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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Novidades para breve!

Para quem ainda não sabe ando a preparar a publicação do próximo livro. Mais um conjunto de textos escritos e publicados na blogosfera, que não neste espaço, mas num outro onde normalmente arrisco e risco umas palavras diferentes.

Se o primeiro livro teve um retorno pessoal quase brilhante, a publicação de um segundo livro tornar-se-á um risco bem maior. Na verdade quando se vai ler uma nova aventura de certo autor, vamos com a convicção de que o próximo será melhor que o anterior. Pois a matriz humana a isso nos obriga!

Seja o autor, sejam os leitores todos querem algo melhor que o anterior! E isso até pode ser um estímulo para quem escreve. Só que a realidade é por vezes bem mais amarga e diferente. O que equivale dizer que os livros seguintes podem ficar a um nível inferior daquele que terá sido um pontapé de saída.

Por este lado... vou arriscar! Até porque o meu próximo livro será também para oferecer e nunca para vender. Como já escrevi, não necessitarei do dinheiro que irei gastar para fazer o livro. Mais... com a certeza que ao aferecê-lo estarei a ganhar uma batalha contra... mim mesmo.

Portanto animem-se que no mês das Flores, provavelmente, haverá novidades.

Pequenos e perigosos!

Desde há uns meses que escrevo mensalmente sobre esta malta, correspondendo a um desafio de escrita. Um conjunto de personagens que juntos originaram uma família estranha e... desconfigurada.

Só que as personagens sendo obviamenânciate ficcionadas, foram criadas a partir do que vou vendo por aí e ao mesmo tempo de retratos familiares que me chegam.

Tudo porque aquela família inventada assenta as suas relações em algo que tem vindo a ocupar espaço nas nossas vidas. Chama-se telemóvel ou mais commumente "smart phones"! Estes aparelhos ganharam tal relevância que quase não se consegue viver sem ter um deles ali mesmo "à mão de semear!"

Não fujo à moda... O raio do aparelho faz tudo o que antigamente uma enorme agenda faria e tem ainda o condão de nos relembrar das coisas... 

Se hoje estes equipamentos são verdadeiras ferramentas de trabalho ou actividade (como é o meu caso, que não trabalhando, não páro um segundo!), também em alguns casos tomaram, literalmente, conta da vida das pessoas.

Há quem viva dependente daqueles aparelhos de tal forma que são capazes, por exemplo, de entrar num supermercado, fazer as compras, pagar, arrumar os produtos nos sacos sem nunca, repito nunca, deixarem de falar ao telemóvel. Tal como nos jogos de futebol, no teatro, num concerto há quem não consiga despegar-se das redes sociais e afins! Uma tristeza!

Receio que o futuro dos meus netos fique desde já hipotecado a estes pequenos aparelhos tão giros, tão curiosos, mas demasiado donos das vidas.

Ainda estamos a tempo de arrepiar caminho!

Promessas!

Todos que me conhecem bem sabem o que mais gosto de fazer é... escrever! Não escrevo amiúde porque o meu mundo não se centra exclusivamente em mim, tendo por isso muitos caminhos dispersos, obrigando-me quantas vezes a optar em favor dos outros em vez de mim mesmo. Mas a vida é assim e por muito que gostássemos de fazer outras coisas... torna-se assaz difícil.

Continuo, no entanto, a escrever aqui pelo menos um postal por dia que não sendo muita coisa obriga-me a uma certa disciplina. Problema? É que para seguir esta minha forçada teimosia diária, deixo muitos postais que leio e gosto de outros escribas sem comentários meus.

Se pudesse andaria o dia todo a dar palpites neste ou naquele blogue, neste ou naquele postal. Só que o dia tem apenas 24 horas e não dá para tudo. E levanto-me todos os dias cedo.

Posto isto venho ora mui humilde pedir desculpa a todos aqueles que provavelmente contariam com um comentário meu, mas em vez dele têm... silêncio.

Prometo estar mais presente. Ou como escreveu Jorge Luís Borges (Também os homens podem prometer, porque na promessa há algo imortal)

À volta de uma porta!

