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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Desafio... ainda mais colorido!

Há quem use a popular expressão verde de raiva quando as coisas não correm bem. Inclusivamente nas aventuras de Astérix, o Gaulês, Uderzo pintava sempre de verde a personagem enraivecida.

Mas não é de BD que venho falar, mas tão somente daquele exercício de escrita semanal, onde as cores são o tema ou o mote, como lhe queiram chamar...

Esta semana andamos todos muito amarelados... Eu inclusivé! Não sei se é deste Sol que ultimamente nos tem aquecido, a verdade é que a icterícia é esta semana a supimpa cor!

Para se ler aqui...

FátimaConcha, 3ª Face, Maria AraújoPeixe FritoIsabelLuísa de Sousa, Maria, Ana D., Célia, Charneca Em Flor,, Miss LollipopAna MestreAna de Deus, Cristina Aveiro, bii yue, João-Afonso Machado, Marquesa de Marvila  e este que se assina nesta chafarica.

Não se esqueçam do comentar...

15 Factos sobre mim!

Achei graça ao exercício que a Mafalda propôs ao publicamente revelar um pouco de si mesma. Não me parece um desafio fácil, até porque este exige, acima de tudo, muita sinceridade.

Quinze factos sobre mim não me retratam na minha plenitude, longe disso, mas poderão desmitificar-me um tanto.

Portanto aqui vai:

1 – Acredito que o verdadeiro amor vence todos os obstáculos;

2 – Tenho o vício de escrever (o único que me lembre);

3 – Adoro dormir ao Sol na praia (é a única altura em que gosto de dormir);

4 – Sou um conversador nato (nunca me dêem corda se me encontrarem...);

5 – Perco as estribeiras com alguma facilidade (mesmo assim com a idade tenho vindo a melhorar);

6 – Detesto gente hipócrita e oportunista;

7 – Adoro o silêncio da natureza;

8 – Gostaria de ter sido marinheiro;

9 – Prefiro ser um rico homem (ainda não cheguei lá!) a um homem rico (muito menos…);

10 – Gosto de ajudar quem realmente precisa, mas não dou esmolas na rua;

11 – Tenho a mesma postura em todo o lado seja de forma pública, na escrita ou em casa;

12 – O humor é uma das minhas chaves da felicidade;

13 – Contento-me com muuuuuuuuuuuito pouco;

14 – Adoro amar (seja um animal, pessoas, textos ou paisagens);

15 – A minha família é o pilar da minha vida.

 

Sou assim, profundamente imperfeito. mas não gostaria de ser de outra maneira.

A gente lê-se por aí!

(Obrigado Mafalda!!!)

 

Porque eu posso!

A Fátima do blogue "Porque eu posso", no âmbito das comemorações do sétimo aniversário do blogue, instigou-me a escrever sob o mote que dá título ao seu espaço, o que agradeço sinceramente.

Entretanto demorei algum tempo até encontrar esta minha estória de vida!

 

Naquele final de Janeiro era frequentes as filas de pessoas ao redor do Banco de Portugal, apanhando a Rua do Comércio, rua do Ouro e rua de S. Julião.

As filas com centenas de pessoas iniciavam muito antes das oito da manhã e por vezes, eram quatro da tarde e ainda havia por lá muita gente.

Saí para almoço já tarde e quando regressei, mais tarde ainda, aproximei-me de uma das portas de entrada. Alguém que estava na fila grita:

- Você vai entrar aí?

Como não pensei que fosse para mim aproximei-me mais da grossa grade de ferro de forma a pedir ao segurança que me destrancasse a porta. Só que a multidão ao meu redor começa a exceder-se e travam-me a entrada:

- Você vai entrar aí? – repetiram a pergunta.

- Sim – respondi – e depois mostrando o cartão da casa devolvi - porque eu posso!

 

Também aqui.

Resposta à resposta!

A Sarin lançou-me um desafio, eu respondi, ela devolveu com este belo texto. A bola veio para este lado e agora é a minha vez de assumir a bola e fazer dela… o que a minha mente aprouver.

 

Diz a sabedoria popular que “à mulher de César não basta ser séria, tem de parecer”! Plasmando este ditado na Festa do Avante de 2020, creio que se o PCP não tivesse organizado o evento sairía claramente por cima, dando um exemplo à sociedade civil e mostrando que a sua preocupação era com o bem-estar do povo. O comunista e não só!

Porque, digam o que disserem a Festa do Avante, não é somente um evento político, mas tornou-se, e ainda bem, um acto cultural. Acrescentaria que serão mais as pessoas sem qualquer afectividade ao PCP que visitam a Festa que os próprios comunistas. Ou pelo menos visitavam.

Mesmo com todas as regras de higienização que possam ter implementado a Festa cheirou a… teimosia partidária. Tão-somente!

Quanto a Jerónimo de Sousa… diria que é uma figura simpática, afável. carismática. Todavia o registo invariavelmente cinzento dos seus discursos já me parece evitável. Urge para o PCP a necessidade de uma alma nova, de renovadas estratégias, de um líder que aproxime gerações (a juventude raramente se revê nos mais velhos).

O mundo mudou… muito, mas os comunistas continuam presos num passado que já não regressa. E esse será eventualmente o seu maior erro. Como diria alguém: é preciso ousar!

