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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Algumas considerações...

Acho estranho que venham profissionais de saúde para Portugal, quando há portugueses naquela área a sairem do país!

Admira-me que as sucessões de casos de vacinações indevidas surjam a toda a hora e não oiço uma palavra do PM nem do PR;

Parece que os deputados têm mais direitos que a maioria dos portugueses;

Desde sábado passado, data em que soubemos que havia infectados em casa, o meu telmóvel não pára de tocar: autoridade sanitária concelhia, comissão de saúde, delegado de saúde, um sem número de meninas a dizer que vão enviar um inquérito. Tanta gente supostamente preocupada connosco e ninguém nos diz se deveremos ou não repetir os testes;

A burocracia lusa a ganhar aos médicos e enfermeiros.

Provavelmente seria necessário importar mais gestores da Alemanha e menos médicos!

 

Um Rei… só!

Humildemente reconheço que nunca pensei na questão de ser republicano ou ser monárquico. Realmente jamais foi uma preocupação premente até porque sempre vivi numa República.

Trabalhei com alguns defensores da causa monárquica que sempre me pareceram gente de bem e sensata. Defendiam naturalmente a existência de um rei em vez de um PR eleito, algo que não me parece impensável em Portugal, desde que a restante democracia parlamentar funcionasse de forma livre.

Depois olho para alguns países europeus que são monarquias e vejo-os sempre na linha da frente do desenvolvimento, o que quererá significar também alguma coisa. Digo eu!

Entretanto aqui ao lado, no país vizinho o Rei emérito Juan Carlos parece que se eclipsou após a descoberta de recebimentos indevidos de um monarca saudita no valor de 100 milhões de dólares. Nada que muitos políticos republicanos não tenham feito já e que continuam a fazer.

Todavia percebo a tristeza de alguns defensores da causa monárquica. Ainda por cima por um Rei e não um súbdito… Se acrescentarmos a este caso as estórias envolvendo saias, fico com a sensação que a causa monárquica não conviverá bem com esta situação.

Entretanto já se pretende a queda do actual Rei Filipe VI como se ele fosse culpado dos actos irresponsáveis do pai. Nem imagino como se sentirá o monarca Castelhano com a catadupa de notícias sobre a Casa Real.

Provavelmente só!

Sem papas na língua

Escutei hoje a entrevista que Manuela Moura Guedes deu, um destes dias, a um canal de televisão. A antiga deputada do CDS denunciou publicamente muitos casos, que estava a investigar, enquanto jornalista de investigação.

A forma como MMG foi corrida do canal televisivo pareceu-me demasiado grave para ser verdade.

Umas das declarações que mais me chocou teve a ver com a questão da justiça portuguesa e de como esta esteve refém do Governo de José Sócrates.

Segundo MMG, tanto o procurador-geral da República da altura, o Doutor Pinto Monteiro, como a procuradora Cândida Almeida pouco fizeram no célebre caso "Freeport", que envolvia directamente na altura o PM, aquando da sua função como ministro com a pasta do ambiente.

Mas a antiga "pivot" do canal de Queluz não ficou por aqui e lançou diversos ataques, essencialmente à classe política pela forma como esta não deseja alterações à actual lei eleitoral.

Assertiva e sem papas na língua MMG foi igual a si própria e disparou para diversos alvos. Nomeadamente falou dos contractos do Estado com entidades privadas (PPP's, Portucale, Submarinos...).

Verdade ou mentira certo é que ninguém veio a terreiro desmenti-la.

O que me parece sintomático!

Um País pob/dre

Neste país chegámos a um ponto de não retorno.

Percebe-se que cada vez mais a política é um terreno deveras pantanoso onde evolui gente sem carácter e sem escrúpulos.

Os sucessivos casos que têm vindo a lume deixam-me triste. Muito triste mesmo. Não foi, com certeza, para isto que a democracia foi implementada em Portugal após o 25 de Abril.

Somos hoje um povo recheado de pequenas e grandes invejas, venenosas hipocrisias, sem méritos e sem estratégias. Vamos por isso dirigindo este “navio” ao sabor das ondas alteradas ou do mar chão, mas sempre com terra à vista, já que ninguém gosta de avançar para propostas mais desafiantes. Há muito receio de errar…

Talvez por isso:

- Tivemos um primeiro-ministro com demasiados interesses na Banca;

- Outro que mentiu descaradamente ao País fazendo-se passar por aquilo que não era;

- Tivemos um PR que criou uma Fundação que ninguém percebe para que serve;

- Existiu um Banco que alimentou governos e partidos;

- Governantes que foram para empresas privadas ganhar a vida;

- Outros foram somente à bola, com bilhetes à borla;

- Ministros com licenciaturas, no mínimo, muito duvidosas;

- Deputados a receberem dinheiro a mais, por viagens a menos;

- Autarcas reféns de empresários locais;

Por fim há o povo, que segundo as últimas tendências, um quarto deste está perto do limiar da pobreza. Para outros se passearem gordos e anafados.

A sociedade lusa está podre e pobre.

FIFA – Associação de malfeitores?

É por todos sabido que o futebol deixou de ser um desporto, para se tornar numa indústria que movimenta demasiados milhões. Também já escrevi que alguém que tenha a possibilidade de meter a mão nesta (enorme) massa jamais a retirará sem que “algum” venho colado.

Teve de ser o FBI, a vir do outro lado do Atlântico, para desfazer esta teia onde a FIFA se deixou, há muito tempo, enredar. Sete dirigentes foram detidos num hotel da Suíça e sabe-se lá quantos mais irão ser envolvidos nesta espécie de “polvo”. Curiosamente (ou provavelmente não) em vésperas de eleições. Joseph Blatter parece ter a eleição garantida mas dificilmente passará “pelos intervalos da chuva” que esta tempestade está a causar.

Portugal, digam o que disserem, foi outrossim um dos beneficiados com esta troca de favores. Ou será que já se esqueceram do Euro2004? Um país sem recursos financeiros consegue ganhar direito a organizar um evento daquele calibre? Como?

Hoje percebe-se como tudo foi conseguido. Os clubes desportivos, as câmaras municipais e os governos endividaram-se nos bancos alemães, belgas, holandeses e outros para poderem construir as infraestruturas necessárias ao evento desportivo. Claro está que com este manancial de empréstimos a Portugal, era certo que a organização cairia neste rectângulo. O que era (e é!) preciso era (e é!) vender dinheiro. Seja a quem for!

Não imagino o que irá acontecer no futuro próximo àquela organização desportiva. Mas os próximos dias dar-nos-ão mais dados.

Aguardemos serenamente!

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