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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Um virus americano!

Os últimos e trágicos acontecimentos no Capitólio norte-americano advêm de um vírus que se foi instalando nos últimos anos no país do Tio Sam. E parece que não terá cura!

De uma forma mais assertiva diria que os americanos viveram numa realidade política e social paralela. A democracia tal como foi implementada na América esteve sempre em perigo.

Não fossem algumas instituições internas, provavelmente os Estados Unidos viveriam hoje à beira de uma impensável ditadura.

Donald Trump fez vir ao de cima o pior dos seus concidadãos. A violência urbana, o racismo, as demandas com a China e não só, a fuga dos acordos ambientais, a saída da OMS e tantas e tantas acções ignóbeis que só prejudicaram os Estados Unidos. Já para não falar da não aceitação da pandemia…

O real problema vem agora quando Biden tomar posse, já que os apaniguados de Trump não irão deixar a sociedade recuperar das feridas causadas pelo presidente derrotado. Será bom que os Estados Unidos se preparem para uma guerra. Não contra o covid-19, não contra uma qualquer Jihad islâmica, mas contra um vírus que se instalou em muitos (demasiados) americanos: o virustrump!

Um herói (ainda) desconhecido!

Conhecemo-nos há uns anos através de um blogue onde ambos escrevemos. Aliás eu ainda lá vou escrevendo... pouco! Chama-se Pedro Azevedo e já há tempos falei dele. Aqui e aqui!

O Pedro assumiu há uns tempos ser candidato à Presidência do nosso Sporting. A vida ensinou-me a não acreditar em heróis. Mas este meu amigo de boa cepa não é um herói. Ainda...

Todavia sê-lo-á se conseguir subir ao mais elevado grau na hierarquia leonina.

Pelo meio continuo a ler as suas ideias sobre o que pretende para o nosso Sporting. Gosto sinceramente do que leio.

O Pedro Azevedo será mesmo um herói porque acredito que, genuinamemnte, tentará servir o clube e não servir-se dele.

E de mim terá sempre o meu apoio. Incondicional!

Pelo Sporting!

Não imagino se o título deste breve texto se transformará numa palavra de ordem. Mas tenho a certeza que intrinsecamente será o mote.

Quando em Janeiro passado o trouxe a este espaço teci alguns elogios e aos quais não retiro uma palavra... Provavelmente, para ser mais justo, acrescentaria outras.

Como já havia referido no tal meu texto o Pedro Azevedo surgiu no meu caminho assim como por acaso. Jantar para aqui, jantar para ali sob a batuta de um blogue leonino, depressa percebi que este leão teria muito a dar ao Sporting. Bastava que ele estivesse disponível...

Curiosamente hoje, através do seu blogue, o Pedro apresenta-se como candidato quando as eleições ocorrerem.

Assim sendo e confirmando o que já havia escrito, estarei e lutarei a seu lado para o engrandecimento de um clube que não é meu nem dele, mas tão-somente de TODOS os sócios do Sporting.

Foi colocada a primeira pedra para (re)construir o clube.

Mas para isso precisamos de TODOS os sportinguistas! Sem excepção!

Lixo eleitoral!

Durante as semanas que antecedem qualquer eleição as ruas das nossas cidades ficam repletas de publicidade eleitoral. Antigamente usavam-se os cartazes colados nas paredes quase sempre na calada da noite por militantes e simpatizantes.

Com o evoluir da publicidade os cartazes foram naturalmente substituídos pelos tão conhecidos "outdoors" ou por tarjas de plástico e de pano penduradas nas árvores ou em postes de electricidade.

Até aqui parece-me tudo normal e sem grandes alternativas.

O problema reside que após as eleições nenhum partido, movimento ou organização política retira da paisagem urbana as tarjas ou os tais "outdoors".

Pois bem parece-me que seria de todo avisado obrigar os partidos, que tiveram a sua campanha pespegada de toda a forma e feitio na rua, a retirar todos as tarjas e demais cartazes de campanha  no sentido de que as cidades não sejam unicamente um mero local de lixo eleitoral.

Questões à direita

Com a futura constituição da AR vai surgir um novo receio na sociedade e que se prende com o eventual crescimento de grupos políticos muito radicais e associados a uma direita “trumpista”.

Hoje em conversa com alguém, esta confessou ter votado num desses partidos  de direita e apresentou as suas razões para a sua escolha.

