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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Sven-Goran Eriksson: o gentleman... sueco!

Como adepto de futebol e sócio de um clube tenho por hábito dizer que neste grande desporto nem tudo é válido para se ganharem jogos e obterem troféus. Assumo mesmo que há momentos tristes e impensáveis. Como os há fantásticos.

E não é por adepto ser deste ou daquele clube que não tenho consciência desportiva. Mas isto sou eu e certamente não obrigo ninguém a ser igual.

Um dos enormes senhores do futebol, de 76 anos, é ainda Sven-Goran Eriksson. Pelo que li, há uns meses assumiu publicamente a sua doença, um cancro do pancrêas em fase terminal.
Tendo passado, na sua carreira como treinador, por um conjunto de grandes clubes europeus, ainda assim disse que gostaria um dia de treinar o Liverpool, clube de sempre do seu coração.

No sábado passado teve essa oportunidade num jogo entre velhas glórias de Liverpool contra outras tantas do Ajax, clube dos Países-Baixos.

Foi recebido em apoteose, em Alfield Road, sob uma salva de palmas dos adeptos ingleses presentes. Mais uma vez os súbditos de Carlos III a mostrarem porque são pessoas diferentes dos demais adeptos, nomeadamente os latinos.

Eriksson agradeceu a concretização de um desejo.

Um gentleman será sempre um gentleman e será reconhecido por isso, aquém e além fronteiras.

Neste derradeiro desafio do treinador sueco, entre a saúde e o cancro, sabemos de antemão quem perderá. Todavia desejo sinceramente que tal só aconteça daqui a muuuuuuuuuuuuito tempo. É que o Mundo será sempre melhor com gente como Sven-Goran Eriksson!

Outros reinos... outras posturas!

Não sou monárquico. Melhor seria dizer que nem republicano já que quando nasci não tive direito a escolher o regime.

No entanto, sempre olhei para o Reino de Inglaterra como um excelente exemplo da forma como a monarquia vive e convive bem com a democracia. Algo que alguns republicanos (ainda) não crêem.

Eu, que nunca estudei, muito cedo percebi que muito do que se dizia nas ruas, tv's, rádios e jornais não correspondia à verdade, o que me obrigou a aprender a separar o trigo do joio. Esta aprendizagem fez com que rapidamente começasse a pensar pela minha cabeça e a não seguir a manada.

Tudo isto para dizer que desde cedo e com a oportunidade que tive segui com interesse a vida da Rainha Isabel II. Nada de revistas cor-de-rosa, mas as diversas bravatas que a monarca, entretanto já falecida, teve de travar durante o seu longo reinado. E foram muitas...

Dou agora o salto para a nova realidade. Em poucos meses dois elementos da família real Inglesa foram diagnosticados com cancro. O primeiro foi o Rei Carlos III, seguindo-se a sua nora, Kate Middleton, esposa do Principe William.

Mais uma vez a coroa Britânica a mostrar ao Mundo que a família real é constituída por gente quase normal! Que têm problemas e doenças como qualquer um dos seus mais pobres e reles súbditos.

O Mundo ficou em choque com a divulgação pública feita pela Princesa de Gales da sua doença, dando com isso coragem a quem estará a passar por situação semelhante.

Bem... depois vêm aqueles que, do alto da sua douta sabedoria, consideram que Kate deveria ter divulgado a sua situação há mais tempo evitando especulações. Uma ideia que a meu ver não fará sentido, tanto mais que Kate deve ter mais em que pensar (e sentir) que vir logo à rua dizer que estava cancerosa.

Ao invés destes comentadores de meia tigela, a Princesa de Gales fez o que devia e quando achou por bem fazê-lo. Esquecem-se alguns que nas Monarquias as eleições são para os súbditos elegerem os seus representantes e não os reis e rainhas, principes ou princesas.

