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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Longe...

Um fim de semana fora da cidade não é coisa que me aconteça amíude. Todavia este que ainda decorre tem sido de passeio e lazer.

Aveiro, a Veneza de Portugal, está uma cidade fantástica.

Visitei-a a última vez há mais de quinze anos e nessa altura a cidade pareceu-me mais mortiça.

Recheada de belas igrejas Aveiro tem na sua ria a imensa riqueza. Pelos barcos moliceiros que nos transportam por alguns dos canais da cidade, pelas Marinhas ainda em actividade, pelos museus ao redor especialmente o museu da Vista Alegre e o Museu Marítimo ambos em Ílhavo, .

Um exemplo de como podemos não só preservar o nosso património como ensinar e mostrar a história de um povo que lutou contra o mar.

Uma cidade que aconselho visitar. Mas com tempo.

moliceiros.jpg

 

Será de familia?

Tenho uma tia que celebrizou na família a seguinte saída: "Quem me dera morrer para me estender!"

Percebo cada vez melhor o sentido desta frase, já que são nove e meia da noite de um Domingo de Outono e ainda tenho tanta coisa para fazer...

Tal como ela, que sempre vi com algo na mão a trabalhar, também passo o estupor do fim de semana numa roda viva.

Reparem... isto não é um problema de hoje nem de ontem.

Há mais de trinta anos num quetionário Proust respondi que aquilo que mais gostaria de ter era um fim de semana para descansar.

Evoco finalmente aqui uma outra tia, irmã mais velha da primeira acima mencionada entretanto já falecida, que durante muitos e muitos anos jamais a vi parar um segundo. De manhã à noite.

Parece sina, herança ou virus familiar...

Será?

 

Fim de semana loooongo!

Três dias longe da cidade por troca de uma aldeia na Cova da Beira parece tentador.

Pois... isso seria teoricamente interessante se não tivessemos setecentas mil coisas para fazer.

Cheguei quinta-feira já noite com jantar por fazer, mas rapidamente organizámos as coisas.

O dia seguinte seria feriado portanto sem malta para trabalhar, o que equvaleu dedicar-mo-nos à azáfama de limpar uma casa que estava há meses sem intervenção. Deu para notar que as aranhas tomaram conta do espaço sem a nossa superior autorização.

Resultado: todo o emaranhado (a expressão é aqui quase literal) de teias foi naturalmente removido. As teias e um pó fininho e teimoso que tentava permanecer na casa.

Mas levou-se a tarefa a bom porto e no dia seguinte eis-nos finalmente no campo para podar as videiras das quais não retiramos as uvas porque alguém, devidamento autorizado, o havia feito previamente.

Pode ser que um destes dias também venha a fazer vinho. Não sendo um dos trabalhos mais duros na agricultura a poda, ainda assim, exige perícia e algum saber.

20181006_122312[1].jpg20181006_173904[1].jpg

                                                                 (antes)                                                         (após)

O Sol inclemente aquecia-nos e não fosse a água levada de casa o trabalho seria muito mais duro de suportar. Depois havia que juntar num monte as longas hastes cortadas. No inverno ou quando chover hão-de ser queimadas.

O final do dia foi reservado para apanhar uns marmelos e alguma fruta que o calor do Estio ainda deixou, Especialmente abrunhos.

Regressou-se a Lisboa após o almoço.

Portanto mais um fim de semana looooooooongo e trabalhoso..

Como é apanágio cá em casa.

Last day versus weekend!

Como já aqui havia dito as minhas férias estavam a terminar e deste modo oficialmente a esta hora (são 22 e 15 minutos) estou somente a gozar de mais um fim de semana.

Amanhã regresso à cidade. Ao reboliço do trânsito, das passadeiras de peões, dos sinais luminosos, das filas intermináveis de carros.

Entretanto e antes deste regresso ultimo umas arrumações: portáteis, livros, máquinas fotográficas e demais tralha que trouxe e que usei alguma e outra nem por isso.

Nestes dias vi algum cinema, li muito e escrevi mais ainda, essencialmente aqui neste espaço.

Souberam bem estas férias. Muito bem mesmo.

Regresso segunda ao trabalho com renovada genica.

É para isso que servem as férias, não é?

A gente lê-se por aí!

 

Quatro dias depois!

