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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Questões à direita

Com a futura constituição da AR vai surgir um novo receio na sociedade e que se prende com o eventual crescimento de grupos políticos muito radicais e associados a uma direita “trumpista”.

Hoje em conversa com alguém, esta confessou ter votado num desses partidos  de direita e apresentou as suas razões para a sua escolha.

Começo assim a perceber duas coisas simples: a primeira é que os votantes nos tais partidos mais radicais fazem-no já com o intuito de nas próximas  eleições conseguirem eleger mais deputados; a segunda é que não viram, nem no PSD nem no CDS, discursos apelativos ou programas políticos que os convencessem a votar neles.

Mas é também aqui que assentam alguns dos meus temores. O que pretendem estes eleitores? Qual o foco e as suas reais preocupações? E como poderão os partidos menos radicais responder às questões dos eleitores que agora votaram à direita?

Domingo foram pouco milhares... noutro Domingo podem vir a ser muitos milhares.

Seria bom que os políticos percebessem isto.

O complexo da esquerda

As doutas palavras de João Miguel Tavares no seu discurso de 10 de Junho fizeram ressurgir os velhos traumas da nossa esquerda sempre tão trauliteira e, sinceramente, muuuuuuuuuuuuito pouco democrática.

O jornalista, comentador, bloguer atreveu-se a falar ao mundo português de assuntos... que outros anteriormente já haviam falado. O problema mesmo é que JMT não alinha pela equipa de esquerda o que, à partida, lhe trará sempre mais dissabores que alegrias.

A esquerda no seu velho e bafiento complexo de "quem não está comigo está contra mim". atirou-se ao alentejano Ministro do Governo Sombra. Para tanto basta ler alguns textos e comentários que pairam na rede para se perceber que alguns portugueses têm uma noção de liberdade de expressão do tamanho de um grão de areia.

Dito de outra maneira: há quem pense que a democracia só existe se pensarmos todos de igual forma. Nada mais errado. Da diferença e do sempre salutar debate poderão nascer novas ideias e renovadas formas de fazer política.

A esquerda em Portugal, não obstante apresentar alguns resultados eleitorais, continua presa, agarrada aos dogmas teóricos duma sociedade sem classes e que nos tempos que correm não fazem qualquer sentido.

Não seria melhor acordarem de uma vez por todas para a realidade?

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