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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Regresso árduo!

Após chegada de férias tenho geralmente de me reconfigurar com as actividades novas actividades domésticas. Novas que são, no fim de contas, as de sempre, mas que durante três semanas perdi o hábito de as fazer... Mas ganhei outras que entretanto tive também de as esquecer!

Todavia a primeira coisa que fiz esta manhã após o pequeno almoço foi lavar o carro... De preto que é a sua cor original, apresentava ao fim das férias uma tez entre o cinza e outra cor qualquer. Entretanto o jardim foi outrossim podado!

Aproxima-se a época de fazer as plantações de inverno. Amanhã vou começar a cavar a terra para ali serem plantadas as próximas couves do Natal. Que ainda nem comprei... quiça no fim de semana numa feira aqui perto!

O feijão verde já secou e as nabiças já foram todas colhidas e confeccionadas. Restaram os tomateiros muito desfolhados é certo, essencialmente devido ao calor, mas ainda carregados de frutos.

Só que este ano ando numa luta para arranjar lugar para as couves... Há demasiado espaço ocupado porque esqueci-me que ainda estão semeadas as batatas doces.

Terminar em grande!

Hoje regressei a casa após três rápidas semanas de férias. Na outra casa ficou o meu filho, nora e neta... mais uma cadelita simpática e meiga!

Mas antes de aterrar em casa com as consequentes arrumações, fui ào Centro de Congressos de Lisboa ver a Exposição de Lego.

Não é que eu vá tirar de lá alguma ideia para montar, todavia tenho um filho que desde sempre foi um apaixonado pela arte de montar as pequenas peças, construindo com elas figuras fantásticas.

A exposição vale o preço do bilhete - 12 euros - já que nos é dado observar um grande conjunto de figuras fantásticas, todas elas construídas a partir de peças da Lego.

Desde o gigante Titanic às aventuras cinematográficas de Star Wars, podemos ali perceber o trabalho que terá sido montar tudo aquilo. Alguns objectos são de colecções particulares o que valoriza ainda mais a exposição.

O corpo humano, figuras míticas, instrumentos musicais e muita, muita coisa pode ser ali ovbservado.

Um certame que pode e deve ser visto por crianças e adultos. A não perder até ao próximo dia 12.

Terminei assim em grande as minhas férias...

Última semana de férias!

Entrei oficialmente na última semana de férias que, por aquilo que prevejo, de férias será muito pouco já que amanhã receberei o meu filho mais velho acompanhado obviamente da esposa e da minha neta.

Portanto esta semana será uma verdadeira mistura explosiva já que a mais pequena do clã adora água. O que equivalerá, se for à praia com ela, a muito mais cuidados no areal e à beira-mar. E a levar mais tralha...

Vai ser com toda a certeza um reviver de outros tempos, quando ia para a praia com os meus dois filhos e quantas vezes com os meus dois sobrinhos.

A vida é uma enorme roda... Hoje estamos num determinado lugar para passados uns anos voltamos quase ao mesmo sitio. Mas ainda bem... é sinal que estamos vivos e que aquela continua inexoravelmente.

Mesmo que haja quem considere que nada na vida se repete! Como estão enganados!

Domingo de praia... ou talvez não!

Na época balnear a zona de praias que frequento enche-se de gente até mais não. Especialmente ao fim de semana.

Desde muito cedo o movimento cresce exponencialmente e por vezes a meio da manhã há praias já repletas.

A semana passada iniciou com um tempo enfarruscado que afastou muitos veraneantes dos areais. Todavia eu continuei a ir à praia acabando por se tornarem dias simplesmente fantásticos.

Curiosamente hoje pensei que as enchentes regressariam este Domingo e, deste modo, tentei chegar cedo ao areal. Assim que saí de casa apercebi-me do pouco trânsito que atribuí à hora. No entanto nem era assim tão cedo... pois já passava das nove e meia da manhã.

Cheguei ao parque de estacionamento sem filas, sem esperas e com imensos lugares para estacionar. Percebi que por cima do mar surgia uma neblina cinza e que deve ter assustado os veraneantes, deixando-os em casa.

O que deu para avaliar que a praia, hoje, não tinha nem metade da sua lotação não obstante o mar estar fantástico, o sol quente sem ser exagerado e o vento quase nem se sentia. Entretanto as nuvens haviam-se dissipado.

Será que é prenúncio do fim de férias? Ou as pessoas já se cansaram da praia?

Seja lá o que for, a verdade é que foi um Domingo de praia perfeito!

Ó Elvas, ó Elvas... cidade tão bonita!

Hoje foi dia de passeio. Há um ano que não saimos de casa para lado nenhum, a não ser para os locais obrigatórios como são as casas e pais nas aldeias.

Assim, e porque necessitava de ir a Évora ao Museu do Relógio buscar uns aparelhos, que havia lá deixado para manutenção, achei que seria interessante ir até um pouco mais longe e visitar a cidade de Elvas.

