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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Mesa acrescentada!

Diz a conhecida sabedoria popular que "parir é dor, criar é amor", numa perfeita alusão de quem cuida, cria, educa reinvidicará mais amor aos seus protegidos.

Sou filho único e por isso não tenho familiares colaterais directos. Ao invés, a minha mulher tem uma irmã com dois filhos. Resumindo... assim que cheguei à família da minha mulher percebi que a relação entre tia e sobrinhos era muito mais forte do que seria de supor. Ainda hoje é assim...

Vem este entróito ao caso para tentar explicar a alegria que tenho ao perceber que serei novamente tio-avô. Em título, porque de coração serei tão avô como os genuínos.

Durante muitos anos ajudei a criar, educar e cuidar os meus sobrinhos. Que sempre se relacionaram com os primos (os meus filhos) como de verdadeiros irmãos se tratassem.

Hoje o JP comunicou à família que irá ser pai, ainda este ano. Uma fantástica notícia, numa altura em que o número de mortes por este virus que nos confina, continua a crescer e que nos entristece.

Estou, portanto, radiante. Após uma neta no início do ano, outra criança virá para a família no Outono. Uma alegria!

Começo entretanto a fazer contas aos lugares na mesa aquando dos próximos almoços e jantares. Tenho de arranjar uns acrescentos.

Quando o Natal... é uma arma!

Tristemente há quem use esta época, que deveria ser de paz, amor e reconciliação, como uma arma de arremesso.

São gente pobre de espirito, de mente tacanha e de pouca inteligência. Indefizmente há disso na minha família... Pessoas para quem o Natal é a funda que dispara a pedra, a espada que corta e fere. a espingarda que dispara e mata.

Tenho a sensação que nunca viverão felizes com o mundo mesmo que vivam bem com elas próprias (se disso tiverem realmente noção).

A razão e a emoção serão sempre incompatíveis.

Desejo a continuação de umas Festas Felizes.

 

Família junta!

Hoje está a ser um bom dia.

À mesa do almoço estávamos cinco. Eu, a minha mulher, os meus dois filhos e a minha nora. Mais a "Bolota" uma cadela esgrouviada mas muito dócil.

Acabar assim as férias é sempre bom. Eu regresso de férias, o meu mais velho vem para as férias.

Sinto-me tão feliz com tão pouco que é tanto!

Inesquecível!

Há uma altura da nossa vida que vivemos os nossos dias com mais serenidade que paixão. E todos os minutos que desfolhamos são como páginas de um livro que vamos lendo e absorvendo.

Hoje mais que nunca a ideia do que é uma família esteve muito presente. Num almoço que juntou muitas pessoas (ao todo éramos 21), diversas gerações e dois países europeus: França e Portugal.

Mas independentemente das naturais diferenças de idade, educação, cultura e filosofia de vida existiu um fio condutor que uniu a todos.

Por isso a família é muito mais que meras relações de parentesco. É compromisso, solidariedade, ternura, carinho e alegria.

Assisti com orgulho e emoção a tudo isto.

Ser feliz é outrossim aproveitar em pleno estes breves, mas intensos momentos!

Conservadores!

O título deste postal não se refere obviamente à política!

Falo da minha família e da forma como cada um vai devorando anos. O meu pai tinha seis irmãos. Há uns anos morreu a irmã mais velha já com o ponteiro dos anos a apontar acima dos 80 anos.

Neste momento resistem cinco filhos do meu avô paterno que estranhamente morreu cedo. O mais velho ainda vivo, o Manuel, só tem 92 anos mas com um discernimento e força de viver digna de um qualquer Colin Thachery.

Segue-se o meu tio Joaquim inveterado jogador de sueca e bisca lambida e também já conta 90 anos. O meu pai é o terceiro da lista com quase 87. Depois a minha tia Gracinda com 85. O meu tio Zé com oitenta e picos e finalmente mais uma jovem senhora, a Lúcia, com quase 80 anos.

Em segunda geração tenho os meus primos. Destes só faleceu uma e muito nova. Não teria 40 anos quando partiu. Fora isso estão todos vivos, estando eu curiosamente a meio da lista, tendo seis primos mais velhos e sete mais novos.

Certo é que a família continua a crescer. E os mais velhos por cá continuam com mais ou menos achaques, com mais ou menos discernimento, mas vivos.

Olho para estes meus tios e primos mais velhos e fico a pensar se alguma vez chegarei à idade deles. Com aquele saber e alegria de viver que eles vão demonstrando diariamente.

Resumindo... conservadores são eles!

Educação familiar: amar é preciso!

Um dos subtemas da educação das crianças chama-se disciplina. Se bem que a linha que separa disciplina do autoritarismo seja muito ténue certo é que, em bom rigor, a falta de fronteiras entre aquilo que se pode ou não deixar fazer aos miúdos e jovens, poderá descambar em situações irreversíveis.