Começo assim a perceber duas coisas simples: a primeira é que os votantes nos tais partidos mais radicais fazem-no já com o intuito de nas próximas  eleições conseguirem eleger mais deputados; a segunda é que não viram, nem no PSD nem no CDS, discursos apelativos ou programas políticos que os convencessem a votar neles.

Mas é também aqui que assentam alguns dos meus temores. O que pretendem estes eleitores? Qual o foco e as suas reais preocupações? E como poderão os partidos menos radicais responder às questões dos eleitores que agora votaram à direita?

Domingo foram pouco milhares... noutro Domingo podem vir a ser muitos milhares.

Seria bom que os políticos percebessem isto.

Geringonça "au Madeira"?

Se as coisas para Rui Rio já se encontravam mal encaminhadas nas próximas eleições, ora nada pior que uma derrota nas eleições da Madeira, que foi sempre um baluarte laranja. Não foi bem uma derrota mas perder a maioria... induz a isso.

Ora bem... a culpa deste resultado terá sido somente de Rio? Quero crer que não. A saída de Alberto João Jardim e a sua substituição por alguém menos frenético terá certamente contribuído para este mau resultado do PSD. Mas não só... acrescento!

O PS, entretanto, continua em alta. Lá como cá! E ontem à noite uma dirigente socialista cghegou-se logo à frente tentando lançar a escada a uma nova geringonça. Desta vez "au Madeira", isto é com outros partidos diferentes dos do Continente. E provavelmente com outro sabor...

Seja como o for o futuro da "Pérola do Atlântico" jamais será o mesmo. Seja através da constituição de um governo do género Bloco Central ou através de outros acordos, a verdade é que Miguel Albuquerque vai ter que saber negociar muito bem o novo elenco e programa de governo. Tudo apontará provavelmente para uma coligação entre PSD e CDS, mas ainda deverá correr muita água debaixo das pontes até se achar uma solução governativa.

Mas como se sabe, em política, tudo se transforma. E de um momento para o outro!

Governo de gola apertada!

Mais uma demissão no governo socialista. Após as declarações do Secretário de Estado da Protecção Civil há uns meses, afirmando que não tinha nada a esconder, eis que abandona o barco a breves semanas das eleições.

Obviamente que este governante há muito que perdera toda a confiança política do parte do ministro. Todavia o Verão quente e os seus inerentes incêndios obrigou aquele Secretário de Estado a manter-se em funções.

Agora que a chuva está para surgir foi o momento de sair, tentando não estragar ainda mais a (má) imagem que este governo foi deixando nesta legislatura.

Uma gola demasiado apertada que AC tenta a todo o custo folgar.

Só um breve pormenor. Este governo não tinha maioria absoluta da AR e fez o que fez... Imagine-se com maioria...

Será bom que o povo reflicta nesta ideia!

Definitivamente a gerigonça... já era!

Nunca fui muito sensível às sondagens, Todavia reconheço que algumas até são mais ou menos fiáveis.

Se algumas dão maioria absoluta ao PS, há algumas, no entanto, que apresentam alguma distância dessa maioria. 

Mas do que li fiquei com uma certeza: a direita vai cair num fosso do qual não sei se conseguirá alguma vez mais sair. O eleitorado laranja mais básico não aprecia, de todo, Rui Rio. Pode até ter um discurso coerente, mas falta-lhe carisma. Por outro lado a forma como se tentou colar ao governo apontando eventuais futuras coligações com António Costa não agradou ao eleitorado do PSD. O CDS entretanto continua igual a si próprio e irá cair para números estranhamente (ou talvez não) baixos.

Resta a esquerda que vive momentos de quase euforia (PS) e depressão (PCP e BE). Tudo por causa da tal maioria absoluta que o PS se arrisca a obter. E sem ter feito assim uma fantástica governação.

Usando uma personagem de BD diria que AC é o Gastão, enquando o PCP será o Donald. Tudo porque ao PM as coisas correram sempre bem, mesmo que não esqueçamos alguns graves problemas que todos conhecemos.

Com a perspectiva de deixar de influenciar o governo, o PCP desdobra-se em atacar o governo. Os professores servem de tropa de combate, mas os estivadores parecem querer regressar à luta.

Obviamente que nada disto me parece inocente por parte de alguns sindicatos, mas o PS continua bem lançado para a maioria absoluta. O que equilivaria a que a geringonça deixasse de fazer sentido.

