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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Verde foi o meu nascimento...

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Resposta a este desafio!

 

Azeitona.jpg 

Há uma velha adivinha que principia com o título deste postal. Apostaria que sem a fotografia supra as pessoas com menos de 40 anos jamais saberiam decifrá-la. e algumas mais velhas também não!

É assumidamente sabido que a luz nas aldeias, há umas boas dezenas de anos, era "subsidiada" pelo azeite, retirado com saber das azeitonas maduras. Hoje há a luz eléctrica e o mesmo azeite já não ilumina ninguém, apenas tempera os pratos.

Seja como for daqui a uns meses aqui estarei, na aldeia, a colher estas mesmas azeitonas que terão, certamente, amadurecido e enviuvado, sinal evidente que estarão prontas para seguirem para o lagar.

O azeite continua a sofrer os meus tormentos... mas já não será para dar luz ao Mundo!

Nota

a adivinha diz assim:

Verde foi o meu nascimento

E de luto me vesti.

Para dar luz ao Mundo,

Mil tormentos padeci!

Um brinquedo será sempre um brinquedo...

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Resposta a este desafio!

... mesmo que esteja danificado.

Esta manhã quando descia uma escadaria para ir aos correios, eis que me deparo com este exercício de imaginação. Estive para seguir, mas no mesmo instante peguei no telemóvel e saquei esta sugestiva imagem.

 Não é a primeira vez que encontro brinquedos no chão, a maioria estragados. Todavia alguém cuidou de colocar o carrinho amarelo em cima de uma lata de um qualquer refrigerante.

Depois de tantas horas ainda estou intrigado com esta imagem. E se há imagens que valem por mil palavras esta vale por mil ideias.

brinquedo.jpg 

Deixem a imaginação trabalhar e depois, se quiserem, venham aqui sugerir um nome diferente deste que eu dei e que entitula este postal, para esta foto.

Fim de dia!

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Resposta a este desafio!

Ontem pela tarde enquanto o meu neto mais novo cirandava livremente pela sala aproximei-me da janela e deparei com um por de sol muito luminoso.

Logo ali ocorreu-me tirar uma foto, mas desta vez não utilizei o telemóvel mas uma das minhas máquinas fotográficas. O problema é que o equipamento estava guardado e enquanto o recolhi o Sol desceu mais um pouco retirando a beleza á foto.

Um por-de-sol pode ser uma metáfora de vida e por isso conseguir vê-lo é um previlégio, mesmo que não seja numa praia paradisíaca ou no campo liberto, mas sim na urbe sempre tão activa e cosmopolita.

horizonte.JPG 

Finalmente sempre ouvi dizer que quando o dia acaba assim luminoso o dia seguinte acorda também com Sol. Já percebi que não passa de sabedoria popular... pouco comprovada.

É que por aqui o dia acordou chuvoso!

Amizade e isenção!

Estava eu sentado a tentar encontrar algo sobre que escrever quando toca o telemóvel. Um antigo colega e agora amigo. Atendi e tivemos esta breve conversa:

- Viva João (nome fictício) com estás?

- Olá Zé, como vai a bizarria?

- Tudo fantástico.

- Telefono-te para te dizer que já recebi o teu livro?

- Boa! Foi rápido... - respondi enquanto pensava que o livro levara uma semana para fazer meia dúzia de quilómetros!

Por fim lança a fatal questão:

- Quanto te devo?

- Nada! Pediste-me alguma coisa?

- Não!

. Então... só espero que te divirtas a ler.

- Mas os livros são caros...

- Eu não levo dinheiro dos meus livros. A ninguém! - depois expliquei-lhe o que já aqui havia escrito.

O nosso diálogo acabou com este remate do seu lado:

- Ao ofereceres os livros ninguém dirá mal da tua escrita!

- Pois... és capaz de ter razão... - ri e acabámos por nos despedir.

Só que aquela última frase do meu amigo não caiu "em saco roto" e de súbito, eu que estava sem tema para escrever, encontrei o mote de hoje.

E principio com uma questão simples: será que somos capazes de ser isentos numa análise eivada de amizade?

Por este lado gosto de pensar que sim, mas o problema é que, por exemplo, os livros que me chegam dos autores são muito bons. Logo as minhas criticas tendem a ser bem positivas perante aquilo que vou lendo. 

Posto isto lanço uma pergunta à comunidade: seremos realmente capazes de distinguir a amizade da competência, e fazer uma crítica com a maior isenção possível?

Fica ora lançado o desafio. Responda quem quiser!

Aproximam-se... novas!

Gosto da palavra "novas" que os antigos tanto usavam quando desejavam referir novidades!

Então por aqui brevemente teremos novas... Páginas para ler. Quem quiser, obviamente!