Entretanto outros partidos de esquerda aproveitaram-se deste congelamento político dos comunistas e vão arregimentando eleitores que provavelmente até já votaram no PCP. A prova está à vista de todos: o PCP a descer no número de eleitores e outros a subir.

Termino com uma confissão: entre os meus amigos tenho um muito especial que foi militante do PCP. Todavia muito cedo na sua militância percebeu que "o partido não tinha nunca auto-critica" (palavras dele!) e fê-lo notar na altura ao líder Álvaro Cunhal, que não apreciou, de todo, o reparo. O ambiente entre ambos, ainda por cima sendo os dois juristas, foi-se deteriorando. Daqui resultou que o meu amigo ao fim de uns tempos abandonasse o partido, mas nunca as suas convicções de esquerda!

A seu tempo virá... uma resposta!

A Sarin puxou por mim, desafiou-me. Como não gosto de virar a cara a uma salutar bravata, nem que esta seja somente por palavras e ideias, respondi-lhe pedindo que comentasse este meu postal que publiquei em Setembro último.

Ora vai daí que aquela menina também não se nega a nada e pumbas... respondeu a preceito no seu espaço através deste longo postal que irei ler com muita calma e que será, obviamente, sujeito a uma resposta minha.

Estas trocas de galhardetes são fantásticas e não obstante termos ideias, conceitos e desejos diferentes, aprendo sempre muito com esta menina.

Mais uma vez muito obrigado, Sarin!

Sinto-me um privilegiado da escrita!

"O Natal é quando um homem quiser" - parte 2

Caríssimos bloguers,
O projecto que se falou aqui na semana passada vai ser agora desvendado. Creio mesmo que já perceberam o que se pretende fazer,  juntar o maior número possível de contos de Natal (os já publicados nos blogs e os que poderão ainda escrever) e publicá-los em livro.
Será uma colectânea de contos de Natal escritos na blogosfera, mais que não seja, para ficarem para memória futura.
A equipa encarregue de os juntar, compilar, rever (não no aspecto de sintaxe mas tão somente alguma gralha indesejada) e mais tarde enviá-las a uma editora para publicar, seremos nós,  Isabel e José. 
É aqui que “a porca torce o rabo” pois vamos necessitar de provavelmente pagar as cópias que cada um de nós vai querer. Sei que alguns podem não ter a facilidade de dispor de dinheiro para este investimento , mas assumimos que também não será por isso que o livro não se publicará.
Até pode ser que apareçam alguns apoios culturais…
Portanto peguem nos vossos periféricos e toca a escrever, rever e a enviar para este mail contosdenatal@sapo.pt os vossos contos.
O prazo termina impreterivelmente a 31 de Março de 2021.

Ficamos à espera.

O meu amigo mar!

Resposta à Luísa!


Sentado na areia húmida deixo que a água fria do mar me vá docemente lambendo os pés descalços. Depois olho para aquela imensidão anilada e fico a pensar como poderia ter sido feliz se tivesse sido marinheiro.
Cruzar oceanos, sentir o sal na cara, adormecer a olhar as estrelas e acordar com o sol alaranjado por entre dois azuis....
Gostaria também de poder mergulhar no mar profundo em busca daquele silêncio que só aquele sabe oferecer.
De súbito uma onda veio mais forte e abraçou-me deixando-me encharcado.
Sorri.
Repito para mim mesmo que adoro este azul marinho. Comparado com este só aquele anil açoriano em contraste com o negro das pedras.

O mar o meu amigo para sempre desconhecido!

 

De água me vesti...

Resposta ao desafio da Mula e da Mel

Sinto a água fria correr-me por entre as mãos e pergunto-me que voltas terá dado para ali chegar? Estou numa velha fonte onde duas bicas não param de despejar no tanque a água que vem do ventre da terra.

Sinto-me um privilegiado por poder beber desta água fria e sem sabor, que corre insistente.

Foge esta por caminhos estranhos, saltitando por entre pedras, encolhendo-se nas pontes, alargando-se dos estuários, alagando lameiros em tempos de invernia, enchendo barragens, matando a sede ao gado sedento num qualquer Verão quente. Ninguém a consegue parar e num momento de revolta e fúria na intempérie leva tudo à sua frente.

Gostaria também de me vestir de água, subir às nuvens, descer às terras sequiosas em torrentes fortes, saltitar por entre caminhos ínvios e parar somente para te receber naquele banho refrescante.

A água é verdadeira companheira dos meus tristes momentos. Que o digam as lágrimas que choro.

De carta me vesti…

Jamais me lembraria de escrever sobre este tema, mas a Mula e a Mel lançaram a ideia e assim vamos lá dar corda aos sapatos (leia-se escrever).

Fico a pensar que se fosse uma carta que género de missiva gostaria de ser.

. Uma carta transbordando ternura, carinhos e onde se destaca a palavra amor?

- Uma de desamor anunciando tristezas e amarguras e à qual se acrescenta traição?

- Uma carta de reconciliação onde se reveem os erros e transpira desculpa por todo o lado?

- Uma carta triste, cinzenta e onde se lê a morte?

- Uma carta florida, iluminada por uma estranha luz a que chamamos vida?

- Uma carta branca com letras petras e que diz: deve?

- Uma carta pesada, lenta e onde a incerteza aguarda?

Talvez não queira ser nenhumas delas e apenas deseje ser uma simples folha branca de papel, onde possa escrever uma só palavra e no final poder ler:

Liberdade!

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