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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Carnaval? Nem a sério!

Nunca gostei do Carnaval. Nem das partidas que se faziam, nem das máscaras e muito menos dos disfarces que cada um dos foliões gosta de vestir.

Hoje o Entrudo é um negócio valente, já que as crianças adoram vestir-se de qualquer coisa... diferente. Pelas ruas do meu bairro vi infantes trajados a rigor: bombeiros, polícias, ursos Panda, princesas, fadas e mais um ror de figuras.

Até a minha neta mais nova foi vítima desta correria e vestiram.na de unicórnio. Mas para as crianças tudo é palco de brincadeira e mesmo não gostando da época não me cabe criticar.

Entretanto chegeui cedo da Beira Baixa onde fui num viagem relâmpago e dei conta do imenso trãnsito na A1, especialmente no sentido Sul.Norte. Imagino que muitos sejam foliões em busca da imensa oferta de festejos carnavalescos que o país tem para oferecer!

Eu fico por casa... Porque Carnaval não é mesmo a minha praia. Ainda por cima eu que gosto tanto de brincadeira.

Mas desta decididamente... não!

A gente lê-se por aí!

Cuidar da alimentação!

Sou pai de dois filhos, hoje homens e pais. Mas criei quatro crianças já que os meus dois sobrinhos viveram grande parte da sua vida comigo. Fui eu que os levei e fui buscar à escola, à natação, ao inglês. Muito eu corri naquele tempo, especialmente de carro, para que todos chegassem a tempo e a horas.

Da mesma forma também lhes dei muitas vezes de comer, ajudando os avós (os meus sogros!) nesses trabalhos. 

Tudo isto para dizer que sempre tive o cuidado de dar a todos eles uma alimentação cuidada onde nunca faltou aquele peso de carne e peixe, muitos legumes e leguminosas e obviamente a sopa, para além da fruta. Talvez por isso cresceram saudáveis, sem problemas de maior.

Sei que já passou uma geração sobre aquele tempo, que hoje há uma nova filosofia para a dieta alimentícia, tendo muitos pais optado por uma alimentação mais à base de vegetais por troca da carne e do peixe.

Não sendo eu nutricionista, não me cabe dizer bem ou mal das novas experiências alimentares, o que conta mesmo é que as crianças cresçam saudáveis.

Mas se há pais que têm esta opção, também há aqueles quee alimentam os filhos à base de comida de plástico. Querem lá saber do peso da carne, do peixe que os infantes ingerem! Muito menos se bebem com fartura refrigerantes em vez de água. Depois enchem os bolsos dos miúdos de bolos, todos eles de qualidade muuuuuuuuuuito duvidosa.

Há também quem leve os filhos à pastelaria, logo pela manhã, onde bebem aquele sumo de pacote carregadinho de açúcar, mais um bolo envolto em creme e levam mais um ou dois para a merenda!

Eu que cuido de uma criança e quatro anos, longe de mim substituir o seu pequeno alomoço feito com fruta verdadeira e cereais, por produtos, quiçá mais saborosos, mas provavelmente menos saudáveis.

Pois é educar uma criança não é facilitar-nos a vida. Na maioria das vezes é complicá-la.

Mas eu, sinceramente, prefiro assim!

O tal... amigo!

Uma das minhas involuntárias valências prende-se com a facilidade que tenho em encontrar lugar para estacionar o carro. E não me estou a referir a parar em cima de passeios ou em outros locais indevidos. falo que locais próprios. Mesmo que haja uma enorme procura de um lugar por outros condutores eu consigo de forma "quase" natural encontrar um buraquito para enfiar o meu carro.

Devo acrescentar que esta valência já tem herdeiros: os meus filhos!

Esta suposta valência tem um estranho nome: "o amigo invisível". Este epíteto é mais usado quando a minha neta anda comigo no carro. Com frequência é dito: o avô tem um amigo que inventa um lugar para estacionar! Curiosa como qualquer criança, a miúda pergunta sempre: mas onde está o amigo do avô? A resposta é invariavelmente a mesma: é um amigo invisível!