Há uma série televisiva francesa, que vejo quando me lembro, que fala do problema dos menores (rapto, abuso sexual, violência doméstica). Não sei se aquela tem como base casos verídicos, mas dá para constatar que grande parte dos desvios das crianças começa na família e nos amigos mais próximos.

Reconheço por isso que infelizmente muitos pais… nunca o deveriam ter sido. Se não têm capacidade para gerirem os seus próprios conflitos internos como podem lidar com os problemas dos filhos?

Esta é uma triste realidade que todos os dias vamos dando conta através dos mais estranhos episódios.

Ser criança ou adolescente hoje em dia não parece fácil. Nada mesmo! Os milhentos estímulos que entram nas vidas das crianças, seja através da televisão mas essencialmente através da internet, tornam aquelas reféns e vítimas. O acesso absolutamente livre a conteúdos bizarros e estranhos pode levar às mais diversas atitudes, na maioria a copiar o que vêem.

Cabe por isso aos pais… disciplinar. Com critério, serenidade e acima de tudo com muito acompanhamento, carinho, atenção e amor (sentimento essencial!).

Governar… a família!

Decididamente ainda não entendi a admiração das pessoas por neste governo haver relações familiares entre as equipas nos diversos ministérios. Pior … admira-me que alguns partidos da oposição critiquem este governo esquecendo passados recentes.

Eu acrescentaria que apoio estas medidas de juntar no governo a família. Deste modo em vez de se estragarem muitos lares estragar-se-iam muito menos casamentos e relações.

Dou um exemplo: o pai Ministro está num Conselho dos mesmos e à sua frente tem uma Ministra que é a sua filha. Ora menos uma preocupação para um pai que assim sabe onde anda a filha com todas as conveniências que isso apresenta.

Outro exemplo: o Ministro sai de casa para ir para o seu gabinete e pergunta à mulher se ela pretende boleia. Ela responderia que não pois o motorista viria buscá-la dali a uns minutos. Resultado: tanto marido como esposa sabem onde andaria o outro e sem haver desconfianças.

Tudo isto dará um governo muito mais coeso e muito mais estável porque os próprios elementos estão mais focados na suas actividades do que em pensar: onde andará a minha mulher a esta hora ou e esposa a perguntar a si mesma: onde andará aquele malandro do meu marido?

Com estas preocupações parte do foco dos governantes seria desviado do que realmente interessa.

Finalmente não há no governo ninguém da minha família? È que ando a precisar de ganhar mais uns cobres.

Dia inesquecível...

... o de hoje!

Sem saber, sequer imaginar alguém organizou um almoço em família em que fui o homenageado. Ainda consequência dos 60 anos que havia falado aqui.

Adoro surpresas. Então destas... ainda mais.

Três gerações que se juntaram: os meus pais, eu e a minha mulher e os meus filhos. Ainda vieram os meus cunhados e o meu sobrinho maila a mulher.

Ao todo éramos doze. Num restaurante que já é uma tradição de família.

Terminei o dia com uma viagem sossegada até à Beira Baixa, onde me sinto sempre muito bem!

Como disse no título: foi um dia inesquecível!

Pergunta de Natal!

Quando se fala do Natal falamos de:

prendas,

crianças,

circo,

doces,

perú,

bacalhau,

couves,

pinheiro,

luzes.

E mais um sem número de coisas que seria naturalmente fastidioso enumerá-las.

Nisto tudo há sempre uns que trabalham imenso e outros que aproveitam.

Por cá iniciaram-se hoje os preparativos para os dias que se aproximam. A contar com a ida a outra casa na consoada e com o receber a família no almoço de Natal, no dia seguinte.

Este suposto vaivém lembrou-me uma simples questão: preferem ir comer a casa de alguém de família ou receber esta em vossa casa não obstante o trabalho que possa existir?

Fica assim a pergunta... venham essas respostas!

Já passaram 10 anos!

Faz hoje precisamente 10 anos que partiu um homem fantástico.

Foi uma pessoa boa, amigo do seu amigo,  que adorava a família e com quem aprendi muito.

Acima de tudo com a sua forma de estar na vida. Combativo quando achava que tinha razão, ia até ao fim numa luta sem nunca perder a compostura e a noção do razoável.

Fui tristemente testemunha das suas últimas palavras.

Morreu em paz como um simples círio cujo pavio desaparece, mas rodeado dos mais próximos.

Deus teve misericórdia dele e levou-o para ao pé de si sem dor sem sofrimento.

Há 10 anos tive que vestir um defundo pela primeira vez. Ainda por cima o meu sogro e bom amigo J.

Porque a vida nem sempre nos dá o que desejamos mas sempre o que necessitamos, aquele fim de tarde início de noite ficou gravado no meu espírito para sempre.

Obrigado por tudo o que me ensinou, pela mão amiga sempre estendida para ajudar, pelo carinho sempre demonstrado.

Faz-me ainda (muita) falta!

 

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