Foram quatro longos dias fora da cidade quase sem telemóvel e acesso à internet muito limitado. Como também não vi televisão...

Resultado: tudo o que aconteceu neste país e arredores passou-me olimpicamente ao lado.

Entretanto aproveitei no Sábado à noite para participar na procissão das Velas em Fátima. Um momento de fé que me encheu de alegria.

Um fim de semana prolongado com muitos quilómetros percorridos e demasiadas horas de trabalho.

 

Um dia em cheio

Decididamente não tenho fins de semana monótonos nem ociosos. Seja aqui, ali ou acolá os sãbados e domingos foram feitos para... trabalhar.

Após a época das couves que duraram até hoje, iniciou-se a campanha do feijão e mui brevemente será o do tomate.

Assim sendo passou-sei um dia lindo de sol a arrancar pés de couves, ervas daninhas e amanho para a cultura seguinte: o tal feijão.

Ainda por cima para se aproveitar para feijão-verde, o pior legume ao cimo da terra.

Enfim semeado, regado e com uma estrutura para se poder amaranhar, eis a cultura desta manhã e tarde.

Ah esqueci-me, mas ainda ficou uma laranjeira por plantar.

Boa semana!

 

 

Trabalho de FDS

Ah pois é... julgavam que era mentira. Mas não é.

Eis infra a prova de que o meu fim de semana é sempre recheado de coisas verdes (para além do meu Soporting, é claro!).

Há quinze dias foram mais de 200 pés de cebolo e alguns regos de feijão. Desta vez foram tomareiros, pimenteiros, curgetes, pepinos e dois pés de framboesas bravas.

Na escola nunca tive grande jeito para o desenho. Ainda hoje se nota isso nos regos mais ou menos tortos que cavei.

Mas desde que dêem o que é preciso, estamos bem!

quintal.jpg

 

Aproxima-se o fim de semana...

... e, mais uma vez, vou regressar à aldeia.

Após a última (má) experiência, espero conseguir queimar toda a rama possível sem colocar em perigo as restantes árvores circundantes. Basta que se mantenha este tempo de chuva, mesmo que não seja abundante e permanente.

Só que desta vez vai ser a última e deste modo serão cinco dias quase completamente afastado da cidade. Durante este tempo, aconteça o que acontecer no Mundo, estarei pouco preocupado.

Temo no entanto não conseguir aguentar o ritmo desta vida campestre por muito mais tempo. Há diversos meses que não tenho um fim de semana daqueles... de paz, de sossego, de descanso semanal.

E o pior de tudo é que vou passar cinco dias sem internet. O que no meu caso é assaz deprimente.

Portanto e tendo em conta que não imagino se amanhã escrevo fiquem por cá bem... que eu vou ali cansar-me e já volto!

Ausência...

Mais um fim de semana longe da cidade. À hora e no momento que escrevo este texto (quinta-feira) não imagino como estará o dia em que esta prosa vier a lume.

Mas de uma coisa estou certo: não tenho acesso à internet e mui dificilmente serei capaz de responder aos comentários (se os houver)!

Portanto até à próxima terça vou mascarar-me de latifundiário, dono de terras e casas, de fontes e charcas, de pinheiros e medronheiros.

Uma ausência meio longa, mas com o pensamento permanente na escrita.

A gente lê-se por aí!

Já agora... divirtam-se.

As marcas de um fim de semana

Não sabia que escrever hoje. Estive longe da cidade e como não vejo televisão nem tinha "net" no local onde me encontrava, não tinha grandes temas para abordar.

Enquanto pensava fui reparando nas minhas mãos. Mirei-as bem e comecei então a contar: um. dois, três, quatro feridas causadas pela lenha arrepanhada e queimada e com a sempre necessária protecção de luvas. Os braços estavam pior e contei assim de repente nove locais feridos. Nada de muito grave...

Porém o pior encontra-se no pé direito. Um tronco pequeno mas afiado que saía do chão ultrapassou as botas de soilão de borracha e enterrou-se na planta do pé. Ora como tomo um comprimido para tornar o sangue mais fluído... resultado... aquilo parecia a matança de um porco... Era sangue por todo o lado.

Lá consegui estancar a hemorregia e regressei ao trabalho. Mas sinceramente custa-me muito colocar o pé no chão.

Nada que um medicamento denominado "aguentocaína" não resolva!

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