Ora um destes dias fui ao Museu de Marinha com a cachopita. Bem perto do museu, mesmo defronte do CCB há um parque de estacionamente sem ser pago e por isso há sempre uns arrumadores a aproveitarem-se do sítio para abichar uns euritos dos condutores.

No entanto o mais curioso foi a minha neta que vendo os arrumadores gritou de contente:

- Olha avô o teu amigo está ali! - e apontou um dos arrumadores.

Não resisti a uma boa gargalhada e pensei:

- Miúda esperta!

Tempo de Natal!

Aos 5 anos apanhei o meu maior choque natalício. De tal maneira que nunca mais olhei para o Natal com os olhos de criança e manteve-se até muito tarde na minha vida. Confesso que se não fossem as minhas crianças provavelmente o Natal seria hoje um dia "normalérrimo"!

Só que a vida ensina-nos a diluir as frustações e as tristezas no mar dos acontecimentos e aquilo que em tempos pode ter sido menos positivo quase desaparece ficando apenas um breve resíduo!

Sempre vivi com pouco, isto é, não valia a pena pedir este Mundo e o outro pelo Natal, que já sabia que tocava-me sempre pouca coisa. O dinheiro não esticava...

Hoje as crianças escrevem cartas ao Pai Natal a fazerem pedidos que quase parece um rol da mercearia! Para certamente no dia seguinte não ligarem patavina às coisas. Todavia há no olhar de uma criança perante a figura gorda e simpática do Pai Natal, um não sei explicar de magia e fantasia. Depois as luzes da árvore de Natal, dos enfeites, dos chocolates... 

No fundo o Natal é mesmo das crianças enquanto os adultos, por estes dias, se empaturram de comidas e doces, incrementando o peso para valores catrastóficos.

Escreveu o poeta que "... o Natal é quando o homem quiser!" Uma verdade que infelizmente não se aplica porque o homem só o quer por esta altura.

Finalmente fica aqui o meu registo sincero de Votos de um Santo Natal para todos os meus leitores, comentadores e até os que me detestam já que tdos merecem um Natal à maneira!

Boas Festas!

 

A sabedoria de saber brincar!

Já por aí referi algures que não guardo da minha infância as melhores e mais gratas recordações. Nem da escola desse tempo. A verdade é que viviamos filosofias diferentes das de hoje e sendo eu filho único a coisa tendia a piorar.

Talvez por isso (e não só) nunca soube realmente brincar, nomeadamente com aqueles que conhecia. Uma disciplina férrea era-me imposta e jamais consegui fugir dela!

No entanto a vida fez em mim o seu caminho e muitos anos mais tarde fui pai de dois rapazes. Dei por mim, muitas vezes, a vê-los apenas brincar, porque o sabiam fazer, coisa que eu nunca soubera.

Novo salto no tempo e aterramos no dia de hoje em que sou avô, para já de duas meninas e tio-avô de mais três crianças.

Quando este fim de tarde, já noite carregada, parei o carro na garagem logo apareceu a minha neta e a sua prima com alguns meses a menos que ela. De súbito desatam a correr à volta do carro. Uma, duas, três...  acabei por perder o conto das voltas que ambas deram ao carro. Riam e gritavam em vozes bem estridentes.

Fiquei ali a olhar embevecido para as cachopitas, a tentar perceber que galhofa seria aquela de andar uma atrás da outra à volta de um automóvel!

Decorreram alguns minutos até que percebi a sabedoria daquela brincadeira tão simples: o foco não era uma eventual competição, mas uma possibilidade! De as duas poderem estar uma com a outra nesta tarde/noite!

Nem que fosse apenas para correr.

Educação: decisões difíceis!

A maneira como cada um de nós educa ou educou os filhos varia muito da nossa própria educação ou da forma como assumimos a vida que vai escorrendo por entre as nossas mãos.

Tenho um velho amigo que nunca soube educar convenientemente os filhos. Mas não o fez por descuido, mas porque, no fundo, também fora educado da mesma maneira. Ele sabe perfeitamente o que penso, pois disse-lhe ene vezes que estava a educar mal os seus infantes. Na altura ele concordava comigo, mas não nunca teve força psicológica e moral para inverter o rumo dos acontecimentos, com os custos financeiros e pessoais inerentes a essa incapacidade de se impor.

