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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Desencadeou-se!

Valho-me da expressão que entitula este texto para falar da entrada da minha neta no Mundo da escola pública. Depois de um ano num colégio privado este ano conseguiu entrar num estabelecimento de ensino oficial.

Se tudo correr bem, a cachopita ficará nesta escola cerca de 10 anos. Isto é, sairá para o secundário já com 15 anos. Segundo informações esta será uma das melhores escolas básicas da região, estando em alguns aspectos ao nível dos melhores colégios particulares. Curiosamente a primeira directora desta escola foi a professora do meu filho mais novo que tinha sempre muitas ideias e milhentas iniciativas. Todavia reformou-se, mas pelo que sei deixou uma boa herança.

Vivemos tempos esquisitos, para não dizer absurdos. Os professores são vítimas de alunos e encarregados de educação, acusados de maltrarem os miúdos, quando na maioria as crianças entram já na escola carregada de vícios e dos quais não se querem libertar. Os telemóveis são um destes exemplos, como os "tablets" e demais periféricos. Tudo em prol de uma criança que se quer sossegada, amorfa e consequentemente pouco inteligente.

Os encarregados de educação, na sua maioria, também não estão muito preocupados com as posturas dos filhos. O que é preciso é que eles os deixem ver "os biguesbraderes" em paz e sossego.

No entanto não venho dizer que no meu tempo é que era bom! Não era! Ou melhor, não foi! Tive uma professora primária que batia primeiro e perguntava depois. O que fez com que eu ao fim do primeiro ano odiasse a escola... até hoje!

Felizmente já não haverá professores assim. Muito por força de uma teoria que dá a presunção de inocência a todas as crianças. Quando sabemos que algumas delas são um verdadeiro veneno dentro da escola e perante as quais raramente os professores têm razão e força.

Por tudo isto que agora corre tenho medo da minha menina, do que lhe possam fazer, nomeadamente em termos sociais. E obviamente das consequências dessas acções sempre inocentadas pelos pais que consideram os seus filhos os "meninos Jesus" lá de casa. Quando, na realidade, são pequenos diabretes.

Sempre que os meus filhos vinham para casa com notas menos simpáticas eu acusava-os sempre de não trabalharem o suficiente. E nunca acusei os professores.

Por fim que este passo, dado pela pequena luz dos meus olhos, em relação ao futuro não se torne uma estranha, longa e triste caminhada, como foi a minha.

Que seja sempre feliz é o que eu mais lhe desejo!

Direito à família!

Nunca estudei convenientemente. Quando era novo e me perguntavam a profissão eu respondia: aluno!

- Mas aluno não é profissão - diziam-me.

- Então ponha aí não estudante. Porque o estudante é aquele que estuda... e eu não estudo!

A  maioria ria, mas havia quem ficasse a matutar na minha resposta.

Tudo isto para dizer, como já sabem ou perceberam, que nunca fui um aluno brilhante. Nem sequer baço. Fiz o que tinha a fazer nas escolas por andei andei e depois fui para o mercado de trabalho onde a vida parecia mais aliciante.

Portanto a faculdade estava longe, muuuuuuito longe. Porém e se porventura tivesse tido queda (eu queda tinha, não tinha onde cair!) para estudar algo de jeito gostaria de ter entrado nos meandros do direito.

As leis, a falta delas ou simplesmente as diferentes interpretações destas sempre surgiram como uma curiosidade. Como sei que no Direito, tal como na maioria dos actuais cursos superiores há diferentes e diversas especialidades, confesso que provavelmente escolheria a área de Família.

Não imagino sequer se seria alguma vez um mediano jurista ou advogado, mas algumas dúvidas que vivem comigo, certamente ficariam esclarecidas.

A gente lê-se por aí!

Eu, aprendiz de alquimista!

Quando andei na escola (continuo a afirmar que nunca fui estudante. porque simplesmente não estudava!!!), entre algumas disciplinas que adorava como era o Português e o Francês, outras mais ou menos como era a Matemática e Geografia, havia algumas que detestava. Olimpicamente!