Só desejo a ambos (Rei Carlos III e Princesa Kate) que recuperem rápido destes novos desafios, de forma a mostrarem à saciedade de que massa é feita a monarquia britânica.

À roda de uma vida

Se de vez em quando conseguirmos parar e olhar para a nossa vida de um patamar superior conseguimos, quiçá, entender o que tem sido este nosso caminho.

Quando infantes e rebeldes tivemos nos pais a disciplina férrea para que nos mantivéssemos no caminho correcto, ao mesmo tempo que recebíamos uma catrefada de ensinamentos que melhor ou pior fomos aceitando. Ou não!

Crescemos sob a batuta dos pais que nos encaminhavam ou nos levavam ao esmeril da experiência e que tantas vezes detestávamos. Foi assim que nos tornámos cidadãos de pleno direito com capacidade e discernimento para saber fazer as escolhas correctas.

O tempo corre célere para todos. Os mais novos rapidamente se tornam pais e passam a ser eles os comandantes de outras vidas. Ao mesmo tempo os pais sempre tão eloquentes nos conselhor e recados mirram à força dos anos e doenças. É nesta altura da vida que os filhos começam a ser puxados para a vida dos pais... e a responderam por eles.

Hoje mais uma piscina de A1 até ao hospital de Torres Novas, para acompanhar o meu idoso pai a mais uma consulda de Nefrologia. Chamado à consulta a médica continua preocupada com a sua grave insuficiência renal que já originou a criação de uma fístula no braço direito para iniciar o tratamento de hemodiálise,555 quando fosse necessário.

Todavia a cada consulta a médica vai adiando o dito tratamento, não obstante as análises não mostrarem uma evolução positiva. Só que o restante estado geral continua normal, sem queixas e outros sintomas.

Na pequeno gabinete a competente médica acabou por me perguntar o que seria de fazer? Na opinião dela talvez não fosse mau iniciar o tratamento, mas perante a situação de não haver alterações insistiu comigo para que decidisse que caminho seguir.

Foram breves segundos, mas tempo suficiente para perceber que tinha às minhas costas a responsabilidade da vida do meu pai. Naquele milésimo tempo os papéis inverteram-se. Olhei-o e quase deixei que uma lágrima caísse.

A questão parecia simples, demasiado simples: e se corre mal?

A vida é uma enormíssima roda... hoje estamos cá em baixo, subimos e logo a seguir estamos onde começámos.

A próxima consulta ficou marcada para o dia 24 de Abril! Lá estaremos... ambos!

Nefrologia de Torres Novas: um exemplo a seguir!

Neste país de gente pouco ousada, triste e muito invejosa, a crítica muitas vezes mal-intencionada e soez é o terreno perfeito daqueles que têm no seu umbigo o centro do Mundo.

Tudo é palco de crítica e todos têm soluções maravilhosas para os seus problemas. Então se falarmos da Saúde em Portugal (ou da falta dela!!) muito mais se critica e diz mal, começando obviamente nos médicos. Depois todo o resto do pessoal leva por tabela…

Neste mar de insatisfação em que este povo mal navega, onde fica então o lugar para o elogio? Não terá espaço nem direito? Certamente que deve ter lugar e deverá ser divulgado.

Deixem-me contrariar todos aqueles que dizem mal da nossa Saúde (eu mesmo já falei mal até porque nem tenho médico de família!), para contar uma estória verdadeira e sendo uma realidade poderia ser também espalhada aos quatro ventos. Podia ser que alguém aprendesse…

O meu pai já tem idade para ter juízo. Noventa e um anos creio ser tempo suficiente para deixar de fazer algumas asneiras.

Vive neste momento uma fase de transição, já que se encontra num estado de pré-falência renal. A sua consulta de rotina a uma nefrologista no CHMT (Centro Hospitalar Médio Tejo) em Torres Novas levou-o recentemente a decidir o que fazer no futuro,  assim que os rins deixassem de funcionar.

