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LadosAB

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

'Bora lá colocar a máscara...

... outra vez!

Após uns meses de (quase) total liberdade é tempo de se tomar consciência que o covid não desapareceu e que continua a infectar muita gente. Muito mais do que se esperava e desejava.

Por aquilo que tenho observado as pessoas rapidamente aderiram ao não uso da máscara. Bem ao invés do início quando o governo obrigou ao seu uso, mas a multidão preferia não cumprir a ordem, fazendo ouvidos de mercador.

Eu que fui, no dealbar desta pandemia, contra o uso daquele acessório reconheço que com a máscara estarei mais protegido ou, estando eventualmente infectado sem que o saiba, não contaminarei as pessoas ao meu redor.

Prevejo assim algum retrocesso nesta política de (não) uso das máscaras e acrescento que quanto mais tarde pior!

A gente lê-se por aí!

Alienação de património!

Os passeios por terras transmontanas do passado fim de semana deram-me tempo para pensar em muitas decisões na minha vida. Uma delas tem a ver com o meu património actual, já que andei tanto tempo a angariar coisas que decidi alienar algumas delas.

No fundo, no fundo daqui a uns tempos nenhum dos meus filhos quererá saber e depois acabarão por espetar tudo no lixo.

Decidi então alienar grande parte do meu património e que havia junto durante os últimos anos. Deste modo comunico que tenho cerca de 1500 caixas de máscaras cirúrgicas para venda, 599 daquelas ffp2, assim como 700 frascos de gel desinfectante.

Não há base de licitação nem um valor fixo nos lances. No final entregar-se-á o produto a quem oferecer mais.

(Já recebi uma proposta de três cêntimos!!! Estou muito tentado em aceitar esta oferta!)

A Máscara!

Não venho falar do filme que celebrizou Jim Carrey, mas unicamente da máscara profilática contra o Covid e que usamos todos os dias e sempre que nos ausentamos de casa.

Pela minha parte confesso que custou a habituar-me ao seu uso. Diria mesmo que nos primórdios desta pandemia considerei até exagerado aqueles que a usavam.

Mais de dois anos decorreram e a máscara passou a fazer parte da minha indumentária. É óbvio que não uso daquelas coloridas a fazer pandã com a roupa que visto, como vejo normalmente no eterno feminino, mas utilizo-a sempre que tenho de sair de casa.

Não sei o que nos reserva o futuro no que respeita a esta pandemia, mas mesmo que seja aprovado a liberização do uso da máscara continuarei a usá-la até que me sinta completamente confortável com os casos desta gripe.

Todo o cuidado é pouco!

A gente lê-se por aí!

Anos diabólicos!

Desde 2020 que vivo uma vida de perfeitom desassossego. Começou logo no dealbar daquele ano com o nascimento da neta.

A experiência de ser avô foi naturalmente uma novidade. Se ser pai é cuidar, ser avô é amar profundamente e sem limites.

Depois veio o Covid e a estória de uma pandemia que nos limitou e ainda limita as nossas vidas com enfâse para o distanciamento de quem mais gostamos. A meio de 2020 reformei-me!

Entretanto em 2021 fui também infectado e todos cá em casa, algo que não deixou saudades. Quase no final do ano passado a minha mulher fracturou o calcanhar o que limitou ainda mais a nossa vida. Já para não falar de 4 meses de obras em casa... Um horror!

Entra 2022. Quando pensava que poderia ter um ano mais pacato, eis que surge esta guerra entre a Rússia e a Ucrânia, que me entristece e arrepia. Com a devastação que conseguimos infelizmente perceber. E já nem falo das eleições legislativas com uma maioria absoluta que irá (quase) perpetuar António Costa em S. Bento.

Finalmente cai sobre nós uma poeira africana agora numa segunda onda laranja que tudo cobre e suja.

Pois é... anos doidos estes últimos!

Teorias (parvas) de conspiração!

O jornalismo é uma profissão tramada. Anda um jornalista dias e dias a trabalhar tendo como pano de fundo determinado assunto, por exemplo a pandemia com Covid19, para de um momento para o outro nada disse ter importãncia e ser transferido para o outro lado da Europa todo o interesse e atenção.

Obviamente o que escrevi é uma mera brancadeira, todavia com a invasão da Ucrânia pelas tropas Russas todos os outros assuntos passaram para segundo ou terceiro plano.

Desde o Coronavirus à inevitável subida das taxas de juro com a consequente subida da inflação ou a crescente subida dos combustíveis, nada agora interessa. Não é que os problemas tenha desaparecido, apenas as atenções desviadas.

Provavelmente alguns teóricos da conspiração dirão que tudo isto fará parte de um acordo prévio com contornos mais ou menos recambolescos.

No entanto os mortos em terras ucranianas continua a crescer. Infelizmente aqueles não fazem parte de nenhuma conspiração.