No rol das odiadas estava História, Desenho e Química, se bemk que esta estivesse sempre colada a Física que eu gostava. Resultado: quando os pontos eram para 20, sendo 10 para a Física e 10 para a Química, já sabia que teria, no mínimo, 10 valores. Nunca entendi a química e nunca senti falta dela na minha vida.

Mas adiante!

Hoje andei de volta dos azeites deste ano. Bilhas grandes para um lado e pequenas para o outro, acabei por fazer um teste à acidez do azeite que extraí da minha azeitona.

A operação não é muito complicada todavia requer algum cuidado e olho clínico, já que basta um milésimo e as coisaspodem não corresponder à verdade-

Ora bem... para a dita alquimia temos um tubo de ensaio devidamente marcado, uma pepita graduada, uma seringa simples e mais importante de tudo dois produtos para os testes.

teste.jpg 

No tubo de ensaio coloca-se o azeite lentamente (daí a necesssidade da seringa!!!) até à marca branca. A seguir enche-se com o produto número (soluto de fenolnaftaleina) antes de se agitar bem.

teste4A.jpg 

A seguir carrega-se a pipeta de graduação até ao cimo com o produto número 2 (soluto alcalino).

Por fim e muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito lentamente, diria mesmo gota a gota, deita-se este soluto no tubo de ensaio até que a solução de azeite tome uma cor rosada.

teste8.jpg 

Assim que surgir a dita cor escarlate pára-se e vê-se onde ficou o soluto. O que falta na pipeta dará o valor da graduação.

teste7.jpg 

No caso da foto supra mostra abaixo de 1. O que equivale dizer que terá menos de um grau. Mas basta uma ligeiríssima diferença na quantidade de azeite, soluto ou 2~para o valor ficar muito alterado e obviamente longe da verdade!

Finalmente e voltando ao início deste postal, eu que nunca dei um chavo para a química é que ando envolvido com pipetas e tubos de ensaio.

Portanto eis-me aqui como aprendiz de alquimista!

A gente lê-se por aí!

Como o tempo passa!

Amanhã a minha neta entrará na pré-primária, porém numa escola particular porque as públicas não têm vagas. Creio que falei há tempos deste tema, mas foco-me nesta conclusão: os governos decidem sem perceber se o país tem estruturas físicas e humanas para acomodar tais decisões.

Os meus filhos nunca andaram na pré-primária, nem sequer em colégios já que ficaram em casa aos cuidados dos avós maternos até ao dia primeiro da escola. Estes favores nunca ficaram devidamente pagos aos meus sogros. Da básica seguiram para as escolas secundárias sempre públicas. Apenas na universidade tiveram opções e escolhas diferentes.

Portanto a partir desta segunda feira a minha neta mais velha entrará nesse mundo estranho, ao mesmo tempo fantástico da educação, ainda sem qualquer vício ou defesas, como provavelmente terão algumas das suas coleguinhas que desde pequeninas foram entregues aos cuidados de outrem.

Voltando ao início deste tema e à falta de lugares nas pré-primárias reforço a minha ideia de que o Ministério da tutela não poderia nem deveria lançar uma regra sem perceber se esta pode ser oferecida a todas as crianças. A capacidade financeira dos pais parece ser um dos filtros para as crianças terem acesso ás escolas públicas em detrimento daqueles com maiores rendimentos. Em paralelismo as pessoas com maiores rendimentos também não deveriam usar os hospitais públicos, certo? Errado, digo eu!

Mais uma vez o Estado a tentar substituir-se à família! A ceder a algumas ideologias para ganhar votos sem ter realmente consciência do impacto das suas regras.

Para no fim pagarem sempre os mesmos: os educadores e em última instância os educandos.

Um medo com décadas!

Hoje fui a uma "grande superfície" (sinceramente parece-me pouco feliz este jargão comercial!!!) levantar uma encomenda que havia feito através do portal da empresa. Compras no carro lembrei-me de ir buscar pão. Percorro os largos corredores estreitados por pequenas lojas de brique-à-braque e entro na enorme loja.

A primeira coisa com que me deparo são expositores de cadernos de todas as cores, géneros e feitios, malas e mochilas, lápis, canetas, colas e demais utensílios escolares. Só que o meu primeiro sentimento ao ver aquela feira foi de puro e assumido terror. Parece que recuei meio século!