É sem dúvida uma das melhores pessoas que conheci em toda a minha vida e continuo a pensar que não merece, de todo, o calvário que passa.

Faço com isto a ponte para dois casos que irei relatar: um que assisti e outro que me foi relatado por um amigo.

O primeiro aconteceu hoje. Estava no corredor da piscina onde a minha neta vai tomando umas lições de natação quando chegou uma menina de seis/sete anos de idade à porta, vinda da piscina em fato de banho e enrolada num roupão. Procurava a mãe que teria a roupa para se vestir. Só que esta não estava presente. E ali ficou minutos ao frio a aguardar. Finalmente apareceu a mãe e quando disse que estava à espera há algum tempo escutei:

- A mãe estava a trabalhar!

Fiquei triste com aquela desculpa e no meu pensamento nasceu logo a verdadeira questão: quando é que um trabalho vale mais que um filho?

Perante este mau exemplo nem imagino como será lá em casa... Creio que deverá viver em roda livre, sem regras nem limites.

O segundo caso foi contado por um amigo que uma destas noites teve em casa a jantar com ele e com os três filhos duas colegas da filha mais nova de treze anos. Este pai tem por hábito impor a regra de jantarem todos juntos (pais e filhos), mas só quando o último acaba de comer é que têm todos autorização para levantar da mesa. Outro pormenor é a ausência de equipamento electrónicos à mesa! Muito bem acrescento eu!

As meninas convidadas estranharam aquelas regras e ambas confessaram que em suas casas cada um come à hora que lhe apetecer e o que quiser. Mais... têm de ser elas a preparar a refeição se quiserem jantar alguma coisa. Portanto imagine-se o que terá sido a educação daquelas jovens... porque agora dificilmente mudarão de postura.

Não sou sociólogo, psicólogo e psiquiatra para tentar traduzir estes dois casos. Todavia tenho a certeza que estes pais, ora distantes dos filhos receberam igual educação dos seus antecessores.

Aproxima-se o Natal a passos largos. Uma altura que deveria de ser de junção de família temos muito filhos em vésperas da festa a entregar os seus antecessores nos hospitais para que possam viver o Natal descansados esquecendo que amanhã poderão ser eles a serem escorraçados de casa!

A Maribel publicou hoje um belo texto sobre educação! Que todos deveriam ler e seguir!

Desafio de Natal!

Com a aproximação do Natal surgem mil e uma coisas para fazer.

- implementar as iluminaçõers exteriores da casa;

- montar a árvore de Natal;

- embrulhar as prendas que vão chegando;

- decorar o interior de casa com enfeitos alusivos à época.

Se acrescentarmos a tudo isto uma neta, que como qualquer criança adora o Natal, temos uma estranha mistura com muitas emoções e alegria. Sinceramente só para assistir ao contentamento genuíno de uma criança vale a pena o trabalho.

Estou a escrever este postal e surge-me, assim de repente, uma ideia! E que tal aproveitar para lançar um desafio? Nem é tarde nem cedo, é já!

Portanto a partir de agora ficam todos convidados a partilhar nos seus espaços da blogosfera, seja ela em que plataforma for, fotos com as decorações de Natal que considerarem mais engraçadas, bonitas ou curiosas.

Estas poderão ser dos seus lares, ruas, a casa do vizinho ou apenas uma singela decoração de uma árvore de Natal numa loja. Não importa!

O que conta mesmo é darmos forma ao verdadeiro espírito de Natal que já paira no ar!

Apenas peço que algures façam referência a este postal para que eu possa ir juntando a todos e ir divulgando para que mais gente consiga ver!

Vamos a isso?

Conto com todos!

Crónica de uma tarde de Domingo

Para a tarde de hoje estava programada uma ida à bola.

O Sporting iria jogar no seu estádio contra o Dumiense, equipa minhota que milita nos Campeonatos de Portugal, o que equivale dizer de um escalão muito inferior ao da Primeira Liga. Portanto nível de dificuldade a roçar o fraco.

Mas como o jogo era de Taça de Portugal e nesta competição são frequentes os tomba-gigantes seria bom o Sporting respeitar o adversário não fosse o Diabo tecê-las. E não teceu!!!

