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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Profissional ou amador?

Hoje quando alguém me convidou para ir ver algo na televisão que eu sabia de antemão que seria demorado, declinei o convite com a desculpa real de que tinha muito que fazer. Devolveu-me com a questão de que talvez eu me tivesse esquecido que estava reformado. Retorqui que tinha muita coisa para escrever, ao qual rematou:

- Isso parece quase profissão.

A conversa depois derivou para outros assuntos e, entretanto, no meio de alguns dos meus afazeres desta tarde dei por mim a pensar na frase final…

Não faço da minha escrita profissão… ou será que faço? Um reformado é alguém que tem direito a uma reforma pelos anos descontados. Tudo certo! Mas ao dedicar-me o meu pouco tempo livre totalmente à escrita, nomeadamente na blogosfera, estarei a abraçar uma nova profissão? Ou aquela pode ser considerada como um passatempo?

Nunca, nestes mais de 40 anos que levo de escrita em jornais e mais recentemente na blogosfera, recebi um tostão que fosse quanto mais um cêntimo.

Porém ganhei outras coisas é certo. Algo que é completamente imensurável como a amizade, o carinho ou o respeito de quem aqui me visita. E este é o meu verdadeiro dividendo… saber simplesmente que me lêem!

Haverá lá coisa melhor...

Há vida para lá dos sessenta... e um!

Quando há um ano escrevi este texto jamais calculei que 366 dias depois (o ano passado foi bissexto) estaria em prisão domiciliária.

Que eu saiba não cometi qualquer crime, mas ainda assim sinto-me preso.

Tivesse eu (e todos nós) liberdade e estaria hoje em viagem a uma qualquer aldeia para ir almoçar (o mais provável seria ir à aldeia dos meus pais comer com eles a um restaurante). Assim reservo-me a ficar por casa. Até porque tenho cá uma “pingente encardida” (uma expressão da minha querida avó quando se referia carinhosamente aos netos pequeninos, e que eu agora aqui recupero) requer muita atenção, carinho e todos aqueles sentimentos bons que gostamos de oferecer, especialmente às crianças.

Hoje conto mais um ano de vida. Os números sobem e eu começo a assustar-me com a idade que vou somando. Isto um dia fica fora da validade… digo eu!

Estes últimos doze meses foram bizarros, atípicos, impensáveis. Fui infectado pelo bicharoco, doi qual escapei sem consequências (aparentemente!!!), reformei-me, tornei-me avô a tempo inteiro, viajei. Enfim… fui feliz.

Hoje é por assim dizer o meu dia… Aquele dia especial em que gosto de fazer balanços sobre o caminho que trilhei, já que o futuro… bom esse… estará muito pouco nas minhas mãos. Ou estará quanto baste!

É bom chegar aqui… muito bom mesmo. Quantos nunca o conseguiram!

Portanto caríssimo leitor, chegue-se aqui à minha beira e prove deste néctar que aqui tento diariamente transmitir: serenidade, paz de espírito e felicidade. Tudo polvilhado com uma pitada de boa disposição.

Só assim sei ser eu!

A gente lê-se por aí!

Adenda às 20 e 23

E depois há isto! Que dizer? Obrigado será muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito pouco.

 

Desafio de escrita... colorido!

Para quem não sabe corre na blogosfera um desafio de escrita voluntário, criado pela Fátima Bento do blogue "Porque eu posso".

Este exercício está intimamente ligado a uma caixa de lápis do côr, daquelas que usávamos na escola primária.

Estando agora a meio do desafio creio que é a hora de eu fazer um breve balanço. Não tomem isto como uma critica, longe disso.

Certo é que conforme se vai avançando nas cores (a de hoje é o laranja) melhor têm sido os textos. A qualidade sobe tal como a diversidade e perspectvas que cada um tem sobre o mesmo tema. Muito curioso.

