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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Hoje fui "à bola"!

Há meio século "ir à bola" era coisa de homem macho... hoje denominado "alpha".

Só que a sociedade mudou muito (e as mentalidades!), e ainda bem acrescento, originando que actualmente "ir à bola" deixou de ser coisa só de homem, mas de ambos os sexos.

Deste modo vêem-se cada vez mais mulheres nos estádios não só como acompanhantes de maridos, pais ou irmãos, mas como ferrenhas adeptas do futebol e do clube do seu coração com as vestimentas a rigor (tshirt, cachecol e demais apetrechos). 

Após muitos meses sem gente no futebol gostei de ver o estádio do Sporting bem composto não obstante as limitações e fiquei plenamente convencido que as mulheres leoninas são um capital humano a ter em conta para o futuro da instituição.

O futebol, esse, é somente um desporto, mas os clubes serão eternos.

Uma mais-valia aos 36 anos!

Vi ontem o jogo da selecção de Fernando Santos que não é de todo a minha nem de muitos portugueses. Mas isso agora não interessa nada, como diria alguém!

A verdade é que em casa contra aquele portento de futebol que é a República da Irlanda, Portugal sofreu a bom sofrer para levar de vencida a equipa irlandesa.

E não fosse um velho (para o futebol, claro está!!!) chamado Cristiano Ronaldo a mostrar porque ainda é o melhor do Mundo o engenheiro Santos andaria já agora de calculadora em riste a fazer contas para um eventual apuramento.

É que bem vistas as coisas nem a Santinha de Fátima (de quem eu também sou devoto!) o ajudou. Ou melhor foi um santo madeirense, com marca internacional a mostrar aos miúdos como se joga e acima de tudo como se marca.

Ah e tal falhou uma grande penalidade... Pois falhou, mas depois pagou com juros essa falha.

Digam o que disserem, esta selecção sem Ronaldo é uma equipa vulgar, mediana, triste e enfadonha. No entanto não será por falta de jogadores lusos com qualidade, mas porque o senhor engenheiro não sabe mais... Ou então estará comprometido com outros interesses...

Fica então a perguntinha sacramental: e quando CR7 se for embora definitivamente como será?

O que faço pelo Sporting!

Não era minha ideia deixar-me vacinar contra o bichoso gripal. De tal forma que quando falava desta minha recusa, era sistematicamente atacado pela família para que fosse vacinado, ao que sempre respondi:

- Só há um evento que me fará mudar de ideias e que será a possibilidade de ir ao futebol.

Pimba, toma lá “quépraprendres”… O governo autorizou recentemente a abertura dos estádios de futebol, mesmo que a menos de metade da lotação, o meu filho comprou hoje os bilhetes e eu tive de ir à pressa, esta tarde, fazer um teste de antigénios à farmácia e… fui aqui perto de casa à pica.

Portanto a conclusão é mui simples: pelo Sporting faço tudo… até ser vacinado.

 

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Ruben Amorim – o comunicador campeão!

Estava desejoso de ouvir o Ruben Amorim na sua primeira Conferência de Imprensa oficial, isto é, antes de um jogo a sério.

De antemão tínhamos que os parâmetros do discurso do ano passado do nosso treinador, foram todos derrubados quando o Sporting se tornou campeão. Deste modo o verbo teria de ser, quiçá, diferente. Ou provavelmente não.

Ontem escutei com a devida atenção a CI do treinador do Sporting. Muito assertivo, como sempre aliás, com uma linha de raciocínio muito prática e coerente. Não fugiu às questões, mas manteve um discurso sereno nada empolgante nem derrotista, apenas consciente das dificuldades que se aproximam.

A diferença escutou-se apenas nas palavras em que assumiu que o Sporting, este ano, partirá para o próximo campeonato, mais forte que o ano passado. Nem melhor nem pior que os seus adversários. Portanto a matriz foi a equipa leonina de há um ano. Touché!

Referiu ainda que haverá maior exigência, tendo em conta as competições em que o Sporting estará envolvido, maior contestação com a eventualidade da presença de público, mas outrossim maior apoio do público leonino.

Assim eis um Ruben Amorim, treinador campeão, ao seu melhor nível e a manter o mesmo foco do ano passado: jogo a jogo!

Até à vitória final (acrescento eu!).

 

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O fim de semana!

Agosto bate-nos à porta. Mês essencialmente de férias, mês em que o país dos serviços quase pára.

A minha avó dizia "primeiro de agosto, primeiro de Inverno". Talvez por isso aqui ao redor da capital se tenha instalado um capelo plúmbeo acompanhado de um vento fresco que parece arrepiar os mais friorentos. Pouco apetecível para a praia.

Entretanto amanhã inicia-se oficialmente a época futebolística com uma final entre o (meu) Sporting Clube de Portugal e o Sporting Clube de Braga a realizar-se na bela cidade de Aveiro. Curiosamente já com algum público.

O tempo passa veloz e não tarda nada estamos a pensar já na época de Natal que este ano, espero, seja muito diferente dos demais.

Bom fim de semana. Cuidem-se que isto ainda não está para brincadeiras.

Uma latina... Inglaterra!

Ainda não tinha conseguido ver nenhum jogo da selecção inglesa, neste Euro. Por esta ou aquela razão nunca havia almejado esse desiderato..

Mas esta tarde descobri que a selecção de Sua Majestade se apresentaria na Cidade Eterna contra a icterícia Ucrânia para discutirem um lugar nas meias finais.

Sempre me habituei a ver futebol inglês, Creio mesmo que será do melhor que se joga pelo Mundo. Mas esta qualidade nos campeonatos internos nunca tem sido plasmada na sua selecção. E assim a Inglaterra tem regressado, demasiadas vezes. à sua ilha sem honra nem vitórias.

