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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Será da velhice?

Uma das coisas que por aí vou escutando é que as pessoas chegando a uma certa idade tornam-se gulosas. Ou dito de uma forma mais simplista começam a apreciar melhor os doces!

Os mais conhecedores deste fenómeno atiram para a idade a perda de paladar o que vai originar uma buscva por coisas mais apetitosas.

Ora bem... então não é que eu tenho notado um maior gosto por doces. Na verdade antigamente ligava pouco ou nada a bolos, bolachas e chocolates. Mas recentemente dei por mim a comer uma tablete de chocolate de uma só vez. Obviamente que não era muito grande, mas ainda assim considerei um exagero.

No entanto esta fuga para a frente não me leva a comer tudo o que é doce e me aparece na frente. Um pão-de-ló, por exemplo, ainda é para mim incomestível. Tal como as filhós que se fritam cá por casa... aquilo sabe a... coisa nenhuma, já que açúcar é apenas uma amostra!

Ao invés dos bolos, os pudins são bem vindos assim como as rabanadas e demais doces... de colher! Portanto... levanto a questão: isto de ser guloso será da velhice?

O pecado mora no frasco...

Ontem comentei este postal da Maria prometendo falar de um doce que uma tia minha faz com os figos.

É verdade que na aldeia dela as figueiras são imensas e boas. Falo da zona de Torres Novas cidade ribatejana amplamente conhecida pela abundância deste fruto.

Assim de vez em quando sou brindado com um frasco cheiinho destes saborosos frutos 

DSC_0130.JPG 

mergulhados numa calda que é simplesmente.. supercalifragilisticexpialidoce como muito bem cantou Julie Andrews no seu conhecido filme "Mary Poppins" de 1964.

Abri hoje um desses frascos e retirei apenas dois figos.

DSC_0132.JPG 

Comer este doce é obviamente um momento único e que requer ser saboreado muito mas muito devagar. Quase com requinte de malvadez...

Não tenho a receita deste doce, mas o mais importante será sem qualquer margem para dúvida o próprio figo. Este é, certamente, o culpado desta mistura ser tão boa, tão doce e tão... pecadora!

Acabaram-se...

... os doces e bolos de Natal!

Neste postal apresentei algumas das doçarias cá de casa para a época natalícia. A maioria feita aqui, mas surgiram também doces encomendados.

Hoje finalmente desapareceu o que foi ainda sobrando. Ficaram apenas as filhós que não tendo açúcar nem se podem considerar verdadeiramente um doce. Mais... é tradição da aldeia de onde é originária esta receita de fritos, fazer-se uma "festa das filhós" em Janeiro, muito depois do Natal.

Agora que passou a época da luxúria gastronómica, vem o regresso à alimentação mais comedida variando entre peixe cozido e alguma carne grelhada, com algumas saudáveis e necessárias variantes.

Deste modo encerra-se mais uma vez o último capítulo das festividades natalícias de 2022. Para tudo ser recuperado em 2023.

Um Natal trabalhoso!

Com a cachopita a nosso cargo é obviamente impossível entrarmos na fase de fazer os doces e preparar a consoada com normal antecedência.

Deste modo será hoje a partir da hora do almoço que vamos, literalmente, meter as mãos na massa.

Primeiro as filhós à moda da aldeia Beirã (são boas para diabéticos já que quase nem levam açúcar!) amassadas e tendidas pelas senhoras, mas fritas por mim. Depois será a tarte de amêndoa, mousse de chocolate, cubos de chocolate, pudim de ovos, farófias, rabanadas, bolo de bolacha, bolo imperial, bolo de ananás.

Tudo feito aqui em casa.

E ainda se encomendou: uma lampreia de ovos, castanhas de ovo e umas trouxas da Malveira. Ah faltou falar do molotov que também será feito cá em casa.

Para a consoada teremos o polvo cozido, o bacalhau e um galo enooooooooooooorme.
Tudo acompanhado por couves cá do quintal.

20221107_134202_resized.jpg 

Algumas destas já foram distribuídas pela família e amigos. Mas não obstante estarem no meio da cidade não se baixam em qualidade às que trouxe da Beira Baixa.

Portanto mais um Natal... trabalhoso!

Feliz Natal!

Semana de Natal!

Este não será um conto de Natal daqueles fantásticos, bonitos e alegres. Nem um dos tristes e amargos. Este texto será apenas uma breve previsão do que será esta minha semana que antecede o Natal.

Iniciaram-se hoje os primeiros trabalhos com a limpeza de algumas instalações que servirão de local de frituras. Já há muitos anbos que não se frita nada em casa devido ao cheiro que se instala. Deste modo recorre-se a uma casa que serve essencialmente de arrumos para lã se fritarem as filhós, tão ao gosto dos cá de casa.

Durante a semana ir-se-á partindo algumas frutas para outros bolos. Um trabalho que requer paciência e algum cuidado não vá a faca cortar o que não deve...