As melhoras Sua Majestade!

Se há alguém no Mundo que realmente respeito é Sua Majestade Isabel II de Inglaterra.

A sua provecta idade já fez bater todos os records de monarcas anteriores como por exemplo da Rainha Vitória que reinou 63 anos e que era trisavó de Isabel II.

Soube que a Monarca Britânica também foi infectada com Covid. Diria que sendo Isabel II outrossim um ser humano, não é por ser Rainha que não lhe podem acontecer estas coisas.

Porém e tendo em conta a sua já longa idade, reconheço que segue os passos de sua mãe que viveu 101 anos.

Não serei seu súbdito todavia desejo-me sinceramente as melhoras com um rápido restabelecimento.

 

Quando o pouco... é tanto!

Esta pandemia e de modo muito particular esta variante Omicrón tem vindo a infectar muito mais gente que as versões anteriores. Valeram aos portugueses as vacinas que ao longo de um ano foram administradas. Ainda assim o número de infectados é alto tal como o de mortos por Covid.

Por isso hoje lembrei-me de ir ligando a diversos amigos para saber em que situação se encontravam. Tirando um caso ou outro que já sabia que estavam infectados, mas sem grandes problemas, os restantes responderam negativamente, o que é bom!

Um desses amigos foi um antigo colega de trabalho. Não obstante a separação física ficou entre nós uma boa e cimentada amizade. Liguei-lhe!

Falámos durante alguns minutos, rimos muito e ao fim de uns minutos acabámos por desligar.

Passado um pedaço tinha esta mensagem no whatsapp:

Meu caro e tão estimado amigo. Obrigado por te lembrares de mim. Gostei tanto de te ouvir. E estava mesmo a precisar de ouvir uma voz amiga. Grande abraço!

Uma mensagem pequena. Mas é nestas ocasiões que o pouco se torna tanto!

Positivismo!

O povo português sempre se considerou altamente negativista. Desde D. Sebastião e das trovas do Bandarra!

Daqui originou muita fuga d lusitanos para o estrangeiro em busca de vidas melhores porque o país... não servia.

Agora com tanta gente positiva não será altura de deixarmos o tal pessimismo para trás?

Mais a sério preocupa-me deveras o crescente número de pessoas infectadas em Portugal. Cuidemo-nos então, que as coisas não estão para brincadeiras.

Definitivamente!

Irresponsabilidade pura!

Ainda no seguimento deste postal chegou até mim esta estória real de vida.

Uma mãe deixou o seu filho numa ama, como todos os dias em que trabalha. Essa senhora tem outras crianças consigo. A determinada altura a ama soube que estava infectada com Covid-19, mas em vez de comunicar aos pais a sua situação de doença vírica, calou-se e deixou que tudo eventualmente passasse por entre os pingos da chuva.

Obviamente que as coisas correram mal, já que as crianças que tomava conta foram infectadas que por sua vez infectaram pais e mães e estes colegas e outros familiares.

Tudo porque alguém não fez o que lhe competia que seria simplesmente isolar-se e não ter mais contactos com as crianças a seu cuidado.

Dos números de infectados que diariamente tendem a crescer quantos se devem à incúria de pessoas como a senhora irresponsável aqui referida?

Uma coisa é sermos infectados sem o sabermos e andarmos por aí involutariamente a disseminar o virus, outra é termos conhecimento da situação e não ligarmos patavina às indicações das entidades de saúde, originando com isso uma disseminação com consequências imprevisíveis e quiçá catastróficas...

Não havia necessidade!

Sempre apreciei o tenista Novak Djokovic. Não só pelas vitórias, mas pela postura que sempre foi a sua vida e pela forma, muitas vezes divertida, como jogava o seu ténis sem nunca perder o foco.

Admirei-me por isso com a recente polémica que o rodeia sobre a sua participação no primeiro torneio do Grand Slam de 2022 e que se realiza em Melbourne, na Austrália.

Independentemente de ser campeão e uma estrela na modalidade isso não deveria de impedir de se mostrar mais realista com o que se passa no Mundo no que respeita a esta pandemia. Se há regras para cumprir se quisermos entrar num determinado país, o mínimo que deveremos fazer é aceitar e não dar azo a uma polémica que se está a transformar num incidente diplomático. Se é que não se transformou já...

Definitivamente não há desculpa para a postura que o atleta sérvio está a ter perante os condicionalismos impostos pelos australianos. Tal como Nadal afirmou publicamente há muito que os atletas sabiam aquilo que lhes seria exigido no que se refere a vacinas contra a covid-19. Ora se Djokovic não pretendia aceitar os preceitos impostos pela Austrália bastava assumi-lo e desistia do torneio ou então na pior das hipóteses "inventava" uma lesão.

Assim não!

Perdeu credibilidade, simpatia e como diria um humorista luso: "não havia necessidade!"

 

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