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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Aviso à navegação

A partir de hoje à noite vou estar ausente. Passarei a estar em modo "azeitona" que é, para quem não conhece, o meu estado normal por esta altura do ano. Vão ser duas longas semanas a levantar muito cedo de forma a aproveitar o dia na apanha da azeitona.

Pelos menos até dia 31 deve ser difícil que apareça aqui alguma coisa escrita. Tentarei deixar uns textos agendados mas não sei se hoje ainda terei tempo para isso. Quanto a respostas a eventuais comentários só mesmo a partir do dia 31.

Tudo se prende com a questão de na aldeia onde vou estar a rede de telemóvel ser muuuuuuuuuuuito fraquinha. Resultado... dificilmente terei rede.

Portanto para quem fica por aqui desejo bom trabalho, férias, feriado, fins-de-semana. reforma... seja o que for!

A gente lê-se por aí!

 

Last day versus weekend!

Como já aqui havia dito as minhas férias estavam a terminar e deste modo oficialmente a esta hora (são 22 e 15 minutos) estou somente a gozar de mais um fim de semana.

Amanhã regresso à cidade. Ao reboliço do trânsito, das passadeiras de peões, dos sinais luminosos, das filas intermináveis de carros.

Entretanto e antes deste regresso ultimo umas arrumações: portáteis, livros, máquinas fotográficas e demais tralha que trouxe e que usei alguma e outra nem por isso.

Nestes dias vi algum cinema, li muito e escrevi mais ainda, essencialmente aqui neste espaço.

Souberam bem estas férias. Muito bem mesmo.

Regresso segunda ao trabalho com renovada genica.

É para isso que servem as férias, não é?

A gente lê-se por aí!

 

"Happy End" às férias!

As minhas férias aproximam-se justamente do fim.

Mas ao invés de muita gente quando chega esta altura, não sinto qualquer ansiedade nem sequer tristeza.

A vida de quem trabalha é feita disto mesmo. Momentos de grande actividade e outros de repouso para recuperar forças e estaleca para mais um ano.

Tendo em conta a minha idade e os anos de trabalho, quando chega a esta altura fico sempre a pensar se estas não serão as minhas últimas férias.

É que adoro aquele sentimento antes de ir de licença, de durante um par de semanas (pouco mais) não ter horários, nem momentos combinados. Vogar a minha vida ao sabor dos dias quentes...

Se deixar de trabalhar esse sentimento de regozijo pelas férias irá naturalmente desaparecer.

Nestes dias quase não viajei, quase não saí de casa, a não ser as idas à praia e ao mercado. Escrevi menos do que esperava e li mais do que pensava.

Por isso eis um Happy End para as minhas férias que correram de forma magnífica.

Falta gozar o restinho... Calmamente!

 

Banho no mar: coragem precisa-se!

Adoro praia.

É o único momento em que realmente descanso. Depois a permanente presença do mar e aquela minha velha paixão de querer ser marinheiro...

Finalmente a companhia de um bom livro. Já para não falar da presença sempre importante da família.

No entanto a ida à praia requer (quase) sempre um banho de mar.

Pois… mas é aqui que a "porca torce o rabo" e eu que até sou encalorado, quando é para entrar lá dentro daquele verde... 

Tudo porque a praia que frequento tem uma água que deve ser importada directamente do Pólo Norte de tão fria que é. De quando em vez lá vem uma corrente vinda de sul que trás um pouco de temperatura e com isso consigo conviver.

Contudo estes últimos dias têm sido ultrajantes para mim. Assumo.

Sempre que entro no mar sobe-me aquele arrepio que quase fico paralisado. Falta-me a estaleca para enfrentar não as ondas, mas tão-somente o gelo daquele mar.

Portanto… banhos de mar… coragem precisa-se!

Estou de férias! E agora?

O título deste postal não se refere a mim. Mas tenho percebido que há muita gente que vai de férias só porque sim...

Obviamente que também existe o inverso quando muitos só querem estar de férias (e quase conseguem tendo em conta a sua produção no local de trabalho!!!).

Mas a questão é real: há quem vá de férias e nunca saia de casa! O que é naturalmente muito estranho.

Ainda por cima num país com tanto mar, tanta praia, tanto museu, tanta beleza natural.

Eu, que só agora iniciei as minhas férias, espero que a praia se prepare para mim. E a areia e o astro-reil.