A opção do meu pai, que não obstante a idade, pensa pela sua própria cabeça, foi de submeter-se a tratamentos de hemodiálise. Aberto o processo, rapidamente foi chamado ao Serviço de Nefrologia para uma consulta Multidisciplinar onde lhe explicaram detalhadamente o que seria necessário. Nesta consulta estiveram presentes: uma médica da especialidade que não a que o costuma seguir, uma enfermeira, uma nutricionista e uma assistente social.

Tudo explicado ao pormenor e sempre com muitos esclarecimentos adicionais!

Entretanto a semana passada parece ter-se constipado e adquiriu uma tosse forte. Perdeu o apetite, tornou-se (mais) amorfo e parecia ter perdido algum discernimento. Daqui de longe aconselhei a minha mãe a levá-lo até ao serviço de urgência do Hospital de Torres Novas, enquanto eu partia de Lisboa também para lá.

Fui encontrá-lo horas mais tarde, no Serviço de Urgência, sentado numa cadeira a aguardar o resultado das análises que já lhe haviam feito. Entretanto antes de sair da capital enviei à médica Nefrologista que o segue no Hospital uma mensagem de correio electrónico contando, em traços gerais o que estava a acontecer.

Estava eu a fazer-lhe companhia quando um jovem médico se aproxima e pergunta pelo nome do meu pai, que ambos respondemos. Foi-nos comunicado que ele tinha uma infecção, cuja origem desconheciam e que tendo em conta os rins seria melhor ficar internado no Serviço de Nefrologia.

Achei que sim, que isso seria o melhor para ele e passada meia hora tenho o meu pai vestido com um pijama do hospital, tendo eu ficado com a sua roupa.

Para não me alongar o meu idoso pai esteve de segunda a segunda internado no hospital, tendo tido alta ontem!

Sei que este postal é maior que o costumo escrever, mas a VERDADE é para ser dita e com todas as letras.

Assim cabe-me como filho, mas também como doente noutras unidades hospitalares, elogiar, leram bem elogiar o Serviço de Nefrologia do CHMT de Torres Novas.

Acima de tudo há ali verdadeiros cuidados médicos! A saúde e o bem-estar dos doentes está primeiro. O Serviço zela pelos pacientes, deixando, com a sua forma de actuar, os familiares mais descansados, porque os doentes geralmente não gostam de ir estar! É normal!

Nas diversas vezes que liguei para a Nefrologia, para saber do estado de evolução de saúde do meu pai, fui sempre bem atendido e acima de tudo, esclarecido! Tanto por médicos como enfermeiras.

Portanto os médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar e até o pessoal administrativo demonstraram sempre uma postura altamente competente e profissional, originando deste lado uma confiança e um descanso inusual.

Arrisco mesmo dizer que dificilmente, em hospitais privados, se encontrará um Serviço tão bem organizado.

Finalizo enviando os meus sinceros parabéns, a todo o pessoal médico e auxiliar, sem excepção, ao Director do Serviço de Nefrologia e consequentemente à própria Administração do Hospital.

Assim deveríamos trabalhar todos: em prol dos outros!

Bem hajam!

Viver a 100 à hora!

A minha amiga Isabel deste espaço diz que tenho pilhas Durecell (passe a publicidade) muito por causa... das causas!

Ou são desafios de escrita, ou são livros, ou a agricultura, viagens, filhos, netas e mais setecentas mil coisas que me aparecem na frente... A todos tento brindar com o meu contributo.

Desde há uns meses a minha vida é passada na A1 entre Lisboa e a saída para a A23. A saúde do meu pai tem vindo a decair consideravelmente. É verdade que os seus 91 anos só ajudam a... piorar as situações que tem, mas há que aceitar.

No entanto como filho, ainda por cima único, não quero deixá-lo desamparado nem à minha mãe. Cabe-me por inerência do cargo e por amor dar-lhes o melhor de mim resumido no meu tempo e disponibilidade.

