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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Barclay James Harvest: o culto da boa música

Quando soube que a banda Barclay James Harvest viria a Portugal lancei a dica ao meu filho mais novo se não seria uma banda boa para vermos.

Ele sabendo deste meu permanente revivalismo acabou por me oferecer no dia do Pai dois bilhetes para o CCB, onde a banda iria actuar.

Foi a noite passada.

A sala estava quase cheia pontuando aqui ou ali um ou outro lugar. Já passava das nove da noite quando a banda liderada por Les Holroyd apareceu serenamente no palco.

Instrumentos a postos e eis que a boa música invade o recinto alagando os nossos ouvidos com melodias ímpares. Umas atrás da outras os temas sucederam-se em bom ritmo. As músicas bem trabalhadas por bons músicos não destoaram certamente dos originais dos anos setenta.

Num breve intervalo deu para perceber que a média de idade dos espectadores estava muito acima do concerto anterior a que tinha assistido no Altice Arena. Mas nada disso invalidou a qualidade que o cantor septuagenário colocou em palco. Ainda por cima porque na segunda parte o concerto foi mais instrumental.

Ia com as espectativas um tanto em baixo. Todavia à saída dei conta que o tempo passara num instante, sinal que o concerto fora absorvente.

Enfim... esta foi (mais) uma noite inesquecível!

bjh_2019.jpg

(foto minha)

 

 

O derradeiro regresso a casa

Eram 21 horas e 10 minutos quando Mark Knopfler subiu ao palco do Altice Arena para brindar os milhares de fans presentes com mais um emblemático espectáculo.

Às 23 e 19 deu por fim mais de duas horas de música fantástica. Neste espaço temporal Knopfler revisitou muitas músicas, algumas delas do tempo de Dire Straits outras já a solo, donde se destacam "Once Upon a Time in The West" do album "Communiqué" de 1979, "Romeo and Juliet" do disco "Making Movies" de 1980 ou "Telegraph Road" um longo tema de 1982 inserido no album "Love over gold".

Após três minutos de uma ovação prestada pelo público Mark regressou ao palco para num encore oferecer "Money for Nothing", o celebérrimo tema de um dos melhores discos dos Dire Straits e terminar com o costumado "Going home" extraído do primeiro album a solo de Mark Knopler, "Local Hero", que data de 1983.

Durante o concerto Mark teve também a delicadeza de se despedir do público português numa breve declaração.

Em suma Mark mostrou que mesmo com 69 anos e muitos discos e quilómetros ainda é um músico de excelência.

Veremos se regressará aos palcos.

  mark_knopfler.jpg

(fotografia minha)

Estes já cá moram!

No dia 28 de Julho de 2015 (quem diria que já passaram mais de três anos) assisti a um espectáculo fantástico do qual apresentei na altura o tema final, gravado de forma deficiente pelo meu telemóvel, mas ainda assim demonstrativo da qualidade do artista, conformem podem confirmar aqui.

Ora temos assim que em Abril próximo Mark Knopfler regressará a Portugal para mais um concerto, desta vez no Parque das Nações.

A (boa) lembrança da sua passagem por Oeiras quase me obrigou a comprar o ingresso para o concerto. E como não gosto de ir sozinho a estes eventos eis que adquiri dois bilhetes. Para o meu infante mais novo, bom comparsa nestas coisas da música.

Portanto dia 30 de Abril de 2019 lá estaremos.

MarK_Knopfler.jpg

 

 

 

Final de Domingo perfeito!

Nada melhor que um concerto com boa música para terminar um fim de semana. Foi o que me aconteceu este Domingo.

Eram 22 horas quando surgiram os primeiros acordes dos Trovante. Em pleno parque central da cidade da Amadora.

Esses mesmo que nos anos setenta e oitante fizeram as delícias de todos nós.

As figuras mais conhecidas deste agrupamento musical estavam lá: Luís Represas e João Gil.

Resumidamente foi um grande momento onde, em quase duas horas, revisitou-se uma série de músicas, autores e poetas.

O concerto começou meio morno, mas depressa os milhares de pessoas que assistiram incorporaram-se no espectáculo. Os Trovante não fizeram a coisa por menos e cantaram para além ddos seus enormes sucessos, temas de Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Fausto.

