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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Mais perto...

... Mas não menos interessante.

Após uma manhã a passear pelos claustros e demais divisões e salas do Mosteiro de Jesus onde a Santa Joana Princesa se encontra sepultada foi o momento de rumar a sul.

Mas o destino não era casa, não senhor! Um desejo antigo de visitar o Museu do Vidro na Marinha Grande foi prioritário. Às duas da tarde já estavamos a falar com dois mestres do vidro: o José M., lapidador e que consegue com arte e engenho fazer coisas líndíssimas e com o Mário R., um jovem de oitenta e sete anos, que se especializou em moldar o vidro através de maçarico.

O Museu em si tem peças fantásticas e tão corriqueiras na nossa vida que nem damos real valor ao trabalho a  que o vidro obrigou.

Merece uma visita atenta.

Resumindo este fim de semana visitei:

Museu de Aveiro;

Museu da Vista Alegre;

Museu Marítimo de Ílhavo

e finalmente o

Museu do Vidro.

Quatro espaços incríveis, bem organizados e que são referências culturais mais que locais, nacionais!

A não perder!

Controvérsia poética!

Foi notícia de primeira página num jornal diário a errada atribuição da autoria de um poema a Sophia de Mello Breyner Andresen.

Segundo o autor do texto, a filha da poetisa tenta desassociar o escrito da suposta autora. Todavia parece um trabalho árduo já que numa pesquisa rápida na Internet este poema está (quase) sempre atribuído à primeira mulher vencedora do Prémio Camões.

Voltando ainda ao texto do jornalista, este refere que o poema é “…fraquinho…” entre outros epitetos desvalorizando obviamente os versos. Não sou um especialista na escrita da poetisa nascida no Porto e portanto não posso avaliar se o poema teve ou não o cunho de Sophia.

Mas nestas coisas de direitos de autor e apócrifos fico sempre de pé atrás, porque não percebo porque alguém que escreve um texto deixe que a autoria do escrito seja atribuído a outrém sem que isso o melindre. Só se houver segundas (más) intenções, o que não parece ser o caso.

Há, no entanto, nesta história algo estranho, aspectos que não consigo compreender. Primeiro a forma como este poema aparece ligado à Sophia, depois a sua imensa proliferação.

Fica somente uma questão: não poderia a poetisa ter somente escrito um poema menos bom aos olhos dos especialistas?

Quem anda pela escrita nem sempre é feliz nos seus textos. Faz parte da vida!

(Re)visitar Évora!

Tal como havia escrito neste postal em Abril passado, regressei à capital do Alto Alentejo. A cidade museu onde ao dobrar de uma esquina há um antigo palacete, uma janela bonita, um azulejo especial.

No Museu do Relógio encontravam-se três aparelhos já reparados e tendo em conta o sábado achei por bem regressar a uma cidade, da qual gosto especialmente.

Nunca lá trabalhei nem nunca lá vivi. Todavia Évora é uma cidade fascinante.

Eram 10 e maia da manhã quando cheguei a uma cidade que se encontra em festa, à conta do S.João. Percorri as ruas pejadas de turistas, visitei demoradamente a Igreja do Convento de S. Francisco, assim como uma exposição de Presépios pertencentes a um casal da terra, com mais de 2700 peças.

Uma exposição de peças de arte sacra e paramentos, também pertencentes ao velho Convento Franciscano, foi outra das mostras que visitei.

A igreja do Convento surgiu como uma belíssima surpresa. Totalmente recuperada desde 2015, merece um olhar atento sobre a quantidade de retábulos expostos. Todavia de toda ela sobressai esta Capela pela sua imponência e beleza.

20180623_160120.jpg

Mas, sinceramente, todo o trabalho de restauro feito na igreja está ao nível de muita coisa que já vi fora de Portugal. Muito, muito bom!

A Capela dos Ossos, celebérrimo templo anexo ao Convento continua a ser um monumento curioso. Especialmente a sua frase na entrada: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos", como que a dar a chamar-nos à atenção para a nossa efémera vida. 

Tentei entretanto chegar à Sé, mas esta fechou cedo demais para o meu tempo. Só que já em tempos a visitara... Portanto não fiquei grandemente aborrecido!

Aproveitei para ver se as obras ao lado já haviam terminado.

Parece que ainda não...

20180623_170339.jpg

 

 

 

 

Astérix et ses amis

Foi um acaso. Olhei para o escaparate e vi as figuras inconfundíveis de Astérix e Obélix. Primeiro pensei que fosse a última aventura dos irredutíveis gauleses, mas logo percebi que não.

Tratava-se simplesmente de um número especial unicamente sobre "L'art de Astérix", publicado pela revista francesa L'express.

Obviamente que entrei na loja e adquiri a revista.

Assim que pude sentei-me a folhear aquelas mais de cem páginas coloridas e não só e onde numa primeira vista se pode observar e saber muitos pormenores e opiniões sobre a dupla que há 58 anos publicou pela primeira vez numa revista da especialidade, que Udrzo e Goscinny criaram chamada Pilote, as primeiras pranchas de Astérix e o seu fiel amigo.

E tudo em bom francês!

Fiquei de tal maneira absorvido pelas imagens e por alguns textos que pude ler, que fiquei sem almoço.

Mas foi por uma boa causa, dga-se de passagem.

Um documento muito especial, principalmente para os amigos do gaulês de bigodes loiros.

Imperdível.

 

Asterix_express (4).jpg

 

 

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