o amadorense foi despido das vestes de besta e albergou ao fim de 3 minutos as novas roupagens de bestial, que lhe servem perfeitamente, há que reconhecê-lo.

Entretanto é por todos sabido que no futebol a glória é demasiado volátil e que de um momento para o outro tudo se desmorona como de um castelo de cartas se tratasse.

Portanto cabe agora a Jorge Jesus ensinar esta máxima aos seus comandados, mas acima de tudo a si mesmo!

José ataca de novo!

É já oficial a entrada de José Mourinho na equipa do Tottenham Hotspur Football Club para um contrato que será válido por três anos.

Mourinho regressa à ribalta do futebol em Inglaterra num dos clubes mais míticos da capital Londrina.

Após uma breve travessia no deserto, vou gostar de (re)ver o setubalense a comandar uma equipa na Liga Inglesa.

(Só um aparte: são já três os treinadores lusos na principal liga de Futebol. Será pura coincidência?).

Como português , obviamente, desejo a Mourinho o melhor que o desporto rei tiver para lhe oferecer. Como amante do futebol ficarei atento à forma como o Tottenham irá passar a jogar. Espero e desejo que bem melhor do que até aqui!

Entretanto quem deve estar delirante será a imprensa londrina sempre tão ávida de gente... "Special"…

Há 20 anos!

Estava eu em Barcelona.

A cidade em festa por hoje ser o dia da Catalunha.

Não fui lá em turismo, mas unicamente a uma consulta de rotina pós-operatório. Todavia aproveitei para visitar a cidade condal. Sagrada Família, Parc Guel, Casa Milá, Ramblas, Montejuic, Fundação Miró, Bairro gótico… tudo visto nos dias que por ali estive.

Mas relembro esse dia essencialmente por ter sido sábado e a cidade estar completamente engalanada com as bandeiras da região. Por todo o lado havia festa: música, performers, artistas plásticos.

Para ajudar mais à festa, já de si enorme nesse sábado, havia futebol no estádio do Barcelona. Coincidentemente um dérbi catalão.

Mas a febre pelo futebol é tão grande que já bem perto da hora do jogo o metro citadino estava a abarrotar. Ainda por cima o meu hotel ficava nessa linha.

Dessa viagem subterrânea repleta maioritariamente de adeptos do “Barça” retendo as figuras de três idosos, duas senhoras e um cavalheiro, equipados a rigor com as cores “blaugrana”. Um exemplo de um enorme fervor clubístico,

Há vinte anos era um jovem a tentar recuperar de sete cirurgias a um só olho.

Mas fiquei sempre com a certeza de que Barcelona é uma cidade espectacular.

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