Saí de casa eram 17 e 06 minutos já que o jogo principiaria às 18 horas. Pouco trânsito e num instante tinha o carro estacionado. O cachecol embrulhou-me e a camisola Stromp agasalhava-me (ainda não me pagam para fazer publicidade na minha vestimenta!!!)

Passo rápido e ainda longe do estádio apercebi-me de mais adeptos e seguirem o mesmo trajecto. Tudo normal em dia de jogo. Mas muitos deles vinham acompanhados das esposas e companheiras e consequentes infantes, todos vestidos a rigor.

Quando cheguei perto do estádio vi uma enorme fila para entrar na minha porta de acesso. Caso raro! Depois entendi a verdadeira razão: as crianças. Muitas…

Sentei-me por fim no meu costumado lugar. Todavia ao meu redor gente diferente da que costumo ver noutros jogos. Acima de tudo muitas mulheres de todas as idades. Vi idosas, jovens e crianças da idade da minha neta mais velha.

Ao intervalo um conjunto de miúdos gritava a plenos pulmões o nome do clube do seu coração.

Depois os diversos golos e a festa estava por fim consumada!

Fim de jogo e regresso a casa! Para trás ficaram duas horas de pura e genuína alegria! Não só pelo volumoso resultado, mas por este publico tão jovem, mas já tão fervoroso adepto.

Imagino que sejam assim os jogos de futebol em Inglaterra!

Educar o amanhã!

Entre diversas coisas que aprendi nos meus relacionamentos com as crianças (filhos, sobrinhos e outros petizes!), uma delas prende-se com a capacidade que os miúdos têm na resposta que devem dar à estúpida pergunta: gostas mais de quem?

Obviamente que o questionado percebe sempre que resposta deve dar e assim contentar quem lhe lançou a questão. Muitas vezes com direito até a prémio.

Nunca gostei deste estratégia para ganhar o carinho e a atenção das crianças. O melhor mesmo é descermos ao nível deles e participarmos nas suas brincadeiras, por muito parvas que sejam para nós (nunca são para eles!). Sermos um deles!

Educar hoje uma criança não é fácil (creio mesmo que nunca o foi!), mas quem educa deve ter sempre em atenção que nenhuma criança é igual à outra. Mesmo que filhos do mesmo pai e mãe!
As crianças requerem dos educadores muita atenção, genuíno carinho e uma enorme resistência psicológica. Diria que sem estes três vectores um miúdo pode facilmente desviar-se do bom caminho.

A disciplina deve ser ministrada, mas outrossim explicada e nunca olvidada... Uma criança que não saiba respeitar a disciplina que lhe é apresentada nunca singrará convenientemente na vida. Porque desde cedo aprendeu que o Mundo rodava à sua volta. Por isso tem de se habituar a escutar a palavra Não. A chantagem psicológica que muitas crianças utilizam para conseguirem os seus intentos nunca deve ser valorizada.

Por fim há que dar a perceber a eles que todos somos precisos... independentemente da idade e da capacidade intectual!

Hoje são eles que precisam de nós! Amanhã somos nós que precisaremos deles!

O futuro será (certamente)... feminino!

A família tem vindo a crescer. Pela minha parte já cá cantam duas crianças, como dei conta aqui e aqui. Mas na linha paralela familiar há mais três infantes sendo que o mais velho tem seis anos.

O curioso é que em cinco crianças nascidas só um é do sexo masculino. Tudo o resto... cachopas!

Hoje fui ao parque infantil com a minha neta mais velha, já que a mais nova ainda não tem iniciativa para tanto. Lá chegará, digo eu! 

Entretanto no recinto do parque algumas crianças. Contei quando cheguei cinco, para mais tarde somar mais duas ou três. Deste grupo infantil somente um varão!

Ao mesmo tempo que vou contactanto colegas e amigos estes vão-me devolvendo também a situação dos descendentes: só miúdas.

Uma antiga bloguer desta plataforma e que agora está aqui é neste momento mãe de quatro filhos sendo um rapaz (o mais novo) e três moçoilas.

Tudo somado fico já com a certeza que daqui a 20 anos a tal regra da paridade feminina deixará de fazer sentido. Ou provavelmente até fará!

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