O meu primeiro livro foi muito bem aceite por quem o recebeu. A maioria das pessoas até conheciam as histórias nele contidas, mas compiladas em livro pareceram ter outro sabor. Para eles e para mim!

O pior nestas coisas de escrita é sentirmos que o bichinho se infiltrou dentro de nós, de tal forma que não desejamos parar. Quem por aqui vai passando já deve ter deparado com alguns textos onde referi o início desta aventura de... escrever. O que equivale dizer que tenho muita coisa redigida, muita mesmo que nunca viu a luz do dia. Ou porque são textos fraquinhos, fraquinhos ou porque hoje já não fazem sentido e requerem uma ida ao esmeril literário.

Portanto no fim do ano passado iniciei a compilação de mais textos. Que verão brevemente a luz do dia!

Mas é agora que o meu coração treme. Se publicar um livro isolado pode ser (e foi!!!) uma aventura fantástica, já a ousadia da edição de um segundo livro eleva a minha própria fasquia para um nível muito mais exigente. 

Enfim... já falta pouco! Porque o tempo muitas vezes... passa depressa demais! 

Temos artista!

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Resposta a este desafio!

Tenho diversas máquinas fotográficas. Comecei com uma Yashica que tem nmis de 40 anos, ainda a película, para depois surgirem outras mais modernas, digitais e prontas a disparar (enqunto houver bateria).

Há uns tempos largos a minha neta apercebeu-se do uso da máquina fotográfica e pretendeu também experimentar. Sob a minha atenta supervisão ela disparou sobre tudo e todos. Certo é que com o tempo foi-se aperfeiçoando. E se há coisas que ela fotografa sem gracinha nenhuma, há outras que têm imensa piada... Diria de artista consagrado.

Como o exemplo da fotografia infra, que quando a vi achei bem interessante. Creio que a cachopa de somente quatro anos tem queda para a coisa. Espero é que saiba onde e quando cair!

DSC_0359.JPG 

Já agora sabem o que é esta fotografia?

50 ou 60: haverá diferenças? (republicação com alterações)

Resposta a este pedido da minha amiga Isabel!

A Luísa do “Pepita” é que me estimulou a escrever sobre este tema do meio século de idade. Porém lembrei-me que já havia escrito algo sobre o assunto, aqui mesmo. Fui reler.

A verdade é que hoje com 60 anos não aparento (ainda) a idade que realmente tenho (é o que dizem!!!), continuo à espera (mea culpa) de publicar o tal livro consegui finalmente publicar um livro e estou a preparar um segundo e passei a ouvir pior devido a dois AVC’s/AIT’S como lhe queiram chamar, que me afectou profundamente aquele sentido.

Quanto ao resto… não noto interiormente enormes diferenças. Como repetidamente vou dizendo por aí: tenho a experiência dos 60, amo como se tivesse 30 e brinco como se tivesse 15.

É certo que ao meu redor muita coisa mudou na última dezena de anos: os filhos acabaram os cursos e estão a trabalhar, um deles casou casaram ambos e já foram pais de meninas, nasceram 3 sobrinhos-netos, os meus pais estão bem mais velhotes e eu estou mais próximo da reforma já estou reformado.

Agora também escrevo mais, leio mais, viajo mais, vivo mais… Mas unicamente porque tenho disponibilidade para tal (ai quem dera esse ano!).

Entretanto todas as manhãs continuo a agradecer o acordar para enfrentar os desafios que me vão sendo propostos. Quanto a sonhos… bom… esclareço que já me deixei disso. Há muito. Posso desejar visitar este ou aquele local, mas nunca passará de um mero desejo que poderei ou não realizar. E se nunca lá for paciência… Jamais entrarei em colapso…

Portanto será bom para quem chegar a estas idades, 50 ou 60, se vá libertando dos excessos de desejos, vontades, sonhos e se preocupe unicamente em viver o dia a dia.

Só assim se será realmente feliz!

 

Nota final: o que ficou desactualizado desde 2019 ficou à mesma neste postal apenas com um corte e foi acrescentado um novo e actualizado texto em itálico.

Museu da Marioneta

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Resposta a este desafio!

Faz parte da minha infância quando na praia da Nazaré, onde vivi durante algumas férias de Verão, um grupo de "Robertos" fazia as minhas delícias.

A semana passada fui ao Museu da Marioneta em Lisboa, sito nuim antigo Convento. Quem gosta desta arte de fantasia o museu vale a pena, Quem não conhece poderá conhecer e apaixonar-se por este género de espectáculo.

Fica apenas uma foto de uma das muitas vitrinas com marionetas que podemos encontrar neste Museu.

20231228_110359_resized.jpg

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