Acabado que foi o meu secundário não pretendi voltar à escola e fui trabalhar. No entanto, dentro do meu pobre espírito permaneceu, pelos vistos até hoje, um virus anti-escola que desenvolvi desde aquela primária (eu sei muito em quem mo implantou, originando nunca ter querido estudar e jamais serei capaz de lhe perdoar!). Daí a sensação de enormíssimo desconforto. 

Foram breves aqueles segundos, porém demasiado intensos. Tão fortes que saí da loja em passo estugado e sem comprar pão. Ficará para amanhã...

Definitivamente prefiro desta loja, por exemplo, a feira de queijos e enchidos!

Liberdade e disciplina!

Educar nunca foi uma tarefa fácil. Nem hoje, nem ontem, nem será amanhã! Que o digam os professores desde o ensino básico até, certamente, à faculdade.

Se antigamente a educação era feita muito à base da ideia tirana de quero posso e mando, hoje é aplicada com o conceito de deixá lá são crianças! É óbvio que as crianças não são adultos em tamanho pequeno. São seres frágeis com uma visão muito própria da vida e é necessário saber respeitar isso.

No entanto educar uma criança sem um mínimo de disciplina é, acima de tudo, arranjar-lhe sarilhos para o futuro, já que habituada desde sempre a fazer o quer, um dia mais tarde, provavelmente tarde demais, perceberá que os outros também têm vontade e haverá evidentes choques.

Por tudo isto é que a liberdade de uma criança não pode ser plena pois há limites que não deverá ultrapassar. E estes limites deverão ser ministrados em casa pelos educadores, sejam eles pais, avós ou outros, baseados na mesma filosofia..

Tive dois filhos mas eduquei quatro. Nenhum deles me deixou embaraçado fosse onde fosse pois desde pequenos perceberam que a sua liberdade também estava limitada, acima de tudo por respeito com os mais velhos.

É frequente ver crianças na rua a exibirem da sua teimosia rapidamente transformada em birra apenas porque alguém não os deixou fazer ou comprar algo. Não se pode, em teoria, culpar apenas a criança dessa atitude mas claramente os seus (não) educadores.

Disciplina e liberdade são faces contrárias de uma mesma moeda que se chama educação. Saber aplicar ambas com o peso e a medida certa será provavelmente o trabalho mais difícil dos educadores. Mas quanto mais cedo conseguirem explicar ambas as regras aos miúdos, mais depressa as crianças se tornam mais responsáveis e pessoas mais tolerantes.

O problema do bricolage!

Diz a sabedoria popular que a necessidade aguça o engenho! Tenho realmente que concordar com esta ideia. Vejamos então!

Este miúdo quando andava na escola sempre demonstrou uma enorme incapacidade para as disciplinas de desenho e trabalhos manuais. Aquilo era uma enormíssima chatice e no desenho o que me valia era sempre o desenho geométrico... porque bastava praticar em casa! E praticava muito!

Ora esta falta de jeito acabou por se plasmar em más notas e obviamente num ano escolar perdido.

Porém a vida acabou por ir limando esta minha falta de valência para os trabalhos manuais resultando que hoje consigo fazer muita coisa que antigamente jamais faria. No entanto para muitos dos trabalhos há que ter... ferramentas apropriadas!

Actualmente tenho uma séria de pequenas máquinas que me ajudam: lixadoras, berbequins, serras electricas, pistolas de soldar e de colar. Depois muitas chaves de fendas, martelos, serrotes ou alicates. Um conjunto de chaves inglesas e de grifo, chaves de bocas e mais não sei quantas peças.

Parece fantástico, mas este mundo de bricolage ocupa muito espaço. Se bem que tenha uma casa de arrumos, ainda assim há que ter algo mais à mão.

Foi por isso que há tempos transformei uma pequena mala que ia para o lixo num local para guardar meia dúzia de utensílios importantes. E como é pequena cabe em qualquer lugar. Deste modo de um momento para o outro e se tiver necessidade tenho esta pequena companheira de infortúnio!