Podem então ver este e os exercícios anteriores aqui:

Concha,

A 3ª Face

Maria Araújo,

Peixe Frito,

Imsilva,

Luísa De Sousa,

Maria, 

Ana D.,

Célia,

Charneca Em Flor

Miss Lollipop

Ana Mestre 

Ana de Deus

Cristina Aveiro

bii yue

 e o João-Afonso Machado.

Visitem-nos que não se irão arrepender!

Eu próprio também me auto-desafiei. Como poderão constatar aqui!

A seu tempo virá... uma resposta!

A Sarin puxou por mim, desafiou-me. Como não gosto de virar a cara a uma salutar bravata, nem que esta seja somente por palavras e ideias, respondi-lhe pedindo que comentasse este meu postal que publiquei em Setembro último.

Ora vai daí que aquela menina também não se nega a nada e pumbas... respondeu a preceito no seu espaço através deste longo postal que irei ler com muita calma e que será, obviamente, sujeito a uma resposta minha.

Estas trocas de galhardetes são fantásticas e não obstante termos ideias, conceitos e desejos diferentes, aprendo sempre muito com esta menina.

Mais uma vez muito obrigado, Sarin!

Sinto-me um privilegiado da escrita!

Quando escrever é... existir!

O tema saiu assim em amena “converseta” e de repente a questão abriu-se: porque escrevemos, porque publicamos os textos na blogosfera?

No fundo, no fundo, e salvo honrosas excepções, a maioria de nós nem se conhece pessoalmente. Sei lá se o autor que se assina por “Manel das Couves” não é uma idosa mas com mente jovem. Ou quiçá o inverso… a Manuelina dos Santos não é mais que um jovem em busca de estranhas experiências. Mas a questão continua em aberto: porque realmente escrevemos? E desta forma tão pública e gratuita…

Bom, não sou psiquiatra, nem psicólogo ou sociólogo com o simples intuito de explicar… o que, para mim, não tem uma explicação lógica.

Pela minha parte escrevo por que me sinto bem a fazê-lo. E enquanto vou esgalhando alguns textos não tenho preocupações que me atentem. É um mundo paralelo que se me abre e eu adora lá viver...

Vou lendo muita gente que assume ter aberto o blogue só para si. Esqueceu-se, no entanto, que se não o configurar ele ficará público e acessível a todos, passando deste modo a arriscar-se a ser lido por muita gente e a receber reações. A que terá, eventualmente, de responder… Logo a primeira ideia morreu na génese e o que era para si passou a ser para todos.

Por fim tenho consciência de que (quase) todos nós escrevemos para termos a certeza que existimos. Curiosamente esta certeza advém após a devolução que os outros nos fazem daquilo que vamos escrevendo!

Tão-somente!

A gente lê-se por aí!

Agradecimentos devidos!

Não é por andar por aqui há quase 13 anos a esgalhar umas imbecilidades que me dá direito a sentir que sou mais que outros que também por aqui andam. Diria mesmo que é o inverso. Se não existissem tão diferentes blogues provavelmente não me sentira tão feliz por aqui caminhar.

Com o aparecimento da blogosfera, aquela ideia de que escrever era um acto de profunda solidão, deixou de ter cabimento. Escrever é nesta altura da minha vida um gesto de partilha. Comigo e com os outros. Mas esta partilha seria decerto impossível se não fosse devidamente estimulado. Nomeadamente através dos muitos desafios de escrita para os quais fui/sou desafiado. Recordo aqui a Revista Inominável e mais tarde o Desafio dos Pássaros. Destes dois desafios adveio o contacto com outros blogueiros (esta última palavra não me “sabe” bem) que por sua vez criaram outros exercícios de escrita e nos quais tenho vindo a participar. Com muita alegria e sentindo-me um enormíssimo privilegiado.

Já nem falo nos diferentes convites que tenho recebido, e naturalmente aceite, para colaborar com um texto.

Posto isto, quero mui encarecidamente agradecer, a quem teve/tem a gentileza de me convidar a participar nos diversos desafios de escrita assim como nos seus próprios espaços.