1 foto1texto

Resposta a este desafio!

A foto infra foi tirada na aldeia onde vou amiúde e que fica no sopé da serra da Gardunha. Tanta vez que passei neste local e só agora me lembrei de fotografar este espécie de portal... para qualquer lado.

Não imagino se neste sítio houve alguma vez uma casa ao redor desta entrada, mas a verdade é que a estrutura, para quem como eu adora imaginar... coisas, dá para tudo ou quase tudo.

Provavelmente fizeram neste local apenas uma entrada para a propriedade ou para um qualquer barracão... Todavia gostaria de imaginar construir algo a partir deste portal granítico. Da mesma maneira que de um pequeno desejo pode sair algo imenso.

Portanto deixem a vossa imaginação vaguear... 

Porta de pedra.jpg

50 ou 60: haverá diferenças? (republicação com alterações)

Resposta a este pedido da minha amiga Isabel!

A Luísa do “Pepita” é que me estimulou a escrever sobre este tema do meio século de idade. Porém lembrei-me que já havia escrito algo sobre o assunto, aqui mesmo. Fui reler.

A verdade é que hoje com 60 anos não aparento (ainda) a idade que realmente tenho (é o que dizem!!!), continuo à espera (mea culpa) de publicar o tal livro consegui finalmente publicar um livro e estou a preparar um segundo e passei a ouvir pior devido a dois AVC’s/AIT’S como lhe queiram chamar, que me afectou profundamente aquele sentido.

Quanto ao resto… não noto interiormente enormes diferenças. Como repetidamente vou dizendo por aí: tenho a experiência dos 60, amo como se tivesse 30 e brinco como se tivesse 15.

É certo que ao meu redor muita coisa mudou na última dezena de anos: os filhos acabaram os cursos e estão a trabalhar, um deles casou casaram ambos e já foram pais de meninas, nasceram 3 sobrinhos-netos, os meus pais estão bem mais velhotes e eu estou mais próximo da reforma já estou reformado.

Agora também escrevo mais, leio mais, viajo mais, vivo mais… Mas unicamente porque tenho disponibilidade para tal (ai quem dera esse ano!).

Entretanto todas as manhãs continuo a agradecer o acordar para enfrentar os desafios que me vão sendo propostos. Quanto a sonhos… bom… esclareço que já me deixei disso. Há muito. Posso desejar visitar este ou aquele local, mas nunca passará de um mero desejo que poderei ou não realizar. E se nunca lá for paciência… Jamais entrarei em colapso…

Portanto será bom para quem chegar a estas idades, 50 ou 60, se vá libertando dos excessos de desejos, vontades, sonhos e se preocupe unicamente em viver o dia a dia.

Só assim se será realmente feliz!

 

Nota final: o que ficou desactualizado desde 2019 ficou à mesma neste postal apenas com um corte e foi acrescentado um novo e actualizado texto em itálico.

Para memória futura!

A modernidade dá-nos rapidez nas nossas actividade básicas, despacho no acesso a toda a informação, mas retira-nos... memórias. Passo a explicar.

Há muito que deixei de manuescrever os meus textos. Agora basta simplesmente ter um editor de texto à mão e está metade do trabalho feito. Desaparecem os erros, as gralhas e até as palavras (digo eu!). Tem sido assim com os postais que vou regularmente publicando neste e noutros espaços!
Todavia ultimamente ando empenhado em compilar uma séria de textos para cosntituir um novo livros. Feita a escolha juntei-os e decidi revê-los. No entanto ao invés do que faria supor aos leitores eu imprimi todos os textos em papel. Depois passei cada linha pelo meu crivio e fiz as alterações devidas, já alteradas no próprio editor.

Portanto tenho um ficheiro actualizado, mas onde não se percebe onde foram as alterações. Só que, desta vez, eu guardei a primeira versão em papel onde fiz as minhas anotações a vermelho.

Esta será assim a minha memória escrita que ficará do meu segundo livro. Pode hoje não ser importante. Pode mesmo nunca ser relevante, mas a verdade é que através da perservação deste património consegue perceber-se da evolução que um autor deu ao seu texto, neste caso... eu!