Adoro dormir ao Sol. Sei que não o devo fazer mas lagarto é lagarto.

Espero ainda fazer uns passeios. O ano passado fui à aldeia de Juromenha. Este ano logo se vê. O tempo, a paciência e a necessidade de descanço ditarão as suas leis.

Mas ando com o desejo de conhecer a costa alentejana abaixo de Porto Covo.Veremos então o que nos reservam estas férias.

A gente lê-se por aí!

 

Férias à porta

O ano passado por esta altura já estava de férias.

Todavia este ano por motivos profissionais e não só (aqueles dias de Junho com a visita aos Açores!!!), acabo por ter menos uns dias.

Nunca costumo fazer grandes planos para as minhas férias, porque mais ou menos sei o que me vai acontecer. Praia-casa, casa-praia. Uma dupla quase inseparável.

E em casa vai ser escrever e ler, preparar o almoço e jantar e acima de tudo dormir aquela sesta que sempre me atrai e pela qual ando o ano inteiro a sonhar.

Para regressar ao trabalho em Setembro fresco que nem um alface acabada de colher.

Três ilhas, cinco dias - uma breve análise

O arquipélago dos Açores é constituído por 9 ilhas. Destas já conheci seis. Faltam assim S.Jorge, Graciosa e Santa Maria.

Durante muito tempo ouvi falar das Flores e do Corvo como ilhas onde a pobreza era evidente. No entanto e nos dias que por ali passei fiquei com uma noção diferente daquela que havia lido e ouvido.

Os insulares são gente simpática, disponível e muito hospitaleira. Terão obviamente partes menos boas, mas também no Continente as temos. E com demasiada fartura.

Curioso é que não vi ninguém a pedir, não percebi gente ociosa, não evidenciei qualquer violência.

O peixe é fonte de riqueza e sustento para muitas famílias. E por onde passei vi também muito gado bovino, algum caprino, assim como galinhas, galos, patos que passeavam livremente à beira da estrada.

Outra curiosidade prende-se com a quantidade de merendários espalhados pelas ilhas, especialmente nas Flores, já que o Corvo tem somente uma estrada de 7800 metros que vai da vila ao Caldeirão. Nestes merendários podem-se encontrar fornos de lenha, água canalizada e grelhas para churrascos, já com a lenha preparada. Durante estes dias somente em Ponta Delgada das Flores vi o convívio familiar num destes pontos.

Percebi também que nas Flores há alguns estrangeiros a viver permanentemente. O Neil, escocês e que era o proprietário do alojamento onde ficámos e encontrei o Luc um francês de Toulouse e antigo colaborador das Forças Militares Gaulesas. Radicado há 20 antos nas Flores vive da sua reforma e do que a terra, que entretanto comprou, lhe dá. Para além dos dois barcos nos quais pesca.

O Pico pareceu-me mais cosmopolitano, com maior movimento de automóveis já que a ilha é a segunda maior do arquipélago. No entanto a simpatia mantinha-se e percebi unicamente uma certa animosidade para com o Faial.

Voltarei àquele arquipélago. Essencialmente para ver as três ilhas que me faltam.

 

Três ilhas, cinco dias - Pequenino

O último dia no Pico previa-se intenso. Por isso às sete da manhã já estávamos numa pastelaria a tomar o pequeno almoço, ali bem no centro da Madalena do Pico.

Havíamos previsto subir por estrada à montanha, acima de tudo para observar as lagoas. Depois desceríamos novamente às Lages para visitar o museu e finalmente espreitar à luz do dia a orla costeira entre o porto de antigos baleeiros e a capital da ilha, antes de rumarmos ao Aeroporto para o regresso.

A subida iniciou-se muito bem com a serra mais alta de Portugal a seguir-nos. De vez em quando um banco de nevoeiro obrigava-nos a velocidade mais reduzida pois como soe dizer-se "não se via um palmo à frente do nariz".

Finalmente à esquerda a indicação da lagoa do Capitão. A primeira que nos surgiu e sem dúvida a mais bonita,

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Alguns patos andavam por ali serenamente a gozar dos raios de sol que o nevoeiro deixara escapar. A calma do local é simplesmente contagiante. Senti-me, ao olhar aquela montanha ali imponente, deveras pequenino.

Voltámos à estrada principal em busca de mais lagoas. Só que caiu um nevoeiro tamanho que a determinada altura perdi-me com as lagoas e os seus nomes. Ficaram algumas fotos mesmo que enovoadas.