Os dados começam agora a ser lançados. Veremos a quem sairá o póquer...

Prognósticos políticos!

Já me apercebi que tem havido alguns debates em diversos canais televisivos. Decidi desta vez não escutar nem ver nenhum deles. Porque é uma perda de tempo e este é uma coisa cada vez mais cara e que tenho cada vez menos.

Digo perda de tempo porque adivinho o que cada partido irá dizer. Uns irão assumir enormes virtudes, grandes decisões, fantásticas opções. Outros irão contrapor com números e estados de alma numa tentativa de descolar o PS da quase certa maioria absoluta.

Deste modo o PCP e os seus peões de brega (leia-se FENPROF) agendaram greves para muito próximo do dia das eleições de forma a que as pessoas não se esqueçam da luta em que aqueles estão envolvidos. O BE anda ainda em busca da melhor estratégia para enfernizar a vida aos eleitores do PS. Pode ser que até ao início da campanha haja novidades.

Por sua vez o PSD anda tão envolvido em guerras intestinas que quase nem tem tempo para atacar o governo. Aparece Rui Rio num discurso quase monocórdico que não convence ninguém. A mesma ideia se vive no Largo do Caldas, onde a simpática Assunção Cristas já viveu dias melhores. A sua continuação à frente do CDS dependerá em muito dos (bons?) resultados de Outubro.

Sobra o PS que não tem que fazer rigorosamente nada. Basta gerir o país sem grandes sobressaltos e tem a maioria conquistada.

Teoricamente já fui mais a favor de maioria absolutas. Hoje reconheço que as maiorias absolutas são uma espécie de ditadura temporária. Com os inerentes e elevados custos políticos mas também com muitas vantagens internas.

No meio deste fogo brando que vai queimando o país, o PR vai fugindo placidamente ao choque e confronto político, de forma a não estragar antecipadamente a sua imagem de candidato a uma reeleição. Como só ele sabe fazer...

Portanto neste rectângulo o povo já nem quer saber da política. Ainda por cima com um tempo destes... a convidar a banhos de praia.

Uma análise breve... às eleições

Há muitos anos quando se falava de uma abstenção de trinta por cento dizia-se que os abstencionistas eram quase todos da direita já que a esquerda estava maioritariamente mobilizada, mormente dentro do PCP.

Estas eleições para o Parlamento Europeu vieram contradizer esta última ideia já que o próprio Partido Comunista perdeu umas largas dezenas de milhar de votos mais de 190 mil votantes enquanto o BE recebeu mais 175.000 votantes. Entre os que deixaram de votar no PCP e os que votaram no BE há uma diferença de 15 mil votantes que deixaram de votar no partido de Jerónimo de Sousa.

Desconheço se esta transferencia foi directa ou se os eleitores comunistas já não se revêem nesta liderança, enquanto o BE foi à abstenção buscar votos. Tanto uma coisa como outra pode significar um cartão alaranjado a uma postura demasiado ortodoxa dos comunistas.

O primeiro-ministro entretanto canta de galo. Com mais votantes que nas eleições europeias de 2014, o PS tem sobre o segundo partido uma tal diferença percentual que o coloca a cobro de algumas asneiras governativas. Mesmo que para as legislativas a campanha possa ser mais aguerrida, o Partido Socialista dificilmente perderá as próximas eleições.

Tudo porque Rui Rio continua a tentar mostrar-se ao PS para um eventual acordo ao centro. Algo que AC não quer nem deseja.

O CDS continua em queda, essencialmente por muitas contradições entre aquilo que deseja para o país e o que fez enquanto governo. Eu sei que são épocas diferentes, porém seria aconselhável que a líder do partido não esquecesse a sua aventura governativa.

O Bloco continua igual a si mesmo e vai vivendo numa zona confortável. Por um lado critica Costa, para depois assinar por baixo as políticas do governo. Assim também eu ganhava votos.

Entretanto o PAN só existe porque a abstensão é enorme. Provavelmente com mais votantes o PAN não passaria de um grupinho, tal como são o MRPP ou a recente Aliança.

Agora vamos correr para as legislativas. Os partidos não vão ter férias, especialmente os da oposição se não quiserem oferecer ao PS uma maioria absoluta. Que o PCP e o BE também não desejam.

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