Agora irei imprimir a versão 2. E revê-la. E se ainda assim tiver muitas alterações irei guardar a segunda versão em papel. Até à versão final em livro.

Sei que são mais umas folhas de papel que se gastam, mas eu já faço muito para melhorar o ambiente!

A gente lê-se por aí!

Regresso que se saúda!

Em 2022 (já? como o tempo passa!!!), escrevi este postal donde assumia um certo lamento por blogues que deixavam de existir e por outros cuja actividade desaparecera.

Não escrevi como uma crítica, mas tão somente como a constatação de um facto... triste!

Por isso cabe-me também agora saudar o regresso de uma das bloguers mais importantes deste lago de escrita. Em 2018 era quase uma recordista, batendo-se taco a taco com alguns dos melhores blogues em número de comentários, especialmente aqueles colectivos.

Em Outubro daquele ano deixou de escrever...  Perdeu nesta mão cheia de anos que esteve ausente  os desafios que por aqui voaram e alguns outros que este sapal fez crescer. Mas a vida por vezes não se compadece e há que optar!

Regressou mais de cinco anos volvidos a sua paragem, porém muito mais rica, pois foi mãe de duas meninas e com enorme vontade de mostrar serviço.

Para quem não a conhece chama-se Chic'ana e saúdo o seu retorno a este sapal com imensa alegria!

Só espero e desejo que fique por cá muito tempo.

Cor de Outono

1foto 1texto

Resposta a este desafio!

Agora que entrámos definitivamente no Inverno, trago uma foto com as cores do Outono. Numa fazenda da família, entre muitas outras árvores, há este velho carvalho que anualmente se despe no Inverno para ganhar folha na Primavera renovada.

A foto, infelizmente, não traduz a cor local. Mas o espirito anda perto. Este carvalho que dois homens não abraçam, se falasse, o que não contaria...

Deixo assim, à imaginação de cada um, as estórias vividas!

,20231208_154758.jpg

Desafio de Natal #4

E pronto estamos na derradeira semana antes do Natal.

Portanto cabe-se aqui ora divulgar os espaços que simpaticamente alinharam nesta minha brincadeira.

Assim:

- no dia 13 a Ana do blogue "GreenIdeas" postou esta simpática figura alusiva à quadra:

- no dia 16 a Sofia do recente blogue "Quinjim" apresenta esta arte que admiro e que a par da pintura jamais seria capaz de fazer;

- no dia 18 o meu amigo e companheiro em outro blogue que não o seu "Encruzilhamento" publicou este postal, que me parece feito à medida para esta época.

Fica por aqui, provavelmente, esta minha iniciativa até porque o Natal segue já a seguir. Todavia falta agradecer encarecidamente a todos quantos participaram neste meu desafio.

Este charco é quase uma família!

Bem hajam a todos e olhem... se não nos lermos até lá: Santo Natal!

 

A terapia da escrita

A noção de que as doenças do foro psiquico são cada vez mais evidentes levou-me há alguns anos a obrigar a escrever (pelo menos) um postal por dia.

Por que a escrita é como se fosse um amigo ou amiga a quem conto as minhas venturas e desventuras sem que daquela haja alguma acção ou opinião contra. Aceita simplesmente. Ou como perguntava alguém: porque será que o melhor amigo do homem não fala?

Da mesma forma muitos médicos de família serão verdadeiros padres ao receberam as confissões dos seus doentes. É que o problema reside aqui mesmo e que se prende com a falta de comunicação entre as pessoas. Numa época em que a informação é constante e entra pela nossa casa de forma pujante, noto cada vez mais gente silenciosa e distante dos outros.

Também eu sofro dessa ausência de uma boa conversa. Por isso venho aqui descarregar as minhas ideias e receber contribuições de outros.

Não vivo só, nem para lá caminho, mas sou obviamente um solitário e que encontra no que escreve a terapia necessária e suficiente para ir sobrevivendo num Mundo cada vez mais distante das pessoas e mais próximo das máquinas. Curiosamente que o homem inventou e desenvolveu somente para o ajudar e das quais agora é escravo!

 

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