A semana passada fui com ele a uma consulta e deixei-o em casa em boas condições. A verdade é que desde esse dia até hoje o seu estado geral agravou-se, tendo sido brindado com uma gripe. Não sei se é a gripe A, Covid ou a gripe X, pois o que conta é que tem uma grave infecção. De tal forma que ficou internado.

Ora como estava a meio caminho da aldeia beirã acabei por partir de Torres Novas para Castelo Branco sob uma belíssima chuva. Amanhã vou levantar cedo, ir à padaria comprar pão e pizzas para o almoço, tomar o pequeno-almoço, carregar a carrinha de lenha, pagar a pessoal que tem andado a trabalhar para a família, regressar ao hospital de Torres Novas  para ver o meu pai, partir depois para sul com destino à Aroeira onde deixarei toda a lenha. No dia seguinte regressarei finalmente à Amadora!

Portanto alta velocidade na minha vida como é apanágio quase todos os dias. Só espero nunca pagar uma multa por excesso de velocidade de ... viver.

Termino dizendo que levantei-me hoje às cinco e meia da manhã!

Ufa! Mas antes assim que estar enfermo!

Sabedoria!

A cada dia que passa a questão da velhice preocupa-me. Não no sentido de lá chegar, mas tão-somente em que estado estarei se realmente alcançar esse desiderato!

Hoje mais uma consulta no hospital com o meu pai (já perdi o conto das piscinas de A1 Lisboa- Torres Novas e regresso, que tenho feito ultimamente). A sua saúde está em evidente declínio, mesmo que aparentemente não pareça. Hoje na consulta de Nefrologia assumiu que se tivesse pensado bem não teria aceite fazer a fístula no braço para os futuros tratamentos de hemodiálise até por que a idade já é muita (as palavras em itálico são do próprio).

Se bem que eu não gostasse de ouvir as suas declarações à médica, já no caminho para Lisboa percebi que de alguma forma aquilo fazia sentido.

Só que o meu pai está consciente e autónomo. Pior seria se estivesse demente! Talvez por isto reconheci-lhe coragem em assumir as tais palavras ditas à médica.

Sabedoria também pode ser isto!

Saúde ao alcance da mão!

É mais ou menos pacífico a ideia de que se vive mais tempo agora que antigamente. As contas da Segurança Social que o digam pois de vez em quando acrescentam mais um mês ou dois à idade da reforma. Parece pouco mas em milhares de pessoas ainda são uns milhões que poupam. Mas adiante...

Isto para dizer que uma das razões para que vivamos mais anos prende-se naturalmente com a medicina e os sucessivos avanços das últimas centenas de anos. Basta lerem o "Físico" de Noah Gordon para perceberem quanto a medicina evoluíu.

Porém se não fizermos outrossim a nossa parte, damos de barato a oportunidade de cá estarmos mais um tempo. E a tal nossa parte está ao alcance da mão. Numa pequena caixa, quase sempre de plástico, e onde residem aqueles comprimidos milagrosos que nos deixam viver.

O mais engraçado é que as pessoas muito mais velhas que eu avaliam a gravidade das suas doenças pelo número de comprimidos que tomam diariamente! Quanto mais comprimidos pior parece ser a maleita!

Por este lado também já aderi à caixa... Mas não vou referir o número, nem a cor, nem sequer o tamanho das minhas pílulas!

Mas uma coisa é certa: ando bastante doente, pois passo as noites todas de cama!

O meu maior receio!

Sempre que vou o lar ver a minha demente sogra saio de lá sempre a pensar: quando serei eu a entrar aqui?

Tenho perfeita consciéncia que o meu caminho será naquele sentido, pois os filhos terão de trabalhar até mais tarde e provavelmente até estarão longe de mim.

