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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Promessas só promessas!

Quando a pandemia começou e tivemos que nos confinar em casa, ums das enormes queixas prendeu-se com a ausência de afectos.

Nada de beijos, abraços e outros cumprimentos.

A desgraça, o desânimo, a tristeza alastrou-se a muita gente. Todavia ficaram as constzntes promessas de que quando isto melhorasse regressariam os afectos.

Pois é... promessas só promessas.

Na verdade ainda não recebi nem os beijos nem os abraços nem outros afectos que durante tanto tempo me prometeram.

E tenho tantos para receber.

Depois queixam-se das promessas não  cumpridas dos políticos.

O regresso!

Uma amiga destas lides de escrita (obrigado Di|) enviou-me um video muito engraçado e deveras curioso, através de uma dessas plataformas de comunicação tão em voga.

O filme tem realmente muita graça, mas chama-nos outrossim para uma nova problemática com este regresso à normalidade laboral.

Certamente que o afastamento das pessoas dos verdadeiros locais de trabalho fomentou alguns, não direi vícios, mas parametros desajustados àquilo que era a normalidade de um gabinete.

Um desses parãmetros prende-se, por exemplo, com a deslocação para os locais de trabalho. Novos horários, transportes públicos apinhados ou trânsito anormal com filas podem originar alguns constrangimentos neste novo regresso. Assim como as refeições que em casa eram provavelmente mais lentas e agora terão de ser mais céleres.

Mas pior que tudo é o reencontro com antigos e novos colegas. Já para não falar das chefias. Diz o povo "loge da vista, longe do coração" o que equivale dizer que cada um no seu espaço privado (leia-se casa!) terá sido muito mais útil (e provavelmente mais feliz) do que com a sua presença num gabinete, quantas vezes vazio de bem-estar!

Esta pandemia vai certamente fazer com que muitas empresas repensem as suas estruturas laborais, não só no sentido organizacional, mas também no sentido estrutural e físico, evitando com isso muitos custos excessivos.

Bandeiras desnorteadas!

Desde o ano passado que passei a frequentar a Praia da Rainha no concelho de Almada. Com parque de estacionamento com via verde e algumas sombras, tornou-se por tudo isso apelativa, ao invés da Praia da Sereia que tem uns acessos quase criminosos para os carros, sem qualquer sombra e com um guarda a quem eu dava todos os dias 2 euros...

Depois nesta última o restaurante alargou "as asas" e agora a praia é quase toda dele, sem que se tenha espaço para estender uma toalha. Mas adiante...

A praia que ora frequento tem em cima do areal uma bandeira triangular demonstrando com isso o nível de pessoas na praia. Ultimamente tenho conseguido entrar e sair com o estandarte verde. Porém hoje à saída reparei que aquele já estava vermelho, isto é, o número de utentes permitidos na praia já tinha sido alcançado.

Só que as pessoas continuaram a entrar sem ninguém que as proibisse. Na verdade o trânsito pedonal era volumoso já que havia muita gente também a sair.

Resumindo... a tal bandeira indicativa do número de pessoas presentes não inibe os veraneantes de enfiarem os pés na areia. Então, provavelmente, só estará lá para indicar de que lado sopra o vento.

Digo eu!

Escutado hoje na praia!

Gosto muito de dormir ao sol na praia.

E as conversas ao meu redor são bons soporíferos para que adormeça mais depressa. Todavia hoje escutei esta conversa e nem consegui dormir:

- Já vieste à praia este ano?

- Tive 15 dias no início de Julho.

- De férias?

- Não... de quarentena!

- Como assim?

- Telefonei para a Saúde 24 a comunicar que tinha estado em contacto com alguém positivo. Mandaram-me fazer testes que só fiz passado dois dias e depois mais 14 dias em casa... Que aproveitei para vir à praia!

Perante este diálogo onde se pode observar uma evidente trapaça, pergunto como poderá este cidadão ter a ousadia de futuramente criticar alguém do governo?

É por estas e muuuuuuuuuuuuuuuuuitas outras que Portugal é um país de evidentes atrasos: económicos, culturais, mas essencialmente de cidadania!

Pode até nem ter sido verdade, mas a forma como foi descrito pareceu-me, infelizmente, muito plausível!

Praia: a liberdade aqui tão perto!

Noto este ano maior afluência às praias. Não é uma critica a ninguém, unicamente a constatação de um facto.

Nos outros anos algumas praias enchiam-se, mas algumas continuavam quase vazias. Neste Verão encontro quase todas as praias repletas.

Enquanto fazia a minha costumada caminhada matinal pelo extenso areal dei por mim a tentar perceber as razões de tanta gente... Só que a resposta estava ali à minha frente e aos olhos de toda a gente.

Na realidade toda a polulação enquanto estiver fora do areal temá que usar máscaras, tem de manter o distanciamento social e deixar-se de beijos e abraços. Porém junto à beira-mar todas estas regras superiormente emanadas deixam de fazer qualquer sentido ou melhor ninguém as respeita.