Este agradecimento é-vos devido.

Obrigado por me obrigarem a escrever e essencialmente a puxar pelas ideias.

A gente lê-se por aí!

Prémios blogosféricos!

A Fátima apresentou um concurso neste postal.

Os prémios serão livros e este evento está relacionado com os sete anos do seu blogue "Porque eu posso".

Portanto, quem gostar de livros à borla basta carregar na primeira ligação supra e seguir os trâmites que lá são propostos.

A Fátima é boa senhora (foi ela que pediu para escrever isto ), escreve bem e anda com um desafio bem curioso onde se fala de cores. Já leste alguma coisa sobre isso...

Não? Então ainda vais a tempo de escrever qualquer coisita.

Vá, ide, baza daqui para fora, desaparece, dá "às vilas Diogo", foge para o blogue da Fátima.

Desculpem a brincadeira!

A gente lê-se por aí!

Escrever, escrever muito!

Quando, há muitos anos, entrei neste mundo da blogosfera, jamais imaginei:

- chegar aqui ainda com este espaço aberto;

- ter encontrado neste já longo caminho gente tão boa.

Quando aparecem blogues novos e os visito comento quase sempre o mesmo: para se estar aqui é necessário amor à arte de escrever e muita disciplina.

Muitos acabam por responder que criaram um blogue só porque sim e não pretendem ficar escravos do espaço. Entendo... Mas depois não se queixem que têm poucas visitas ou quase nenhuns comentários.

Ora bem... a minha disciplina de escrita não se prende com leitores e comentadores, mas unicamente comigo mesmo. Estou muito ciente que quanto mais escrevo e leio, melhor poderá ser a minha escrita.

Não é que eu queira ser um dos grandes escritores de Portugal - longe disso -, mas gosto de ser minimamente competente e apresentar alguma qualidade.

Hoje revisitei textos meus antigos, uns manuscritos, outros redigidos à máquina. E se querem saber... assustei-me com o que li. Perguntei a mim mesmo: como pude escrever isto?

Mas faz parte da evolução da pessoa este desfasamento de qualidade de escrita. Tal como conseguimos ver a evolução, por exemplo, em quadros pictóricos. Se bem que aqui por vezes prefira os mais antigos aos mais modernos. Gostos!

Tenho pena, todavia, de ver tanto autor com qualidade que vai nascendo na blogosfera para depois, assim sem mais nem menos, desistir.

Portanto aconselho a quem quer iniciar uma aventura destas que pense primeiro no que que pretende com a sua escrita e a quem deseja chegar. O pior que se pode criar é desilusão nos leitores!

Entretanto espero estar longe disso! E se um dia por aqui vos desiludir não hesitem em chamar-me à atenção. Como diz o povo: "mais vale um bom desengano que andar toda a vida enganado."

Nove anos de José da Xã!

Fez no passado dia 20 de Janeiro nove anos que abri o espaço José da Xã.

Na altura achei importante ter algures um repositório de uma escrita, se não muita trabalhada, pelo menos sem ter cariz opinativo.

Naquele blogue estão lá cerca de 240 textos publicados, entre contos, prosas, crónicas e até um conjunto de poesias escritas por alguém que não conheci, mas que esteve ligado à família.

Fazendo uma média do tempo decorrido diria que dá pouco mais de 26 textos por ano ou indo mais ao pormenor cerca de 2 textos por mês, aproximadamente.

Curiosamente e desde que começaram a aparecer desafios como os dos Desafios dos Pássaros e mais tarde os da Ana de Deus, agora os da Fátima e mais recentemente da Cristina aquele espaço passou a ter maior actividade.

Depois… bom depois há cerca de um ano nasceu uma musa que tem sido o foco de alguma da minha triste escrita.

Estou a criar um ficheiro de estatísticas para o tal blogue de forma a perceber o que me tem acontecido desde 2012.

Entretanto vou continuando por lá a escrever…

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