Mas independentemente de todas as razões sinto-me sempre confrangido quando visito o lar. Mesmo sabendo que a idosa estará muito melhor ali que estaria em casa.

A idade é uma coisa tramada! Quando pensamos que nada nos atinge, lá vêm os anos a colocar-nos no sítio devido para que não tenhamos ilusões ou renovadas esperanças.

Saber viver com a idade que temos é quase um luxo. Mas é aqui que reside essencialmente o meu maior receio: jamais conseguir assumir a minha idade e com ela as minhas reais limitações.

A gente lê-se por aí!

Jerónimo de Sousa, o resistente!

Nunca alinhei pelas ideias do PCP. Um partido muito fechado sobre si próprio, estanque à comunicação social e interiormente diria que muito pouco... democrático. Conheço quem tenha confrontado há muitos anos o antigo lider Álvaro Cunhal pela forma como este liderava o partido. Desse confronto originou a saída do meu amigo da militãncia partidária comunista.

Estranhei por isso a recente notícia da saída de Jerónimo de Sousa da liderança do Partido Comunista. E mais estranhei quando percebi que irá também largar o seu lugar como deputado na Assembleia da República. Algo acontecera para tal decisão, pensei!

Descobri hoje que há motivos válidos e que se prendem com a débil saúde de Jerónimo de Sousa para esta decisão, o que desde já lamento. Sinceramente!

Sair de uma liderança partidária para se dar lugar aos novos com renovadas visões é uma atitude madura, mas abandonar assim o partido é triste e acima de tudo imerecido.

É tempo do antigo metalúrgico e o únido deputado da Assembleia Constituinte ainda em actividade, aproveitar ao máximo a companhia da família e recuperar o melhor que poder a sua saúde. Assim espero e desejo.

Sempre considerei o antigo metalúrgico um homem honesto e afável. O seu discurso não saía do registo a que estamos habituados naquele partido, mas ainda assim mostrava-se sempre muito educado. 

Teimou em 2020, no auge da pandemia, em manter a Festa do Avante quando muitos o desanconselhavam (eu próprio considerei um erro...), mas manteve a sua teimosia e acabou por ganhar a bravata. Terá perdido algum charme político quando não pretendeu ser governo com o PS e daí talvez a queda abrupta nas eleições seguintes com perda de metade dos seus deputados. Os custos de uma geringonça que o país nunca pretendeu...

Termino com a ideia de que Jerónimo sai da política, mas tenho a certeza que a política jamais sairá dele.

Finalmente e como nota de rodapé relembro alguns textos de comentadores que por altura das eleições e dos maus resultados do PCP, a lançarem João Ferreira para a frente do partido. Mais uma vez o Partido Comunista a mostrar como tudo naquela casa fica lá dentro e nada transpira para fora.

Morrer antes de... morrer!

Sempre que vou ao lar onde vive agora a minha demente sogra venho de lá muito triste. Vou olhando aqueles idosos que por ali deambulam e fico a imaginar como estarei eu daqui a dez ou quinze anos... se lá chegar!

Farei também parte desta malta ou conseguirei ainda aguentar este conjunto de ossos de pé? A resposta não está no vento que sopra como escreveu e cantou Bob Dylan, porque feliz ou infelizmente ninguém é dono do seu futuro antes de lá chegar.

Temo, não as doenças ou as dores (já cá moram algumas e que são devidamente tratadas com aguentocaína!!!), mas a falta de discernimento e juízo. Estar vivo, mas não ser vivente é algo que me aflige profundamente. Antes a morte que tal sorte diria a minha avó e que uma vez bem antes de partir me disse:

- Deveríamos morrer sempre novos!

Na altura considerei quase uma blasfémia, mas hoje e perante o que vou assistindo ao meu redor compreendo tão bem a ideia! O pior que pode acontecer a qualquer um de nós é desejarem a nossa morte para não nos verem mais a sofrer!

Enfim... aguardemos o que a vida terá para me oferecer!

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