Cx_ferrammenta.jpg

O rapaz bem comportado?

Ou nem por isso!

Nunca fui um menino bem comportado. Na primária e por causa de uma ditadora tinhamos de andar na linha. Ainda assim colocaram-me umas orelhas de burro (coitadinhos do gado asinino!!!) e obrigaram-me a ir para o recreio das meninas. Uma humilhação que me custou uma vida inteira pois terá sido a partir desse dia que passei a odiar a escola.

Mas quando passei para o preparatório e mais tarde para o Liceu veio ao de cima a minha malandrice. Não obstante de em cada ano angariar uma nova alcunha... Aprendi por isso a viver sob o efeito da humilhação e que me tornou muuuuuuuuuuuuuuuuito mais forte psicologicamente. Aguentei tudo e mais alguma coisa sem tugir nem mugir, pois já sabia quanto mais refilasse mais era amachucado.

Colegas vieram e outros foram, mas entre todos eles houve um que fez sempre o possível para me magoar mais que os outros. Aguentei firme!

Já estava na tesouraria do Banco de Portugal quando num dia de Janeiro de imensa gente e estando eu na Caixa a pagar e a receber, dei conta da presença daquele tipo que sempre fizera tudo para me enxovalhar para ser chamado.

Achei curioso a visão de alguém, sempre com a mania de ser mais esperto que todos os outros, numa fila para receber o seu dinheiro como... mero tarefeiro.

Direi apenas que não fui bem comportado também naquela tarde!

Dar sangue!

Não me compete fazer qualquer campanha para as dádivas de sangue, mas entendo que é um recurso escasso e que necessita de permanenente incremento de reservas.

Durante alguns anos fui também dador. A empresa onde trabalhei tinha um acordo com o Instituro Português do Sangue e de seis em seis meses lá aparecia uma enorme carrinha transportando um conjunto de equipamentos para recolha. Eu e os meus colegas tinhamos uma manhá dedicada à iniciativa.

Hoje por motivos clínicos jã não o posso fazer, mas tenho muita pena!

Esta é uma daquelas iniciativas que deveriam ser mostradas, elucidadas e fomentadas nas escolas. Não na idade infantil, mas um pouco mais tarde. Se a juventude está tão capaz para fazer e decidir tanta coisa na sua vida, também acredito que seriam capazes de se tornarem dadores de sangue.

Formar bons cidadãos não corresponde somente a ensinar o que foi o 25 de Abril de 74 nas escolas, mas explicar que aquele acontecimento histórico serviu para nos tornarmos melhores cidadãos.

Dia Mundial da Poesia

Hoje irei escrever sobre poesia neste que é o dia Mundial da dita!

Não será da minha, até porque tirando uns breves fogachos a que escrevi, é tão pobre que nem merece aqui qualquer referência.

Não me recordo do primeiro poema que li, mas certamente que o "IF" do nobel Rudyard Kipling marcou-me olimpicamente ainda muito jovem.

Quando frequentei a escola secundária (sei que nunca fui um estudante, porque este estuda e eu detestava tal desventura!) comecei a lidar com autores portugueses e com as suas poesias. Depois tinha na minha ínfima biblioteca um livro de poemas, odes e canções escritas por Luís de Camões e compiladas por um dos grandes escritores portugueses do século XX e que se chamou Vitorino Nemésio. Livro que ainda tenho e que de vez em quando folheio para reler um ou outro soneto, ou uma ou outra ode.

Diz-se que Portugal sempre foi um país de poetas. Eu quero acreditar que sim já que o património poético português é extremamente vasto e rico.

Certo que a par de Camões tivemos... Fernando Pessoa. Mas também tivemos Cesário Verde, Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca ou Alexandre Oneil entre centenas de outros muito bons poetas. Já nem falo de Eugénio de Andrade ou Helberto Helder.

Com tantos e tão bons escritores de poesia há quem não a aprecie! Claro que é necessário uma sensibilidade específica para compreender alguns dos meandros de um poema, mas provavelmente também seria conveniente ensinar a ler poesia, às crianças na escola.

Porque mais tarde será sempre... tarde demais!

Leiam poesia!

A gente lê-se por aí!

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