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Era tal o nevoeiro que cheguei a perguntar a uns bezerros simpáticos, o caminho.

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Cheguei às Lages a horas de ver o museu beleeiro. Um belíssimo naco de história de uma povoação repleta de estórias.

Gostei especialmente deste quadro, feito em osso de baleia, talvez por simbolizar a vida de muita gente.

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Passado tantos anos após o fim da caça da baleia, este cetáceo continua a dar riqueza ao local, especialmente pela aventura que será avistar baleias. No porto simpático e acolhedor são já algumas as ofertas para ver baleias e golfinhos. Uma aventura a fazer futuramente.

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Era hora de regressar ao caminho.

Mais umas fotos para recordar.

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Até chegarmos perto de Madalena, já depois de Candelária podemos apreciar um dos mais belos patrimónios da humanidade: as típicas vinhas do Pico que vão crescendo por entre jeirões de pedra negra.

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A paisagem é realmente deslumbrante. E obriga a parar. E sentir. Paredes meias com o mar...

Finalmente chegara a hora do almoço e aproveitou-se para uma última refeição que foi um manjar dos deuses. O restaurante "Ancoradouro" surgiu assim na nossa frente por acaso e foi uma óptima escolha.

Entradas de queijo de S. João e mel para um e linguiça e inhame para outro, que acabámos por partilhar, para depois se seguir um bife simplesmente soberbo. O vinho tinto da região a condizer e uma sobremesa de se tirar o chapéu. Não foi barato mas valeu a pena.

Fazia-se tarde. E estava muito abafado. Terminámos fazendo uma visita à igreja da Madalena que me impressionou verdadeiramente. Havia obras no centro da povoação o que limitou o nosso passeio.

Pouco depois das três da tarde entregava o carro na Aerogare.

O Pico merece, sem dúvida, uma visita mais detalhada. Essencialmente para um dia poder ver baleias e quiçá subir ao ponto mais alto de Portugal.

Assim tenha eu vida e saúde para o fazer!

Três ilhas, cinco dias - Enublado

Este quarto dia de visita a três ilhas dos Açores passei-o quase todo em transbordos aéreos.

Compreendo que a SATA tenha necessidade de minimizar custos, mas sair da Flores às onze da manhã e chegar ao PIco perto das seis da tarde parece-me realmente um desperdício... de tempo.

À saída da Fajã acabei por passar pela aldeida da Cuada, um projecto de alojamento turístico, que aproveitou as antigas casas da aldeia que entretanto haviam sido abandonadas pelos seus proprietários e fazer deste lugar um sítio de descanso quase perfeito.

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Segui para o aeroporto de Santa Cruz mas só comecei a passear na ilha do Pico eram perto das sete da tarde. Ainda assim consegui dar uma volta pela ilha, obviamente de carro, tendo parado em alguns locais bem simpáticos. Como é o caso de S. Roque do Pico também ela em tempos uma terra de baleeiros.

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Do Pico consegue-se ver a Ilha do Faial e a comprida ilha de S. Jorge. Todavia não percebi ainda o porquê da rivalidade que há entre os habitantes das diversas ilhas. Então entre Pico e Faial a coisa parece ser muito evidente.

A segunda maior ilha do arquipélado acoriano viveu muito da pesca da baleia e da agricultura. Desde 1987 data em que a última baleia foi pescada os habitantes do Pico apontaram os seus esforços para a produção de vinho. De tal forma que o vinhedo do Pico foi há uns anos transformado em património Mundial.

Curioso ainda a montanha do Pico,,, Há sempre ao redor da maior montanha de Portugal uma penumbra que nunca nos deixa ver a montanha como gostaríamos. O acesso ao topo é feito somente a pé e recorrendo a guias especializados. Pelo que percebi são necessárias 4 horas para subir e outras tantas para descer.

Nesta ilha, como em todas as outras, as populações procuram a beira do mar para se instalarem, donde retiram muito sustento.

Conforme fui atravessando a ilha apanhei bom tempo, nevoeiro e também muitas nuvens. Acabei por parar para jantar nas Lajes do Pico (já percebi que Lajes é um nome de povoação muito comum nos Açores!!!). Povoação onde se encontra um belo museu em honra dos baleeiros, erigido nos antigos armazéns onde se guardavam as embarcações da faina da pesca da baleia.