Quinta-feira amassar-se-ão as filhós para à tarde se fritarem. A seguir hão-de ser os cubos de chocolate, as rabanadas, as farófias, o bolo real, a mousse de chocolate, a tarde de amêndoa e o bolo de ananás!

Depois no sábado a preparação da consoada com bacalhau, polvo e borrego... Tudo acompanhado com as couves aqui do quintal.

Portanto esta semana vai ser bem recheada... Mas sem perú!

Aproxima-se o Natal

Daqui a uma semana a azáfama nas pastelarias será enorme tendo em conta as encomendas previstas para a Consoada e dia de Natal.

Cá em casa não fugimos à regra e já se começa a tentar calendarizar a feitura de algumas coisas nomeadamente doces já que alguma comida virá também de fora.

Não sendo eu um verdadeiro apaixonado pelo Natal tenho de me render ao facto que as crianças serão o combustível preferido desta quadra festiva. São elas que nos animam e é por elas que construímos uma vida.

A minha neta está vidrada no Pai Natal. Neste momento cá em casa temos quatro figuras todas elas diferentes mas a quem ela dedica muita atenção. O "Pá" é agora palavra frequente na sua boca, quando se pretende referir ao Pai Natal.

Talvez este ano me disfarce de Pai Natal para entregar as prendas... e quiça alegrar crianças e quem sabe adultos... 

Ando a matutar na coisa!

A gente lê-se por aí!

Acabou-se!

A época de Natal.

Restaram destes dias alguns doces, sobrou muita comida!

Quanto aos doces vamos fazendo o sacrifício de os ir devorando seja em pijamas ao pequeno almoço, seja em sobremesas após os repastos. A comida também... marcha, já que cá em casa nada se desperdiça.

No dia seguinte ao fim dos doces vou naturalmente pesar-me na mesma balança que usei antes do Natal e tentar perceber os estragos produzidos pelo bolo-rei, azevias, bolos de todas as espécies, rabanadas e demais acepipes natalícios (e não só!), no meu peso.

Entretanto entrei já na fase de jantar iogurtes e flocos, mas a manhã é sempre terrível, especialmente enquanto houver doces!

Veremos as surpresas que irei ter!

Doces de Natal...

feitos cá em casa!

Todos os anos, por esta altura, a cena repete-se e a cozinha, normalmente grande durante o resto do ano, torna-se num lugar ínfimo.

Cada um tem os seus doces para fazer e portanto é necessário espaço e tempo. Começaram ontem estas actividades de doçaria quando fiz a minha mousse de chocolate (uma utêntica bomba calórica).

Todavia hoje foi o dia principal para a doçaria. E nem merece a pena dizer quem fez o quê... Portanto e para não me alongar eis o que se cozinhou hoje:

Filhós beirãs - 8 quilos de massa, centenas de filhós, das quais só aqui apresento um prato, para comer e distribuir pela família;

filhos_beiras.jpg

Coscorões - 1 quilo de massa amassada pela minha mãe, mas tendidas e fritas por cá;

coscoroes.jpg

Bolo imperial - um bolo à base de frutos secos e açúcar;

bolo_imperial.jpg

Queijo de amêndoa - tal como próprio nome indica... ovos e muita amêndoa;

 

queijo_amendoa.jpg

Rabanadas - Geralmente feitas com pão de forma, este ano não se conseguiu comprar, fez-se com outro tipo de pão;

rabanadas.jpg

Pudim Molotof - com cobertura de caramelo

molotof.jpg

Pudim Abade de Priscos - um doce conventual muito, muito bom;

abade_priscos.jpg

E por hoje foi tudo. Para amanhã ficará:

Os cubos de chocolate,

as farófias,

a tarte de amêndoa,

quente e frio,

bolo de bolacha,

e

bolo de ananás e natas.

Se juntarmos a estes doces:

- um bolo raínha que nos foi oferecido,

- um bolo-rei feito pela minha mãe,

uma lampreia de ovos e umas azevias que se encomendaram e um bolo-rei de ananás que comprei ontem na loja dos Açores. creio ter doces suficientes para a festa de Natal e até ao fim de semana.

A gente adoça-se por aí!

Falemos de Bola!

Hoje surprendi os meus colegas de trabalho com uma pequena oferta.

O Paulo é um amigo de longa data e que há pouco tempo lançou-se na aventura de fazer e distribuir as suas Bolas de Berlim.

Sem creme, com creme de ovos, de chocolate, e outros sabores.

Não tem loja física somente virtual.

Eis as duas caixas repletas de bolas de Berlim da Bolíssima!

20180905_102837.jpg

Seguem os comentários que escutei depois:

Divinal.

Muito boa.

Fantástica.

A melhor que comi em toda a minha vida.

Maravilhosa.

 

Portanto podem encomendar aqui: https://www.facebook.com/bollissima/

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