Porém na partida de hoje vi uma equipa a não jogar naquele sistema tão "british" que era de régua e esquadro, com bolas em profundidade nos alas e depois centros para a grande-área, mas a enfrentar a equipa adversária de um modo muito latino.

Uma equipa muito solidária, com jogadores de grande qualidade técnica e um futebol muito mais rendilhado. Recordo a este propósito que o resultado já estava em 4 a zero a meia dúzia de minutos do fim e a defesa inglesa mostrou-se muito coesa e deveras disciplinada. Diria mesmo que nunca vi uma selecção inglesa a jogar desta forma tão... latina.

Por fim acrescento que se muitos adeptos apostam na selecção transalpina para vencer o Euro 2021, eu  se estivesse no lugar deles, provavelmente reconsideraria nessa teima, para colocar a Inglaterra ao mesmo nível da Itália.

Estamos muito perto de saber quem terá razão. Até lá há ainda adversários para derrubar.

Agora é fácil...

Não é de agora a minha demanda contra Fernando Santos. Pode ser boa pessoa, não ponho isso em causa, mas sinto que cada vez mais é tempo de se reformar do futebol nomeadamente da selecção nacional. 

Obviamente que agora é fácil descascar no selecionador! Mas tornou-se fácil porque ele se colocou a jeito para ser o centro de todos os males.

Já em 2019, neste texto, eu alertava para a necessidade de Fernando Santos ter outra abordagem perante a selecção, mas quiçá teimoso ou incompetente - já nem sei - o engenheiro manteve a sua ideia retrógada de futebol com os resultados que ora adquirimos. Fomos campeões da Europa naquilo que em futebolês se designa "bambúrrio" de sorte. Não foi saber...

Será tempo agora da Federação Portuguesa de Futebol repensar o futuro. Aproxima-se a qualificação para o Mundial e assim seria útil que a casa fosse rapidamente arrumada, para não termos novas decepções.

Com tanto treinador português livre, disponível, jovem e com um visão mais real do futebol moderno, creio ser o momento ideal para se mudar a agulha. 

Entretanto, posso até agradecer ao senhor engenheiro o que fez na selecção, todavia não olvido o muito que deixou por fazer...

A hora de Portugal jogar!

É a hora melhor para se andar na estrada...

Saí de casa hoje pelas 19 horas para ir a uma consulta a Lisboa. A distância entre a minha casa e o hospital ultrapassa pouco a mera dúzia de quilómetros. Mas o problema não são os quilómetros que medeiam entre os dois sítios, mas tão somente as estradas problemáticas que costumo apanhar.

Porém a consulta estava marcada para mui perto do início do jogo de hoje de Portugal contra a França. Resultado: fiz o caminho todo sem apanhar muito trânsito, de forma calma, serena e descansada. Uma maravilha!

No entanto o regressso foi diferente, já que apanhei uns apressados ou sei lá atrasados, para verem o que faltaria do jogo.

Mas uma coisa é certa... durante o tempo do jogo da selecção há muito menos movimento.

Ainda sobre a Final da LC no Porto

Aquilo que deveria ser unicamente um jogo de futebol entre equipas inglesas, mesmo que uma final europeia, deveria ter sido jogada na Grã-Bretanha. Evitar-se-ia com esta opção uma série de problemas logísticos, essencialmente com a deslocação de adeptos e as anormais consequências.

É por demais sabido que os ingleses tão educados no seu país, destrambulham fora dele. E para isso basta somente uns copitos de cerveja ou de vinho para cairem em acçções riículas e violentas.

Vivemos tempos estranhos, todos o sabemos. Há limitações de saídas, obrigatoriedades de uso de máscara, horários de venda de alcool e mais um sem números de imposições governamentais com as quais temos de viver diariamente, concordemos ou não com elas!

Por tudo isto o que aconteceu no Porto e não deveria, pareceu-me mais uma vez um vergar de costas do nosso Estado aos ingleses, à UEFA e, acima de tudo, aos interesses económicos da cidade Invicta, obviamente liderados pelo seu Presidente da Câmara.

Entendo que a edilidade deve defender os interesses da cidade, mas deve. acima de tudo. cuidar. Numa altura destas quando todos estamos cansados de confinamento e restrições é com alguma tristeza e injustiça que vejo os adeptos ingleses na Ribeira Portuense em alegres festas, enquanto os portuenses ficam em casa. Impensável!

As consequências reais destes ajuntamentos ninguém as imagina. Mas se forem nefastas gostaria de saber a quem deveremos pedir as contas? À CMP, à UEFA, ao Governo ou, sei lá, no limite aos próprios habitantes do Porto?

O outro lado que não é futebol.

Recebi hoje no meu telemóvel um pequeno filme que me escuso a mostrar, essencialmente pelas cenas degradantes que ali se vêem.

Na cidade Invicta, onde se realizou uma final europeia de futebol, um conjunto de adeptos ingleses, calculo eu, mostraram como o futebol não deve ser. Cenas de pancaria, cadeiras a voar e o velho espírito "hooliganista" a reaparecer.

Não imagino o que terá acontecido a seguir, nem mesmo se a polícia teve alguma intervenção.

No entanto se eu mandasse alguma coisa neste pobre país, tentaria identificar todos os intervenientes e colocaria-os numa lista de gente proibida de entrar em Portugal durante muitos anos.

Se querem andar à pancada façam-no no seu país, nas suas cidades, nos seus bairros ou até nas suas ruas.

Jamais em Portugal.

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