À hora a que cheguei já se encontrava encerrado, mas ficou o desejo de ali voltar.

Acabei por jantar no "Café da Ritinha" local bem aprazível e com bom peixe. Preços razoáveis.

Não obstante a hora tardia ainda consegui apanhar um exemplo do que apanhei no Pico.

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 Estávamos em vésoeras do dia dedicado ao santo de Lisboa. por isso acabei por ser convidado pelos donos do restaurante a participar na festa que eles tinham reservada para essa noite, A costumada simpatia açoriana a vir ao de cima. Todavia declinei o convite tendo em conta trinta quilómetros de uma estrada que não conhecia, ainda por cima de noite.

O espírito enublado que me acompanhou durante todo o dia, a desaparecer com este singelo convite.

Madalena do Pico esperava-me

 

Três ilhas, cinco dias - Esmagado

Por telefone havia reservado, dias antes, viagem para a ilha do Corvo. Deste modo foi bem cedo que saímos da Fajã Grande para Santa Cruz das Flores, onde chegámos a tempo e horas, já que nos haviam avisado que o transportador para o Corvo detestava sair atrasado.

Cerca de um quarteirão de pessoas, todas turistas e de diversas nacionalidades, entraram à hora marcada na embarcação. Saímos devagar por entre as rochas que há milhares de anos foi lava incandescente.

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A viagem não foi directa à ilha e fomos então brindados com uma volta ao redor da costa leste e norte da ilha das Flores, donde destaco as inúmeras quedas de água,

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para além dos já falados ilhéus.

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Outro dos eventos que sublimou este dia foi sem dúvida a visita a algumas cavernas, destacando delas a "Cathedral Cave" como o navegador gostou de lhe chamar.

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Após mais de meia hora nesta inesquecível volta eis-nos então a caminho da ilha mais pequena do Arquipélago dos Açores.

Foram cerca de 45 minutos a uma velocidade constante de 22 nós marítimos (aproximadamente 40 quilómetros à hora), sem sobressaltos nem golfinhos.

A vila do Corvo apareceu finalmente no nosso horizonte. Todavia o cimo da ilha surgia forrada de uma cor plúmbea que nos fez temer o pior.

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A embarcação atracou e tentámos logo arranjar transporte para o cima da montanha que sabíamos ser o local absolutamente imperdível. Após algum compasso de espera lá veio o carro que levou dois casais para o topo.

Tenho consciência que o ser humano nem sempre está bem preparado para o belo. E então se for oferecido pela Natureza, ainda menos. Talvez por isso me comovi ao ver este espectáculo,

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A fotografia não consegue ser totalmente fiel à beleza do local. Mesmo que as nuvens se dissipem e se tente uma melhor perspectiva,

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O que foi uma antiga cratera de um vulcão já extinto tem agora 5 quilómetros de perímetro e dois de diâmetro. As duas lagoas separadas por pequenas elevações no seu interior tornam a paisagem ainda mais bucólica. E o verde... essa cor tão brilhantemente natural é constante.

Senti-me totalmente esmagado pela visão desta paisagem.

Numa descida de mais de um quilómetro acabei por chegar bem perto da água onde as râs, impávidas e serenas coaxavam com alegria.

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A vista de baixo é outrossim imperdível e não fosse o carro que nos traria para a vila estaria muito mais tempo naquele lugar. Um verdadeiro santuário de paz.

Aqui e ali salpicado por alguma vaca que na descida e subida nos olha com indiferença preferindo obviamente o pasto fresco e viçoso.

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Subimos devagar a encosta, não sem antes voltar a fixar aquela paisagem perfeita.

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Já no cimo as nuvens voltaram a cobrir o Caldeirão inibindo mais fotografias. Regressámos ao mundo dos homens onde no restaurante local "O Caldeirão" comi um "peixão" delicioso. A minha mulher optou por cherne. Não foi barato já que não comi entradas nem sobremesa, mas valeu a pena pela qualidade do prato.

Eram 16 horas quando regressámos a Santa Cruz das Flores, agora sem direito a mais brindes. Quiçá a visualização da tão perigosa "Caravela Portuguesa", mesmo a li à beira do cais.

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Regressámos à Fajã Grande para já tarde irmos jantar à "Barraca C'abana".

Já conhecia o local do primeiro dia, mas faltava-me ainda ver algo neste dia tão preenchido e tão marcante: o pôr-do-sol!

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Às 21 horas e 32 minutos!

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