Após dois "encores", um deles somente com seis músicas, terminou o concerto. Era quase meia-noite.

Ficaram as fotos e os videos, mesmo de qualidade duvidosa como este:

 

 

Mas valeu a pena!

 

 

Ainda o concerto de ontem...

É pena que os telemóveis só tenham competência para tirar "selfies". De outra forma o video que apresento teria outra qualidade. Ainda assim vale a pena ouvir. A última música de um concerto memorável e inesquecível.

Já escrevi mas não me canso de o dizer: foi o melhor espectáculo que vi e ouvi. A emoção de ver e ouvir ao vivo algumas músicas que, durante tantos e tantos anos, me habituei a escutar em CD, foi enorme.

Fica então este pobre registo.

 

 

 

 

 

Mark Knopfler - a qualidade não engana!

Já vi muitos concertos de muitas bandas, mas o  desta noite... encheu-me as medidas!

Mark Knopfler e a sua banda, que não os Dire Straits, foi igual a si próprio. E se alguém porventura ainda duvidasse do que o músico escocês ainda tem para dar à música e a todos nós, bastava terem assistido ao espectáculo de ontem para perceberem que temos homem. E por muito tempo!

Intimista, suave quanto baste, poderoso quando necessário, o compositor de "Sultans of Swing" não deixou os seus créditos por mãos alheias e brindou os milhares de espectadores, que se juntaram no Estádio Municipal de Oeiras, com excelentes músicas, algumas do novo disco e outras bem mais conhecidas. Criou logo de ínício uma interactividade com o público presente que só correu a seu favor.

A banda que acompanhou Knopfler mostrou estar à altura do homem da faixa vermelha, não se intimidando nem com o público nem com o artista principal.

Foram momentos memoráveis difíceis de esquecer.

Pena não poder levar a minha máquna fotográfica de forma a ilustrar este texto. Mas certamente no Youtube não faltarão videos demonstrativos.

Que belíssimo serão!

Só mais uma coisa... Tirando alguns concertos de música clássica, este foi, quiçá, o concerto onde a média de idade dos espectadores presentes rondava a minha. 

 

É hoje, é hoje , é hoje!

Desde Fevereiro passado que ando a aguardar por este dia. Dois bilhetes que me darão e ao meu filho mais novo acesso ao concerto que Mark Knopfler irá brindar os espectadores no "EDP Cool Jazz".

O ex lider dos Dire Straits está em Portugal. Um espectáculo pelo que sei já esgotado e que vai levar diferentes gerações a ver e ouvir o homem de "Money for Nothing".

Durante muitos anos escusei-me de ouvir Dire Straits, nem sei bem porquê. Só muito mais tarde abordei o album "Alchemy" e... fiquei rendido! E tão rendido que vou estar hoje no Oeiras Parque exclusivamente para ver e ouvir Knopfler.

Não é usual deixar aqui videos mas este, creio, que vale a pena ser visto e ouvido!

 

 

 

Iron Maiden , um concerto memorável!

Se há 30 anos, quando comprei o último disco em vinil dos Iron Maiden, dissesse que hoje estaria a vê-los, acompanhado dos meus filhos, responderia que estava completamente louco.

 

Porém, essa foi a realidade desta noite, quando pelas sete e picos me sentei no balcão do Pavilhão Atlântico acompanhado por dois jovens. Equipados os três com t-shiirts da banda, foi com alguma emoção e nostalgia, que durante cerca de duas horas vi e ouvi desfilar um ror de temas, daquela banda inglesa.

 

Um pavilhão repleto de jovens e menos jovens em busca, uns da juventude perdida, outros de referencias no passado para viverem quiçá (melhor) o futuro. Mas é música é assim mesmo: intemporal!
Quanto ao espectáculo, os Iron Miaden foram iguais a si próprios não defraudando ninguém, mesmo os mais cépticos. Parece que exclusivamente para eles o tempo parou, tal é a genica e estaleca que colocam em palco.
Com um "encore" de três músicas e a apresentação dos músicos que evoluiram em palco, deram por finalizado o concerto.
Uma noite fantástica para mais tarde recordar.

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