Assim consigo andar quilómetros sem ver ninguém de máscara colocada (há quem as utilize no braço - faz sempre jeito - ou debaixo do queixo - lugar também muito próprio para a dita!!!), constato grupos de pessoas todas muito juntas em alegre confraternização e assim como aqueles beijos e braços entre amigos que ocasionalmente se encontraram na praia, atletas a jogarem qualquer coisa parecido com futebol, pares a arremessarem bolas uns aos outros, escolas de surf em profusão com muitos alunos... Sobram por fim as esplanadas alargadas a ocuparem indevidamente grande parte do areal!

Por tudo isto entendo a fuga das pessoas para a orla marítima: é a pura liberdade ao dispor de todos.

Eis-me em modo... férias!

Finalmente de férias!

Parece estranho um reformado estar de férias. Mas acreditem se há ano em que eu necessite mesmo de descansar é este.
Amanhã apresento-me na praia (ainda não decidi qual, mas provavelmente a da Rainha) bem cedo para poder fazer a minha caminhada e dormir a minha soneca... ao sol!

Eu sei, eu sei que faz mal, mas beber álcool também faz, assim como fumar ou encher-mo-nos de comprimidos. Apresento uma atenuante para esta opção ao sol: é que só farei isto durante 3 semanas... Depois é regressar ao plúmbeo betão da cidade.

Tenho, entretanto, muito que fazer, ler, rever e escrever... neste parco tempo!

Fiquem bem! E  cuidem-se!

A gente lê-se por aí!

Ai quem me dera!

Voltar a ter aquele sentimento de início de férias de quando estava a trabalhar;

Sentir que o descanso era mereceido tal fora o ano em termos de actividade profissional:

Poder passear pela praia sem máscaras e sem fugir dos demais;

Comer naquele restaurante sem temer a presença de outras pessoas;

 Viajar livremente sem receios dos destinos;

Ai quem me dera tanta coisa. Mas acima de tudo saber se acordarei amanhã!

O que faço pelo Sporting!

Não era minha ideia deixar-me vacinar contra o bichoso gripal. De tal forma que quando falava desta minha recusa, era sistematicamente atacado pela família para que fosse vacinado, ao que sempre respondi:

- Só há um evento que me fará mudar de ideias e que será a possibilidade de ir ao futebol.

Pimba, toma lá “quépraprendres”… O governo autorizou recentemente a abertura dos estádios de futebol, mesmo que a menos de metade da lotação, o meu filho comprou hoje os bilhetes e eu tive de ir à pressa, esta tarde, fazer um teste de antigénios à farmácia e… fui aqui perto de casa à pica.

Portanto a conclusão é mui simples: pelo Sporting faço tudo… até ser vacinado.

 

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O fim de semana!

Agosto bate-nos à porta. Mês essencialmente de férias, mês em que o país dos serviços quase pára.

A minha avó dizia "primeiro de agosto, primeiro de Inverno". Talvez por isso aqui ao redor da capital se tenha instalado um capelo plúmbeo acompanhado de um vento fresco que parece arrepiar os mais friorentos. Pouco apetecível para a praia.

Entretanto amanhã inicia-se oficialmente a época futebolística com uma final entre o (meu) Sporting Clube de Portugal e o Sporting Clube de Braga a realizar-se na bela cidade de Aveiro. Curiosamente já com algum público.

O tempo passa veloz e não tarda nada estamos a pensar já na época de Natal que este ano, espero, seja muito diferente dos demais.

Bom fim de semana. Cuidem-se que isto ainda não está para brincadeiras.

Seis meses depois... a preocupação!

Faz hoje seis meses que descobrimos que o meu filho, nora e neta estavam infectados com o bicho da moda, assim como o meu cunhado!

No dia seguinte foi a restante família fazer testes donde sairam um negativo, dois positivos e cá o menino com um teste inconclusivo.

O curioso é que por esta altura a febre, a ausência de cheiro e sabor e a pouca tosse que tive já tinham abalado. Mas mais curioso ainda é que dez dias mais tarde fui fazer novo teste e deu... positivo!

Resultado estamos a dias de sermos todos vacinados.

Porém estou muito céptico no que respeita à minha vacinação porque pelos exemplos que vou observando perto de mim, quem toma a segunda dose da vacina por já ter estado infectado sofre agruras com dores no corpo, febre e tosse. Um martírio...

Ora perante este panorama, e tomando em consideração que estou prestes a ir de férias, não me apetece nada ficar doente de forma a impedir-me a ir para a praia.

Assim sendo, se tomar a vacina e ela me der reacções adversas, poderei devolvê-la à procedência? É que isto de nos ministrarem uma vacina e ficarmos piores do que estávamos não entra na minha cabeça.

Temo o pior!

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