A única vez que estive na cidade fronteiriça fora muito antes do 25 de Abril. Desde essa altura nunca mais por ali passara.

Definitivamente a escolha foi deveras acertada já que Elvas, que Paco Bandeira imortizou numa canção, tornou-se numa fantástica surpresa. Bonita, acolhedora com muita coisa para ver e por isso a requerer naturalmente que ali permaneça uns dias em vez de umas horas.

Desde a praça principal,

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até ao castelo,

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às diversas fortalezas que rodeiam a cidade,

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às ruas estreitas e floridas

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às belas paisagens alentejanas

toda a cidade tem um toque de beleza e de genuínidade. Tudo parece perfeito e bem enquadrado. 

Até os gatos!

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Que belo dia de praia!

Hoje de manhã apercebi-me que o dia estava triste, cinzento, impróprio de um dia de Verão!

Não soprava uma aragem, todavia o termómetro do carro marcava às 9 da manhã...  somente 18 graus.

Fui às compras para o almoço e não só: pão, sardinhas, carapaus, fiambre e azeitonas. Regresso a casa quando inicia a cair um pó de chuva suave, porém aborrecido.

Andou-se a empatar tempo em casa na esperança que este tempo plúmbeo amainasse. Sem resultado...

Mesmo assim decidimos ir à praia, mais que não fosse valeria pela caminhada que faríamos. Era meio dia e meia hora quando aterrámos no areal. Depois o tal palmilhar de quilómetros entre praias à beira mar. O mar parecia brando não obstante as bandeiras vermelhas.

Uma hora e dezoito minutos depois o que equivaleu a 6,42 quilómetros regressámos às toalhas que depois de estendidas ainda originaram uns bons minutos de sossego, leituras e uma soneca breve.

Ainda por cima ao meu redor... quase ninguém.

Resultado: um belíssimo dia de praia... mesmo que cinzento!

Eis-me em modo... férias!

Finalmente de férias!

Parece estranho um reformado estar de férias. Mas acreditem se há ano em que eu necessite mesmo de descansar é este.
Amanhã apresento-me na praia (ainda não decidi qual, mas provavelmente a da Rainha) bem cedo para poder fazer a minha caminhada e dormir a minha soneca... ao sol!

Eu sei, eu sei que faz mal, mas beber álcool também faz, assim como fumar ou encher-mo-nos de comprimidos. Apresento uma atenuante para esta opção ao sol: é que só farei isto durante 3 semanas... Depois é regressar ao plúmbeo betão da cidade.

Tenho, entretanto, muito que fazer, ler, rever e escrever... neste parco tempo!

Fiquem bem! E  cuidem-se!

A gente lê-se por aí!

Ai quem me dera!

Voltar a ter aquele sentimento de início de férias de quando estava a trabalhar;

Sentir que o descanso era mereceido tal fora o ano em termos de actividade profissional:

Poder passear pela praia sem máscaras e sem fugir dos demais;

Comer naquele restaurante sem temer a presença de outras pessoas;

 Viajar livremente sem receios dos destinos;

Ai quem me dera tanta coisa. Mas acima de tudo saber se acordarei amanhã!

Verão envergonhado!

Hoje saí de casa por volta das sete e meia da manhã, no preciso momento em que principiou a chover, aqui na zona de  Lisboa.

A meio da manhã os aguaceiros finalmente desapareceram, mas ficaram as nuvens e um vento fresco para não dizer frio.

Para quem está de férias estes dias plúmbeos não são nada convidativos a praias ou passeios. Todavia há sempre aquele livro para ler ou um museu que merece a nossa visita.

Como só irei de férias para a semana espero que o Verão surja mais quente nos meus dias de forma a poder aproveitar a praia.

Uma coisa boa neste Estio chocho  e envergonhado são os poucos incêndios... 

Haja alguma coisa boa!

Férias 2021: onde ir?

O ano passado fiz três viagens turísticas: ao Porto ainda antes da pandemia, a três ilhas dos Açores (Santa Maria, Graciosa e S. Miguel) e ao Alentejo profundo, estas últimas em pleno Verão.

Todavia este ano as coisas estão muito diferentes. Primeiro porque há uma criança que felizmente me inibe a liberdade. Mas nada que me preocupe... É bom sinal.

Depois a confiança nesta vacinação roça o vermelho o que me impede de fazer outras viagens. Entretanto tenho um "voucher" de estadia, num grupo hoteleiro conhecido que me foi oferecido. Desta vez irei, se arranjar vaga, para Trás-os-Montes. Gostaria de conhecer Vila Real, Mirandela, Vila Flor para além de Quintanilha, Rio de Onor e outras aldeias transmontanas.

Desconfio que o futuro não venha a ser simpático para as minhas próximas férias.

Restar-me-á se assim for a casa perto da praia!

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